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Resumo
INTRODUÇÃO
A Teoria do Comportamento Planejado (TCP), que é uma extensão da Teoria da Ação Raciocinada (TAR), tem sido a abordagem teórica dominante para orientar a pesquisa sobre comportamento relacionado à saúde nas últimas décadas. A TCP é bem reconhecida entre pesquisadores, profissionais e formuladores de políticas, além de inspirar uma quantidade considerável de pesquisas empíricas sobre comportamento em saúde.
A TCP propõe que o comportamento humano, que é volitivo, está relacionado ao controle comportamental percebido, às atitudes e a normas subjetivas. Sob essa perspectiva, mais interessante do que o efeito do comportamento passado sobre o futuro é a descoberta frequentemente relatada de que uma medida do comportamento passado contribui independentemente para a previsão de intenções (Alhamad; Donyai, 2021).
Nesse contexto, este artigo investiga a relevância da TCP, sua criação e utilização nas mais diversas áreas do conhecimento, para compreender como o comportamento dos indivíduos é formado, com base na formulação de crenças e na subjetividade de influências que podem ou não determinar escolhas e decisões.
Em relação aos objetivos, tem-se como objetivo geral apresentar o tema proposto com base nas reflexões apresentadas no referencial teórico, destacando conceitos e as principais características da TCP. Como objetivo específico, pretende-se realizar uma pesquisa descritiva e qualitativa em três pesquisas publicadas nos últimos 5 anos que evidenciam a relevância dos estudos acerca do comportamento e das ações de profissionais em saúde, sob a ótica da TCP, no âmbito da prestação de cuidados.
REFERENCIAL TEÓRICO
Na seara dos estudos acerca do comportamento humano, a psicologia oferece teorias que objetivam explicar como e por que as pessoas adotam ou deixam de adotar determinados comportamentos. Nesse sentido, a TCP, que constitui objeto de pesquisa deste artigo, estuda as influências comportamentais que corroboram decisões específicas do comportamento humano.
Estudiosos do tema esclarecem que muitas teorias e modelos psicológicos investigam a relação entre os pensamentos, crenças, decisões e comportamentos das pessoas, entretanto, nem todos são relacionados à saúde ou, de fato, baseados em evidências. Além disso, inúmeras teorias têm sido criticadas com base em sua eficácia ou não, e falta de poder preditivo, desenvolvimento de ideias controversas e falta de diretrizes sobre como exatamente poderiam ser usadas para mensurar a intenção comportamental (Alhamad; Donyai, 2021).
Originalmente conhecida como Theory of Planned Behaviour, a TCP é uma extensão da TAR, considerada uma das estruturas conceituais fundamentais para explicar o comportamento humano (Alhamad; Donyai, 2021). Os autores acrescentam que essas teorias foram desenvolvidas na década de 1960 pelos pesquisadores Fishbein e Ajzen, para examinar a relação entre crenças, atitudes, intenções e comportamento.
A TAR pressupõe que a intenção de um indivíduo de realizar um comportamento é o antecedente mais próximo desse comportamento, sendo um modelo no qual o indivíduo é posicionado dentro do contexto social. Ajzen, psicólogo social e professor universitário, posteriormente expandiu a TAR para desenvolver a TCP, levando em consideração o que as pessoas acreditam que impede ou facilita seu comportamento, conforme Ajzen, que acredita que “o fator central é a intenção do indivíduo em realizar a ação” (Ajzen, 2020, p. 315).
Acerca do comportamento dos indivíduos no que diz respeito aos cuidados em saúde,
Os comportamentos relacionados aos problemas de saúde e prevenção de agravos também repercutem em questões que devem ser ponderadas na formulação das ações e campanhas de saúde. (…) Para que o comportamento possa ser entendido, busca-se identificar os determinantes das intenções, sendo estes: as atitudes, que se relacionam com o aspecto pessoal, e as normas subjetivas, que provêm da influência social. Considera-se, ainda, as crenças dos indivíduos, a avaliação das consequências daquele determinado comportamento, a motivação em estar de acordo com as pessoas que consideram importantes que são suas referências e, por fim, as variáveis externas (Fernandes et al., 2019, p. 93).
