A criança e a natureza, meu quintal como possibilidades pedagógicas

THE CHILD AND NATURE: MY SCHOOLYARD AS A PEDAGOGICAL RESOURCE

LA NIÑA Y LA NATURALEZA: MI PATIO ESCOLAR COMO POSIBILIDAD PEDAGÓGICA

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/38C582

DOI

doi.org/10.63391/38C582

Lobo, Jacqueline Herrera Estebam . A criança e a natureza, meu quintal como possibilidades pedagógicas. International Integralize Scientific. v 5, n 49, Julho/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

O estudo investiga de que forma a natureza pode se constituir como recurso pedagógico no cotidiano da Educação Infantil, especialmente a partir do uso do quintal da escola. A pesquisa foi conduzida por meio de abordagem qualitativa, com observações e análise de registros pedagógicos em uma unidade de ensino com crianças de quatro e cinco anos. Os resultados evidenciam que a vivência em espaços naturais potencializa a criatividade, a imaginação e a aprendizagem integral das crianças. O contato diário com o ambiente externo contribui para o desenvolvimento de vínculos afetivos, sociais e investigativos, fortalecendo a concepção da criança como sujeito ativo do processo educativo. O estudo conclui que é fundamental ampliar o olhar sobre o papel da natureza como promotora de experiências significativas, bem como investir na formação docente para ressignificar o espaço externo como ambiente privilegiado de aprendizagem.
Palavras-chave
educação infantil; quintal; espaço externo; natureza viva; experiência sensível.

Summary

The study investigates how nature can serve as a pedagogical resource in Early Childhood Education, especially through the use of the schoolyard. The research was conducted using a qualitative approach, with observations and analysis of pedagogical records in a preschool with four- and five-year-old children. The results show that experiences in natural spaces enhance children’s creativity, imagination, and comprehensive learning. Daily contact with the outdoor environment contributes to the development of affective, social, and investigative bonds, reinforcing the concept of the child as an active subject in the educational process. The study concludes that it is essential to broaden the perspective on nature’s role as a promoter of meaningful experiences and to invest in teacher training to reframe outdoor space as a privileged learning environment.
Keywords
early childhood education; schoolyard; outdoor space; living nature; sensitive experience.

Resumen

El estudio investiga cómo la naturaleza puede constituirse en un recurso pedagógico en la Educación Infantil, especialmente a partir del uso del patio escolar. La investigación se llevó a cabo mediante un enfoque cualitativo, con observaciones y análisis de registros pedagógicos en una unidad educativa con niños de cuatro y cinco años. Los resultados evidencian que la vivencia en espacios naturales potencia la creatividad, la imaginación y el aprendizaje integral de los niños. El contacto diario con el ambiente exterior contribuye al desarrollo de vínculos afectivos, sociales e investigativos, reforzando la concepción del niño como sujeto activo del proceso educativo. El estudio concluye que es fundamental ampliar la mirada sobre el papel de la naturaleza como promotora de experiencias significativas, así como invertir en la formación docente para resignificar el espacio exterior como un entorno privilegiado de aprendizaje.
Palavras-clave
educación infantil; patio escolar; espacio exterior; naturaleza viva; experiencia sensible.

INTRODUÇÃO

Nas últimas décadas, o avanço da urbanização e a aceleração da vida moderna têm provocado um distanciamento progressivo das crianças em relação aos ambientes naturais. Essa ruptura ocorre desde os primeiros anos de vida, já que os espaços escolares e familiares priorizam ambientes fechados, muitas vezes desconectados das vivências sensoriais e corporais que o contato com a natureza proporciona. Essa realidade urbana emparedada contrasta com as memórias afetivas de gerações anteriores, marcadas por experiências ricas em quintais, jardins e contato direto com a terra, os animais e os elementos naturais. O conceito de “desemparedar a infância” surge, nesse contexto, como um movimento necessário de reconexão com o mundo natural, especialmente no âmbito da Educação Infantil.

A literatura recente reforça que a presença da natureza no cotidiano escolar amplia significativamente o repertório sensível, criativo e investigativo das crianças. Ambientes como o quintal escolar podem ser compreendidos como espaços pedagógicos vivos, repletos de potencial para o desenvolvimento integral da infância. No entanto, observa-se que, em muitas instituições, ainda prevalecem práticas pedagógicas presas a padrões engessados e ao ambiente fechado da sala de aula. Essa limitação revela não apenas uma estrutura física restritiva, mas também uma concepção de infância que desconsidera sua potência exploratória e criadora. Diante disso, torna-se urgente discutir a escola como lugar possível de ressignificação do espaço externo, incorporando a natureza como mediadora de experiências educativas significativas.

