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Resumo
INTRODUÇÃO
A prática docente é marcada por uma complexa teia de experiências que vão além do ensino formal e das metodologias aplicadas em sala de aula. Entre essas dimensões, as emoções vivenciadas pelos professores se apresentam como elementos centrais que influenciam não só suas atitudes profissionais, mas também a construção de sentidos e significados no processo educativo. Conforme Costa e Lugli (2020), as representações das emoções no trabalho docente são construídas historicamente e refletem as múltiplas demandas e desafios que permeiam a profissão, configurando-se como aspectos fundamentais para compreender a dinâmica da práxis pedagógica.
Narrativas emocionais, portanto, configuram-se como poderosos instrumentos para dar voz a essas experiências subjetivas, possibilitando que os professores reflitam sobre suas trajetórias, desafios e conquistas. Gonzaga e Parisotto (2023) destacam que a narrativa de professores é uma ferramenta essencial para a reflexão crítica da própria prática, permitindo identificar aspectos que muitas vezes ficam ocultos em discursos institucionais ou pedagógicos formais. Dessa forma, analisar as emoções contidas nas histórias de vida dos docentes pode revelar como elas impactam suas escolhas, estratégias e relações no cotidiano escolar.
Este estudo tem como objetivo investigar as narrativas emocionais de professores a partir de suas experiências vividas no contexto escolar, buscando compreender de que modo essas emoções influenciam e moldam a práxis docente. Pretende-se, ainda, identificar como os relatos emocionais contribuem para o desenvolvimento profissional e para a construção de práticas pedagógicas mais reflexivas e significativas.
Investigar as emoções na vida dos professores por meio de suas narrativas se mostra imprescindível para valorizar a dimensão humana da profissão e superar visões simplistas que restringem a docência a um mero ato técnico. Conforme Cajueiro, Pina e Gonçalves (2021), as experiências formativas e emocionais dos docentes estão diretamente ligadas à aprendizagem escolar, afetando a motivação, o engajamento e o vínculo estabelecido com os estudantes. Além disso, Arguelho e Paniago (2021) reiteram a importância da formação docente que considere não apenas as competências técnicas, mas também o desenvolvimento emocional, especialmente em tempos de rápidas transformações educacionais e tecnológicas.
Nesse sentido, compreender como as emoções permeiam a prática docente pode fornecer subsídios para políticas públicas e ações formativas que promovam um ambiente escolar mais acolhedor e inclusivo, favorecendo o bem-estar dos professores e a qualidade do ensino.
NARRATIVAS EMOCIONAIS DE PROFESSORES ATRAVÉS DE EXPERIÊNCIAS E SEUS IMPACTOS NA PRÁXIS DOCENTE
AS EMOÇÕES NA PRÁXIS DOCENTE: UM OLHAR SOBRE AS NARRATIVAS EMOCIONAIS
Ser professor vai muito além de transmitir conteúdos; é uma experiência que envolve um intenso universo emocional. Essas emoções surgem em diferentes momentos e espaços: nas interações com alunos, colegas e familiares, nas demandas da escola, e também nas expectativas e desafios pessoais que cada docente carrega. Como apontam Rodrigues Pessoa; De Souza Castro; Lima Costa (2024) essas emoções ultrapassam o instante vivido, sendo moldadas por um contexto histórico e cultural que dá significado ao trabalho do professor. Entender esse aspecto é reconhecer o professor como um ser completo, cujas vivências emocionais influenciam diretamente sua maneira de ensinar, avaliar e se relacionar com a escola.
As narrativas emocionais surgem como uma importante porta de entrada para esse universo subjetivo. Segundo Carvalho (2019), os relatos que os professores fazem sobre suas experiências vão além do que foi feito, revelam o que sentiram e como vivenciaram cada situação. Esse movimento abre espaço para que eles possam atribuir sentido às suas práticas, refletindo sobre elas e até mesmo transformando sua forma de atuar. Contar suas histórias ajuda o professor a se enxergar como protagonista de sua trajetória, favorecendo o autoconhecimento e a reflexão profunda.
Nesse sentido, Damacena e Nazareno (2024) reforçam que essas expressões emocionais, presentes nas narrativas, são fundamentais tanto na formação inicial quanto na formação continuada. Elas ajudam os professores a reconhecer as ligações entre seus sentimentos, o conhecimento que constroem e a prática pedagógica que desenvolvem. Portanto, as narrativas emocionais vão além de simples relatos de fatos, tornando-se espaços ricos para a expressão e elaboração das emoções que permeiam a profissão docente (Freitas, 2020).