A TCP tem sido adotada na análise comportamental em estudos de temas e protocolos que influenciam e modificam tendências comportamentais em saúde, tanto em pacientes quanto em profissionais. A título de exemplo de como a pesquisa tem se comportado, no que diz respeito à aplicabilidade da TCP no âmbito da saúde, os pesquisadores Veras et al. (2024, p. 1176) realizaram uma revisão integrativa de literatura e identificaram vários estudos que relacionam “determinados comportamentos por meio da TCP tanto pelos enfermeiros durante a assistência quanto pelos pacientes (…)”, tais como examinar a intenção de pacientes em realizar cuidados de higiene bucal, e determinar os fatores relacionados à intenção dos enfermeiros de denunciar o abuso infantil.
O fato é que a TCP tem sido amplamente utilizada e com sucesso, para explicar e prever comportamentos em uma diversidade de domínios comportamentais, da atividade física ao uso de drogas, da reutilização de medicamentos ao comportamento de aceitar ou não um determinado tratamento (Balla; Hagger, 2025). No caso deste artigo, serão apresentados alguns estudos empíricos acerca de como os enfermeiros podem se comportar em contextos de cuidados em saúde sob a ótica da TCP.
DISCUSSÃO
Em Ajzen (2020), encontra-se de forma sucinta a explicação de que a TCP começa com uma definição explícita do comportamento de interesse em termos de seu alvo, da ação envolvida, do contexto em que ocorre e do período, e cada um desses elementos pode ser definido em diferentes níveis de especificidade ou generalidade. No entanto, uma vez definido o comportamento, todos os outros construtos da teoria devem corresponder ao comportamento nos quatro elementos.
Nesse contexto, as intenções comportamentais são determinadas por três fatores: atitude em relação ao comportamento, norma subjetiva e controle comportamental percebido (Chen; Slade, 2025). Na formulação atual da teoria, uma atitude favorável e uma norma subjetiva de apoio fornecem a motivação para se engajar no comportamento, mas a intenção concreta de fazê-lo só se forma quando o controle percebido sobre o comportamento é suficientemente forte. A figura 1 ilustra os três fatores que determinam a intenção e o comportamento.
Figura 1 – Teoria do comportamento planejado

Fonte: Ajzen (2005, p. 118).
De acordo com a TCP, o controle comportamental percebido, juntamente com a intenção comportamental, pode ser usado diretamente para prever a realização comportamental e explicá-la. “ É no nível das crenças que se obtém informações subjetivas sobre os fatores que levam os indivíduos a formar intenções e a realizar ou não um determinado comportamento” (Pinheiros; Reinert; Souza, 2023, p. 188).
RESULTADOS
Em relação à Teoria do Comportamento Planejado e a atuação de profissionais em saúde, os autores Goulart et al. (2024, p. 4) afirmam que:
No cenário internacional, a TCP é abordada em diversas temáticas na saúde, por meio de estudos sobre protocolos, comunicação assertiva e higiene das mãos (…). Porém, a maioria dos estudos realizados neste tema são relacionados ao comportamento do paciente, poucos são os estudos que verificam questões do profissional de saúde. Bauer e colaboradores (2015) afirmam que uma das principais preocupações relacionada aos cuidados de saúde é a demora em realizar intervenções e outras práticas clínicas baseadas em evidências científicas. Desta forma, uma maneira de proporcionar a entrega de conhecimento científico aos profissionais da assistência é conduzir estudos que combinem coleta de dados e a implementação dos resultados de forma eficaz.
Com o intuito de evidenciar estudos que investigam preditores das intenções e comportamentos dos enfermeiros no exercício dos cuidados em saúde, usando uma estrutura TPB, foram selecionadas 3 pesquisas cujas publicações ocorreram nos últimos 5 anos. A primeira, intitulada “Intention to Care for COVID-19 Patients Among Nurses Working at Health Care Institutions of Debre Tabor Town, North Central Ethiopia”, dos autores Minuye et al. (2021), investigou enfermeiros que trabalhavam em instituições de saúde da cidade de Debre Tabor, Ethiopia, em 2020, a respeito da intenção de cuidar de pacientes com Coronavírus-19, e suas determinantes.
