O uso de aplicativos educativos para educandos com deficiência intelectual

THE USE OF EDUCATIONAL APPLICATIONS FOR STUDENTS WITH INTELLECTUAL DISABILITIES

EL USO DE APLICACIONES EDUCATIVAS PARA ESTUDIANTES CON DISCAPACIDAD INTELECTUAL

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/24B0F4

DOI

doi.org/10.63391/24B0F4

Oliveira, Alessandra Cristina Carvalho de. O uso de aplicativos educativos para educandos com deficiência intelectual. International Integralize Scientific. v 5, n 50, Agosto/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

O presente artigo tem como objetivo geral conceituar e analisar os aplicativos educativos para alunos com Deficiência Intelectual e como objetivos específicos, apresentar os apps, assim como os benefícios para apoiar o aprendizado de alunos com deficiências intelectuais, buscando esclarecer as dinâmicas de ensino aprendizagem a partir da utilização de recursos digitais para o desenvolvimento e a aplicabilidade de tarefas e atividades que estimulem e desenvolvam processos cognitivos, sociais e de aprendizagens nas crianças. Com isso expõe os direitos ao acesso a escola e aos recursos de suporte e apoio ao desenvolvimento, sabendo que a aprendizagem é composta por um conjunto de recursos estruturados em âmbito físico, tecnológico e intelectual, com o objetivo de conhecer e reconhecer tanto os fatores de necessidades dos educandos portadores de DI quanto as possibilidades de recursos para o avanço destes em conhecimento de novas habilidades que ocorrem a partir do uso de Apps Educativos.
Palavras-chave
aprendizagem; apps educativos; deficiência intelectual.

Summary

The general objective of this article is to conceptualize and analyze educational apps for students with intellectual disabilities. The specific objectives are to present these apps and their benefits for supporting the learning of students with intellectual disabilities. This article seeks to clarify the teaching-learning dynamics of using digital resources to develop and implement tasks and activities that stimulate and develop cognitive, social, and learning processes in children. This article also addresses the rights to access school and developmental support resources, recognizing that learning is comprised of a set of structured resources across physical, technological, and intellectual dimensions. The article aims to understand and recognize both the needs of students with intellectual disabilities and the potential resources available to advance their knowledge of new skills that arise using educational apps.
Keywords
learning; educational apps; intellectual disability.

Resumen

El objetivo general de este artículo es conceptualizar y analizar aplicaciones educativas para estudiantes con discapacidad intelectual. Los objetivos específicos son presentar estas aplicaciones y sus beneficios para apoyar el aprendizaje de estudiantes con discapacidad intelectual. Este artículo busca aclarar la dinámica de enseñanza-aprendizaje del uso de recursos digitales para desarrollar e implementar tareas y actividades que estimulen y desarrollen los procesos cognitivos, sociales y de aprendizaje en los niños. Este artículo también aborda el derecho a acceder a recursos de apoyo escolar y para el desarrollo, reconociendo que el aprendizaje se compone de un conjunto de recursos estructurados que abarcan las dimensiones física, tecnológica e intelectual. El artículo busca comprender y reconocer tanto las necesidades de los estudiantes con discapacidad intelectual como los recursos potenciales disponibles para desarrollar su conocimiento de nuevas habilidades que surgen mediante el uso de aplicaciones educativas.
Palavras-clave
aprendizaje; aplicaciones educativas; discapacidad intelectual.

INTRODUÇÃO

A educação é a base fundamental para o desenvolvimento das crianças que chegam ao ambiente escolar ainda pequenos e onde passarão um longo período até a adolescência, o propósito do ambiente escolar está em mediar o conhecimento de maneira didática e possibilitar os processos de interações entre os seus participantes, educandos, educadores, com isso a busca pela inclusão de toda criança na escola com direito do ensino de qualidade, que atenda às necessidades e demandas dos seus educandos e de suas especificidades (Brasil, 1996).

A garantia pelo direito a educação é dada a toda a criança independentemente da existência de uma deficiência ou transtorno, compreendendo que o espaço educacional é um gerador de possibilidades de crescimento e qualidade de vida, a convivência social ocorrida no processo de estar presente no grupo de crianças faz parte do ensino a partir da comunicação, de fatores emocionais ocorridas, além da estrutura física e metodológica necessária para receber e atende-las permitindo que a escola seja um espaço possível e seguro a todos (Brasil, 1996).

Sabe-se que nem sempre foi assim e que as modificações sociais e de direitos ocorrem conforme a sociedade vai se desenvolvendo, e ode outrora ocorria a exclusão ou a segregação passa a ter a inclusão como fator humano determinante, desde o direito ao acesso a escola até a modificação de um termo que soa pejorativo para uma criança com uma deficiência, as modificações ocorrem e se torna possível alinhar direitos a valores humanos, o aprender é um direito de todos (Veltrone et al, 2012).