NARRATIVAS COMO INSTRUMENTO DE REFLEXÃO E TRANSFORMAÇÃO DA PRÁXIS DOCENTE
As histórias que os professores compartilham vão muito além de simples relatos do cotidiano; elas são poderosas ferramentas para repensar e renovar a forma de ensinar. Ao dividir suas experiências diárias, os docentes se permitem refletir sobre suas fortalezas, reconhecer os desafios que enfrentam e descobrir novas possibilidades para crescer profissionalmente. Esse momento de reflexão é essencial para que a prática pedagógica se torne mais consciente e verdadeiramente alinhada às necessidades dos alunos e da comunidade escolar, apontam Gonzaga e Parisotto (2023).
Maciel (2018) lembra que essas narrativas sobre a trajetória de vida e formação influenciam diretamente o jeito como o professor atua no dia a dia. Ao revisitar suas experiências emocionais, os educadores conseguem identificar como aspectos culturais, sociais e afetivos moldam suas decisões e posturas em sala de aula, tornando-os mais sensíveis e atentos às demandas do ensino. Essa percepção abre espaço para transformações importantes, como a adoção de métodos inclusivos, o fortalecimento das relações humanas e a criação de um ambiente escolar mais acolhedor e respeitoso.
Durante a formação superior, as narrativas ajudam a enxergar a docência como um processo vivo, complexo e cheio de emoções. Valorizar essas vivências prepara melhor os professores para os desafios da carreira, reconhecendo que a dimensão emocional é parte fundamental do ensinar e aprender (Monteiro, Aimi e Mariani, 2023).
Em ambientes democráticos, o compartilhamento das emoções por meio das narrativas cria vínculos mais fortes entre os docentes, estimulando o diálogo e a escuta verdadeira. Essa troca promove uma cultura escolar mais participativa, respeitosa e solidária, fortalecendo a construção coletiva de uma educação mais humana e transformadora (Possato e Monção, 2022).
NARRATIVAS EMOCIONAIS E A COLABORAÇÃO DOCENTE NA CONSTRUÇÃO DE SABERES
As narrativas emocionais não apenas revelam experiências individuais, mas também funcionam como catalisadores de processos colaborativos entre professores. Quando compartilhadas em espaços de convivência profissional, como reuniões pedagógicas, grupos de estudo ou comunidades de aprendizagem, essas histórias permitem a troca de saberes, o fortalecimento de vínculos e a construção conjunta de soluções para desafios cotidianos (Damacena, Nazareno, 2024).
Ao narrar experiências afetivas e reflexões sobre práticas pedagógicas, os docentes não só dão voz às suas emoções, mas também oferecem a outros profissionais a oportunidade de se identificar, aprender e reinterpretar suas próprias vivências. Essa dinâmica transforma o conhecimento individual em patrimônio coletivo, promovendo uma cultura de cooperação e empatia na escola (Freitas, 2020). A colaboração derivada das narrativas contribui para a criação de práticas pedagógicas mais inovadoras, uma vez que diferentes perspectivas se articulam e inspiram mudanças na atuação docente.
Além disso, o compartilhamento de histórias emocionais favorece o desenvolvimento profissional contínuo. Maciel (2018) destaca que a reflexão coletiva sobre experiências emocionais permite que os professores percebam lacunas em suas estratégias pedagógicas, ajustem posturas e integrem novas metodologias. Esse processo fortalece a resiliência docente, pois os profissionais se sentem apoiados, compreendidos e valorizados em sua trajetória.
Em termos de formação, Monteiro, Aimi e Mariani (2023) apontam que incorporar narrativas emocionais em programas de capacitação ou supervisão pedagógica promove a humanização da aprendizagem profissional, tornando evidente que ensinar envolve competências cognitivas e emocionais que caminham juntas. Em ambientes coletivos, essa prática fortalece a cultura escolar democrática, favorecendo o diálogo, a escuta ativa e a construção de vínculos sólidos entre colegas, elementos essenciais para um ambiente escolar inclusivo e acolhedor (Gonzaga e Parisotto, 2023).
As narrativas emocionais funcionam então como pontes entre o individual e o coletivo, integrando reflexões pessoais à construção compartilhada de saberes. Elas ampliam não apenas o autoconhecimento do professor, mas também sua capacidade de colaborar, inovar e transformar o contexto educacional, contribuindo para uma escola mais sensível, participativa e humana.
