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Resumo
INTRODUÇÃO
Para se conhecer um povo assim como sua cultura, alguns autores dizem que é necessário conhecer sua língua, documento antigo. Pode-se observar a perseguição desta, nos ramos da referida teorias: a antropologia, a linguística, e filologia que será o embase maior deste trabalho que busca explicar na linha de um determinado tempo as transformações, culturais e assim como a veracidade,de certo documento deixado por um povo. Observa-se ainda o que está no interior destes fragmentos, qual a verdadeira intenção dos que redigiram as referidas.
Na tragédia grega, o Édipo–Rei, de Sófocles (Tragediógrafo grego), busca sua identidade, no Édipo de Alfama (Antônio Marinheiro), de Bernardo Santareno (Teatrólogo português dos 50/60) não é diferente, pois Antônio Marinheiro também busca sua identidade, não conhece seu pai, passando a conhecê após matá-lo. Do ponto de vista da sociologia geral, o indivíduo possui identidade quando se torna um ser social, quando conviver em um grupo que possa lhe tornar um ser da socialização, o termo socialização para Guy Rocher. Socialização é “o processo pelo qual ao longo da vida a pessoa humana aprende a interiorizar os elementos socioculturais do seu meio”.
Segundo Silveira Bueno (1972, p.47-48), ao conjunto dos falares trazido pelos colonizadores para a Península Ibérica dá-se o nome de substrato, ou seja, esses falares irão influir sobre a nova língua recém-trazida à região pelos conquistadores. Hoje se observarmos na linha econômica do município de Laranjeiras estado de Sergipe podemos ser grato aos árabes que nos deixa a palavra álcool, na atualidade este produto com uma produção diária de 45000 litros contribui de maneira significativa para o desenvolvimento do município.
Um povo que desconhece sua própria língua carece de identidade, e sem identidade não há pleno exercício da cidadania.
O presente trabalho tem por intuito realizar uma tentativa ao um estudo diacrônico/filológico aos documentos: trecho da solicitação de Tomé Fernandes e trecho da petição enviada aos Exmos. Snrs. Conselheiros da província, observando não só apenas na linha fonética, semântico, mas também uma análise simultânea no que diz as justificativas para convencimento aos Exmos. Snrs. Conselheiros da província.
para que tendo em consideração o bem. E interesse geral de seos provincianos se digne de sua sabedoria propor ao poder executivo a creação de vila na mencionada Povoação das Laranjeiras, e divisão da freguesia na mesma pelos motivos, que passam a expor e que a todas as luzes são os mais verídicos, e de comum intenção. Primeiramente, aquela povoação é a mais populosa, e a mais florente em seo comércio de toda província, que com verdade se pode chamar dela o empório, pois subministra para toda ela causas necessarias de que carecem os demais povoados, e até a capital, por isso que achando-se situada a fesca margem d’um rio navegável lhe favorecida pela sua posição local com influência e Negociantes, que ou lhe vem ofertar os gêneros estrangeiros, ou permutar os do país .Em segundo lugar, dista a mencionada povoação da sua capital, a cidade de São Cristóvão, o espaço de seis léguas por caminhos escabrosos, mal cultivados, cortados de rios caudalosos, como a pitanga, e Poxim, que em varias estações do ano com suas enchentes impedem o transito aos viajantes.
A Filologia, ciência esta que estuda a evolução da língua humana, dá origem às novas descobertas, busca conhecer as culturas dos povos através de documentos escritas, buscando originalidade de textos duvidosos, colocando-o em descobertas e consequentemente colocando aquele texto na época devida através das análises do texto de diversos pontos de vista: Morfológico, Sintático e Semântico assim como o estudo objetivo ou que o texto trata.