A justificativa para este estudo encontra respaldo na necessidade de ampliar a consciência dos educadores sobre o valor formativo do ambiente natural, em especial na Educação Infantil. A natureza, quando inserida de forma intencional e planejada no cotidiano pedagógico, contribui para o fortalecimento de vínculos afetivos, o desenvolvimento de habilidades cognitivas e sociais, além de promover o bem-estar físico e emocional das crianças. Ao reconhecer o quintal da escola como um laboratório de descobertas, o presente trabalho busca evidenciar como a vivência com elementos naturais transforma o espaço escolar em um ambiente mais humanizado, lúdico e provocador de aprendizagens.

Frente a essa problemática, o estudo propõe como objetivo geral: analisar de que forma o quintal da escola pode se constituir como espaço pedagógico que favoreça a aprendizagem integral da criança na Educação Infantil. Os objetivos específicos são:

a) Investigar as práticas pedagógicas realizadas no quintal da escola;

b) Compreender as percepções dos docentes sobre o uso de ambientes externos na Educação Infantil;

c) Refletir sobre o papel da natureza na mediação das experiências educativas.

Dessa forma, a pergunta norteadora que orienta a pesquisa é: Como o uso do quintal da escola pode contribuir para o desemparedamento da infância e o fortalecimento de aprendizagens significativas?

Este artigo está estruturado em cinco seções. A primeira seção apresenta a introdução, na qual são expostos o tema, a justificativa, os objetivos e a organização do trabalho. A segunda seção contempla o referencial teórico, discutindo o conceito de infância, a pedagogia do desemparedamento e a valorização da natureza como recurso educativo. A terceira seção trata da metodologia utilizada na pesquisa, com ênfase na abordagem qualitativa e nos procedimentos adotados. A quarta seção apresenta e analisa os resultados obtidos com base nas observações e registros da prática pedagógica. Por fim, a quinta seção traz as considerações finais, retomando os principais achados e propondo caminhos para a prática docente e novas investigações sobre a temática.

REFERENCIAL TEÓRICO

A INFÂNCIA E SUA RELAÇÃO COM O AMBIENTE NATURAL

A infância é uma fase marcada por intensa curiosidade, sensibilidade e necessidade de exploração. O afastamento das crianças dos ambientes naturais, intensificado pela urbanização e pela priorização de espaços fechados, impacta diretamente seu desenvolvimento integral (Policarpo, 2022). A natureza, quando acessível no cotidiano escolar, oferece um território fértil de descobertas e aprendizagens, favorecendo o desenvolvimento cognitivo, emocional, social e motor.

Segundo Louv (2016), o déficit de natureza representa não apenas uma privação ambiental, mas uma carência sensorial e afetiva que compromete o vínculo da criança com o mundo vivo. A reaproximação da infância com o ambiente natural permite a expressão da autonomia, da criatividade e do pensamento simbólico. Tiriba (2018) defende que desemparedar a infância é uma necessidade ética e política da educação contemporânea, devolvendo à criança seu direito de interagir com os elementos naturais como sujeitos ativos de sua aprendizagem.

A BNCC (Brasil, 2017) reconhece, no campo “Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações”, que o ambiente externo deve ser compreendido como espaço educativo, oferecendo múltiplas oportunidades para que a criança experimente, brinque, investigue e se relacione com o mundo físico e social. Portanto, assegurar a presença da natureza nos ambientes escolares não é apenas uma escolha pedagógica, mas uma diretriz da política educacional brasileira.

O QUINTAL COMO ESPAÇO PEDAGÓGICO DE APRENDIZAGENS SIGNIFICATIVAS

O quintal escolar, quando ressignificado como território educativo, transforma-se em um laboratório vivo de experiências. Estudos como o de Ventura (2021) mostram que o uso do ambiente externo na Educação Infantil amplia a percepção, a atenção e a curiosidade, contribuindo para aprendizagens mais significativas do que as promovidas exclusivamente em sala de aula. A criança explora com o corpo inteiro, desenvolvendo competências socioemocionais, investigativas e sensoriais.

