Múltiplos olhares dos professores sobre a inclusão de alunos cadeirantes nos jogos e brincadeiras.

MULTIPLE VIEWS FROM TEACHERS ON THE INCLUSION OF STUDENTS IN WHEELCHAIRS IN GAMES AND PLAY

MÚLTIPLES OPINIONES DE LOS PROFESORES SOBRE LA INCLUSIÓN DE LOS ALUMNOS EN SILLAS DE RUEDAS EN LOS JUEGOS Y JUEGOS

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/0B015C

DOI

doi.org/10.63391/0B015C

Silva, Zenilda Neto . Múltiplos olhares dos professores sobre a inclusão de alunos cadeirantes nos jogos e brincadeiras.. International Integralize Scientific. v 5, n 49, Julho/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

Os jogos e brincadeiras são recursos metodológicos alternativos que trazem resultados nos processos de aprendizagem e terapêutico. Por este motivo, o presente artigo tem como objetivo ampliar os olhares em relação às próprias limitações e dificuldade dos cadeirantes de interagir com outras crianças na escola quando inseridos nas aulas. Este trabalho se estrutura através de fundamentação teórica, enfatizando a importância de se constituir um lugar de brincar com os alunos cadeirantes visando a contribuição dos múltiplos olhares dos professores e a aprendizagem do sujeito, trazendo um olhar diferenciado da relação entre o professor e o aluno com intuito de explorar novas estratégias.
Palavras-chave
professores; cadeirantes; jogos e brincadeiras.

Summary

Games and play are alternative methodological resources that bring results in the learning and therapeutic processes. For this reason, this article aims to broaden the perspectives regarding the limitations and difficulties of wheelchair users in interacting with other children at school when included in classes. This work is structured through theoretical foundations, emphasizing the importance of creating a place to play with wheelchair students, aiming at the contribution of the multiple perspectives of teachers and the learning of the subject, bringing a different perspective of the relationship between the teacher and the student with the intention of exploring new strategies.
Keywords
teachers; wheelchair users; games and play.

Resumen

El juego y la lúdica son recursos metodológicos alternativos que aportan resultados en los procesos de aprendizaje y terapéuticos. Por este motivo, este artículo pretende ampliar nuestra perspectiva sobre las limitaciones y dificultades que tienen los usuarios de silla de ruedas para interactuar con otros niños en la escuela cuando son incluidos en clases. Este trabajo se estructura a través de fundamentos teóricos, enfatizando la importancia de crear un lugar de juego con estudiantes en silla de ruedas, buscando la contribución de las múltiples perspectivas de los profesores y el aprendizaje del sujeto. , aportando una perspectiva diferente a la relación entre profesor y alumno con el objetivo de explorar nuevas estrategias.
Palavras-clave
profesores; usuarios de sillas de ruedas; juegos y juegos.

INTRODUÇÃO

A escolha desta temática justifica-se na relevância em compreender a importância de inserir os alunos cadeirantes nos jogos e brincadeiras, com o intuito de chamar atenção dos múltiplos olhares dos professores na inclusão e aprendizagem do sujeito.

Sabemos que o lúdico permite a construção do conhecimento, do desenvolvimento e da aprendizagem na atuação pedagógica.

Os jogos e brincadeiras auxiliam no processo educativo, permitindo a inserção dos alunos cadeirantes nas aulas e a criação de significado no processo de aprendizagem.

Para que o processo de aprendizagem tenha significado para os alunos cadeirantes é preciso que haja olhares dos professores que incentivem a participação, o prazer, o desafio e isto é visto por componentes lúdicos. Na Educação Especial é essencial reconhecer o lúdico como uma intervenção.

Valorizar os jogos e brincadeira, além de resgatar o lúdico para os alunos cadeirantes são imprescindíveis, pois esta atividade oferece benefícios significativos ao aluno cadeirante.

O presente artigo tem como objetivo analisar as opções dos professores em relação à inclusão dos jogos e brincadeiras nos jogos e brincadeiras, demonstrando sua relevância na prática em sala de aula ou outro espaço que for planejado para tal mediação. Para isso é necessário conceituar os Jogos e brincadeiras e conhecer sua prática identificando o significado do lúdico e a inclusão destes alunos cadeirantes, a partir de revisão bibliográfica, para posteriormente englobar a relação que há entre eles na atuação dos múltiplos olhares dos professores, sendo no espaço da sala de aula ou nas áreas externas da escola.