Segundo José Pereira da Silva (UERJ/CiFEFiL/ABF) Filologia é um helenismo que significa literalmente “amor à ciência”, usado a princípio com o sentido de erudição, especialmente quando interessada na exegese dos textos literários. Hoje designa, estritamente, o estudo da língua na literatura distinta, portanto da linguística. Há porém, um sentido mais lato para filologia, muito generalizado em português; assim Leite de Vasconcelos entende por filologia portuguesa “o estudo da nossa língua em toda a sua plenitude, e o dos textos em prosa e em verso, que servem para a documentar” (VASCONCELOS, 1926, 9), o que vem a ser o estudo linguístico, especialmente diacrônico, focalizado no exame dos textos escritos em vez da pesquisa na língua oral por inquérito com informantes. Neste foi o comentário que o autor fez quanto ao conceito de filologia.
Para Saussure os fatos linguísticos devem ser entendidos e investigados como fenômeno de um sistema convencional de signos orais: o objeto linguístico não se define pela combinação da palavra escrita e falada, só esta última constitui tal objeto.
CONTEXTO HISTÓRICO
No Século XIX, Laranjeiras alcança o seu apogeu, possuindo nessa época 72 engenhos de açúcar, dando à mesma uma vida econômica bastante promissora, o que levará os seus moradores a pleitearem a condição de vila, através de uma petição enviada aos Ex.º Monsenhor Conselheiro da província. A cidade de Laranjeiras está localizada a 20 km da capital do estado de Sergipe, Aracaju, sempre na linha de sua história mostra ser uma cidade princesa que encanta á muitos. Ser objeto de desejo de muito tanto no meio econômico, social, cultural entre outros.
Laranjeiras é uma cidade que há anos, possui sua economia centrada no plantio da cana-de-açúcar, no município possui três indústrias de grande porte (Votorantim cimento, Fafen), porém a Usina São José do Pinheiro tem uma influência muito grande no meio público da cidade até porque os fundadores da mesma são políticos de herança. Um fato muito relevante no município é que o agrupamento político apoiado pela Usina Pinheiro vai para as eleições com mais de 60 porcentuais de ganhar a eleição. Portanto os canavieiros vêm dominando a cidade por mais de 50 anos.
Apesar de possuir uma cultura muito rica, pontos turísticos belíssimos, mas estes não são os sustentadores da base econômica do meio. O que poderá ser mais investido e trabalhado meios que colocasse a então Antena sergipana no auge das colunas culturais.
Em 2007 a cidade passa a ganhar um laboratório que pode ser a chave libertadora desse povo. O então Presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem á Sergipe, em especial a Laranjeiras e faz a inauguração do campus universitário de Laranjeiras, que abre as portas com os cursos de museologia, arquitetura e urbanismo, dança e teatro ambos são licenciatura.
ECONOMIA DO MUNICÍPIO
A cidade de Laranjeiras está localizada a mais de 18 km da capital sergipana, cidade de grande relevância cultural e rica em seu patrimônio arquitetônico, porém ainda seu povo almeja a liberdade financeira.
O município possui uma economia considerada rica, onde possui a fábrica de cimento Votorantim, Fafem, a pouco tempo arrendada pela Unigel, e distratada, agora em junho de 2025, em meio essa duas grande fábricas, jovens buscam a vida em outro estado, como Santa Catarina, Mato grosso entre outros.
Os empregos para os laranjeirenses rodeiam a essas duas fábricas, ao município, lojas no centro da capital, feiras livres da capital, ou doméstica.
Com uma população de quase 30 mil habitantes, Laranjeiras a flora um declínio populacional, tal fato está registrado no IBGE , que conforme registro o município perdeu cerca de 5 mil habitantes para outros estados, no censo de 2018 o município possuía 29567 habitantes, em 2022 cai para 2.975 habitantes, se voltarmos a um período mais longe 2010 por exemplo possui 29.902; com renda em 2022 de R$ 205.296.125,47, e PIB per capita de R $ 38.315,91, bem não precisa ir mais profundo , para perceber que a população está diminuindo , não porque houve óbito em números grande, mas assim pelas saídas em busca de melhoria familiar. Em conversa com cinco famílias que possuem parentes fora da cidade, foram unanime a resposta que a saída foram a busca de oportunidade, e todos sempre levam amigos, parentes, basta se organizar no emprego, que já leva família e amigos.
