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Resumo
INTRODUÇÃO
A inclusão escolar tem sido amplamente discutida no contexto social, sendo uma política que busca perceber e atender as necessidades educativas especiais dos alunos, tanto assim que os documentos que abordam a inclusão escolar são os da educação especial.
No entanto é importante compreender a criança com autismo, estes que apresentam prejuízos na interação social, problemas sensoriais da aprendizagem, combinando a dificuldade da linguagem e comportamento, podendo variar de um grau mais severo, moderado ao leve.
Para incluir o autista no ensino regular é preciso distinguir suas características, seus limites, habilidades, necessidades, para identificar e compreender as dificuldades enfrentadas e caminhos percorridos pelo docente, equipe pedagógica juntamente com a família, na tentativa de incluir esta criança no ensino regular, analisando fatores que desenvolvam o cognitivo e social, promovendo as possibilidades de novas produções de qualidade, um ensino de forma que promova a aprendizagem e o desenvolvimento.
A metodologia usada para a realização do presente artigo foi a pesquisa de cunho bibliográfico, sendo que diversas pesquisas foram realizadas em publicações e obras de autores renomados, e que muito contribuíram com o desenvolvimento do tema referido.
A justificativa para a escrita do presente tema é a necessidade de se demonstrar como o autismo ainda é visto como um tabu por grande parte da sociedade, pela simples falta de conhecimento, e como as escolas especiais realizam um trabalho de grande qualidade nesse sentido.
O artigo visa contribuir para demonstrar como é fundamental que haja um número mais significativo de profissionais com capacitações diferentes nas escolas especiais, bem como uma preparação maior por parte dos educadores que trabalham com alunos que possuem o transtorno global de desenvolvimento, e que necessitam de um atendimento educacional especializado.
DESENVOLVIMENTO
Quando se fala em autismo, muitas vezes esses indivíduos são tratados como se fossem pessoas completamente incapacitados, pelo fato de que em alguns casos, apresentarem diversas dificuldades em relação a socialização, e também em relação a comunicação.
Porém, pessoas que possuem o autismo, necessitam serem mais bem compreendidos por toda a sociedade, até porque possuem totais condições de apresentarem desenvolvimento, se houver um planeamento mais bem elaborado para esse público alvo.
O autismo nos fascina porque supõe um desafio para algumas de nossas motivações mais fundamentais como os seres humanos. O isolamento desconectado das crianças autistas é tão estranho e fascinante, e que faz as pessoas refletirem na necessidade de inclusão (Coll, 2008, p.234)
O fato é que pessoas que apresentam autismo, possuem a necessidade de apresentarem um nível mais acentuado de atendimento educacional especializado, essa é uma questão de extrema importância, sendo que é preciso que haja profissionais capacitados para a realização dessa prática (Suplino, 2005).
Contudo, as pessoas com autismo já possuem espaço nas escolas especiais, locais onde realmente já existe uma melhor preparação e até infraestrutura para o recebimento desse público específico, essa é uma questão fundamental para que se mostre como existe um setor na sociedade que realmente tem como meta beneficiar quem tem esse tipo de deficiência tão complexa.
O objetivo da sociedade, porém, deve ser em relação a inclusão das pessoas com autismo na comunidade, em contato com as demais pessoas, essa é uma questão absolutamente fundamental, com ênfase na inclusão como alunos nas escolas regulares.
Sem dúvida, esse é um caminho que a sociedade ainda está um pouco longe de obter, uma vez que, as escolas regulares ainda não oferecem condições para receber pessoas que possui autismo, ou seja, trata-se de uma instituição de ensino que não promove um verdadeiro processo de inclusão (Powers, 2022).
Por essa razão, é fundamental dizer que as escolas regulares, podem passar no futuro a oferecerem condições de permanência de um aluno com deficiência como o autismo, ou até mais, dependendo da demanda, entretanto, uma série de transformações se fazem necessárias para que essa prática possa vir a acontecer.
O professor que trabalha com alunos que possuem qualquer dos tipos de transtornos globais de desenvolvimento, necessita possuir alguns requisitos que vão além do que apenas o conhecimento, embora esse último seja um grande diferencial (Paro, 2001).
Sendo fundamental que primeiramente, se faça um verdadeiro diagnóstico em relação as dificuldades que as escolas regulares ainda apresentam, ou seja, o que impede que essa modalidade de ensino de receber pessoas com autismo, que até então é inviável.
Um bom início é a instalação de uma sala de recursos, para que esses educandos possam serem trabalhados em separado, essa é uma questão de extrema importância, um trabalho muito mais amplo com profissionais especializados em autismo.