METODOLOGIA
Este trabalho foi realizado por meio de uma pesquisa bibliográfica, buscando reunir e compreender as principais discussões e reflexões já produzidas sobre as narrativas emocionais dos professores e como elas influenciam a prática pedagógica. A pesquisa bibliográfica é essencial para construir uma base teórica consistente, que ajuda a entender melhor o tema a partir de diferentes perspectivas e autores.
Para organizar e interpretar o conteúdo dos textos selecionados, utilizou-se a análise de conteúdo, conforme o método de Bardin (2016). Essa abordagem permite examinar de forma cuidadosa as mensagens presentes nos textos, identificando ideias, temas e padrões que ajudam a esclarecer as relações entre as emoções vividas pelos docentes e sua atuação em sala de aula.
O processo de análise aconteceu em três momentos. Primeiro, na pré-análise, onde realizou-se uma leitura atenta dos materiais para escolher as fontes mais relevantes e definir os focos da pesquisa. Depois, na exploração do material, quando foi destacado e categorizado as informações relacionadas às experiências emocionais e seus impactos na práxis docente. Por fim, no tratamento dos resultados, essas categorias foram interpretadas à luz do referencial teórico para construir uma compreensão mais profunda do assunto.
A obtenção dos dados ocorreu a partir da seleção criteriosa de livros acadêmicos, artigos científicos e documentos institucionais, dando preferência a publicações de reconhecida importância para o tema. O levantamento considerou um recorte temporal de dez anos e utilizou como principal fonte a base de dados do google acadêmico.
Esse caminho metodológico possibilitou uma reflexão crítica e estruturada, que fundamenta as discussões e conclusões do estudo, mostrando como as emoções e narrativas se entrelaçam e influenciam o cotidiano e a transformação da prática dos professores.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Ao mergulhar nas narrativas emocionais dos professores, ficou claro o quanto as emoções estão presentes e moldam a prática docente no dia a dia da escola. Essas histórias revelam uma gama de sentimentos desde a alegria e o entusiasmo até a frustração e a ansiedade que influenciam diretamente como os professores planejam suas aulas, se relacionam com os alunos e lidam com os desafios diários. Esse olhar confirma o que Costa e Lugli (2020) destacam: as emoções no trabalho do professor não são simples momentos isolados, mas experiências profundas, construídas ao longo do tempo e carregadas de significado.
Um aspecto que se destacou bastante foi o papel da narrativa como espaço de reflexão. Muitos professores relataram que, ao contar suas próprias histórias emocionais, conseguiram olhar para sua prática com mais consciência, percebendo o que dava certo e o que precisava ser ajustado para tornar o ensino mais significativo e acolhedor. Essa experiência reafirma o que Gonzaga e Parisotto (2023) e Freitas (2020) apontam, sobre a importância da narrativa para que o docente possa se enxergar de forma crítica e construtiva.
As histórias também mostraram como as emoções relacionadas à formação tanto inicial quanto continuada são decisivas para o desenvolvimento profissional. Professores que tiveram vivências formativas positivas se mostraram mais confiantes e preparados para lidar com as dificuldades da sala de aula, algo que Cajueiro, Pina e Gonçalves (2021) também observam em seus estudos. Essas experiências emocionais ligadas à formação ajudam a fortalecer a identidade do professor e a sua resiliência.
Tabela 1 – Narrativas emocionais e reflexões docentes.
| Aspecto | Emoções/Observações | Referências |
| Presença das emoções na prática docente | Sentimentos como alegria, entusiasmo, frustração e ansiedade moldam o planejamento das aulas, as interações com os alunos e a forma de enfrentar desafios diários. | Costa; Lugli (2020) |
| Narrativa como espaço de reflexão | Relatar experiências emocionais permite ao professor analisar criticamente sua prática, identificar acertos e promover ajustes para um ensino mais acolhedor e significativo. | Gonzaga; Parisotto (2023); Freitas (2020) |
| Emoções na formação docente | Vivências positivas na formação inicial e continuada aumentam a confiança, a preparação e a resiliência dos professores diante das demandas escolares. | Cajueiro; Pina; Gonçalves (2021) |
Fonte: Elaborado pela autora com base nas narrativas analisadas.
Outro ponto fundamental foi perceber como as histórias de vida influenciam a maneira de ensinar. Conforme destaca Maciel (2018), refletir sobre as próprias trajetórias emocionais permite que os professores entendam melhor os fatores que influenciam suas escolhas pedagógicas e suas reações diante dos desafios. Muitas vezes, reconhecer essas emoções foi um passo importante para ressignificar a prática e torná-la mais sensível às necessidades dos alunos.
