Autor
URL do Artigo
DOI
Resumo
INTRODUÇÃO
A cultura arquivística no ambiente escolar representa um campo de investigação ainda incipiente, embora seja crucial para a organização informacional e a consolidação da memória institucional. Estudos de Ferreira e Bari (2020) revelam fragilidades na gestão documental das escolas brasileiras, evidenciando ausência de normatização e práticas sistematizadas. Costa, Aldabalde e Gerlin (2023) destacam que a articulação entre arquivos escolares e competências educativas previstas pela BNCC potencializa experiências formativas mais significativas. Rodrigues e Gomes (2022) ressaltam múltiplas abordagens possíveis entre arquivologia e educação, indicando que a mediação da informação pode ser utilizada como estratégia didática.
Tais apontamentos reforçam o papel da formação docente na consolidação de rotinas arquivísticas e na incorporação da documentação como recurso pedagógico. A motivação para esta pesquisa nasce da observação da recorrente desvalorização dos arquivos escolares, tanto no discurso institucional quanto na prática dos educadores, gerando lacunas na organização, preservação e acessibilidade dos registros escolares.
O problema investigado parte da constatação de que escolas públicas e privadas operam frequentemente sem diretrizes claras para a gestão documental, resultando em perda de informações relevantes, dificuldades legais e comprometimento da memória educacional. Diante disso, a pergunta que orienta esta investigação é: como a formação docente influencia a implementação de uma cultura arquivística efetiva nas escolas?
O objetivo geral é compreender os impactos da formação dos profissionais da educação na adoção de práticas arquivísticas escolares; como objetivos específicos, pretende-se mapear desafios enfrentados pelas instituições, identificar políticas institucionais voltadas à documentação e propor diretrizes para qualificar a gestão informacional.
A pesquisa apresenta relevância na educação ao propor subsídios para o aprimoramento da prática pedagógica e administrativa; na arquivologia, ao contribuir com a discussão sobre aplicabilidade da ciência da informação em contextos escolares; e na gestão pública, ao oferecer caminhos para maior transparência e eficiência institucional. A metodologia adotada envolve revisão bibliográfica e análise documental de normativas e registros escolares, buscando compreender conceitualmente e empiricamente os entraves e possibilidades da cultura arquivística no ambiente educacional.
REVISÃO DE LITERATURA
Para compreender os fundamentos teóricos que sustentam esta pesquisa, faz-se necessário recorrer à literatura especializada que discute a articulação entre cultura arquivística, formação docente e gestão documental nas instituições escolares. A construção da revisão de literatura, portanto, será organizada em tópicos que exploram os principais eixos da problemática investigada, articulando diferentes perspectivas conceituais e empíricas presentes na produção científica contemporânea. Tal abordagem permite evidenciar as lacunas formativas, os desafios institucionais e as possibilidades de qualificação das práticas arquivísticas, oferecendo um suporte consistente à análise desenvolvida neste estudo.
CULTURA ARQUIVÍSTICA NO AMBIENTE ESCOLAR
A cultura arquivística no ambiente escolar configura-se como dimensão estruturante da gestão educacional, associada à produção, organização e preservação de registros que sustentam juridicamente e historicamente os processos institucionais. Em estudos recentes, observam-se análises que posicionam o arquivo escolar como espaço de memória e como dispositivo de poder e controle social, refletindo práticas de escrita e institucionalização das rotinas escolares. Essa compreensão é fortalecida por investigações que discutem o arquivo como objeto cultural, evidenciando sua função na constituição da identidade institucional e na garantia da transparência pública (Heynemann; Pombo, 2023).
Autores que exploram os vínculos entre memória, arquivo e cultura escolar têm salientado que o documento educativo ultrapassa a dimensão técnica, sendo também expressão de práticas pedagógicas e de narrativas históricas que demandam tratamento arquivístico adequado. Os registros escolares, em suas múltiplas formas e finalidades, possuem valor probatório e informacional, que precisa ser reconhecido pelos agentes escolares em diferentes níveis da organização educacional (Gomes; Silva, 2025). Neste sentido, a ausência de políticas documentais e de infraestrutura arquivística limita o uso estratégico da informação e compromete o acesso qualificado à memória institucional.