Como a população de autistas não é muito densa, existe o problema de falta de profissionais, principalmente de educadores, para que tenham uma especialização em alunos com autismo, na realidade, já existem algumas opções para os educadores que desejam adquirir esse tipo de conhecimento, o que falta muitas vezes é a demanda (Paro, 2001).
Por essa razão, o fato de haver um aluno com autismo querendo uma formação educacional, acaba pegando de surpresa os profissionais da educação, uma vez que, esses simplesmente não esperam, o que não pode ser considerado como falhas desses educadores, e sim, falta de um trabalho já direcionado para esse público.
Uma pessoa com autismo sente, olha e percebe o mundo diferente da nossa. Pais, professores, profissionais e a sociedade como um todo precisam mergulhar em seu universo particular e perceber o mundo da mesma forma que ela o vê (Silva, 2012).
A inclusão escolar de crianças especiais de um modo geral e particularmente dos portadores de autismo, ainda caminha lentamente, provavelmente porque carregamos marcas e preconceitos da história do processo de exclusão escolar.
Em todo processo educacional é importante considerar a criança que se vai ensinar, no entanto para compreender melhor o autismo é importante uma breve descrição e suas características do transtorno autista. O autismo se caracteriza pela ausência na interação social e comunicação, é um transtorno que se mantêm por toda vida. As manifestações desse transtorno variam dependendo do nível de desenvolvimento, idade e estímulo.
A pessoa com deficiência e/ou com problemas para aprender possui uma dificuldade real para realizar trocas apropriadas com o meio em que se insere e precisa desse meio para superar ou desenvolver formas alternativas ou compensatórias que lhe permitam conhecer o mundo e a si mesmos, de acordo com seus recursos e possibilidades. Se o meio escolar possibilita essa interação, o aluno tende a progredir. Cabe observar que as trocas interpessoais que favorecem o desenvolvimento e a aprendizagem são aquelas que colocam em xeque as concepções do sujeito, exigindo elaborações mais complexas ou a revisão das próprias idéias. Em outras palavras, são trocas que provocam os chamados conflitos cognitivos (Melli, 2001, p. 22).
Alguns sinais podem ser identificados como: atraso ou falta total de desenvolvimento da linguagem falada, com dificuldades na capacidade de compreensão da linguagem como atender orientações, sendo que daqueles que chegam a falar, pode existir prejuízo na capacidade de começar ou manter uma conversa, fazem uso repetição da linguagem, há distúrbios no ritmo da inteligência e relacionamento anormal com objetos e pessoas. As crianças com autismo podem ignorar a presença de outras crianças, já que uma de suas características principal é a interação com o outro.
É difícil descrever com palavras as profundas alterações que as crianças autistas costumam apresentar entre os dois e cinco/seis anos. A imagem da criança alheia aos estímulos externos, encerradas em ações rituais sem sentido, indiferente às pessoas, frequentemente apresenta nesta etapa. Às vezes, surgem as autoagressões: se batem nos móveis e no chão, com as mãos no punho, sobretudo, quando está mais excitada ou frustrada (Coll,1995).
Pode-se notar que há ausência de brincadeiras que usem a imaginação, seu comportamento verbal ou motor repetitivo é produzido de forma quase automática, sem relação com a situação, envolvendo as mãos ou até mesmo todo o corpo como: bater palmas, balançar-se, caminhar nas pontas dos pés e movimentos diferentes de posturas corporais.
O autismo foi classificado em 1943, pelo psiquiatra Leo Kanner quando notou que o comportamento de algumas crianças era estranho das demais. Elas não interagiam e brincavam de forma diferente em relação a brinquedos e objetos, assim em 1949 Kanner classificou-os como uma síndrome que chamou como Autismo Infantil Precoce (Suplino, 2005, p.17).
O autismo é um distúrbio do desenvolvimento. Uma deficiência nos sistemas que processam a informação sensorial recebida fazendo a criança reagir a alguns estímulos de maneira excessiva, enquanto a outros reage debilmente. Muitas vezes, a criança se “ausenta” do ambiente que a cerca e das pessoas circunstantes a fim de bloquear os estímulos externos que lhe parecem avassaladores. O autismo é uma anomalia da infância que isola a criança de relações interpessoais. Ela deixa de explorar o mundo à sua volta, permanecendo em vez disso em seu universo interior. (Grandim; Scariano, 1999, p.18).