A RESPONSÁVEL POR CERCA DE 3000 EMPREGOS DIRETOS EM ÉPOCA DE MOAGEM
A Usina São José do Pinheiro, presa por ter em seu quadro de colaboradores pessoas dessa região (Vale Cotinguiba) dando assim uma significativa contribuição quanto ao desenvolvimento sócio econômico da mesma. Na época do ano que está produzindo, a usina gera diretamente cerca de 3.000 empregos.
Além disso, em 2009 a usina passa a possuir o programa menor aprendiz questões inseridas nas áreas de mecânica industrial, mecânica de auto, eletricista de automação e auxiliar administrativo industrial. Nessas áreas os jovens agregam efetivamente seu valor à empresa com toda a sua dinâmica, criatividade e disposição na busca do seu lugar no mercado de trabalho. Outra empresa que trabalho nesta linha também é a Votorantim Cimento.
A moagem da cana-de-açúcar realizada pelas moendas resulta em caldo, que é decantado filtrado cozido e destinado à produção de açúcar e etanol. Para produzir açúcar, o caldo passa pelo processo de cristalização controlada, centrifugação e secagem, por meio do qual a sacarose se transforma em cristais de açúcar. Possui cristais finos, regulares e com alto brilho e é especial para processos alimentícios. Além do açúcar, a empresa produz álcool, melaço e energia.
Álcool anidro: é considerado um álcool anidro de boa qualidade com um grau INPM (Instituto Nacional de Pesos e Medidas) de 99,9 é obtido através da produção do mosto ( caldo + mel e água), misturado a fermento biológico após isso é submetido a uma alimentação com ureia pratense M e anti- espumantes . Geralmente é misturado à gasolina sendo utilizado como combustível para veículos e matéria prima na indústria de tintas, solventes e vernizes.
Álcool hidratado: Para se produzir do álcool hidratado, não passa pelo processo de desidratação e mantém um pouco de água, geralmente com 7%, isto com um grau INPM de 93,0. Também é utilizado como combustível, no entanto, é usado puro e não misturado à gasolina. Também é utilizado na indústria petroquímica, química e farmacêutica.
Melaço: Mel com baixa concentração de açúcar, geralmente utilizado para destilação do álcool ou vendido para alimentação animal. Na produção de álcool pode considera um melaço com um bom valor de ART (Açúcares redutores Totais) igual a 59,80% entre 60,0, ou melhor quanto menor o valor menos açúcar está ainda para alimentação da dorna, consequentemente se o valor estiver acima deste o processo industrial de açúcar estará perdendo de produzir mais açúcar.
Outra utilidade do melaço é na medicina caseira, utilizar o melaço como remédio para anemia, fazendo a mistura com fruta cujo nome é jenipapo. Além disso, usa-se também no meio cultural na preparação do “cabaú” (mistura de melaço, xadrez, sabão em pó), que é utilizado no mês de outubro na cidade na festa do Lambe-Sujo.
Energia elétrica: Para co-gerar energia nas usinas de açúcar e álcool, o bagaço (biomassa) que sobra da moagem da cana-de-açúcar é queimado em caldeiras. O vapor de alta pressão produzido por essa queima aciona as turbinas com alta eficiência que, são conectadas a geradores, produzindo energia elétrica. Esta energia é suficiente para consumo interno da usina e seu excedente é comercializado. A Bioenergia é uma energia renovável que apresenta significativa redução das emissões de gases de efeito estufa, com geração sazonal e excelente potencial de complementaridade ao perfil de geração hidrelétrica do Sistema Interligado Nacional.
Vinhaça: Subproduto da fabricação do álcool é utilizado como fertilizante no canavial da própria unidade industrial. Este por ser de grande valor nutricional para o solo. Pois é rico em potássio, fósforo entre outros.
Torta: Subproduto da fabricação do açúcar e do álcool é utilizado como fertilizante.
