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Resumo
INTRODUÇÃO
A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) é uma das áreas dentro da unidade hospitalar de maior complexidade, dotada de aporte tecnológico avançado que necessita de conhecimentos e acompanhamento diário de uma equipe multidisciplinar, destacando o cuidado da enfermagem que se torna constante ao lado do paciente.
A UTI é um local onde se presta assistência de enfermagem qualificada e temos aparelhos sofisticados para atender a pacientes críticos. Esse setor funciona adequadamente e conjuntamente com uma equipe de saúde especializada para atender pacientes com risco de morte, agregando aspectos técnicos, teóricos e voltados para a humanização. Este ambiente desconhecido proporciona para alguns pacientes um viés de problemas tais como: desconforto, ansiedade, agonia, emoções transitórias e medo de perder a vida. O cuidado de enfermagem é fundamental para amenizar essa seletividade de paradigmas que envolvem a percepção do paciente na UTI, para tentar de forma coerente aliviar as problemáticas encontradas pelos pacientes que estão sendo monitorizados, supervisionados, vigiados ou controlados pelo ambiente, máquinas, equipe de saúde e por todos os colaboradores que atuam direta e indiretamente no restabelecimento dos mesmos. Motivo que nos levou a questionar: Quais fatores geram o medo em um paciente que se encontra internado em uma UTI? Como a ansiedade pode influenciar de forma negativa na recuperação de pacientes internados em uma UTI? Qual o valor da assistência humanizada?
Dessa forma entre os pacientes conscientes, a estadia na UTI, sofre várias percepções seguindo vários quesitos desde o grau de instrução e orientação advindas de informações sobre o que é e como funciona uma UTI. Suas percepções podem mudar seguidas pelas necessidades atendidas, não só a do cliente mais a de seus familiares.
A enfermagem é uma ciência e arte de assistir o ser humano no atendimento de suas necessidades básicas e de torná-lo independente desta assistência quando possível, pelo ensino do autocuidado, de recuperar, manter e promover a saúde em colaboração com os outros profissionais. Com isso, pode-se perceber que o papel do enfermeiro está além do cuidar de sinais e sintomas físicos apresentados pelo paciente, mas sim de identificar os e assistir o indivíduo em sua plenitude, visando suprir suas necessidades básicas e aliar a assistência prestada para garantir a eficácia do trabalho. Humanizar no cuidado é dar qualidade à relação profissional da saúde-paciente, é acolher as angústias do ser humano diante da fragilidade do corpo, mente e espírito (Horta apud Cavalcante, 2008)
Justifica-se para realização deste estudo a identificação dos aspectos geradores de desconforto, medos e ansiedades, para a defesa da ideia de que a percepção dos pacientes em relação à UTI deve ser analisada com maior interesse e respeito por parte de todos os profissionais, buscando uma melhora na qualidade de suas vidas, promovendo a redução da instalação de patologias críticas e a assistência ambiental humanizada e ainda pelo fato de que, conhecendo o que os estressa, pode-se melhor cuidá-los, além de otimizar os custos operacionais dos hospitais em geral.
OBJETIVOS
OBJETIVOS GERAIS
Analisar a percepção dos pacientes em relação à hospitalização e permanência nas Unidades de Terapia Intensiva, dando atenção ao enfoque humanístico no processo do cuidar.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
REFERENCIAL TEÓRICO
SURGIMENTO E EVOLUÇÃO DA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA
A UTI nasceu de uma necessidade logística: Florence Nightingale, durante a Guerra da Criméia, selecionava os pacientes mais graves, colocando-os numa situação que favorece o cuidado imediato e a observação constante. Assim, ao longo do tempo, várias tentativas de organização do cuidado médico e de enfermagem ao doente com alto grau de complexidade foram desenvolvendo-se, como a colocação de paciente próximo ao posto de enfermagem, a elaboração de quartos especializados de acordo com as patologias, até hoje conhecidas (Lino e Silva, 2001, p.25).
Na década de 1920, as UTIs evoluíram com a criação das salas de recuperação, para assistência a pacientes de neurocirurgia, no Hospital Johns Hopkins e, na década de 1930, na Alemanha com assistência intensiva pós-operatória. No Brasil, sua implantação teve início na década de 1970. Atualmente, é uma unidade presente no contexto hospitalar. Antes de seu surgimento, os pacientes eram tratados nas próprias enfermarias, faltando assim, área física adequada, além de recursos materiais e humanos para uma melhor qualidade desse cuidado (Cintra; Nunes; Nishide; 2005).