De acordo com a 10ª Classificação Internacional de Doenças (CID-10) de 1991, o autismo recebe a classificação F84-0, sendo considerado como um Transtorno Invasivo do Desenvolvimento anormal e comprometido, normalmente manifesto antes dos 3 anos de idade. O funcionamento anormal das habilidades da criança estaria relacionado a três áreas: interação social, comunicação e comportamento restrito e repetitivo (Melli, 2001).
Mesmo diante de tanta complexidade, há muitas razões para promover a inclusão dessas crianças, apoiadas em vários documentos legais e pela importância das práticas pedagógicas. O processo de inclusão escolar não acontece somente no âmbito escolar, a família da criança portador do autismo tem um papel decisivo para o êxito desta inclusão, pois ela é o primeiro universo de relação social.
As famílias podem passar por uma variedade de emoções quando ficam sabendo que o filho tem autismo. Isso varia muito entre famílias, e cada membro da família tem que se preparar para sua jornada emocional (Willians; Wright, 2008).
Embora o autismo seja bem mais conhecido, tendo inclusive sido tema de vários filmes de sucesso, ele ainda surpreende pela diversidade de características que pode apresentar e pelo fato de, na maioria das vezes, a criança autista ter uma aparência totalmente normal e harmoniosa e ao mesmo tempo um perfil irregular de desenvolvimento, com habilidades impressionantes em algumas áreas, enquanto outras se encontram bastante comprometidas.
A família auxilia no desenvolvimento da criança portadora de autismo na escola, principalmente fornecendo aos profissionais de educação informações sobre a forma de comunicação da criança, o que pode ser utilizada para a escolha das práticas de ensino.
O autismo traz a carga de isolamento social, dor familiar e da exclusão escolar. É normal que os pais se preocupem, porque há relevantes alterações no meio familiar, quando se há uma criança autista, e nem sempre, é possível encontrar maneiras adequadas para lidar com as situações que ocorrem neste meio. A escola precisa entender os impactos que o autismo produz no interior da família, que as crianças requerem cuidados especiais, atenção individual e atendimento especializado (Reis, 2010).
Esta declaração indica que o governo seja dirigido pelas por estas recomendações para que desta forma, a criança possa atingir um nível aceitável de aprendizagem e que os sistemas educativos sejam variados, tendo acesso às escolas regulares, identificando assim o processo individual e em grupo, uma adaptação a um meio social.
A inclusão é um desafio que, ao ser devidamente enfrentado em escola comum, provoca a melhoria da qualidade da educação básica, pois para que os alunos com e sem deficiência possam exercer o direito a educação em sua plenitude, tendo a escola um papel importante na vida da criança, tendo oportunidade de conviver e relacionar com pessoas diferentes epode trazer alterações no seio familiar, na medida em que a criança está frequentando mais um grupo social.
Especialmente no caso dos alunos autistas, a inclusão ainda é mais polêmica, pois, mesmo os educadores que, por vezes já ouviram sobre o autismo, ignoram as discussões sobre sua gênese e não estão familiarizados com as principais características destes transtornos. (Suplino, 2005).
O processo de inclusão é também uma de mudança na postura e no olhar a cerca das deficiências, dando a devida importância na formação do professor que atuará nas classes inclusivas, sendo que as práticas pedagógicas devem ser eficazes e apropriadas às deficiências, para que haja uma evolução dos alunos. Desta forma percebe-se que, algumas reformulações no sistema educacional se fazem necessárias como: adaptações curriculares, métodos e recursos adequados, visando a efetivação da cidadania do portador de necessidades especiais (Santos, 2003).
A vida escolar é especial e todos têm direito de vivenciar essa experiência. Afinal, é na instituição de ensino que se aprende a conviver em grupo, a se socializar, trabalhar em equipe, conviver com as diferenças: são os primeiros passos rumo a vida adulta. (Silva, 2012).
O processo de inclusão passa a ser mais indicado nas escolas regulares, pela necessidade de se mostrar à população como um todo, qual a possibilidade de uma pessoa com deficiência vir a conviver com os demais, e sem ser simplesmente descartado pelas suas diferenças.
Da mesma maneira que é preciso que haja um conhecimento cada vez maior em relação ao autismo, ou seja, que a população partilhe cada vez mais as necessidades que esse público possui, bem como as condições que devem existir para que esse alunado possa vir a obter um nível de desenvolvimento cultural e social mais elevado.
Para que se inicie o processo de aprendizagem da criança com autismo é necessário identificar e observar as dificuldades de comunicação e de atenção que apresenta, assim adequar o seu sistema de comunicação com o aluno, baseando-se no concreto.