FAFEN (FÁBRICA DE FERTILIZANTES NITROGENADOS)
A fica no bairro Pedra Branca a 7km da sede no município, gera em torno de 500 empregos, porém infelizmente, grande maioria não é da cidade, a unidade produz ureia, amônia e sulfato de amônio, além de outros produtos como ácido nítrico e ARLA 32 (Agente Redutor Líquido Automotivo).
VOTORANTIM CIMENTOS
A unidade fica a 6km da sede, produz cimentos, argamassa, cimento específico como impermeabilizantes, e rejunte. Responsável pela geração de cerca de 650 empregos diretos.
TRECHO DA SOLICITAÇÃO DE TOMÉ FERNANDES
Pede a vossa mercê havendo respeito a ser dos primeiros e por seu ofício permanecer a terra com embarcações lhe dê de sesmaria em contemguiba para onde se acabam os Mangues Verdadeiros que chamam corropiaba, três mil brassas de terra prelo Rio asima e perâ o sul coatro mil brassas a qual terra se medirão d’onde se acabão os ditos Mangues que declara e perâ este assim e da maneira que corre o dito Rio, ressalvando pontas em seadas com as suas águas, Madeiras e pasto e receberá mercê.
O qual se pode observar as seguintes palavras Mercê que possui uma modificação fonética “você”. Contemguiba, coatro, quoal: ambos passaram por transformação semântica “Cotinguiba, quatro, qual”. D’ alguma: morfológica, pois prefixo “d” troca-se por de. Percebe-se que há o uso do dialético trazido com os negros, à língua utilizada na época, na atualidade se for realizada uma pesquisa de campo para identifica se há ainda comunidade que fala este, observa-se que ainda algumas pessoas falam coatro geralmente é introduzida pela uma criança em fase de socialização, perâ ainda há pessoas adultas queenuncia, porém enquadra-se no sociolinguístico. A sociolinguística estuda a língua com fenômeno social, Saussure diz que a língua não é do indivíduo, postula que “ela é a parte social da linguagem, exterior ao indivíduo”. Saussure não estava interessado nas relações entre a língua e a sociedade. Na verdade ele preocupa-se com o signo linguístico, com o interior da língua. Segundo ele, a língua do indivíduo podia errar, porém a da sua comunidade e não. Portanto Saussure acreditava que tinha que estudar a língua parada no instante. Nessa sincronia. Porém a língua do indivíduo varia, é influenciada, sofre transformação, é dinâmica. A esse dinamismo dá-se o nome de variação regional, ou melhor, dialetos. A palavra dialeto é usada para referir-se a uma língua de segunda classe de uma certa comunidade.
Segundo Edward Lopes o termo fonética é aplicado desde o século XIX para o estudo dos sons da voz humana, portanto a fonética vai observar como estado se coloca a língua, ou melhor, de que forma está sendo usada, e como está sendo usado instrumento vocálicos para realizar tais fins.
Quanto à semântica, Domingos Pascoal diz que “a semântica preocupa-se com as significações das palavras. Desta forma Pascoal postula a semântica Semiótica. No campo geral entende-se por semântica“a ciência das significações das línguas naturais” (Lopes, Edward. Fundamentos da Linguística contemporânea.p.232), dessa maneira essa definição mostra a diferença entre a semântica linguística, que objetiva estudar a forma do plano de conteúdo das línguas naturais.
Já a Morfologia é definida do ponto de vista da gramática que se ocupa com a estrutura e da classificação das palavras. Ou seja, de acordo com Lopes a morfologia as construções cujos constituintes mínimos fossem palavras, ou parte de palavras (prefixo, sufixos, raízes).
Prosseguimos com a petição enviada ao Ex mor. Snrs. Conselheiro da província. Onde se pode diagnosticar as referentes palavras D’ alguma, D’um: ambos passou-se por uma modificação morfológica de alguma, de um. Seos e Creação : ocorreu uma modificação fonética “seus e criação.