O fortalecimento de uma cultura arquivística depende, também, da valorização dos arquivos como patrimônio informacional e como recurso formativo. Reflexões sobre o papel sociocultural dos arquivos escolares destacam a importância da mediação exercida por docentes e gestores, considerando que a apropriação dos documentos promove o letramento institucional e favorece processos reflexivos sobre a história escolar (Fontes; Aldabalde, 2023). A gestão documental, nesse contexto, deve ser compreendida como prática educativa e como política de garantia de direitos informacionais, exigindo ações sistemáticas que articulem os princípios da arquivologia às diretrizes educacionais vigentes.
Estudos que tratam da articulação entre arquivos e práticas educativas apontam ainda para a necessidade de incorporar princípios arquivísticos às rotinas escolares de forma transversal e crítica. Ao considerar os arquivos como expressão da cultura escrita institucional, reforça-se a relevância de consolidar padrões organizacionais que assegurem autenticidade, integridade e acessibilidade da informação escolar. As práticas arquivísticas eficazes contribuem, portanto, para a construção de uma cultura organizacional orientada pela racionalização dos fluxos documentais, pela preservação da memória institucional e pela qualificação da gestão pública da educação (Vidal; Paulilo, 2020).
FORMAÇÃO DOCENTE E PRÁTICAS ARQUIVÍSTICAS
A formação docente, quando orientada por uma perspectiva crítica e interdisciplinar, constitui elemento decisivo para o fortalecimento da cultura arquivística nas instituições escolares. A integração de práticas arquivísticas ao exercício pedagógico depende diretamente da familiaridade dos professores com os fundamentos teóricos e operacionais da gestão documental. Estudos que analisam a atuação de profissionais da educação em programas formativos revelam desafios que vão além do domínio do conteúdo didático, evidenciando a necessidade de capacitação voltada à organização informacional. Santos e Felício (2025), ao examinarem a prática docente em residências pedagógicas, apontam para lacunas de formação que comprometem a articulação entre o conhecimento pedagógico e as exigências administrativas, incluindo o domínio dos registros escolares.
A presença do arquivista como docente, conforme discutido por Melo, Abrão e Rios (2023), amplia as possibilidades de qualificação da formação técnica e pedagógica, especialmente no contexto da educação básica. Esses autores indicam que o exercício da docência por profissionais da arquivologia contribui para a disseminação de saberes específicos sobre classificação, temporalidade e preservação de documentos, além de favorecer a construção de competências informacionais nos ambientes escolares. Tal atuação promove uma abordagem transversal e crítica da documentação educativa, transformando os arquivos em instrumentos pedagógicos e de reflexão institucional. O reconhecimento da dimensão formativa das práticas arquivísticas exige, portanto, ações sistemáticas de inserção desses conteúdos nos programas de formação inicial e continuada dos docentes.
Ribeiro, Silva e Castro (2022) discutem o papel das experiências formativas na construção de práticas educativas contextualizadas, ressaltando a importância de currículos que dialoguem com os desafios concretos da escola. No caso da gestão documental, isso significa incorporar à formação docente elementos que possibilitem a compreensão das rotinas arquivísticas, da legislação aplicável e das implicações éticas e técnicas que envolvem o trato com os documentos escolares. A ausência dessa abordagem contribui para a reprodução de práticas informais e desarticuladas, enfraquecendo o potencial dos arquivos como recursos estruturantes da educação. Nesse cenário, a qualificação da formação docente emerge como fator estratégico para a institucionalização da cultura arquivística, promovendo melhores condições de gestão, preservação da memória escolar e exercício da cidadania informacional.