Lino e Silva (2001) citam pelo menos três fases distintas de evolução da UTI. A primeira fase foi decorrente da instalação das salas de recuperação pós-cirúrgica no final da década de 40 como consequência dos processos no campo da anestesiologia e da cirurgia geral. Para esses locais convergiram os pacientes traumatizados na II Guerra Mundial e da Guerra da Coréia. Onde se executava os cuidados clínicos e, particularmente, os respiratórios que começavam, assim, a ser encarados como de primordial importância no aumento da sobrevida. A segunda fase foi marcada pelo desenvolvimento de estruturas e equipamentos que possibilitaram o suporte ventilatório dos pacientes acometidos por falência do sistema respiratório. Por último, o desenvolvimento de sistemas de monitorização eletrocardiográfica contínua que possibilitou o terceiro grande desenvolvimento no caminho das estruturas de cuidados intensivos.
ALTERAÇÕES EMOCIONAIS DOS PACIENTES RELACIONADOS À INTERNAÇÃO NA UTI
Para Gomes, 2008 a concentração de pacientes graves sujeitos à mudanças abruptas quanto ao seu estado geral, a constante expectativa de situações de emergência e a quebra súbita das atividades normais pelas urgências médicas criam uma atmosfera emocionalmente comprometida, onde o estresse está presente, tanto nos elementos que atuam na unidade como nos pacientes, sendo estes afetados potencialmente em suas necessidades básicas. Por definição, uma ameaça provoca ansiedade, qualquer que seja sua origem a própria doença em si, dependendo da maneira como se instalou, da mudança que pode acarretar na vida do indivíduo, da extensão do comprometimento físico, constitui fonte significativa de tensão emocional.
A percepção quanto à autoimagem, a perda da integridade orgânica, a limitação das atividades, a dependência e o medo da morte surgem para o paciente fazendo parte de uma realidade de difícil aceitação, principalmente na fase aguda da doença (Gomes, 2008).
Kitayama e Bruscato citados por Knobel, 2008 afirmam que a doença grave traz para a realidade do paciente a perspectiva dos sintomas físicos, entre eles a dor, e das limitações corporais, sejam elas temporárias ou permanentes. A morte incorpora-se a essa realidade como uma ameaça ou como possível desfecho. A vivência emocional básica é de insegurança, medo e sofrimento.
As características intrínsecas da UTI como a rotina de atendimento mais acelerado, o clima constante de apreensão e a situação de morte iminente, acabam por exacerbar o estado de tensão que o paciente vive nas 24 horas do dia. Esses aspectos adicionados à singularidade do sofrimento da pessoa internada, dor, medo, ansiedade, isolamento do mundo trazem fatores psicológicos que interagem, muitas vezes de maneiras graves, na manifestação de sua doença (Sebastini apud Guirardello, 1999).
As influências internas e externas a que está constantemente submetido o paciente na UTI podem levá-lo a uma condição de estresse, na qual o indivíduo perde a sua capacidade natural de adaptação. Este fato constitui uma ameaça à manutenção da sua homeostase e interfere grandemente na satisfação de suas necessidades básicas (Gomes, 2008).
Segundo Rebolo, 2009 a nossa realidade hoje nas UTI’s é a grande preocupação com o ser humano em estado patológico. Usamos a tecnologia, procedimentos invasivos como intubações, ventiladores mecânicos e drenos para recuperar a saúde deste paciente. No entanto deixamos de tratar o lado emocional, não o vemos como um ser que possui sentimentos, de medo, dor, ansiedade e carência por estar longe da família e em um ambiente repleto de ruídos e pessoas estranhas manipulando-o a todo o momento.
PROCESSOS DE ENFERMAGEM APLICADOS À UTI
Os princípios legais e éticos devem ser observados em relação ao cuidado com o paciente grave. A Lei do Exercício Profissional 7498/86, em seu artigo 11, inciso II, determina que a assistência aos pacientes graves é responsabilidade dos enfermeiros. A estes profissionais incubem privativamente cuidados de enfermagem.
Para Alfaro-LeFevre, 2005 o processo de enfermagem é sistemático, dinâmico, humanista e com foco nos resultados (voltados para os resultados). É exigido pelos padrões de prática norte-americanos, proporciona a base para os exames de qualificação e ajuda em seu pensamento crítico, no ambiente clínico. Seus cinco passos – Investigação, Diagnóstico, Planejamento, Implementação e Avaliação – estão inter-relacionados. A exatidão de todas elas depende de informações factuais, relevantes e abrangentes sobre o paciente.
O uso do processo de enfermagem complementa o que outros profissionais de cuidados da saúde fazem, enfocando tanto problemas médicos e a resposta individual, quanto os planos de tratamento e as mudanças nas atividades cotidianas. O processo de enfermagem busca a promoção da saúde, maximizando a independência, a sensação de bem-estar e a capacidade de funcionamento, independentemente da presença de alguma doença ou incapacidade. Ser competente no uso do processo de enfermagem exige ampla base de conhecimentos de enfermagem, pensamento crítico, poderosas habilidades interpessoais e técnicas e uma capacidade e um desejo de cuidar.