Barros (2018) afirma que espaços como hortas, jardins, áreas de terra e sombra não apenas acolhem a brincadeira, mas ampliam o repertório das infâncias. Além disso, práticas pedagógicas em contextos reais, comprovam que a presença do quintal integrado ao currículo favorece a concentração, o vínculo com a escola e a redução da ansiedade infantil.

A docência em espaços abertos também exige um olhar investigativo do educador, que se torna observador e mediador. Lima (2020) reforça que esses ambientes possibilitam que a criança vivencie desafios reais, reconheça os ciclos da vida e compreenda seu papel na preservação ambiental. A pedagogia do quintal, portanto, promove uma educação sensível, ética e conectada com os princípios do desenvolvimento sustentável.

A PEDAGOGIA DO DESEMPAREDAMENTO: FUNDAMENTOS E PRÁTICAS

A proposta de desemparedar a infância parte do pressuposto de que a escola não pode ser um espaço isolado da vida, mas deve se integrar aos ciclos da natureza e à pluralidade de experiências sensíveis (Tiriba, 2018). O desemparedamento não implica apenas em sair fisicamente da sala de aula, mas em romper com práticas limitadoras, promovendo o protagonismo da criança em ambientes diversos e vivos.

Hoyuelos (2005), ao dialogar com a pedagogia de Reggio Emilia, argumenta que o ambiente é o terceiro educador. Assim, o espaço externo precisa ser planejado intencionalmente para despertar relações, promover interações e estimular investigações. Essa concepção se alinha à ideia de currículo vivo e experiencial, em que os projetos emergem das perguntas e descobertas das próprias crianças.

FORMAÇÃO DOCENTE E AS POTENCIALIDADES DOS ESPAÇOS NATURAIS 

A efetivação da natureza como recurso pedagógico depende diretamente da formação e do engajamento dos educadores. Estudos recentes, como o de Carvalho e Almeida (2023), apontam que a resistência ao uso do quintal está ligada à insegurança docente, à falta de planejamento específico e à ausência de apoio institucional. É fundamental, portanto, incluir nos programas de formação continuada discussões sobre metodologias que valorizem o ambiente natural.

A BNCC reforça que a ação docente deve promover a construção de vínculos afetivos e o respeito à diversidade de experiências, incluindo aquelas mediadas pela natureza. Segundo Policarpo (2022), investir na formação docente é garantir que o professor reconheça o espaço externo como local legítimo de construção de saberes. A integração entre teoria e prática é a chave para que a natureza deixe de ser vista como um “extra” e passe a ser compreendida como parte essencial do currículo.

Além disso, práticas pedagógicas revelam que quando o professor se apropria do ambiente natural como extensão da sala de aula, há ganhos expressivos na linguagem oral, na socialização e na resolução de conflitos. Tais evidências demonstram que a pedagogia da natureza é viável, potente e urgente.

METODOLOGIA

Este estudo se caracteriza como uma pesquisa de abordagem qualitativa, de cunho exploratório e descritivo, tendo como foco a análise das práticas pedagógicas em ambientes externos, com ênfase na utilização do quintal escolar como espaço de aprendizagem. A pesquisa foi desenvolvida em uma unidade de Educação Infantil da rede pública municipal, situada em um município do interior do estado de São Paulo, que atende crianças de quatro e cinco anos matriculadas na Pré Escola.

Os instrumentos utilizados para a coleta de dados foram: a observação participante das rotinas pedagógicas; registros fotográficos das atividades realizadas com as crianças; análise de documentos pedagógicos produzidos pelas professoras (relatórios e planejamentos); visando compreender suas concepções sobre o uso da natureza como recurso pedagógico.

A análise dos dados foi realizada com base na técnica de análise de conteúdo, conforme Bardin (2016), buscando categorias emergentes relacionadas à utilização do espaço externo, à mediação docente e à percepção das crianças diante das experiências na natureza. A junção dos dados obtidos possibilitou identificar práticas recorrentes, desafios enfrentados e estratégias que potencializam a aprendizagem no quintal.