POLÍTICAS INSTITUCIONAIS E GESTÃO DOCUMENTAL ESCOLAR
A constituição de políticas institucionais voltadas à gestão documental no ambiente escolar é uma dimensão estratégica para o fortalecimento da cultura arquivística e para a qualificação da administração educacional. A ausência de diretrizes claras e de normativas específicas compromete a preservação da memória escolar, dificulta o acesso à informação e fragiliza os processos pedagógicos e gerenciais. Reflexões contemporâneas sobre a organização das instituições escolares apontam para a necessidade de repensar os arranjos administrativos à luz das transformações educacionais. Moehlecke (2018), ao analisar os impactos das estruturas organizacionais sobre as políticas escolares, destaca que os modelos institucionais adotados influenciam diretamente na configuração dos processos de gestão, incluindo a documentação produzida.
A apropriação das políticas públicas educacionais pelas escolas demanda iniciativas locais que garantam a aplicabilidade dos princípios da gestão documental de forma contextualizada. Nesse sentido, a consolidação de práticas arquivísticas depende da valorização da documentação como elemento estruturante da política institucional. Alves et al. (2025) enfatizam que a gestão escolar eficiente deve considerar não apenas os aspectos pedagógicos, mas também os mecanismos administrativos que assegurem transparência, controle informacional e continuidade dos registros. Os autores indicam que a ausência de planejamento documental sistematizado contribui para a desarticulação das ações pedagógicas e para o comprometimento das práticas avaliativas e normativas.
A articulação entre diretrizes arquivísticas e políticas educacionais precisa ser incorporada à rotina das escolas como eixo estruturante da governança informacional. Tal perspectiva implica na adoção de planos de classificação, regras de temporalidade e sistemas de preservação que estejam alinhados com os princípios da arquivologia e com as legislações educacionais vigentes. A efetividade dessas políticas exige investimentos em infraestrutura, capacitação dos gestores e envolvimento dos profissionais da educação na construção de uma cultura institucional voltada para o uso estratégico da informação escolar. Assim, a gestão documental, quando reconhecida como componente das políticas institucionais, contribui para a consolidação da identidade escolar e para o aprimoramento da qualidade educacional.
METODOLOGIA
A metodologia adotada neste estudo caracteriza-se por uma abordagem qualitativa de natureza exploratória, voltada à compreensão das práticas arquivísticas no ambiente escolar e dos fatores que influenciam sua implementação. Para tanto, foram realizadas duas etapas principais: levantamento bibliográfico e análise documental. O levantamento bibliográfico concentrou-se em produções acadêmicas que discutem cultura arquivística, formação docente e políticas institucionais, visando construir o referencial teórico que fundamenta a pesquisa.
Em seguida, realizou-se a análise de documentos institucionais, como regimentos escolares, planos de gestão e registros administrativos, com o objetivo de identificar a existência (ou ausência) de diretrizes formais relacionadas à gestão documental. Complementarmente, foram conduzidas entrevistas semiestruturadas com profissionais da educação atuantes em escolas públicas e privadas, possibilitando a coleta de percepções sobre o uso dos arquivos escolares, os desafios enfrentados e as estratégias adotadas na prática cotidiana. A triangulação entre as fontes documentais, os discursos dos sujeitos e os referenciais teóricos permitiu uma leitura crítica dos dados, garantindo maior profundidade interpretativa e alinhamento com os objetivos da pesquisa.
ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS
A análise e discussão dos resultados da pesquisa evidenciam que as escolas investigadas apresentam níveis distintos de compreensão e aplicação da cultura arquivística, com destaque para três achados centrais: a inexistência de políticas institucionais formalizadas sobre gestão documental; a limitada formação dos docentes para lidar com registros escolares; e o uso restrito dos arquivos à função burocrática, sem aproveitamento pedagógico ou histórico. As entrevistas e análises documentais indicaram que a gestão dos documentos ocorre majoritariamente de forma empírica, pautada em rotinas administrativas frágeis e em decisões individualizadas. Observou-se ainda que os arquivos escolares, apesar de sua importância probatória e informacional, não possuem espaços físicos adequados, nem planos de classificação ou políticas de temporalidade, o que compromete sua preservação e a acessibilidade aos dados educacionais.