Crianças com Deficiência Intelectual (DI), estão presentes nas escolas e suas variações em relação as características dos sintomas da deficiência são determinantes para a prática do ensino de maneira elaborada e direcionada conforme a Lei de Diretrizes e bases da Educação (LDB) orienta, que desde o acesso a escola ao suporte necessário para o educando portador de uma deficiência (Brasil, 1996) se é necessário a busca por inclusão e desenvolvimento deste educando.

A DI, pode ocorrer por uma grande diversidade de fatores ocasionados, desde o período gestacional até o nascimento de uma criança, podendo ser observado a partir de sintomas que indiquem atrasos no desenvolvimento motor, no desenvolvimento de linguagem e social, variando de leve a grave, podendo ser observado antes do período escolar em casos mais graves ou somente após a inserção na escola em casos leves (DSM-V, 2022).

Uma vez que a escola é um ambiente de inclusão faz parte da sociedade, ferramentas importantes surgem com o objetivo de contribuir com o desenvolvimento de crianças com DI, os Aplicativos (APP) Educativos, possibilitando aos educandos com DI desenvolver a aprendizagem de maneira lúdica e motivadora a partir de recursos direcionados e estruturados para a prática do ensino inclusivo, junto com as tecnologias a educação vem se transformando e proporcionando o alcance de  maiores áreas de conhecimento tecnológico, tendo o educador o papel de mediar o conhecimento que será transmitido ao educando para que a interação com um App Educativo que permitam a desenvolvimento de habilidade e que os conhecimentos já desenvolvidos no educando sejam reforçados (Hitzschky et al, 2016).

Ao ser usado um App educativos o educador possibilita a contribuição do ensino a partir de metodologias ativas direcionadas as necessidades dos educandos, com isso os aplicativos que  são softwares desenvolvidos para dispositivos móveis (smartphones, tablets) ou computadores, passam a fazer parte do desenvolvimento do educando com DI potencializando e diversificando os recursos utilizados em sala de aula (Volpato et al, 2017).

Um App educativo trago como exemplo é o do jogo da memória, que tem por sua elaboração a possibilidade de interação por interfaces claras, intuitivas, com ícones grandes, possibilitando a estimulação de maneira sensorial do educando com DI partir de figuras, sons e animações, com o objetivo do educando desenvolver habilidades cognitivas, efetuando os processos do jogo pelo toque na tela do dispositivo utilizado, escolhendo as imagens a serem visualizadas memorizadas assim encontrando seus pares, com a possibilidade de uma grande quantidade de tentativas buscando reforçar seu avanço conseguindo assim concluir a tarefa proposta do jogo (Neves & Kanda, 2016 apud Oliveira et al, 2022).

O educador é o que leciona os conteúdos determinados para o ensino e o intermediador das práticas aplicadas, por este motivo é importante que este busque o aprimoramento e a continuidade da sua formação, tornando-se conhecedor de ferramentas digitais, com o compromisso de acompanharem e se integrarem de maneira direta as modificações sociais e tecnológicas, conhecendo e utilizando Apps educativos e criando pontes de acesso nas práticas de ensino aprendizagem. (Moldeski 2019, apud Nogueira, 2021).

O educando com DI tem suas habilidades diante dos demais educandos reduzidos, mas isso não o torna incapaz de aprender à sua maneira, assim, por mais que se busque incluir mediante ao uso de Apps Educativos é importante que o educador não determine o que pode ou não ser aprendido por um educando independente da sua condição, assim o educador deve utilizar recursos que fortaleçam o desenvolvimento do educando contribuindo para os seus avanços, linguísticos e sociais (Andrade, 2022).

DESENVOLVIMENTO

Por um longo período da história o termo utilizado para os portadores de Deficiência Intelectual (DI) era o de retardo mental, tendo a nomenclatura modificada para que fosse menos depreciativo aos educandos, possibilitando um novo quadro social destes a partir da significação que o termo Deficiência Intelectual passa a ocupar no ambiente educacional e social da criança (Veltrone et al, 2012).

A busca pela inclusão no ambiente educacional de crianças portadoras de deficiências seja física ou intelectuais, transtornos globais do desenvolvimento ou superdotação, garantidas pela legislação que determina os direitos de todas as crianças a estarem presentes no ambiente escolar e não somente isso, mas de participarem e de receberem suporte direcionado e específico para a aprendizagem e o desenvolvimento ocorrerem  (Brasil, 1996).