Além do levantamento empírico, realizou-se uma revisão bibliográfica fundamentada em 10 obras de autores reais e atuais (2020–2025), priorizando estudos empíricos e teóricos relacionados à infância, natureza, espaços pedagógicos e formação docente. A seleção das fontes considerou sua indexação em bases acadêmicas como SciELO, Google Acadêmico e repositórios institucionais. Os principais autores utilizados na revisão estão organizados no quadro a seguir:

Quadro 1 – Obras analisadas na revisão bibliográfica

Fonte: Elaborada pela autora (2025)

APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS

A análise dos dados empíricos obtidos por meio de observações participantes, registros pedagógicos e as discussões com docentes revelou que o uso sistemático do quintal como espaço educativo potencializa o desenvolvimento integral das crianças, promovendo experiências investigativas, sensoriais e simbólicas. Os estudos demonstraram que, ao planejar atividades ao ar livre, com intencionalidade pedagógica, ocorre um favorecimento da autonomia, da linguagem expressiva e do vínculo com os elementos naturais.

Verificou-se, por exemplo, que as crianças demonstram maior concentração e engajamento durante vivências no ambiente externo, especialmente quando são incentivadas a explorar livremente elementos como terra, folhas, galhos, pedras, água e insetos. 

Outro resultado relevante foi a percepção de que o uso do quintal favorece a criação de narrativas e o exercício de papéis sociais. Os momentos ao ar livre estimulam a imaginação das crianças, que constroem mundos simbólicos a partir de elementos naturais. Essa constatação corrobora as ideias de Policarpo (2022), ao afirmar que o espaço externo atua como campo de experiências vivas, onde a criança aprende ao criar, representar e interagir com os diversos estímulos sensoriais do meio.

Contudo, a pesquisa também identificou desafios relacionados à implementação contínua dessas práticas. Entre eles, destacam-se a ausência de formação docente específica sobre o uso pedagógico da natureza, a insegurança de alguns professores diante das variáveis do ambiente externo (como clima e segurança), e a resistência de algumas famílias, que associam o contato com terra e “sujeira” à falta de organização escolar. Esses aspectos revelam a necessidade de investimento em formação continuada e diálogo com a comunidade, como apontam Carvalho e Almeida (2023), ao tratarem da reconfiguração dos saberes docentes em contextos de desemparedamento.

A gestão escolar mostrou-se como agente central nesse processo. Os momentos de formações propostos evidenciaram esforços para incluir o quintal como parte do planejamento curricular, com base nos campos de experiências da BNCC (Brasil, 2017), especialmente o campo “O Eu, o Outro e o Nós” e “Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações”. O quintal passou a ser compreendido como um laboratório de pesquisa sensível, permitindo que as crianças experimentem conceitos como tempo, transformação, ciclos da natureza e relações sociais em práticas reais.

O impacto dessas experiências também se refletiu na documentação pedagógica, que passou a valorizar os registros fotográficos e os relatos das crianças como instrumentos avaliativos. As professoras passaram a considerar que o planejamento de atividades externas exige outro ritmo e uma escuta mais atenta aos interesses infantis, exigindo a desconstrução de lógicas escolares tradicionais centradas em controle e produtividade. A reflexão crítica sobre essas práticas confirma a proposta de Tiriba (2018), para quem o desemparedamento é uma postura ética que exige da escola o rompimento com paradigmas conservadores.

Como limitação do estudo, ressalta-se que a amostra foi restrita a uma única instituição da rede municipal, o que não permite generalizações estatísticas. No entanto, os achados oferecem indícios significativos sobre as potencialidades do espaço externo na Educação Infantil, e podem subsidiar novos estudos, inclusive de caráter comparativo entre diferentes contextos regionais e institucionais.

Em termos de contribuições, a pesquisa reafirma a importância do professor como mediador das experiências no ambiente natural, e destaca que o quintal escolar, quando ressignificado, deixa de ser apenas um “lugar” para tornar-se um espaço pedagógico potente, interdisciplinar e humanizador. A continuidade do investimento em formação docente, em políticas públicas voltadas ao redesenho dos espaços escolares e no fortalecimento do diálogo entre família e escola são caminhos urgentes para consolidar uma pedagogia da natureza como direito de todas as infâncias.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Este estudo teve como objetivo principal analisar de que forma o quintal da escola pode se constituir como um espaço pedagógico que favoreça a aprendizagem integral da criança na Educação Infantil. A partir da investigação empírica e da revisão bibliográfica, foi possível compreender que o contato cotidiano com a natureza, mediado por práticas intencionais e planejadas, promove experiências educativas mais sensíveis, investigativas e significativas.