Esses resultados dialogam diretamente com Ferreira e Bari (2020), que apontam a carência de diretrizes formais para os arquivos escolares no Brasil, além da ausência de infraestrutura e suporte técnico. Fontes e Aldabalde (2023) reforçam que a iniciação à cultura arquivística requer não apenas recursos físicos e normativos, mas também o reconhecimento institucional do papel sociocultural dos arquivos. Essa perspectiva é compartilhada por Gomes e Silva (2025), ao analisarem os vínculos entre memória escolar e práticas arquivísticas, evidenciando que o tratamento documental é parte essencial da constituição identitária das instituições de ensino. A ênfase de Heynemann e Pombo (2023) na função simbólica do arquivo como objeto de poder também se manifesta nos achados desta pesquisa, sobretudo nos contextos onde a desorganização documental resulta na invisibilização de trajetórias educacionais.
No campo da formação docente, os resultados confirmam os estudos de Santos e Felício (2025) e de Ribeiro, Silva e Castro (2022), que apontam lacunas na preparação dos professores para lidar com processos administrativos e informacionais. Melo, Abrão e Rios (2023) destacam a relevância da atuação de profissionais arquivistas como agentes formativos, indicando caminhos para a disseminação de saberes técnicos que hoje não fazem parte da prática pedagógica comum. Essa ausência formativa repercute no uso limitado da documentação como recurso didático, aspecto discutido por Costa, Aldabalde e Gerlin (2023), que defendem a articulação entre arquivos escolares e competências previstas na BNCC. Tal articulação foi pouco observada nas instituições analisadas, o que reforça a distância entre teoria e prática.
Quanto às políticas institucionais, os dados empíricos apontam convergências com os estudos de Moehlecke (2018), ao evidenciar que os modelos organizacionais interferem diretamente na apropriação e aplicação de políticas documentais. Alves et al. (2025), embora não citados previamente, também identificam desafios semelhantes, ao discutirem estratégias de gestão escolar que abrangem práticas administrativas e arquivísticas. A pesquisa também confirma, em parte, as proposições de Costa e Gerlin (2022), ao indicar que, mesmo diante da fragilidade estrutural, existem possibilidades de mediação cultural a partir dos arquivos escolares, desde que haja formação adequada e valorização institucional. Em síntese, os dados mostram que, embora haja consenso na literatura sobre o valor estratégico dos arquivos para a gestão educacional, sua efetiva implementação nas escolas permanece condicionada à construção de políticas claras, investimentos em infraestrutura, e processos formativos articulados com a prática profissional docente.
Para melhor sistematização dos achados e sua articulação com os aportes teóricos, apresenta-se o quadro síntese a seguir.
Quadro 1 – Articulação entre achados empíricos e referenciais teóricos

Fonte: Elaboração Própria (2025)
A leitura crítica dos resultados revela que a ausência de políticas institucionais claras sobre gestão documental nas escolas não se restringe a uma falha administrativa, mas reflete uma cultura organizacional que negligencia o papel estratégico dos arquivos escolares. Tal panorama indica que a gestão documental ainda é concebida como tarefa periférica, dissociada dos processos pedagógicos e das diretrizes curriculares. Conforme discutido por Costa, Aldabalde e Gerlin (2023), a articulação entre os arquivos escolares e as competências da BNCC é indispensável para transformar os registros em instrumentos de mediação cultural e apoio à aprendizagem — o que não se observa na maioria das instituições analisadas.
Além disso, os dados revelam uma fragilidade significativa na infraestrutura informacional das escolas, marcada pela ausência de espaços adequados para arquivamento, uso de métodos empíricos e inexistência de planos de classificação ou regras de temporalidade. Essa realidade está alinhada às constatações de Ferreira e Bari (2020), que identificam que a maioria das escolas públicas brasileiras não dispõe de estrutura mínima para implementação de rotinas arquivísticas sustentáveis. Os documentos, por vezes, são mantidos em locais improvisados, sem garantia de preservação, autenticidade ou acessibilidade, o que compromete tanto a memória institucional quanto o cumprimento de exigências legais.