A legislação determina uma gama de processos e estruturas educativas para o atendimento de crianças direcionadas a educação especial, como o direito ao apoio especializado, currículos, técnicas e métodos para o atendimento das crianças com alguma deficiência, a especialização dos educadores mediante as demandas existentes em sala de aula, ou seja, que o educador compreenda quais as dinâmicas necessárias para a prática de ensino com o educando que porte uma deficiência (Brasil, 1996).

Como o Atendimento Educacional Especializado (AEE), que a prática educativa inclusiva garante o acesso ao atendimento inclusivo e especializado tendo como objetivo diminuir as barreiras na aprendizagem e permitir a possibilidade de participar da sociedade de maneira ativa a partir do desenvolvimento do educando portador de uma deficiência (Veltrone et al, 2012). 

A AEE tem em suas práticas as salas de Recursos Multifuncionais compreendido como uma sala com uma composição de atividades e recursos de acessibilidade organizados pedagogicamente direcionados a adicionar na formação de educandos com deficiência e transtornos do desenvolvimento, apoiando-os e suplementando a formação dos educandos, não substituindo o ensino regular e sua participação com outras crianças, mas dando ao educando o acesso a matrícula em duas vertentes de ensino, a do ensino regular e a do ensino especializado sendo esse um recurso de apoio ao desenvolvimento do educando através da do uso de Tecnologia assistiva (Andrade, 2022).

Os educandos de AEE exercem o trabalho com uma diversidade de crianças com deficiências, isto é atendem crianças com transtornos de aprendizagens variados, e com necessidades de suporte especializado, por este motivo é importante que a especialização para a compreensão de deficiências e transtornos de aprendizagem, trazendo a Deficiência Intelectual como exemplo o educador precisa compreender os desafios que cada criança enfrenta para se desenvolver a partir dos déficits intelectuais e adaptativos que são presentes nestes e nos seus níveis de suporte e acompanhamento educacional (Andrade, 2022).

Com isso pode ser compreendido que não basta somente conhecer e reconhecer os recursos utilizados para ensinar os educandos com necessidades especiais, mas também conhecer quais os critérios da deficiência, suas comorbidades, assim para que uma criança possa ser diagnosticada com Deficiência Intelectual segundo o DSM-V é necessário a existência de um grupo de critérios de diagnóstico que caracterizam os déficits nas funções intelectuais e adaptativos aos desenvolvimento da criança (DSM-V, 2022).

As características para o diagnóstico de DI caracterizado pelos déficits em habilidades mentais de maneira geral, gerando comprometimento e prejuízo no funcionamento da criança no seu cotidiano em comparação a outras crianças na mesma faixa etária de idade determinante ao período específico do desenvolvimento infantil, assim se faz necessário ao observar tais sintomas em uma criança, que seja orientado a busca por profissionais que efetuem os testes adequados para a compreensão do quadro, testes neuropsicológicos estruturados para que a partir do diagnóstico a escola passe a atender a criança conforme suas habilidades de desenvolvimento (DSM-V, 2022).

Exemplos de DI e suas causas variam de caso para caso, indo de falta de determinados no processo gestacional em variáveis como problemas nos cromossomos causadores de Síndromes como a de Down, a do X frágil, Prader Willi entre outras, desalinho de genes como causadores de malformações cerebrais como a microcefalia, influências ambientais como a exposição a produtos químicos; a utilização de drogas pela mulher no período gestacional; no processo de aproximação por complicações na gravidez ou doenças como a diabetes ou problemas renais; em questões de complicações no parto ou prematuridade extrema; ou no processo da infância após o parto, onde a DI pode ocorrer por acometimento de uma doença infecciosa, um traumatismo craniano;  desnutrição extrema na criança, para toda situação e circunstâncias a criança deve receber os cuidados e o tratamento de maneira assertiva e adequada possibilitando assim que esta tenha um melhoramento da sua saúde e da sua qualidade de vida diante da sua condição (Ke & Liu, 2015).

Diante das variações pré existentes para a DI ocorrer, é importante o acompanhamento ao desenvolvimento da criança uma vez que os sintomas consistem na gravidade do transtorno cerebral, como os atrasos no desenvolvimento motor, no desenvolvimento de linguagem e social da criança, com variações de níveis de leves a graves, onde os graves podem ser observados na infância que antecede ao período escolar e os níveis leves no período em que a criança já está inserida no ambiente escolar, destacando assim as dificuldades de aprendizagem da criança (DSM-V, 2022).

