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Resumo
INTRODUÇÃO
As crianças são bastante sensíveis no que diz respeito às emoções, absorvem tudo o que está em sua volta e aproveitam todos os estímulos que lhes são oferecidos. E em uma busca incessante de aprender e vivenciar novas situações, elas passam também a participar de tudo o que ocorre na sua própria família.
A separação dos pais de fato mexe com os filhos de forma que os desestabiliza por completo, emocionalmente, socialmente e cognitivamente, atrapalhando no seu desenvolvimento, pois não estão preparados para vivenciar o divórcio.
Ao avaliar os efeitos do divórcio precisamos examinar circunstâncias específicas. Às vezes o divórcio pode melhorar a situação de uma criança, reduzindo a quantidade de conflito na família, e às vezes não. As características pessoais das crianças fazem diferença; crianças inteligentes e socialmente competentes sem graves problemas de comportamento, que possuem um senso de controle sobre suas vidas, podem lidar melhor tanto com o conflito entre os pais como com seu divórcio (Papalia, Olds e Feldman 2006, p.411).
Diante desse fato, as crianças e os adolescentes passam a refletir todo o processo vivenciado do divórcio nos espaços onde convivem: escola, família e outros lugares. A escola é o lugar onde ocorre o comprometimento cognitivo, e de fato, tem uma queda significativa no desempenho escolar, e é nesse momento que a escola e a família precisam encontrar estratégias para suprir as todos os conflitos gerados pela separação. Diante da questão da separação parental surge o seguinte questionamento: Como as crianças reagem convivendo com o divórcio dos pais?
Em decorrência da separação dos pais, as crianças e adolescentes passam por defasagem escolar, comprometendo o rendimento escolar, e é nesse momento que a família e a escola precisam, juntas, encontrar estratégias que possam colaborar para minimizar todo o desconforto do divórcio no dia a dia proporciona na vida deles.
O objetivo geral do estudo é identificar os principais sintomas que o divórcio pode causar às crianças e aos adolescentes em fase escolar. Os objetivos específicos são apresentar como o emocional da criança e do adolescente fica abalado pela separação dos pais, mostrar uma das possibilidades de minimizar esse desconforto emocional e mostrar que há a possibilidade de estabilização emocional da criança e do adolescente.
O trabalho está dividido em dois capítulos: o capítulo I trata do desenvolvimento da criança e o capítulo II fala do divórcio, aprendizado e a criança. Os principais autores que abordam sobre esse assunto são: Santos e Souza (2009); Oliveira (2001); Papalia, Olds e Feldman, (2006); Casarin (2007); Souza e Baptista, (2001) e Barreto (2013).
DESENVOLVIMENTO
CRIANÇA, ESCOLA E A FAMÍLIA
A PARCERIA DA ESCOLA E A FAMÍLIA
O desenvolvimento escolar de uma criança tem a contribuição da família juntamente com a escola, com o propósito de alcançar uma aprendizagem positiva. Dentro dessa perspectiva, é muito importante que se possa criar estratégias para promover a formação do conhecimento desse aluno.
Pode-se afirmar que a relação entre os pais e os professores, durante o período de ensino e aprendizagem das crianças, deve ser uma parceria, onde o foco principal seja para o bem estar da criança e de seu desenvolvimento físico, emocional e cognitivo. Para que haja confiança, respeito e afirmação de sua autoestima. (Santos e Souza, 2009, p. 10)
O processo educacional de uma criança permeia por vários fatores: cognitivo, social, emocional e o econômico. Quando ocorre de um desses quesitos não estar alinhado ao processo de ensino-aprendizagem poderá abalar a criança, e se caso for passar por alguns desajustes, a escola e a família devem buscar estratégias que possam reverter qualquer que seja a situação para que não comprometa o desenvolvimento do discente/criança.
[…] a escola é o lugar de troca de afeto, pois a escola é para a criança a extensão do lar. Muitas dessas crianças que passam por problemas de relacionamento em casa, acabam levando isso para dentro da sala de aula. Mas alguns educadores não estão atentos para esse tipo de situação, consequentemente, não estão prontos para ajudar as crianças nesse processo de sua autoestima. O professor tem que estar preocupado com essa formação, processo no qual é imprescindível a criança sentir-se amada (Santos e Souza, 2009, p. 08).
O professor em sua prática educacional necessita conhecer a turma da qual fará parte do processo educacional, conhecer o pré-requisito que a turma possui, e também que os alunos individualmente demonstram para saber qual será o ponto de partido para a atuação em sala de aula.