METODOLOGIA
Trata-se de um estudo descritivo, utilizando-se como metodologia revisões bibliográficas tais como: BIREME, SCIELO, BDENF e livros didáticos publicados sobre o tema.
Os artigos, teses e monografias que foram escolhidos abordam a percepção do paciente em relação à UTI e o processo de humanização do cuidado foram publicados em até 10 anos (Janeiro de 1999 a Janeiro de 2021) e em língua portuguesa. Fez se necessário à utilização do livro “Notas sobre Enfermagem”, escrito por Florence Nightingale em 1789 e traduzido por Amália Corrêa em 1989, pois apesar de não ter sido publicado nos dias atuais, é de fundamental importância para a Enfermagem por ser Florence a mãe da enfermagem moderna e científica, destacando a importância do cuidado humanizado desde sua época.
COLETA DE DADOS
Foi elaborado um instrumento para coleta de dados com a finalidade de se extrair os elementos necessários para análise dos seguintes tópicos:
Foram excluídas cartas ao editor, artigos e trabalhos que abordaram pacientes em estado de inconsciência. Durante a busca na base de dados, foram utilizados os seguintes descritores: percepção, UTI, paciente, humanização, cuidado.
ORGANIZAÇÃO E ANÁLISE DOS DADOS
A análise dos dados foi realizada à luz do referencial bibliográfico sobre o tema, levando em consideração os objetivos propostos para esta investigação.
Dentre quarenta artigos analisados com o tema voltado para nossa pesquisa, foram selecionados vinte, os quais abordavam mais detalhados e especificamente a percepção dos pacientes em relação à UTI, levantando aspectos como o medo, o estresse, a ansiedade, a insegurança, a assistência de enfermagem e também a importância da humanização no cuidado de enfermagem.
O critério utilizado para análise crítica da percepção dos pacientes em relação à UTI possibilitou-nos encontrar porcentagens significativas e importantes, as quais se deram através de estudos em grupo, observando as diversas partes dos artigos selecionados, tais como: resumo, objetivos, resultados e considerações finais.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Através da revisão dos estudos realizados sobre a percepção dos pacientes em relação à UTI, constatamos 04 categorias que mais prevaleceram correlacionadamente, conforme demonstrado em porcentagens abaixo:
Observamos ainda que os autores destacam na maioria dos trabalhos, a importância e necessidade da humanização. UTI como espaço desconhecido e pouco acolhedor (fator desencadeante de sentimentos de insegurança e ansiedade).
Através do levantamento bibliográfico sobre a percepção dos pacientes de UTI, constatamos que um dos principais problemas percebidos por estes, estão relacionados ao fato de permanecerem em um ambiente desconhecido e agressivo. Fato este que poderá manifestar na pessoa internada, sentimentos de insegurança e ansiedade.
Para Gomes, 2008 o confinamento a que o paciente se vê submetido, a distância de casa, a ausência de familiares são causas de ansiedade e preocupação. O desconhecimento do ambiente, a presença de pessoas estranhas, os equipamentos complexos que o cercam causam grande desconforto.
MEDO DA MORTE
O medo da morte foi o sintoma mais prevalente relatado nos trabalhos escolhidos para esta pesquisa, podendo estar relacionado com a situação em que os pacientes se encontravam diante de uma situação desconhecida, como a doença e o tratamento. Ficou evidenciado também, na associação que os mesmos fazem da UTI como sinônimo de morte e doença grave e que ao terem conhecimento que estavam internados nesta unidade, imaginaram que seu quadro clínico era mais grave do que supunham.
Na infecção causada pelo Coronavírus no Brasil, mais de 867.500 casos já foram confirmados e um número de pessoas além de 43.300 já morreram (Brasil, 2020). Enfermeiros que atuaram diretamente com pacientes internados em UTI, no decorrer da primeira onda da pandemia conviveram com a morte quase que diariamente aumentando a situação de impotência e iminência da morte tanto dos pacientes quanto da equipe assistencial da UTI.
Segundo Souza e Souza, 2020 o impacto do coronavírus na saúde dos profissionais da Enfermagem no Brasil ainda é desconhecido. Pelo Observatório criado pelo Conselho Federal de Enfermagem, notificaram-se 30 óbitos pela doença, com 4.604 profissionais afastados do trabalho – até 22 de abril de 2020.