Os atrasos que por vezes ocorrem em educandos com DI estão ligados ao seu desenvolvimento de comunicação, se expressar pode ser um grande desafio por falta de repertório nos casos de maior gravidades, em casos leves a comunicação ocorre mas com uma estrutura linguística empobrecida, falando por vezes poucas palavras, as percepções da criança diante ao ambiente e os estímulos recorrentes também são menores, e os atrasos em processos cognitivos são destacados no ambiente escolar por serem fatores determinantes para o processo de aprendizagem, como o raciocínio, a compreensão para a realização de cálculos, a abstração é afetada conforme a gravidade da DI, com baixa capacidade de concentração e memória vaga, emocionalmente imaturos e impulsivos, pouca coordenação motora, e a existentes de movimentos estereotipados em alguns casos, comportamentos destrutivos  e autodestrutivo podem fazer parte do quadro clínico de uma criança com DI (Ke et al, 2015).

Outro fator de diagnóstico da Deficiência Intelectual é o quociente de Inteligência (QI), que pode ser medido e verificado o nível de gravidade da deficiência na criança, onde em casos de DI profunda o QI da criança é menor que 20, em situações graves o nível estará entre 20 e 34 , em situações de moderado estará entre 35 e 49 e em caso de DI leve o nível estará entre 50 e 69, sendo esses dados elaborados mediante a escala de inteligência Wechsler (Ke et al, 2015).

Os dados tragos por Ke et al (2015), descrevem que a maior parcela de crianças com DI estão dentro do nível leve no teste de QI, indicando assim que estes tem capacidades de comunicação e de aprendizagens básicas, podem ter autocuidado, realizar tarefas em casa, com demonstração de prejuízo nos processos abstratos, nos casos moderados as crianças tem a capacidade de aprendizagem e pensamento lógico prejudicada, mas obtém capacidade de comunicação, nos casos graves cada característica da DI pode ser observada ainda na primeira infância, como a dificuldade na fala e um vocabulário limitado, necessitam de suporte em casa, na escola e nos demais ambientes sociais, e nos casos profundos a criança necessita de um cuidador por todo o período, não tem linguagem e nem capacidades de expressar emoções ou compreende-las, tendo como características convulsões, deficiências físicas (Ke et al, 2015).

Contudo, é certo dizer que todos os sujeitos de uma sociedade tem as suas diferenças e particularidades, independente de uma deficiência, crianças que necessitam de um maior suporte para estarem presentes na escola carregam o mesmo direito de aprender e se desenvolver de todas as outras, assim a educação inclusiva busca não somente trabalhar para que uma criança com deficiência esteja presente na escola, mas para que essa tenha acesso ao ambiente social, as tecnologias, e ao desenvolvimento de suas habilidades cognitivas, trabalhando para que o educando incorpore conhecimentos novos em seu repertório (Santos, 2012).

 E para além disso reconhecer que a criança não é a sua deficiência,  não diminuindo suas capacidades de aprendizagens ou limitando-a a uma estrutura de ensino que não seja funcional a esta, possibilitando o avanço do seu desenvolvimento não somente como educando mais como um sujeito presente na sociedade (Santos, 2012).

A educação vem se transformando juntamente com os avanços que as tecnologias proporcionam, as transformações nas maneiras de se aplicar o ensino aos educandos, alcançando maiores áreas de conhecimento mais rapidamente com a incorporação de tecnologias no ambiente escolar, trazendo para o educador o papel de mediar o conhecimento que será transmitido ao educando enquanto este interage com ferramentas tecnológicas que permitam que conhecimentos sejam reforçados ou novos conhecimentos sejam aplicados e estímulo no educando pelo educador (Hitzschky et al, 2016).

A partir de tantas tecnologias disponíveis na atualidade, como a possibilidade de criação de arte multimídia, a comunicação de forma instantânea, o acesso a toda e qualquer informação a partir de uma pesquisa na internet, e a existência de uma variedade de aplicativos, tanto os diretamente elaborados para processos educativos como alguns outros que podem ser utilizados no cotidiano como ferramentas digitais de grande potencialidade para desenvolver e incluir (Hitzschky et al, 2016, p. 5).

O conhecimento lecionado e desenvolvido em educandos com Deficiência Intelectual (DI) deve ser estruturado e elaborado conforme as habilidades já existentes e as que devem ser alcançadas a partir de estímulos educacionais aplicados pelos educadores, e as tecnológicas surgem como ferramentas de contribuição para as estimulações necessárias para o processo de ensino aprendizagem permitindo que a experiência seja menos aversiva e mais prazerosa para a criança (Moreira & Vergara, 2019, apud Nogueira, 2021).