Durante a atuação do professor em sala de aula, principalmente, com crianças e adolescentes, é possível identificar qualquer que seja o abalo emocional, pois a criança não tem maturidade para tentar esconder o que se passa, logo, transparece qualquer tipo de desconforto, seja ele qual for.
A criança é muito afetiva e busca na escola a continuidade do carinho que é recebido no espaço familiar. Para professores e auxiliares, é comum, oferecer carinho às crianças, retribuindo a afetividade que elas dão, na verdade, a escola é a extensão do lar, por isso a importância de fazer essa parceria dar certo.
O espaço educacional tem efetivado o papel de educar também, atitude que seria dos pais. As famílias contemporâneas têm se preocupado em suprir as necessidades básicas: alimentação, vestimenta, lazer e saúde, e em busca de suprir todas essas demandas familiares, os pais têm se esquecido de investir na relação entre pais e filhos, priorizar também o emocional da criança. (Varani e Silva, 2010)
A família tem o conhecimento sobre a rotina do filho, e as informações sobre o aluno é de suma importância para o processo de ensino-aprendizagem, pois juntos irão chegar à conclusão de qual estratégia será adequada para o desenvolvimento da criança.
As famílias ocupam papel importante na vida escolar dos filhos, e este não pode ser desconsiderado, pois consciente e intencionalmente ou não, influenciam no comportamento escolar dos filhos. Muitas, infelizmente influenciam negativamente, seja por questões econômicas, pessoais, de relacionamento, de amadurecimento dos pais ou separação. (Oliveira, 2001, p. 13)
A relação que os pais têm com os filhos influencia de forma efetiva a vida da criança, seja qual for a situação, boa ou ruim, ela absorve essa dinâmica para a própria existência, correspondendo às ações, como reflexo das suas emoções.
Os estudos têm mostrado que a família que acompanha o processo de aprendizagem do filho poderá auxiliá-lo no momento que surgem dificuldades escolares. Logo, se a família acompanhar o rendimento dos filhos em sala de aula, estes dificilmente enfrentarão situações de defasagem no aprendizado (Casarin, 2007, p.19).
A criança não tem a maturidade de tentar esconder o que sente, e muito menos não pôr suas emoções nas práticas, e a escola é um cenário onde expõe como tem se sentido, o que sabe e as suas afinidades.
Uma das causas para que alguns alunos apresentem um baixo rendimento escolar é a relação que vivenciam com os pais, por isso que a escola precisa saber como a família está proporcionando um ambiente sadio e agradável para o aluno. Caso haja algum desconforto nesse espaço familiar, a escola deverá tomar providências juntamente com a família para ajudar essa criança, de forma a evitar problemas em sua rotina, pois ela reflete as suas emoções na instituição educacional.
A instituição escolar tem que se preparar para enfrentar os desafios que o mundo exterior está proporcionando ao meio familiar e essa situação acaba gerando uma série de sentimentos conflitantes, não só entre pais e filhos, mas também entre os próprios pais. Em vista disso é que destacamos a necessidade de uma parceira entre família e escola, visto que, apesar de cada um apresentar valores e objetivos próprios no que se refere à educação de uma criança, necessita uma da outra e quanto maior for a diferença maior será a necessidade de relaciona-se. A família, em consonância com a escola e vice-versa, são peças fundamentais para o pleno desenvolvimento da criança e consequentemente são pilares imprescindíveis no desempenho escolar. Entretanto, para conhecer a família é necessário que a escola abra a suas portas e que garanta sua permanência (Estevão, [s/d], p.4).
A família e a escola devem andar juntas em prol do desenvolvimento do aluno, com o objetivo de alcançar resultados positivos, e caso não ocorra, encontrar ferramentas que possam auxiliá-lo para que se chegue a tal estimativa.
O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA
A criança passa por quatro aspectos importantes para o seu desenvolvimento: físico, cognitivo, emocional e o social. São aspectos que interferem efetivamente no desenvolvimento do processo de ampliação como indivíduo.
O desenvolvimento cognitivo ocorre em uma série de estágios qualitativamente diferentes. Em cada estágio, a mente da criança desenvolve um novo modo de operar. Da infância à adolescência, as operações mentais evoluem da aprendizagem baseada na simples atividade sensório-motor ao pensamento lógico abstrato. Esse desenvolvimento gradual ocorre através de três princípios inter-relacionados: organização é a tendência de criar estruturas cognitivas cada vez mais complexas; adaptação é o termo usado por Piaget para descrever como uma criança lidas com novas informações que parecem conflitar o que ela já sabe e equilibração, um esforço constante para manter um balanço ou equilíbrio estável. (Papalia, Olds e Feldman et al, 2006, p.76).
