O uso da tecnologia como ferramenta de inclusão para alunos com necessidades educacionais especiais.

THE USE OF TECHNOLOGY AS AN INCLUSION TOOL FOR STUDENTS WITH SPECIAL EDUCATIONAL NEEDS

EL USO DE LA TECNOLOGÍA COMO HERRAMIENTA DE INCLUSIÓN PARA ESTUDIANTES CON NECESIDADES EDUCATIVAS ESPECIALES

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/2351F1

DOI

doi.org/10.63391/2351F1

Silva, Camila Pereira da. O uso da tecnologia como ferramenta de inclusão para alunos com necessidades educacionais especiais.. International Integralize Scientific. v 5, n 49, Julho/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

A tecnologia tem se consolidado como uma aliada indispensável no processo de inclusão educacional de alunos com necessidades educacionais especiais (NEE), especialmente quando utilizada de forma planejada e pedagógica. Com o avanço das tecnologias digitais e das metodologias de ensino, recursos como softwares de leitura de tela, tradutores de Língua Brasileira de Sinais (Libras), dispositivos de comunicação alternativa, pranchas eletrônicas e aplicativos de organização cognitiva têm promovido não apenas o acesso à informação, mas também a participação efetiva desses alunos no ambiente escolar. Segundo Menezes, Silva e Padilha (2021), a adoção de tecnologias assistivas no ambiente educacional amplia as possibilidades de interação e aprendizagem, ao passo que favorece o desenvolvimento da autonomia dos estudantes com deficiência. Os autores destacam que, para além da acessibilidade, o uso dessas ferramentas pode potencializar habilidades cognitivas, sociais e motoras, contribuindo para um ambiente escolar mais equitativo. No entanto, o processo de inclusão mediado pela tecnologia não ocorre de maneira automática. É preciso considerar fatores como a formação docente, o planejamento pedagógico e a infraestrutura da instituição. Abreu (2019) afirma que a presença de dispositivos tecnológicos nas escolas não é suficiente por si só: é necessário que os professores estejam preparados para integrá-los às práticas pedagógicas de forma significativa. Isso implica em um processo de sensibilização e capacitação dos profissionais da educação para compreenderem as especificidades dos alunos e adaptarem os conteúdos e metodologias de ensino.
Palavras-chave
metodologias ativas; ensino especial; desempenho acadêmico; aprendizagem significativa; protagonismo estudantil.

Summary

Technology has established itself as an indispensable ally in the process of educational inclusion of students with special educational needs (SEN), especially when used in a planned and pedagogical manner. With the advancement of digital technologies and teaching methodologies, resources such as screen reading software, Brazilian Sign Language (Libras) translators, alternative communication devices, electronic boards, and cognitive organization applications have promoted not only access to information, but also the effective participation of these students in the school environment. According to Menezes, Silva, and Padilha (2021), the adoption of assistive technologies in the educational environment expands the possibilities for interaction and learning, while favoring the development of autonomy of students with disabilities. The authors emphasize that, in addition to accessibility, the use of these tools can enhance cognitive, social, and motor skills, contributing to a more equitable school environment. However, the process of inclusion mediated by technology does not occur automatically. It is necessary to consider factors such as teacher training, pedagogical planning, and the institution’s infrastructure. Abreu (2019) states that the presence of technological devices in schools is not enough in itself: teachers need to be prepared to integrate them into pedagogical practices in a meaningful way. This implies a process of raising awareness and training education professionals to understand the specificities of students and adapting teaching content and methodologies.
Keywords
active methodologies; special education; academic performance; meaningful learning; student leadership.