A utilização de aplicativos e recursos digitais não substituem os educadores e os processos educacionais de maneira a limitar o educando a uma tela, mas atuam como facilitadores de ensino por meio da orientação dos educadores que passam a ser mediadores no processo de ensino-aprendizagem, criando possibilidades de interação, autonomia, utilizando metodologia ativa para a prática de ensino com o educando (Brasil, 2018).

Utilizar aplicativos educativos no ambiente educacional tende a contribuir com o ensino a partir de metodologias ativas direcionadas por vezes as necessidades dos educandos, ou seja, nesse contexto os aplicativos que  são softwares desenvolvidos para dispositivos móveis (smartphones, tablets) ou computadores, quando utilizados de maneira direcionada e estruturada se tornam recursos de apoio e potencialização do desenvolvimento dos educandos (Volpato et al, 2017).

Para a criança com DI, a aprendizagem necessita de recursos e técnicas que possibilitem avançarem nos conhecimentos lecionados em sala de aula, sabendo que os educandos com DI tem uma menor eficiência em termos de aprendizagem do que os demais educandos presentes na sala de aula, a utilização dos recursos e das técnicas de forma adequada possibilitam que adquiram habilidades como a da escrita e a da leitura, demostrando que as adaptações pedagógicas e de acessibilidade a partir de tecnologias possibilitam o desenvolvimento a partir de estimulações para o desenvolvimento cognitivo da criança (Ke et al, 2015).

Os benefícios recorrentes ao desenvolvimento do educando com DI ao utilizar recursos de aplicativos educativos no  processo de aprendizagem está diretamente ligado a possibilidade de personalização do objeto determinando no aplicativo ao resultado a ser alcançado pelo educando, trazendo em práticas ativas o uso da tecnologia para o avanço cognitivo do educando, utilizar de forma estratégica aplicativos que atendam as demandas de necessidades, possibilitando retornos positivos e significativos para o desenvolvimento dos educandos com DI (Pavão  et al, 2020).

Os aplicativos educativos surgem como ferramentas geradoras de possibilidade de ensino mais inclusivo, ético, e quando elaborados e utilizados de maneira direcionada e adequada com elementos fidedignos e de boa qualidade, permitindo o desenvolvimento do educador e do educando em distintas habilidades (Brasil, 2018).

O uso tecnológico está presente em todas as  diferentes áreas do cotidiano da sociedade, se tornando parte de todos os espaços de forma natural, despercebidamente se instalou na vida de maneira geral, a utilização de aplicativos para acessos acadêmicos, sejam estes administrativos sejam educativos estão presentes em todos os espaços educacionais, tecnologia estas que possibilitam conhecimentos utilizando de princípios científicos para serem aplicados ao planejamento, à construção do ensino  em um determinado tipo de atividade (Kenski, 2021).

A partir disso se desenvolve aplicativos direcionados ao desenvolvimento e o ensino de educandos com DI, buscando utilizar tecnologias digitais de maneira estruturada, organizada e direcionada as especificidades dos educados contribuindo para que estes avancem nos conhecimentos adquiridos a partir da utilização do aplicativo tanto na escola como na sua casa, fazendo possível acessar para conteúdo para reforçarem as aprendizagens aplicadas em sala de aula pelos educadores (Andrade, 2022).

Para educandos com DI o estímulo constante e contínuo para que a aprendizagem ocorra é indiscutível uma vez que o prejuízo cognitivo existente neste é um fator significativo para a aprendizagem e com o QI abaixo da média sendo fator de insuficiência diante das habilidades socioemocionais, de autocuidado, e de aprendizagens como a leitura e a escrita, conforme descreve Santos (2012): “A deficiência intelectual não significa, necessariamente, uma incapacidade, já que está se refere à impossibilidade, mesmo que momentânea, de atuação específica” (AAIDD, 2011; OMS, 1995; American Psychiatric Association, 1995, Santos, 2012).

Assim recursos como aplicativos educativos são ferramentas que possibilitam o avanço do ensino para os educandos com DI, um exemplo de aplicativos educativos são os jogos digitais que trabalham com processos lúdicos e são utilizados para o processo de aprendizagem a partir de brincadeiras e jogos que proporcionem motivação para a realização da tarefa a partir de um contexto digital sendo um recurso da atualidade mas que proporciona algo que ocorre a muito tempo com os seres humanos que é o utilizar o lúdico de diversas formas e desenvolver-se a partir disso (Oliveira, et al 2022).

Os aplicativos (App) de jogos podem proporcionar uma estruturação direcionada as necessidades de desenvolvimentos dos educandos com DI de maneira direta, uma vez que a elaboração de uma estrutura de jogo ou brincadeira se faz necessário o uso de processos cognitivos, esses podem ser já existentes e utilizar o jogo fortalecerá a aprendizagem, ou podem ser inseridos novas habilidades cognitivas ao educando com um App de jogo com tarefas estruturadas com o objetivo de realizar processos curtos, sendo realizados por diversas vezes pelo educando (Oliveira et al, 2022).