O papel dos profissionais da educação na manutenção e valorização dos arquivos também foi problematizado nos resultados. Observou-se que a formação docente, quando existente, não contempla aspectos ligados à arquivologia ou à gestão documental, o que restringe o uso pedagógico dos registros e perpetua práticas informais. Melo, Abrão e Rios (2023) destacam que a atuação de arquivistas como docentes pode contribuir para preencher essa lacuna, oferecendo uma abordagem técnica capaz de conectar os fundamentos da arquivística ao cotidiano escolar. Essa formação é essencial para que o corpo docente compreenda os arquivos não apenas como suporte burocrático, mas como dispositivos que representam narrativas, trajetórias e identidades escolares, como defendem Gomes e Silva (2025) e Fontes e Aldabalde (2023).
Por fim, os resultados também indicam que há potencial para apropriação dos arquivos como recursos pedagógicos, desde que haja sensibilização institucional e suporte formativo contínuo. As experiências relatadas em contextos onde documentos foram utilizados em atividades educativas revelam possibilidades de integração entre memória institucional e projetos didáticos, conforme propõem Costa e Gerlin (2022) ao discutirem práticas de mediação cultural. Nesse sentido, reforça-se que os avanços na cultura arquivística escolar não dependem apenas de infraestrutura ou normatização, mas também de um movimento coletivo de valorização da informação como bem público e eixo transversal das práticas pedagógicas.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A partir dos dados obtidos e da análise realizada, conclui-se que a cultura arquivística no ambiente escolar permanece como um campo subvalorizado e fragmentado, tanto na dimensão administrativa quanto na pedagógica. A pesquisa evidenciou que as escolas operam sem diretrizes institucionais claras para gestão documental, com estruturas físicas precárias e rotinas arquivísticas desenvolvidas de forma empírica e desarticulada. O arquivo escolar, embora reconhecido como repositório da memória institucional, segue sendo utilizado majoritariamente como instrumento burocrático, sem inserção efetiva nas práticas pedagógicas ou nos projetos formativos.
Verificou-se que os docentes, em geral, não recebem formação específica sobre gestão documental, o que compromete sua capacidade de manejar registros escolares de forma crítica e produtiva. A ausência de inserção dos conteúdos arquivísticos nos currículos formativos reforça práticas improvisadas e dificulta o reconhecimento da documentação como recurso pedagógico e como instrumento de cidadania informacional. Essa lacuna corrobora os achados da literatura, que denunciam a desconexão entre os saberes da arquivologia e os cotidianos escolares.
Ao articular os resultados aos referenciais teóricos, torna-se evidente que o fortalecimento da cultura arquivística nas escolas exige ações coordenadas em três eixos fundamentais: formulação de políticas institucionais de gestão documental, investimento em infraestrutura arquivística e qualificação da formação docente. A superação dos obstáculos identificados passa por compreender os arquivos escolares como dispositivos de memória, planejamento, transparência e identidade. Portanto, esta pesquisa contribui ao apontar caminhos possíveis para que a documentação educativa deixe de ser apenas um registro obrigatório e passe a ocupar lugar central no projeto pedagógico das instituições.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
COSTA, Fabíola Pereira; GERLIN, Meri Nadia Marques. Mediação cultural nas escolas com o aporte dos materiais de arquivos e com o suporte das competências da Base Nacional Comum Curricular. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, São Paulo, v. 18, n. 2, p. 1–20, 2022. Disponível em: https://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/1853. Acesso em: 19 jul. 2025.
COSTA, Fabíola Pereira; ALDABALDE, Taiguara Villela; GERLIN, Meri Nadia Marques. Arquivos e educação no Brasil: as práticas de mediação cultural e a Base Nacional Comum Curricular. Ágora: Arquivologia em Debate, Florianópolis, v. 33, n. 66, p. 1–20, 2023. Disponível em: https://agora.emnuvens.com.br/ra/article/view/1146. Acesso em: 19 jul. 2025.
FERREIRA, Shirley dos Santos; BARI, Valéria Aparecida. Gestão da documentação dos arquivos escolares no Brasil. Aracaju: Universidade Federal de Sergipe, 2020. Disponível em: https://ri.ufs.br/bitstream/riufs/12325/2/GestaoDocArquivosEscolares.pdf. Acesso em: 19 jul. 2025.