TRECHO DA PETIÇÃO ENVIADA APS EXMOS. SNRS. CONSELHEIROS DA PROVÍNCIA
Ilmos Exmos. Snrs. Conselheiros da província. Os cidadãos moradores na povoação das Laranjeiras desta província de Sergipe d’El Rey abaixo assinados, movidos tão somente do espírito do bem público, e só interessados em tudo o que d’alguma forma conduza a prosperidade da pátria, e bem esta dos povos, vem pela presente suplica e respeitosos, recorrer a essa Assembléia tutelar de seos direitos peculiares, para que tendo em consideração o bem. E interesse geral de seos provincianos se digne de sua sabedoria propor ao poder executivo a creação de vila na mencionada Povoação das Laranjeiras, e divisão da freguesia na mesma pelos motivos, que passam a expor e que a todas as luzes são os mais verídicos, e de comum intenção.
Primeiramente, aquela povoação é a mais populosa, e a mais florente em seo comercio de toda província, que com verdade se pode chamar dela o empório, pois subministra para toda ela causas necessarias de que carecem os demais povoados, e até a capital, por isso que achando-se situada a fesca margem d’um rio navegável lhe favorecida pela sua posição local com influência e Negociantes, que ou lhe vem ofertar os gêneros estrangeiros, ou permutar os do país.
Em segundo lugar, dista a mencionada povoação da sua capital, a cidade de São Cristóvão, o espaço de seis léguas por caminhos escabrosos, mal cultivados, cortados de rios caudalosos, como a pitanga, e Poxim, que em varias estações do ano com suas enchentes impedem o transito aos viajantes. (acervo museu da afro da cidade ).
Observa-se que a justificativa para o convencimento, da então vila das Laranjeiras foi muito real, pois já aí pode ser diagnosticado desde quando o município foi estrela dos olhos de todos. Há uma forte intenção quanto ao querer que Laranjeiras se tornasse vila. A questão econômica de Laranjeiras é muito antiga, é muito relevante, não foi ontem, nem de hoje que a cidade que possui toda sua igreja voltada o rio. Que possui um solo predominantemente massapé, rico para os plantios diversos.
A linguagem formal e respeitosa revela o estilo oficial da época, voltado a autoridades superiores. O uso de termos como “requerem”, “pedem” e referências à “província” mostra a formalidade e o procedimento burocrático comum em petições daquele período.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Portanto, nos documentos analisados identifica-se que a língua deve-se ser estudada em uma linha evolutiva, pois a mesma é dinâmica. Por meio dos dados deixados por povos de um determinado tempo pode-se perceber, conforme a correlação das mesmas;ao estudar a língua precisa levar em consideração a sua evolução, a variação e saber que a mesma é alterável. A língua não é uma entidade estática; pelo contrário, é um organismo vivo que respira, cresce e se transforma constantemente. Assim como as espécies biológicas, as línguas evoluem ao longo do tempo, adaptando-se às necessidades de seus falantes e refletindo as mudanças sociais, culturais e tecnológicas.
Sua mudança está tanto em sua pronúncia quanto no vocabulário, acompanhando a evolução vivenciada em sua linha do tempo.
Que no estudo da língua de certo povo, pode se conhecer sua cultura, sua originalidade, sua identidade, seu papel social. Assim como seu Status. A língua é também uma identidade de um povo. Percebe-se de forma clara neste trabalho a evolução que a língua segue, podemos observar não só apenas a variação histórica, mas social , regional dentre outras. A língua mediante sua utilização tem um lugar especial nos discursos seja ele político ou não. Torna-se um agente dominador.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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SOUZA, Bárbara Oliveira. Movimento Quilombola: Reflexões Sobre Seus Aspectos Políticos –Organizativos e Identitários. Trabalho apresentado na 26ª. Reunião Brasileira de Antropologia, realizada entre os dias 01 e 04 de junho, Porto Seguro, Bahia, Brasil.
Trecho da petição enviada aos Exmos. Snrs. Conselheiros da província. Conteúdo encontrado em: https://www.ibge.gov.br/cidades-e-estados/se/laranjeiras.html acesso em 07 de jun. de 2025.
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