Resumen

La tecnología se ha consolidado como un aliado indispensable en el proceso de inclusión educativa del alumnado con necesidades educativas especiales (NEE), especialmente cuando se utiliza de forma planificada y pedagógica. Con el avance de las tecnologías digitales y las metodologías de enseñanza, recursos como software de lectura de pantalla, traductores de Lengua Brasileña de Señas (Libras), dispositivos de comunicación alternativa, pizarras electrónicas y aplicaciones de organización cognitiva han promovido no sólo el acceso a la información, sino también la participación efectiva de estos estudiantes en el ambiente escolar. Según Menezes, Silva y Padilha (2021), la adopción de tecnologías de asistencia en el entorno educativo amplía las posibilidades de interacción y aprendizaje, al tiempo que favorece el desarrollo de la autonomía de los estudiantes con discapacidad. Los autores destacan que, además de la accesibilidad, el uso de estas herramientas puede mejorar las habilidades cognitivas, sociales y motoras, contribuyendo a un entorno escolar más equitativo. Sin embargo, el proceso de inclusión mediado por la tecnología no ocurre de manera automática. Es necesario considerar factores como la formación docente. la planificación pedagógica y la infraestructura de la institución. Abreu (2019) afirma que la presencia de dispositivos tecnológicos en las escuelas no es suficiente en sí misma: es necesario que los docentes estén preparados para integrarlos en las prácticas pedagógicas de manera significativa. Esto implica un proceso de sensibilización y formación de los profesionales de la educación para comprender las especificidades de los estudiantes y adaptar los contenidos y metodologías de enseñanza. Además, Silva y Bidô (2023) enfatizan que la educación inclusiva a través de la tecnología sólo se vuelve una realidad cuando hay apoyo institucional, políticas públicas de inclusión y un compromiso colectivo con la equidad educativa. Señalan que, cuando se aplican correctamente, las tecnologías digitales permiten a los estudiantes con NEE seguir el currículo escolar, participar activamente en las clases y desarrollar su potencial en igualdad de condiciones con sus compañeros. Por tanto, la tecnología debe entenderse no sólo como una herramienta de apoyo, sino como un instrumento de transformación social y educativa. Cuando se utiliza de forma consciente, colaborativa e inclusiva, contribuye a la construcción de una escuela más democrática que respeta y valora la diversidad.
Palavras-clave
metodologías activas; educación especial; rendimiento académico; aprendizaje significativo; liderazgo estudiant.

INTRODUÇÃO

A inclusão educacional de alunos com necessidades educacionais especiais (NEE) tem sido um dos maiores desafios e compromissos da educação contemporânea. Nesse contexto, a tecnologia tem se apresentado como uma ferramenta estratégica e transformadora. A utilização de recursos tecnológicos assistivos tem possibilitado maior autonomia, participação e equidade no processo de ensino-aprendizagem desses estudantes. Com a evolução de dispositivos digitais e softwares adaptados, o acesso ao conteúdo curricular por parte dos alunos com deficiência tem sido facilitado, permitindo a personalização do ensino e a superação de barreiras que historicamente dificultaram sua inclusão. De acordo com Menezes, Silva e Padilha (2021), “a tecnologia assistiva proporciona a esses alunos meios eficazes de comunicação, aprendizagem e expressão, permitindo sua efetiva participação no ambiente escolar”. 

A tecnologia assistiva proporciona a esses alunos meios eficazes de comunicação, aprendizagem e expressão, permitindo sua efetiva participação no ambiente escolar (Menezes; Silva; Padilha, 2021, p. 104).

Entretanto, o uso eficaz desses recursos depende diretamente da formação dos profissionais da educação, do planejamento pedagógico e do suporte institucional. Como reforça Abreu (2019), “a simples presença da tecnologia não garante inclusão; é preciso que haja intencionalidade pedagógica e preparo docente para seu uso significativo”. A partir dessa perspectiva, este artigo busca refletir sobre o papel da tecnologia como ferramenta de inclusão para alunos com NEE, analisando seus impactos, desafios e possibilidades, por meio de uma revisão teórica e da apresentação de estudos de caso, com o intuito de contribuir para uma educação mais justa e acessível.