Sendo assim, com o uso desses recursos, o professor passa a ser o mediador e facilitador do processo de aprendizagem, bem como também da interação entre os alunos cadeirantes, tornando o espaço para a realização de aulas um ambiente prazeroso e livre de preconceitos. A inclusão deve acontecer na prática, ao oferecer ferramentas que contribuam para a aprendizagem e a interação desses alunos. Martins, Rozek e Sternberg (2019, p. 62) destaca que “nenhuma condição de deficiência ou outros quadros deve inviabilizar que as crianças brinquem, porque isso não só viola um direito importante da criança, como também impõe barreiras ao seu desenvolvimento”.

METODOLOGIA

Garcia (2016) afirma que, normalmente os pesquisadores apresentam uma revisão bibliográfica do assunto, porém não apresentam nenhuma contribuição, nenhum resultado da pesquisa, e encerram sem saber para que serviu todo o trabalho. É importante que seja elaborada uma boa revisão bibliográfica, um levantamento do estado da arte daquele conteúdo. Esse levantamento bibliográfico sem que seja feita uma contribuição, uma nova proposta, quer seja contra ou a favor do que foi levantado na revisão não pode, por si só, ser considerado uma pesquisa, quanto mais bibliográfica, pois, […] toda pesquisa busca uma contribuição ou uma resposta ao problema proposto (Garcia, 2016, p. 293).

Foram realizadas pesquisas, utilizada estratégia de busca e para a realização da busca bibliográfica fez-se necessário definir o ambiente contextualizador, o problema de pesquisa e o objetivo geral da pesquisa, os quais têm como propósito viabilizar a definição dos conceitos-chave principais.

Este estudo teve como foco norteador que instigou a pesquisa: chamar atenção dos professores para incluir os alunos cadeirantes nos jogos e brincadeiras com o intuito  de proporcionar uma análise rigorosa com base científica, optou-se por artigos publicados nos últimos 10 anos. Quando refere às brincadeiras nas aulas de Educação Física a aula de , entende-se que para promover a participação dos alunos com deficiência nas aulas, o professor de Educação Física precisa realizar adaptações constantes, seja no ambiente, no planejamento ou na forma de organização das atividades, considerando as capacidades e potencialidades de cada aluno. (Santos et al., 2019). E seguindo nesse raciocínio, vários conteúdos e atividades só se tornam acessíveis ao aluno com deficiência por meio dessas adaptações curriculares e metodológicas, alcançadas na didática profissional. A cadeira de rodas é vista como a extensão do corpo do indivíduo, pois ela se molda, acoplando-se ao corpo. Com essa generalização, o indivíduo que utiliza cadeira de rodas se identifica com outro cadeirante formando um grupo pela semelhança adquirida através do uso do aparelho, passando a conviver e compartilhando experiências. Salienta ainda, que a cadeira de rodas demonstra o limite e também aumenta as possibilidades do corpo potencializando-o, portanto a mesma torna-se um corpo quando atrelada ao indivíduo não tendo assim distinção entre eles. (Sousa; Faria, 2015, s. p.). De acordo com Gois e Silva (2023), para eliminar a segregação e as barreiras excludentes, elevando a qualidade de vida dos alunos, com autonomia e protagonismo, o docente precisa atentar para os limites do corpo, especialmente do aluno com deficiência, durante a atividade e ao longo do tempo do ano letivo, considerando o seu desenvolvimento. Ademais, os feedbacks dos alunos e suas observações ajudarão na correção e melhoria do trabalho.

A revisão dos artigos apresentados sobre Múltiplos Olhares dos Professores sobre a Inclusão de alunos Cadeirantes revela um crescente reconhecimento da importância do tema na escola. Os alunos com deficiência física, cadeirante, possuem várias particularidades, seja ela amputada, paraplégica parcial ou total, com sequelas de poliomielite, paralisia cerebral e dentre outras, no entanto, pode ter várias potencialidades e possibilidades na execução dos jogos e brincadeira.