O processo de desenvolvimento da criança se altera de acordo com a idade, onde expressa o potencial cognitivo e emocional, cada fase tem características relevantes que buscam atingir metas.
Cada estágio do desenvolvimento da inteligência se caracteriza pelo surgimento de estruturas originais, cuja construção o distingue dos estágios anteriores. Porém, no decorrer dos estágios ulteriores, o essencial dessas construções sucessivas permanece como subestruturas, sobre as quais as novas características se constroem. São necessidades e interesses comuns a todas as idades (Pereira, Amparo e Almeida, 2006, p. 16).
A criança passa por um processo contínuo que perpassa pelo cognitivo, pelo espaço social, emocional e, principalmente, a relação familiar, lugar que é a base de qualquer ser humano. A família tem o papel de educar, proteger, orientar, ensinar e oferecer saúde, em sua amplitude, se esse espaço tiver algum conflito, a criança apresentará dificuldade na escola.
A criança toma para ela os conflitos dos pais, assim, altera o humor, tem desequilíbrio emocional, podendo se tornar agressiva, ficar deprimida ou tornar-se desafiadora, por não ter maturidade, e coloca para fora os problemas vividos em casa apresentados na escola (Bee e Boyd, 2011).
A escola é uma extensão do lar, logo, a família é responsável pelo desenvolvimento da personalidade e todo o crescimento da criança, a fim de proporcionar um indivíduo equilibrado e capaz de resolver os seus próprios problemas. Os comportamentos desajustados refletem no meio social, e uma das causas de desequilíbrio emocional das crianças quando ocorre o divórcio dos pais, gerando problemas na rotina familiar.
O DIVÓRCIO, A CRIANÇA E O APRENDIZADO
O conceito de família tem sido abalado com o passar do tempo, vive-se uma estrutura diferente da tradicional, além dessa modificação, àqueles responsáveis não têm dado prioridade, muitos deles têm se desestruturado, mexendo com emocional da criança, consequentemente, abalando em todas as áreas: social, afetivo e cognitivo.
A dificuldade de aprendizagem de uma criança, ou um adolescente, pode não ser mais do que uma forma encontrada de manifestar a falta, a precariedade dos vínculos familiares, nesse sentido, educar não é uma tarefa tão simples como pode parecer. Educar vai muito além de prover os meios para a criança vir ao mundo e ser mantida nele, é um processo e, dentro desse estamos inseridos, enquanto família e escola, pois as crianças aprendem de acordo com o que vivenciam com seus modelos de identificação. Assim, crianças e adolescentes constantemente, observam, analisam nossas atitudes, nossos comportamentos sociais e profissionais. (Casarin, 2007, p.25)
É muito comum divórcios que geram traumas, tanto para o casal, como também para os filhos, e as crianças são quem mais sofre, pois não têm maturidade para compreender o motivo da separação. Devido a isso, elas passam a apresentar problemas de relacionamento e aprendizagem, por não saber lidar, e, muitas das vezes, nem o casal sabe como seguir e criar estratégias para proteger os filhos.
As crianças têm que lidar com as alterações na rotina de vida, a saída de casa de um dos pais, a família extensa, a situação econômica, as brigas, as mudanças no seu relacionamento social e seu comportamento no lar e na escola. Além disso, a separação conjugal conduz à reorganização da vida afetiva, social, profissional e sexual dos pais, modificando, às vezes dramaticamente, a rede de convivência e apoio das crianças e introduzindo, ao longo do tempo, a necessidade de relacionamento (e rompimento) com os novos parceiros dos pais e seus possíveis filhos e familiares. (Ramires e Souza, 2006, p. 185)
A ligação entre pais e filhos é efetiva no que se refere a qualidade e a quantidade de encontros. Quando há algum incômodo na rotina da família, a criança é afetada. O relacionamento entre marido e esposa perpassa por problemas conjugais, podendo levar ao divórcio.
Infelizmente o divórcio passa pela vida da criança, afetando-a de forma que venha prejudicá-la, envolve muito o emocional, e até mesmo financeiro, compromete o estado psicológico atrapalhando a rotina e o desenvolvimento educacional.
As crianças vão crescendo e os pais vão deixando mais à vontade para seguir. A escola é o cenário onde essa criança representa com tem sido dentro do espaço familiar, de forma positiva ou negativa (Eizirik, 2001).