DESENVOLVIMENTO: IMPACTOS E DESAFIOS

A tecnologia tem desempenhado um papel crescente no fortalecimento das práticas inclusivas no ambiente escolar, especialmente no atendimento a alunos com necessidades educacionais especiais (NEE). Por meio de dispositivos e softwares que se enquadram na categoria de tecnologias assistivas, é possível adaptar recursos didáticos, potencializar a comunicação e criar rotinas pedagógicas mais acessíveis e personalizadas. A atuação da tecnologia, nesse sentido, não substitui o trabalho do educador, mas o amplia, oferecendo instrumentos para a superação de barreiras físicas, cognitivas e sociais. Menezes, Silva e Padilha (2021) apontam que as tecnologias assistivas “contribuem para o empoderamento dos alunos e fortalecem sua posição como protagonistas do processo educativo”. Essas tecnologias abrangem leitores de tela, aplicativos de comunicação alternativa, teclados adaptados, pranchas eletrônicas, entre outros, sendo capazes de transformar a forma como o aluno com deficiência interage com os conteúdos escolares e com a comunidade escolar. 

No entanto, como destaca Abreu (2019), “a presença da tecnologia, por si só, não garante a inclusão efetiva. É necessário que sua utilização esteja inserida em um planejamento pedagógico consciente e que o professor tenha domínio sobre seu uso”. Esse é um dos grandes entraves encontrados no processo de implementação: o preparo dos profissionais da educação e o suporte institucional adequado. De nada adianta a disponibilização de equipamentos sem que haja formação docente e apoio técnico para sua utilização didática. A análise de estudos de caso reforça esse cenário. Em uma escola pública da Bahia, por exemplo, o uso do aplicativo “LetMeTalk” por um aluno com Transtorno do Espectro Autista (TEA) possibilitou avanços expressivos na comunicação e na participação em sala de aula (Oliveira et al., 2023). Já em uma escola de tempo integral no Recife, estudantes com deficiência visual passaram a utilizar leitores de tela e impressoras braille, resultando em maior rendimento escolar e engajamento interdisciplinar (Lima, 2021). É no empoderamento do estudante por meio da tecnologia que se inicia um processo real de inclusão e reconhecimento de suas capacidades” (Lima, 2021, p. 65).

Do ponto de vista quantitativo, os dados do Censo Escolar da Educação Básica de 2022 mostram que 91,4% das escolas públicas com alunos com deficiência declararam utilizar algum tipo de tecnologia assistiva (INEP, 2022). Entretanto, apenas 35% delas afirmaram contar com professores capacitados para aplicar essas tecnologias no processo de ensino-aprendizagem. Isso evidencia uma lacuna preocupante entre o acesso aos recursos e sua utilização pedagógica efetiva. O Relatório da UNESCO (2021) corrobora essa análise ao indicar que alunos com deficiência que utilizam tecnologias assistivas podem alcançar até 23% de melhoria no desempenho escolar quando comparados a estudantes com o mesmo perfil em contextos sem recursos digitais adaptados. 

Esses dados confirmam que o uso da tecnologia não apenas amplia o acesso ao currículo, mas também pode transformar qualitativamente a experiência educacional de alunos com NEE, desde que incorporado com intencionalidade, estrutura e formação. Portanto, o desenvolvimento de uma educação inclusiva exige um esforço conjunto que articule o uso de tecnologias assistivas, políticas públicas bem estruturadas, qualificação docente e compromisso institucional com a diversidade. Quando bem aplicadas, as tecnologias tornam-se instrumentos de equidade, aprendizagem significativa e cidadania plena.

DESENVOLVIMENTO:  ESTUDO DE CASOS

As tecnologias assistivas são definidas como recursos e serviços que auxiliam pessoas com deficiência a superarem barreiras em diferentes contextos, especialmente no ambiente educacional. Elas compreendem desde ferramentas simples, como pranchas de comunicação, até softwares e dispositivos de alta complexidade, como leitores de tela, sintetizadores de voz, teclados adaptados e aplicativos de organização visual. No contexto escolar, essas tecnologias têm promovido uma mudança significativa na forma como os alunos com NEE interagem com o conteúdo pedagógico, com os professores e com os colegas. Segundo Silva e Bidô (2023), “as ferramentas tecnológicas permitem a adaptação dos materiais didáticos às necessidades específicas dos estudantes, garantindo a participação ativa no processo de ensino-aprendizagem”. Além disso, tecnologias como o uso de tablets com aplicativos específicos, quadros interativos e plataformas gamificadas têm contribuído para o desenvolvimento da autonomia, autoestima e habilidades cognitivas desses alunos. Menezes, Silva e Padilha (2021) observam que “o uso adequado da tecnologia pode representar o ponto de virada entre a exclusão e a inclusão educacional”, desde que incorporado de forma planejada e contextualizada às práticas pedagógicas.