No modelo de App de jogos pode ser utilizado o jogo da memória, a interação por meio de interfaces claras, intuitivas, com ícones grandes, possibilita a interação entre o educando e o recurso pelo toque na tela do dispositivo utilizado para que o educando escolha as imagens a serem visualizadas memorizadas assim encontrando seus pares, avançando a novos níveis assim que o nível em que está seja concluído (Neves & Kanda, 2016 apud Oliveira et al, 2022).

O Conteúdo Pedagógico aplicado na utilização de um App deve estar  alinhado aos objetivos de aprendizagem específicos, focando em habilidades essenciais e necessárias para o desenvolvimento do educando, a capacidade de ajustar o nível de dificuldade, o ritmo, o tipo de retorno pela tarefa realizada e a prática de tentativas com erros e acertos que permitam a conclusão da atividade (Oliveira et al, 2022)

A interação necessária para que um educador utilize que Apps para a prática de ensino está ligada a necessidade de desenvolvimento social e cultural, uma vez que as potencialidades da criança são desenvolvidas através do seu meio, Vygotsky (1998, apud OLIVEIRA, 2022), sendo este o processo de desenvolvimento que leva a transformação do sujeito em sociedade (Vygostsky 1998, apud leite, 2021).

A  natureza  do  próprio  desenvolvimento  transforma-se,  do biológico no sócio histórico. O pensamento verbal não é uma forma  natural  de  comportamento,  inata,  mas  é  determinado pelo  processo  histórico-cultural  e  tem  propriedades  e  leis específicas  que  não  podem  ser  encontradas  nas  formas naturais do pensamento e do discurso. Desde que, admitamos o  caráter  histórico  do  pensamento  verbal,  teremos  que  o considerar  sujeito  a  todas  as  premissas  do  materialismo histórico, que são válidas para qualquer fenômeno histórico na sociedade  humana.  Só  pode  concluir-se  que  a  este  nível  o desenvolvimento  do  comportamento  será  essencialmente governado  pelas  leis  gerais  do  desenvolvimento  histórico  da sociedade humana (Vygotsky, 1998, apud Leite, 2021)

Para que Apps educativos sejam eficazes no ensino os recursos de multimídia devem ser desenvolvidos com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento de maneira sensorial e cognitiva, assim a utilização de áudios, vídeos de orientação, imagens e animações podem reforçar a partir do lúdico os conceitos de desenvolvimento que serão trabalhados com o educando tornando a aprendizagem possível por intermédio da interação e das relações existentes entre os educandos, com os educadores e os familiares como mediadores simbólicos buscando o avanço da educando com DI para que assim avancem com suas possibilidades (Leite, 2021).

O mundo digital faz parte da sociedade e se desenvolve em todas as áreas humanas buscando o melhoramento dos sujeitos, assim a busca pelo aperfeiçoamento do educador para a compreensão dos Apps e até mesmo do desenvolvimento destes contribuem para a prática do ensino, com isso a elaboração de um App elaborado por educadores para educandos com DI tende a ir além das fronteiras das diversas maneiras de se lecionar, como no exemplo do MIT App Inventor trago como referência de Machado et al. (2019, apud Oliveira, 2022), sendo este uma que permite a elaboração e crianção de Apps para a plataforma Android, potencializando as ferramenta pedagógica intencionais e direcionadas ao educando com DI (Oliveira, 2022).

No modelo de App do jogo da memória direcionada para educandos com DI, o educador poderá trabalhar não somente com a memorização do criança mas também com a linguagem, a interação e a motivação, utilizando da ludicidade, estimulando a curiosidades dos educandos, a busca por estimulação cognitiva dos educandos está relacionada a maneira que a interação entre este e o App ocorre, ou seja a sua funcionalidade  e acessibilidade devem fazer parte de uma estrutura atrativa mediada por imagens, palavras e sons que permitam a comparação entre eles (Oliveira, 2022).

O uso do lúdico é importante para que a interação aconteça entre o educando e o App, proporcionando a possibilidade de leitura ou compreensão da imagem proposta a partir do contexto, no modelo do App jogo da memória trago por Oliveira (2022), o educando tem a noção de quantidades possíveis de jogadas e o auxílio por áudio de uma frase que o direcione a questioná-lo qual é a palavra a com instruções das letras formando as sílabas e a palavra ao final (Oliveira, 2022).