É muito comum que a criança não tenha um bom rendimento escolar, devido à separação dos pais, pois, na verdade, ocorre uma quebra da ligação entre pais e filhos, porque a referência da criança é ver os pais juntos, e isso é rompido. É nesse momento que a escola precisa ter estratégias para acolhê-la a fim de minimizar tal sofrimento, e, se possível, encaminhar o aluno para especialistas que possam colaborar nesse processo, pois a criança não tem maturidade para lidar com a carga emocional trazida pelo divórcio dos pais.
[…] as crianças em idade pré-escolar apresentam maior risco psicológico e no desenvolvimento para trajetórias sociais e emocionais desadaptadas em comparação com crianças de mais idade. Estruturas cognitivas e emocionais imaturas das crianças fazem com que, por um lado, elas sejam menos capazes de avaliar realisticamente as causas, os processos e as consequências da separação e, por outro, centralizem em si a responsabilidade da ruptura entre os pais, ao que se alia a incapacidade de procurar apoio junto a fontes extrafamiliares para diminuir o seu nível de aflição. (Sobolewski, 2007, apud Nunes-Costa, Lamela e Figueiredo, 2009, p. 387)
A família precisa ter a consciência de que o divórcio gera um processo doloroso e difícil para a criança atrapalhando toda rotina, comprometendo o desenvolvimento, tanto cognitivo, social e afetivo.
A crise provocada pelas mudanças no espaço doméstico e pela menor disponibilidade de relacionamento com um dos genitores é potencializada pelas mudanças na rotina de vida e na rede social que, se minimizadas, provavelmente reduziriam as dificuldades infantis. (Souza, 2000, p. 210)
Os familiares devem ajudar essa criança a voltar ter uma estabilidade emocional, explicando que a separação entre os pais não influenciará no sentimento entre pai e filho.
A participação de um especialista para atuar nesse momento é importante, como um terapeuta, para buscar metodologias que venham colaborar em diminuir os conflitos gerados à criança, utilizando atividades lúdicas, juntamente com a participação dos pais e escola. Esse desempenho desse especialista é fazer parte da rotina da criança, conhecendo o comportamento, o desenvolvimento cognitivo e o espaço social da qual faz parte (Souza e Baptista, 2001).
[…] as crianças provenientes de lares em que há discórdia usualmente se ressentem e mudam seus padrões de interação, comportando-se de forma desajustada. Isso acontece porque os pais experimentam sentimentos de desconforto, e, em virtude disso, não dispõem de tempo para os filhos, ou porque, em função de suas dificuldades, trocam seus antigos padrões amigáveis de interação com os filhos por um novo padrão disfuncional […] (Souza e Baptista, 2001, p. 170).
É possível verificar e existência de crianças que expõem o seu desenvolvimento no espaço escolar, familiar e social em desequilíbrio como um reflexo do divórcio dos pais, representando medo, insegurança, depressão, raiva e outros sentimentos que acentuam no seu dia a dia. Muito comum esses tipos de reflexos, porém depois que passa essa fase, e a aceitação começar a surgir, o bem-estar físico e emocional volta a se estabelecer (Barreto, 2013).
CONSIDERAÇÕES FINAIS
As famílias atuais têm vivido a questão do divórcio como algo comum, tanto que é possível encontrar estatísticas que abordam o número de divórcios ocorridos no Brasil e por capitais. Talvez uma das questões relevantes para que isso ocorra é a independência entre as partes, devido ao fato que cada um segue sua vida e não cultivam a relação como casal.
Então, as afinidades perpassam por valores e tolerâncias que julgadas podem levar ao divórcio, mas infelizmente, as crianças têm sofrido por essa ruptura familiar, pois se acham abandonados, e assim, refletem sentimentos que comprometem o seu desenvolvimento amplamente, seja no espaço familiar, na escola ou na sociedade em geral.
Diante de tantos conflitos internos que a criança vivencia durante o processo do divórcio, o comprometimento com os estudos é de fato o fracasso escolar. Quando isso ocorre, a escola juntamente com os pais precisa encontrar estratégias que possam ajudar a atenuar essa defasagem e ajudá-la entender esse momento e a voltar à rotina sem muitos prejuízos.
Pode até mesmo buscar ajudar com especialistas que possam contribuir no histórico emocional e cognitivo da criança a fim de restabelecê-la e fazer voltar a desenvolver-se como antes do divórcio, pois o divórcio é uma fase e que logo em seguida tudo voltará ao normal, na verdade, tudo será uma nova adaptação, uma nova realidade.
O estudo colaborou em conhecer mais um pouco sobre o que de fato os autores dizem sobre a questão da separação parental e os prejuízos que causam à criança durante o divórcio dos pais e orienta os futuros estudiosos a buscarem mais informações sobre o assunto.
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