BRINCAR E EDUCAÇÃO INFANTIL

De acordo com Vitta, Silva e Zaniolo (2016), as dificuldades de inclusão de crianças com deficiência na Educação Infantil, em específico nas creches, estão relacionadas a um conjunto de fatores, entre eles, os aspectos institucionais relacionados aos objetivos, ao financiamento do projeto pedagógico, o desenvolvimento de professores e aos recursos materiais, sendo necessário oportunizar o que demanda a lei e que efetivamente esta seja colocada em prática.

Sabemos que brincar é uma atividade, histórica, universal, social e cultural, essencial para o desenvolvimento do aluno cadeirante. Entretanto, ainda é comum a brincadeira ser entendida como um passatempo, uma atividade menor, sem consistência e sem uma intenção. Para Cazuza (2019), aos olhos de quem está de fora, o brincar é muitas vezes encarado como uma atividade desorganizada, que gera bagunça por parte das crianças e indica falta de planejamento do professor. No entanto, consoante as legislações mencionadas anteriormente, essa é uma ideia errônea, já que o brincar é um direito que deve ser garantido a todas as crianças desde a Educação Infantil.

Bruno e Nozu (2019) afirmam que, apesar das políticas normativas de inclusão terem avançado na Educação Infantil, ainda são grandes os desafios na operacionalização. Isso implica analisar espaços, tempos, profissionais e recursos metodológicos voltados para acesso, permanência e desenvolvimento de crianças com deficiência. As práticas colaborativas entre o professor especializado da sala de recursos multifuncionais e o docente da sala regular e o incentivo às interações entre crianças com deficiência e crianças sem deficiência são ações relevantes. Isso requer alteração na estrutura escolar, de forma a modificar uma cultura de trabalho isolado; com a construção de uma nova cultura em que os saberes sejam compartilhados para favorecer a aprendizagem e o desenvolvimento de todas as crianças.

É importante salientar a importância do acolhimento desde a entrada da criança na escola até a execução do planejamento de atividades lúdicas que facilitam as práticas dos alunos cadeirantes durante as aulas. As brincadeiras e jogos auxiliam na construção das relações socioafetivas e da subjetividade infantil. Desse modo, cabe à escola, no seu processo de organização curricular, propor atividades lúdicas para facilitar a aprendizagem e o desenvolvimento da criança. No processo de planejamento da prática docente, se faz necessário criar recursos e estratégias com base na ludicidade para propiciar o desenvolvimento de habilidades sócio afetivas, cognitivas e motoras e da individualidade de cada criança.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Esta revisão de literatura teve como foco identificar os principais desafios à inclusão de estudantes cadeirantes nos jogos e brincadeiras nos Múltiplos olhares dos professores. A escolha deste tema implica a necessidade de aumentar a discussão a esses aspectos, mas tomá-los como temáticas que precisam ser consideradas diante de seu impacto na educação da pessoa com deficiência física. Sabemos que durante a atividade, é possível pensar em variações de estratégias, de acordo com o interesse e envolvimento de cada aluno.  Nem sempre será possível, por exemplo, colocar todos sentados no chão ou em cadeiras, incluindo aqueles que utilizam cadeira de rodas, sejam eles dependentes ou independentes. O aluno que apresenta uma Paralisia Cerebral necessita de uma atenção maior dentro dos limites de cada um, precisando de estímulos e condição adequada com seguranças e um cenário com materiais sensoriais independente da faixa etária, com objetivo principal incluir este aluno em todas as aulas, sempre para alcançar melhoria de desempenho. “Daí a importância de o professor promover, em sala de aula, o jogo protagonizado, com intencionalidade pedagógica, a fim de que a criança entre em atividade e se aproprie não apenas dos objetos, mas das relações sociais.” (Pezzi; Frison, 2023, p. 12-13).

É importante ressaltar a importância da Roda de Conversa com exposição da aula e como será feito todo o procedimento da atividade detalhando verbalmente, com cores, expressão facial e corporal, explorando o desenvolvimento da Coordenação Motora.

A deficiência física abrange uma variedade de condições reais capaz de afetar o indivíduo em termos de mobilidade, de coordenação motora geral ou de fala, em decorrência de lesões neurológicas, musculares e ortopédicas, ou de má formação congênita ou adquirida. Nessa perspectiva, a cadeira de rodas assume papel fundamental na qualidade de vida do deficiente físico amputado, vitimado de poliomielite, paraplegia, espinha bífida, entre outros, sendo nela que o indivíduo passa diversas horas do seu dia (Brasil, 2004). 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. Base Nacional Comum Curricular: Educação é a base. Diário Oficial da União, Brasília, dez. 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso em: 25 fev. 2025.