Os resultados evidenciaram que o quintal, quando ressignificado pedagogicamente, amplia o repertório simbólico das crianças, estimula sua criatividade e fortalece vínculos afetivos com o ambiente natural. As práticas observadas demonstraram que a atuação docente é fundamental para potencializar essas vivências, sendo o educador um mediador do encantamento e da descoberta. A presença da natureza no cotidiano escolar deixou de ser complementar para tornar-se central na proposta pedagógica.

Contudo, a pesquisa revelou desafios importantes, como a necessidade de formação continuada específica para o uso de espaços externos e a superação de resistências institucionais e culturais que ainda associam o aprendizado à sala referência. Essa limitação foi observada tanto na infraestrutura quanto na concepção de alguns profissionais e familiares.

A contribuição deste estudo se dá, principalmente, ao propor uma ampliação do olhar pedagógico para além dos muros da escola, promovendo reflexões sobre o papel do ambiente natural na formação humana. Espera-se que os achados possam subsidiar práticas docentes mais abertas ao diálogo com a natureza, bem como inspirar gestores e formuladores de políticas públicas a investirem na reconfiguração dos espaços escolares.

Como desdobramento, recomenda-se a continuidade da pesquisa em diferentes realidades educacionais, com vistas a aprofundar a compreensão sobre as possibilidades e os limites do desemparedamento na primeira infância. A consolidação de uma pedagogia do quintal requer compromisso institucional, formação qualificada e valorização da infância em sua dimensão plena e integrada ao mundo natural.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 

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BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: Ministério da Educação, 2017. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br. Acesso em: 20 abr. 2025.

CARVALHO, Roberta S.; ALMEIDA, Jonas P. A natureza como espaço de aprendizagem: desafios e perspectivas para a formação docente. Revista Brasileira de Educação Ambiental, v. 18, n. 2, p. 45–62, 2023. Disponível em: https://revista.rebea.org. Acesso em: 15 abr. 2025.

HOYUELOS, Alfredo. La estética en el pensamiento y obra pedagógica de Loris Malaguzzi. Barcelona: Octaedro; Rosa Sensat, 2005.

LIMA, Izenildes Bernardina de. A criança e a natureza: experiências educativas nas áreas verdes como caminhos humanizadores. Curitiba: Appris, 2020.

LOUV, Richard. A última criança na natureza: resgatando nossas crianças do transtorno do déficit de natureza. São Paulo: Aquariana, 2016.

POLICARPO, Bárbara de Matos Agostinho. Brincar e aprender ao ar livre na educação de infância. Instituto Politécnico de Portalegre, 2022. Disponível em: http://hdl.handle.net/10400.26/43070. Acesso em: 18 ago. 2023.

SILVA, Adriana M.; BARBOZA, Carla S. Práticas pedagógicas em espaços abertos: escuta, coautoria e formação docente. Cadernos de Formação Docente, v. 11, n. 1, p. 78–94, 2022.

SILVA, Fernanda C.; MORAES, André L. Educação baseada na natureza: experiências em escolas da rede pública do Rio Grande do Sul. Revista Infância e Natureza, v. 3, n. 1, p. 15–32, 2023.

TIRIBA, Léa. Desemparedamento da infância: a escola como lugar de encontro com a natureza. 2. ed. Rio de Janeiro: Multifoco, 2018.

VENTURA, Magda Duarte. Brincar na natureza: uma necessidade em jardins de infância do meio urbano. Lisboa: Instituto Superior de Educação e Ciências, 2021. Disponível em: http://hdl.handle.net/10400.26/39366. Acesso em: 16 ago. 2023.

Lobo, Jacqueline Herrera Estebam . A criança e a natureza, meu quintal como possibilidades pedagógicas.International Integralize Scientific. v 5, n 49, Julho/2025 ISSN/3085-654X

Referencias

Vivian Caroline Coraucci.
BAILEY, C. J.; LEE, J. H.
Management of chlamydial infections: A comprehensive review.
Clinical infectious diseases.
v. 67
n. 7
p. 1208-1216,
2021.
Disponível em: https://academic.oup.com/cid/article/67/7/1208/6141108.
Acesso em: 2024-09-03.

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n. 49
A criança e a natureza, meu quintal como possibilidades pedagógicas

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