Além disso, as narrativas apontaram para a importância do diálogo e da troca entre professores, criando um ambiente mais colaborativo e acolhedor, exatamente como sugerem Possato e Monção (2022). Sentir-se ouvido e compartilhar experiências emocionais com colegas ajuda a diminuir o isolamento e fortalece o coletivo, essencial para a saúde emocional e o crescimento profissional dos docentes.
Tabela 2 – Influência das histórias de vida e trocas docentes.
| Aspecto | Emoções/Observações | Referências |
| Histórias de vida e escolhas pedagógicas | A reflexão sobre trajetórias emocionais permite compreender fatores que influenciam decisões e reações frente aos desafios, favorecendo práticas mais sensíveis às necessidades dos alunos. | Maciel (2018) |
| Diálogo e troca entre docentes | Compartilhar experiências emocionais e ouvir colegas reduz o isolamento, fortalece o senso de coletividade e promove um ambiente colaborativo e acolhedor. | Possato; Monção (2022) |
Fonte: Elaborado pela autora com base nas narrativas analisadas.
Um ponto relevante que emerge da análise é o papel das narrativas na promoção da colaboração docente. Os relatos indicam que, ao compartilhar experiências emocionais em espaços coletivos como reuniões pedagógicas e grupos de estudo, os professores fortalecem vínculos e constroem soluções conjuntas para problemas cotidianos. Esse achado está alinhado com Damacena e Nazareno (2024) e Freitas (2020), que destacam a capacidade das narrativas de transformar experiências individuais em conhecimento coletivo, fomentando empatia, cooperação e inovação pedagógica.
Outro aspecto importante identificado é a contribuição das narrativas para o desenvolvimento profissional contínuo. Os professores relataram que revisitar experiências emocionais permite refletir sobre suas estratégias, identificar lacunas e ajustar posturas em sala de aula. Esse processo favorece o autoconhecimento e fortalece a resiliência docente, mostrando que a dimensão emocional é um elemento estruturante da prática pedagógica (Maciel, 2018; Monteiro, Aimi, Mariani, 2023).
Além disso, os dados indicam que a humanização da prática docente é potencializada pelo compartilhamento de histórias e experiências. A escuta ativa, o diálogo e a troca de perspectivas promovem uma cultura escolar democrática e inclusiva, fortalecendo vínculos entre colegas e contribuindo para um ambiente educativo mais acolhedor (Gonzaga, Parisotto, 2023; Possato, Monção, 2022).
Evidenciou-se que a docência é muito mais do que técnicas e conteúdos; é um trabalho que envolve intensamente o coração e a mente, como ressaltam Monteiro, Aimi e Mariani (2023). Reconhecer essa dimensão emocional abre caminhos para práticas pedagógicas mais humanas, que consideram o professor e o aluno em sua totalidade, tornando a escola um espaço mais acolhedor, justo e envolvente para todos.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Este estudo evidenciou a importância das narrativas emocionais como um espaço fundamental para que os professores possam expressar, refletir e compreender as complexas emoções que atravessam sua prática diária. Ao dar voz às suas experiências e sentimentos, os docentes não apenas revelam os desafios e conquistas da profissão, mas também constroem um olhar mais sensível e consciente sobre o papel que exercem na educação.
A análise das narrativas mostrou que as emoções estão profundamente entrelaçadas com as decisões pedagógicas, influenciando o modo como os professores ensinam, se relacionam com os alunos e enfrentam as demandas do ambiente escolar. Reconhecer essa dimensão afetiva da docência é essencial para promover uma prática educativa mais humanizada, que valorize o professor em sua integralidade e fortaleça o vínculo com a comunidade escolar.
Além disso, as narrativas se configuram como ferramentas poderosas para a reflexão e transformação da práxis, estimulando o autoconhecimento e a busca por metodologias mais inclusivas e acolhedoras. Ao compartilhar suas histórias, os professores também fortalecem os laços de colaboração e apoio mútuo, construindo uma cultura escolar mais democrática, participativa e solidária.
Portanto, valorizar e incentivar o espaço das narrativas emocionais no cotidiano escolar pode contribuir para a formação de educadores mais preparados para os desafios da profissão, capazes de atuar com empatia, criatividade e compromisso. Em um cenário educacional em constante transformação, olhar para as emoções dos professores é abrir caminho para uma educação mais justa, significativa e transformadora.
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