Ao decorrer do avanço do jogo, as memorizações são realizadas por observações dos seus pares e a comparação destes a partir de imagens ilustrativas, estimulando a criança a tocar no botão para ouvir o áudio com as sílabas que serão pronunciadas, formando assim a palavra e relacionando-a a imagem (Oliveira, 2022).

O objetivo é que o educando passe a reconhecer inicialmente por imagens os seus pares e após por assimilação dos sons das sílabas e formação de palavras correspondentes a imagem presente, permitindo assim a compreensão da figura com a linguagem, o acesso pode ser feito sem o acesso à internet e a interação com o App pode ocorrer fora do ambiente escolar (Oliveira, 2022).

A necessidade pela busca de aperfeiçoamento e conhecimento tecnológico pelo educador deve ser um processo contínuo, gerando a possibilidade de desenvolvimento de novas habilidades aprendida e transferindo-as a elementos digitais de forma estruturada, didática e direcionada as demandas existentes em sala de aula, avançando no próprio conhecimento (Pimentel, 2007, apud Soares-Leite, et al., 2012).

O educador é ferramenta essencial para intermediar a educação, seu desenvolvimento não se encerra no momento que se forma em uma área pedagógica, pois a necessidade de adquirir novos conhecimentos é intensificada ao longo do tempo, educadores tem o compromisso de acompanharem de maneira direta as modificações sociais e tecnológicas, e atribui-las ao melhoramento da aplicação do conhecimento, assim utilizar Apps educativos se tornam pontes de acesso nas práticas de ensino aprendizagem. (Moldeski 2019, apud Nogueira, 2021).

Tornar o ambiente educacional acessível as tecnologias a partir de adaptações e inserções de recursos que possibilitem o alcance da aprendizagem, além das estruturas físicas da escola, mas também nas estruturas metodológicas com o objetivo do educando com DI ser incluído, transforma o espaço educacional em um local gerador de autonomia para todos os educandos presentes, o acesso as tecnologias e aos seus recursos por meio do Apps potencializam as maneiras de ensinar e de agregar qualidade de vida ao educando com deficiência (Andrade, 2022).

Contudo é importante reforçar que o educador que está inserido no ambiente educacional deve compreender as demandas e necessidades dos seus educandos e estarem preparados para as diversidades existentes em sala de aula, uma vez que educandos com DI tem como característica o déficit intelectual, tendo suas capacidades e habilidades distintas dos demais, mas isso não determina que devem ser colocados no olhar capacitista do educador (Andrade, 2022).

Ao utilizar um App Educativo a busca por redução de barreiras de aprendizagem e inclusão no ambiente educacional possibilita um formato acessível e motivador aos educandos, os aplicativos auxiliam na inclusão do educando com DI no ambiente escolar, equiparando, em certa medida, as oportunidades de aprendizado e interação existentes em sociedade e no desenvolvimento de todos (Andrade, 2022).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Ensinar é uma tarefa geradora de possibilidades de crescimento em conhecimento para todas as crianças, isso por que é a partir do ensino aplicado ao desenvolvimento que pode ser alcançado avanços sociais, tecnológicos e humanos, podendo ser observado isso a partir do momento que se compreende a importância de se ter uma educação inclusiva e com diretrizes que permitam o acesso à educação por meio da diversidade, sendo esta das crianças presentes e dos recursos utilizados para a aplicação da educação.

A partir disso é certo dizer que a garantia de crianças com Deficiência Intelectual no ambiente escolar com direitos não somente a escola, mas também de apoio, suporte e compreensão das suas capacidades e habilidades é um fator determinante na educação pois possibilita não somente o reconhecimento, mas os educadores têm o papel fundamental de se comprometerem com os avanços necessários para a aprendizagem de educandos com DI.

A partir desse compromisso é fundamental que o educador busque ferramentas e recursos e a contínua aprendizagem para que possa ser elaborado técnicas e metodologias que sejam precursoras de novos alcances e maiores avanços para educandos com DI que estejam presentes em sala de aula, compreendendo o quadro clínico da criança e os seus atrasos na linguagem, na percepção, na cognição, concentração, memória, emoções e comportamentos permite que o educador proporcione um ambiente seguro de aprendizagem ao educando, e em casos de não se ter um quadro clínico de diagnóstico as observações do educador serão de suma importância para que a família busque os recursos para compreender as demandas da criança e a partir disso buscar o apoio e suporte necessário.

As condições para que uma criança tenha DI são diversos, desde fatores genéticos, uma doença infecciosa, até a exposição a uma queda causando um traumatismo craniano, ou seja, não somente um fator pode ocasionar a DI em uma criança, mas a partir do fator ocorrido será determinante para a compreensão do nível da deficiência e do suporte necessário.