SOFRIMENTO PELA PRESENÇA DE APARELHOS (FATOR DESENCADEANTE DE ESTRESSE)
O estresse é uma situação tensa, fisiológica ou psicológica, que pode afetar as pessoas em todas as suas dimensões. A resposta ao estresse é influenciada pela intensidade, duração e âmbito do agente estressor. Conforme análise dos dados, concluímos que 40% dos artigos lidos relatam o sofrimento do paciente pela presença de aparelhos.
Para Knobel, 2008 os ruídos, os estímulos dolorosos, a iluminação artificial constante, a estimulação sonora dos aparelhos, as restrições do campo visual, a movimentação contínua da equipe, a privação do sono, a agitação do ambiente, a mecanização do cuidado, a falta de privacidade em atividades rotineiras de higiene, o afastamento do doente de seus familiares, a perda do contato com o ambiente social e profissional, o contato com pessoas desconhecidas, a perda da independência e da autonomia sobre o próprio corpo e o não entendimento da situação levam o doente a sentimentos de insegurança, angústia, desamparo, isolamento, solidão e desesperança.
PERCEPÇÃO DO PACIENTE SOBRE A ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
Dos artigos lidos sobre a percepção dos pacientes em relação à UTI, 35% deles relatam a assistência de Enfermagem como acolhedora, receptiva, relacionada à disponibilidade, suprindo as necessidades e problemas dos pacientes.
As necessidades básicas são aquelas relacionadas com a sobrevivência física, psíquica e espiritual (necessidades psicobiológicas, psicossociais e psicoespirituais) (Maslow apud Gomes, 2008).
IMPORTÂNCIA E NECESSIDADE DA HUMANIZAÇÃO
De todos os trabalhos lidos 85% ressaltam por parte dos autores a importância da humanização. Visto que o cuidado de enfermagem deve ser realizado ao paciente de forma integral, valorizando suas necessidades e individualidades, ressaltando que cada ser é único e por isso, devem ser respeitadas todas as suas particularidades.
O processo de humanização abrange instalações físicas (ruído, temperatura, janelas, presença de divisórias) e principalmente mudanças de comportamento e atitudes em relação aos pacientes, seus familiares e entre a equipe de saúde.
A humanização e os cuidados na pandemia da covid-19 mudaram a relação dos profissionais de saúde com os pacientes e exigiu mudanças significativas no ambiente de trabalho em saúde na UTI, devido a situações expostas desde o cuidado a altas cargas de trabalho e risco iminente de contaminação.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Através da revisão da bibliografia pesquisada fica evidenciado que os pacientes que estiveram internados na Unidade de Terapia Intensiva passaram por uma experiência bastante traumática e que grande parte destes desenvolveu quadros emocionais graves, como sentimentos de insegurança, medo, estresse, ansiedade, revelando um sofrimento psicológico que influencia de forma prejudicial na reabilitação integral do mesmo. A maioria dos pacientes internados em UTI teme pela vida, julgando-a ameaçada. Observa-se que, apesar de se referirem ao medo da morte, ao incômodo e ao cansaço por estarem na UTI, foram mencionados aspectos positivos como o fato de serem bem cuidados pela equipe de enfermagem. E ainda fica claro, segundo os autores, que o processo de humanização é uma preocupação dos profissionais de saúde, por envolver a compreensão do significado da vida do ser humano, tanto em aspectos físicos como emocionais.
A enfermagem enquanto profissão é de natureza interpessoal, onde a importância e o efeito do relacionamento profissional do enfermeiro com o paciente se tornam vital para se exercer o processo de enfermagem. O enfermeiro, por força da característica de sua formação profissional, desenvolve uma visão holística do processo de cuidar, onde o paciente é visto como um todo, a mente e o corpo não são considerados separadamente, e aquilo que acomete a mente, afeta o corpo e vice-versa. O atendimento ao paciente internado em UTI, oferecido pelo enfermeiro, terá um grande valor social que demonstrará não só ao paciente, como aos seus familiares e toda sociedade o valor da atuação deste profissional, neste perfil assistencialista humanizado. É importante também ter conhecimento sobre toda tecnologia necessária, tendo-se em vista que o ser humano e suas necessidades devem estar sempre em primeiro lugar, e não se esquecendo que a máquina na UTI tem uma função fundamental na recuperação do paciente crítico, atentando-se ainda para comunicar ao paciente de todos os procedimentos antes da execução, dando-lhes as informações e explicações necessárias, proporcionando-lhe assim maior tranquilidade.
A realização deste estudo evidenciou-se ainda a necessidade de planejamento e educação continuada por todos os profissionais da saúde, em especial pelos Enfermeiros (a) atuantes na UTI, tanto na atualização do conhecimento técnico científico, quanto na visão holística do ser, conhecendo e atualizando o saber tecnológico. Tendo sempre em vista que a máquina não substitui o homem, mais auxilia na recuperação da saúde, e o papel da enfermagem é muito importante e contínuo.
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