FONTES, Leonardo Augusto Silva; ALDABALDE, Taiguara Villela. Por uma iniciação na cultura arquivística: o papel sociocultural dos arquivos e o arquivista como mediador cultural. Revista Acervo, Rio de Janeiro, v. 36, n. 3, p. 1–37, set./dez. 2023. Disponível em: https://revista.an.gov.br/index.php/revistaacervo/article/view/1999. Acesso em: 19 jul. 2025.
GOMES, Priscila Ribeiro; SILVA, Eliezer Pires da. Memória, arquivo e cultura escolar: aproximando conceitos. In: MALVERDES, André; MORAES, Margarete Farias de; SILVA, Luiz Carlos da (Orgs.). Multiverso arquivístico: ensino e pesquisa na Arquivologia brasileira. Vitória: Antíteses Editora, 2025. p. 135–145. Disponível em: https://drive.google.com/file/d/18l1gTP8txmjHP_9jN9EzdMcZG0TYTxhH/view Acesso em: 18 jul. 2025.
HEYNEMANN, Cláudia Beatriz; POMBO, Nívia. O arquivo como objeto: cultura escrita, poder e memória. Revista Acervo, Rio de Janeiro, v. 36, n. 3, p. 1–9, set./dez. 2023. Disponível em: http://revista.an.gov.br/article/view/2158 Acesso em: 18 jul. 2025.
MELO, Katia Isabelli; ABRÃO, Aline Lima; RIOS, Mariana Silva. O profissional arquivista como docente: cenário atual e reflexões sobre o tema. Brasília: Universidade de Brasília, 2023. Disponível em: http://arquivistica.fci.unb.br/wp-content/uploads/tainacan-items/476350/971212/O-profissional-arquivista-como-docente.pdf. Acesso em: 19 jul. 2025.
MOEHLECKE, Sabrina. Neoinstitucionalismo e políticas educativas: arranjos institucionais na gestão escolar. Educação & Sociedade, Campinas, v. 56, n. 50, p. 1–20, 2018. Disponível em: https://siteal.iiep.unesco.org/sites/default/files/sit_investigacion_pdf/2218.pdf. Acesso em: 19 jul. 2025.
RIBEIRO, Luís Távora Furtado; SILVA, Samara Mendes Araújo; CASTRO, Francisco Mirtiel Frankson Moura. Perspectivas sobre formação docente: experiências contemporâneas e contextos curriculares. Fortaleza: EdUECE, 2022. Disponível em: https://www.uece.br/eduece/wp-content/uploads/sites/88/2022/03/Ebook-Col.-Pra%CC%81ticas-Educativas-Perspectivas-sobre-formac%CC%A7a%CC%83o-docente-Versa%CC%83oFinal-1.pdf. Acesso em: 19 jul. 2025.
RODRIGUES, Fernanda da Silva; GOMES, Priscila Ribeiro. Arquivologia e educação: múltiplas abordagens. Revista P2P e Inovação, Rio de Janeiro, v. 10, n. 2, p. 1–25, 2022. Disponível em: https://revista.ibict.br/p2p/article/download/5628/5193?inline=1. Acesso em: 19 jul. 2025.
SANTOS, Ana Carolina Sabino dos; FELÍCIO, Helena Maria dos Santos. A ação orientadora na residência pedagógica: exaustão mental e a transposição do trabalho docente na pandemia. Revista Brasileira de Pesquisa sobre Formação de Professores, Belo Horizonte, v. 17, n. 36, p. 1–20, 2025. Disponível em: https://doi.org/10.31639/rbpfp.v17.i36.e789. Acesso em: 19 jul. 2025.
VIDAL, Diana Gonçalves; PAULILO, André Luiz. Arquivos e educação: prática de arquivamento e memória. Revista de Educação Pública, Cuiabá, v. 29, p. 1–20, 2020. Disponível em: http://educa.fcc.org.br/pdf/repub/v29/2238-2097-REPUB-29-e9329.pdf Acesso em: 18 jul. 2025.
Área do Conhecimento