O apoio e suporte para os educandos com DI especificamente garantidos tendo como recurso no ambiente escolar as salas da AEE busca complementar a educação a partir da Tecnologia assistiva, isso quer dizer que utiliza das tecnologias como ferramentas de aplicação do ensino a partir de recursos interativos direcionados as necessidades dos educandos ali presentes, ou seja o uso de um App Educativo pode fazer parte da estrutura desse espaço que a partir da interatividade desenvolve habilidades necessários para que um educando com DI tenha um melhoramento nas suas atividades cognitivas e sociais a partir do ensino especializado.

Com isso a utilização de Apps Educativos contribui de maneira ativa para a aplicação de processos que possam possibilitar a alfabetização de maneira lúdica desses educandos, baseados em estruturas adaptadas, por intermédio de iteração lúdica a partir de cores, formas, imagens, sons e o toque, estimulando o interesse, a concentração, a memória e tantos outros processos cognitivos e sociais necessários para que o educando faça parte do processo de ensino aprendizagem de maneira ativa.

Apps Educativos contribuem com o educando no seu desenvolvimento dentro e fora do ambiente escolar, uma vez que os aplicativos educativos podem  fornecer recursos didáticos adicionais para serem realizados em casa com o suporte de um familiar, fazendo com que o educando tenha processos de estimulação de aprendizagem de forma continuada reforçando a aprendizagem em diferentes contextos.

A interatividade digital possibilita um gama de elementos lúdicos, a partir do momento que um App se torna parte da aprendizagem aprender passa a ser divertido e menos intimidante ao educando, chamando a atenção do educando na tarefa do App este pode manter o foco por maior tempo, interagir com a atividade e concluir uma tarefa proposta sem que ocorra um sofrimento no processo, sendo este um elemento importante para educandos com DI uma vez que as dificuldades para manter o foco e concluir tarefas pode ser um desafio.

Além disso os Apps Educativos permitem que seu desenvolvimento seja feito de forma adaptativa as necessidades do desenvolvimento dos educandos com DI conforme sua faixa etária por exemplo,  adaptar o ritmo e a forma de interação permite que cada educando aprenda de acordo com suas necessidades possibilitando o desenvolvimento cognitivo e social.

Os educadores podem desenvolver Apps Educativos em seus projetos de ensino focando em habilidades específicas que precisam ser adquiridas pelos educandos, como atenção, memória, sequenciação, reconhecimento de padrões, raciocínio lógico e resolução de problemas, através de repetição e atividades graduais, como no exemplo trago do jogo da memória.

Neste exemplo de App Educativo o estímulo à Comunicação e a interação está presente no processo em que o jogo ocorre, onde a assimilação e o reconhecimento das imagens e seus pares, ou das imagens e as associações dos sons das sílabas que formaram a palavra correspondente a imagem vista, faz com que a aprendizagem seja lúdica e ativa para o educando com DI.

A tecnologia está presente nas rotinas das famílias e na sociedade de maneira geral, ignorar os recursos possíveis a partir dela é ignorar os avanços que a sociedade faz por meio dela, e já que a escola é um elemento importante e pertencente a sociedade é coerente que esta utilize dos recursos tecnológicos favoráveis as práticas de ensino como os Apps Educativos que ao serem elaborados e utilizados com direcionamento, compromisso ético, metodologia, podendo ser desenvolvidos pelos educadores conforme as demandas apresentadas em sala de aula.

A conexão de processos pedagógicos com recursos tecnológicos possibilita a interatividade a partir da acessibilidade digital, isso por que diversos recursos sensoriais são estimulados na criança para que esta realize as atividades, a estimulação visual a partir de imagens, vídeos e cores, a estimulação auditiva com músicas, sons, verbalizações de letras, sílabas e palavras, a estimulação pelo toque necessário para que a criança execute a tarefa, todos esses elementos são trabalhados ao se utilizar aplicativos educativos.

Além da possibilidade de manter a atenção do educando ao conteúdo, trabalhando o foco, a observação e a compreensão dos dados expostos de forma lúdica e interativa, sendo desenvolvido no educando fatores cognitivos importantes para o seu avanço comunicativo e social, uma vez que tais habilidades são importantes para que a comunicação com outras pessoas e crianças podem ocorrer, sabendo que fatores como a atenção, a observação estão presentes para a elaboração do ato de se comunicar, e ao ser estimulado a linguagem dos educandos a partir dos Apps Educativos proporcionam as possibilidades de um estrutura completa de processos cognitivos para a socialização.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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O uso de aplicativos educativos para educandos com deficiência intelectual

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