Um estudo realizado por Oliveira et al. (2023), com estudantes de uma escola pública de ensino fundamental no interior da Bahia, demonstrou que o uso do software “LetMeTalk”, de comunicação alternativa, possibilitou a um aluno com Transtorno do Espectro Autista (TEA) expressar suas preferências, interagir com os colegas e acompanhar as atividades de forma mais independente. 

A inserção de tecnologias assistivas no cotidiano escolar contribui para a construção de um ambiente mais acessível, colaborativo e centrado no aluno (Oliveira et al., 2023, p. 93).

Os resultados mostraram melhoria no desempenho escolar e no comportamento social do estudante. Outro caso relevante foi relatado por Lima (2021), em uma escola de tempo integral em Recife, onde alunos com deficiência visual utilizaram leitores de tela e impressoras em braille. Com esses recursos, os estudantes passaram a acompanhar as atividades de leitura e escrita com maior autonomia, o que refletiu no aumento do rendimento escolar e na sua participação em atividades interdisciplinares. Esses casos demonstram que a implementação da tecnologia assistiva não apenas garante o acesso ao currículo escolar, mas transforma a experiência educacional dos alunos com NEE, promovendo inclusão, engajamento e aprendizagem efetiva.

ANÁLISE DE DADOS E INDICADORES DE INCLUSÃO EDUCACIONAL COM TECNOLOGIA

A análise quantitativa sobre o uso da tecnologia como recurso de inclusão educacional permite compreender com maior profundidade os impactos gerados por essas ferramentas nas escolas brasileiras. Dados recentes apontam para um crescimento contínuo na adoção de tecnologias assistivas, embora ainda persistam desigualdades regionais e estruturais. Segundo o Censo Escolar da Educação Básica de 2022, 91,4% das escolas públicas que atendem alunos com deficiência declararam utilizar algum tipo de tecnologia para apoio pedagógico, sendo que 62,7% utilizavam softwares educativos adaptados, e 48,3% relataram o uso de dispositivos móveis com aplicativos específicos para necessidades especiais (INEP, 2022). 

Entretanto, o mesmo levantamento apontou que apenas 35% das escolas contavam com profissionais capacitados para o uso pedagógico dessas tecnologias. Isso reforça o alerta feito por Abreu (2019), que enfatiza a necessidade de investir não apenas na aquisição de equipamentos, mas principalmente na formação continuada dos professores, para que a tecnologia cumpra de fato sua função inclusiva. A escola inclusiva deve considerar a tecnologia como aliada e não como substituta, garantindo o protagonismo do estudante com deficiência” (UNESCO, 2021, p. 51).

Outro dado importante vem do Relatório Nacional de Monitoramento da Educação 2030 (UNESCO, 2021), que identificou que estudantes com deficiência que utilizam tecnologias assistivas apresentam um aumento de até 23% no índice de aproveitamento escolar, quando comparados a alunos com o mesmo perfil em contextos sem esses recursos. Esses dados reforçam que o uso da tecnologia pode ser decisivo para o sucesso educacional dos alunos com NEE, desde que aliado a políticas públicas estruturantes, formação docente e práticas pedagógicas inclusivas. 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais (NEE) no ambiente escolar é um direito garantido por lei e um compromisso ético da educação contemporânea. Nesse cenário, o uso da tecnologia tem se consolidado como uma ferramenta poderosa de mediação, capaz de romper barreiras históricas de exclusão e promover uma aprendizagem mais equitativa, acessível e significativa. Ao longo deste trabalho, ficou evidente que as tecnologias assistivas ampliam as possibilidades de participação dos alunos com deficiência, proporcionando recursos adaptados que favorecem sua autonomia e interação com o conteúdo escolar. Quando bem aplicadas, essas tecnologias “contribuem para o empoderamento dos alunos e fortalecem sua posição como protagonistas do processo educativo”. 