CAZUZA, Maria Tatiane Siqueira Bragança. Processo de aprendizagem e desenvolvimento para uma educação inclusiva através de jogos e brincadeiras. 2019. 53 f.

BRUNO, Marilda Moraes. G.; NOZU, Washington Cesar. S. Política de inclusão na educação infantil: avanços, limites e desafios. Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, [S.l.], p. 687-701, 2019. Disponível em: https://doi.org/10.21723/riaee.v14iesp.1.12199. Acesso em: 05 mar. 2025. 

Monografia (Especialização) – Curso de Especialização em Formação de Educadores Para Educação Básica, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2019. Disponível em: https://repositorio.ufmg.br/ bitstream/1843/40262/1/Tatiane_ok.pdf. Acesso em: 25 Fev. 2025.

GARCIA, E. Pesquisa bibliográfica versus revisão bibliográfica: uma discussão necessária. Revista Línguas e Letras: Cascavel, v. 17, n. 35, p. 291-294, 2016. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/linguaseletras/article/view/13193. Acesso em: 25 fev. 2025.

GOIS, J. O.; SILVA, R. A. A importância da inclusão de alunos cadeirantes nas aulas de educação física no ensino técnico integrado: relato de experiência, 15ª Jornada Científica e Tecnológica do Ifsuldeminas, v. 15, n. 2, 2023. Disponível em: https://josif.ifsuldeminas.edu.br/ojs/index.php/anais/article/view/1093/1052. Acesso em: 25 fev.. 2025

PEZZI, F. A. S.; FRISON, M. D. Significados e sentidos atribuídos por professoras às brincadeiras das crianças com Transtorno do Espectro Autista. Dialogia, [S. l.], n. 45, p. e23806, 2023. DOI: https://10.5585/45.2023.23806. Disponível em: https://periodicos.uninove.br/dialogia/article/view/23806. Acesso em: 25 fev. 2025.

MARTINS, Gabriela Dal Forno; ROZEK, Marlene; STERNBERG, Priscilla Wagner. Infância e inclusão: princípios inspiradores da atuação na Educação Infantil. 1. ed. Porto Alegre: ediPUCRS, 2019. E-book.

SANTOS, L. P. S. et al. Inclusão de alunos públicos com deficiência nas aulas de Educação Física na cidade de Catalão-GO. Revista Educação à Distância e Práticas Educativas Comunicacionais e Interculturais, São Cristóvão, v. 19, n. 3, p. 95-108, set./dez. 2019. Disponível em: https://seer.ufs.br/index.php/edapeci/article/view/12217/pdf. Acesso em: 25 fev. 2025.

SOUSA M. A. A; FARIA,W. M. A inclusão de um cadeirante durante as aulas práticas de educação física numa escola municipal de Ipatinga / MG: relato de caso. 2015. Disponível em: https://efdeportes.com/efd201/a-inclusao-de-uma-cadeirante-durante-educacao-fisica.htm. Acesso em: 25 fev. 2025.

VITTA, Fabiana. Cristina. Frigieri.; SILVA, Carla. Cilene. Baptista.ZANIOLO, Leandro. Osni. Educação da Criança de Zero a Três Anos e Educação Especial: uma Leitura Crítica dos Documentos que Norteiam a Educação Básica 1. Revista Brasileira de Educação Especial, v. 22, n. 1, p. 9-26, jan./mar., 2016. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1413-65382216000100002. Acesso em: 05 Mar. 2025

Silva, Zenilda Neto . Múltiplos olhares dos professores sobre a inclusão de alunos cadeirantes nos jogos e brincadeiras..International Integralize Scientific. v 5, n 49, Julho/2025 ISSN/3085-654X

Referencias

Vivian Caroline Coraucci.
BAILEY, C. J.; LEE, J. H.
Management of chlamydial infections: A comprehensive review.
Clinical infectious diseases.
v. 67
n. 7
p. 1208-1216,
2021.
Disponível em: https://academic.oup.com/cid/article/67/7/1208/6141108.
Acesso em: 2024-09-03.

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n. 49
Múltiplos olhares dos professores sobre a inclusão de alunos cadeirantes nos jogos e brincadeiras.

Área do Conhecimento

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