Segundo Powers (2022) destaca-se alguns componentes que devem ter os métodos educativos com crianças autistas: ser estruturados e baseados nos conhecimentos desenvolvidos pelas modificações de conduta; ser evolutivos e adaptados às características pessoais dos alunos; ser funcionais; envolver família e comunidade e ser intensivos e precoces.
Com a demanda da Educação Especial que apontam para as propostas de inclusão, é de fato um benefício para os alunos autistas. A educação de uma criança portadora de autismo significa um desafio para todos os profissionais da Educação.
É fato que a inclusão deve ser avaliada em custo-benefício para o aluno em questão. Não podemos perder de vista que “a inclusão é um processo permanente e contínuo” (Santos, 2003, p.21), pois a inclusão sempre deve visar a aprendizagem dos alunos com necessidades especiais.
Alunos autistas sofrem com diversos problemas, principalmente pela falta de conhecimento dos pais, que não compreendem como a socialização dessas crianças é um requisito fundamental para a sua reabilitação, essa é uma questão de extrema importância.
Isso porque muitos pais optam pelo isolamento total dessas crianças, impedindo que as mesmas se relacionem com outras, com isso, quando um autista chega à escola especial, se depara com um número muito elevado de dificuldades em se relacionar (Reis, 2010).
Para que haja êxito no processo de inclusão escolar é preciso que os questionamentos vão além do ensino regular ou especial, e sim do ensino de qualidade, atendendo as necessidades dos alunos que buscam o conhecimento (Paro, 2001).
Ao dizer sobre as práticas inclusivas, é necessário da importância que a formação do professor atuante nas classes inclusivas tem no sucesso da inclusão. Infelizmente a inclusão chega às escolas antes do professor estar preparado e a solução tem sido a capacitação através de formação continuada ou diante das experiências com os alunos.
O professor em muitos casos necessita se adaptar à realidade do estudante que possui autismo, essa é uma questão muito preponderante, uma vez que, nesse tipo de caso, não há metas a serem estipuladas por nenhum profissional.
Em outras palavras, os estudantes autistas possuem um nível de aprendizagem e desenvolvimento muito lento e gradual, por essa razão é uma questão muito importante que haja uma boa sintonia entre o educando e o educador (Coll, 1995).
Com o passar do tempo, com as rotinas de aula, os alunos que possuem autismo passam a gostar cada vez mais do ambiente escolar das escolas especiais, visto que se trata de uma mudança muito significativa em relação ao que encontram em suas respectivas casas
Alunos com autismo exigem muito mais dos profissionais da educação, principalmente até que o mesmo permita uma abertura maior, pelo menos no que diz respeito há uma convivência maior com os demais educandos, uma vez que, esse transtorno faz com que o indivíduo que o desenvolva seja muito mais retraído, o que se configura como uma dificuldade a mais para todos os que se encontram à sua volta.
Uma importante característica da cognição social no autismo é a inflexibilidade dos comportamentos, o que merece atenção quando este sujeito está imerso em ambientes sociais, sendo que a necessidade de haver um psicólogo na escola se faz realmente muito necessária para uma melhor formação (Frith, 2003).
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Percebe-se que para incluir uma criança especial, neste caso o autismo, é necessário que tenha mais formação aos profissionais que irão recebê-lo, mesmo assim a família do autista sente-se amparada pela instituição pelo empenho e apoio prestado a seu filho.
Existem muitas barreiras para que o autista tenha uma mentalidade mais socialista nas escolas brasileiras, principalmente em relação à falta de estrutura e apoio por parte dessas instituições de ensino, bem como a necessidade de a comunidade escolar ser mais participativa.
Na realidade, existe ainda muita falta de conhecimento em relação aos educandos que possuem autismo, sendo que a rotina desse alunado é realmente muito mais complexa, a ponto de provocar problemas até mesmo para os seus familiares.
O autismo é um transtorno muito complexo, e que depende de muita observação para que esse alunado realmente venha a desenvolver uma real possibilidade de inclusão, isso pelo fato de que a população realmente apresenta dificuldades em se relacionar com esse público alvo.
Estudar sobre autismo me encanta e ressalto aqui a importância sobre seu estudo que não pode parar por aqui, pois as crianças autistas estão chegando às escolas e se fazem presentes, é no ato da inclusão que se faz valer seu direito ao exercício da cidadania. A palavra incluir significa inserir, fazer parte, se o aluno especial está incluído, no entanto faz parte e mantêm relação com um grupo, mesmo com autistas onde suas características principais é a falta de comunicação e interação social e estabelecendo um vínculo entre aluno x escola e família contribui para o desenvolvimento educacional.
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