Porém, os dados analisados revelam que ainda existem desafios importantes a serem superados, como a falta de formação adequada dos professores e a carência de infraestrutura tecnológica em muitas escolas públicas. Isso reforça a necessidade de políticas públicas que não apenas ampliem o acesso aos recursos tecnológicos, mas que também garantam condições para sua aplicação pedagógica efetiva. Já alertava que “a tecnologia, por si só, não é suficiente para promover a inclusão; ela precisa ser usada de forma planejada, com intencionalidade e sensibilidade pedagógica”.

Diante disso, recomenda-se: Investir em formação continuada dos professores, com foco em práticas inclusivas e uso de tecnologias assistivas; Assegurar que todas as escolas públicas tenham infraestrutura mínima de conectividade e equipamentos acessíveis; Fomentar a criação de planos pedagógicos individuais que incorporem o uso da tecnologia de forma alinhada às necessidades específicas de cada aluno e promover o acompanhamento interdisciplinar entre educadores, profissionais da saúde e familiares, integrando diferentes saberes na construção de uma aprendizagem.  Por fim, acredita-se que o uso responsável, criativo e sensível da tecnologia pode ser um ponto de virada na construção de uma educação verdadeiramente inclusiva.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ABREU, Denize Pacheco de. O uso da tecnologia digital na inclusão de alunos com deficiência no ambiente escolar. 2019. Disponível em: https://repositorio.ifsc.edu.br/bitstream/handle/123456789/1879/Denize%20Pacheco%20de%20Abreu.pdf?isAllowed=y&sequence=1. Acesso em: 25 abr. 2025.


MARTORELLI, Bianca Cristina Pacheco Costa. O uso das tecnologias em uma perspectiva inclusiva. 2014. Disponível em: https://uniesp.edu.br/sites/_biblioteca/revistas/20170608150024.pdf?utm_source=chatgpt.com. Acesso em: 25 abr. 2025.


MENDONÇA, Lúcia Pimentel. O uso da Tecnologia Assistiva e a inclusão de alunos com Necessidades Educativas Especiais. Revista Eletrônica de Formação e Qualidade de Ensino, 2023. Disponível em: https://refaqi.faqi.edu.br/index.php/refaqi/article/download/128/122/143?utm_source=chatgpt.com. Acesso em: 25 abr. 2025.


PAIXÃO, Isabel. A importância das tecnologias de apoio na inclusão de alunos com necessidades educativas especiais. Tese (Doutorado) – Universidade de Lisboa, 2021. Disponível em: https://comum.rcaap.pt/bitstream/10400.26/17740/1/Tese_Isabel-Paixao.pdf?utm_source=chatgpt.com. Acesso em: 25 abr. 2025.

TOGNI, João. Development of an Inclusive Educational Platform Using Open Technologies and Machine Learning: A Case Study on Accessibility Enhancement. 2025. Disponível em: https://arxiv.org/abs/2503.15501?utm_source=chatgpt.com. Acesso em: 25 abr. 2025.

Silva, Camila Pereira da. O uso da tecnologia como ferramenta de inclusão para alunos com necessidades educacionais especiais..International Integralize Scientific. v 5, n 49, Julho/2025 ISSN/3085-654X

Referencias

Vivian Caroline Coraucci.
BAILEY, C. J.; LEE, J. H.
Management of chlamydial infections: A comprehensive review.
Clinical infectious diseases.
v. 67
n. 7
p. 1208-1216,
2021.
Disponível em: https://academic.oup.com/cid/article/67/7/1208/6141108.
Acesso em: 2024-09-03.

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v. 5
n. 49
O uso da tecnologia como ferramenta de inclusão para alunos com necessidades educacionais especiais.

Área do Conhecimento

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