Os autores esclarecem que como os enfermeiros têm interação e participação muito próximas com pacientes e medidas terapêuticas, é importante compreender as crenças subjacentes à intenção de cuidado, o que pode ajudar a atualizar as estratégias de intervenção para incentivar um comportamento com maior intenção de cuidado, uma vez que a ocorrência de comportamento deliberado é o impulso para realizar esse comportamento. De forma sucinta, conclui-se que a intenção de cuidar de pacientes com Coronavírus-19 foi baixa. Ademais, identificou-se que a experiência profissional, a experiência prévia no cuidado de doenças infecciosas, a norma subjetiva e o controle comportamental percebido estiveram independentemente associados à intenção de cuidado dos enfermeiros (Minuye et al., 2021).
No estudo de Abufarsakh e Okoli (2024), foram investigadas atitudes da equipe de enfermagem, normas subjetivas, controle comportamental percebido e intenção de fornecer tratamento para tabagismo em um hospital psiquiátrico, sob a justificativa de que embora a equipe de enfermagem seja fundamental para ajudar indivíduos com doenças mentais a parar de usar tabaco, eles geralmente têm sentimentos confusos sobre fornecer serviços de tratamento para esse pacientes internados em ambientes psiquiátricos.
Os autores se basearam na estrutura da TCP para compreender os fatores que afetaram as intenções dos enfermeiros, e concluíram que a TCP, por meio das normas subjetivas e o controle comportamental percebido, foi capaz de prever as intenções dos enfermeiros de fornecer tratamento para tabaco para pacientes internados em um ambiente psiquiátrico.
Por sua vez, Goulart (2025) realizou a pesquisa intitulada “Crenças dos profissionais de enfermagem relacionadas à adesão à notificação de incidentes com medicamentos no contexto hospitalar” e verificou os fatores psicossociais que determinam a adesão dos profissionais de enfermagem à notificação de incidentes com medicamentos em áreas críticas e semicríticas de um hospital universitário, com base na TCP.
Goulart (2025, p. 75) constatou que
As crenças comportamentais, expressas nas vantagens e desvantagens percebidas ao aderir à notificação, indicam uma atitude predominantemente positiva em relação ao comportamento. A redução de erros e o aumento da segurança para os pacientes foram frequentemente mencionados como benefícios. Em relação às crenças normativas, o bom relacionamento com chefia e colegas emergiu como um fator significativo que encoraja a adesão à notificação, alinhando-se à importância atribuída à pressão social percebida. (…). Por outro lado, as crenças de controle destacaram tanto facilitadores quanto barreiras, reforçando a necessidade de intervenções que aumentem a autonomia dos profissionais na execução desse comportamento.
De modo geral, a TCP traça os vínculos causais entre as crenças e o comportamento humano real e explica que os indivíduos tomam decisões com base em considerações racionais das informações disponíveis. Existem três tipos de considerações para orientar o comportamento: crenças comportamentais, crenças normativas e crenças de controle, e a TCP pode ser aplicada em diversas áreas do conhecimento, para análise e previsão de intenções e comportamentos (Fernandes et al., 2019).
METODOLOGIA
A investigação metodológica desta pesquisa consistiu em uma revisão bibliográfica de caráter exploratório, descritivo e com análise qualitativa, em livros e estudos científicos produzidos por pesquisadores e/ou grupos de pesquisa acerca do tema. Realizou-se uma análise de conceitos e reflexões oriundas do referencial bibliográfico.
O material foi coletado em repositórios acadêmico-científicos que hospedam o resultado de produções acadêmicas diversas (Repositório Capes, Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações, SciELO, PubMed), com base nos descritores “teoria do comportamento planejado”, “profissionais da saúde” e “prevenção de ações”. As pesquisas discutidas na sessão dos resultados tiveram como critérios de inclusão: terem sido publicadas nos últimos 5 anos, em idioma estrangeiro ou pátrio, sendo suficiente para o atendimento dos objetivos pretendidos.
A relevância deste tipo de estudo relaciona-se diretamente com a necessidade de se identificar trabalhos científicos de qualidade, “[…] mediante uma imersão crítico-reflexiva em um número significativo e expansivo de pesquisas realizadas no cenário acadêmico” (Santos et al., 2020, p. 203). Em uma pesquisa compreende-se que a metodologia escolhida “inclui as concepções teóricas […] e deve dispor de um instrumental claro, coerente, elaborado, capaz de encaminhar os impasses teóricos para o desafio da prática” (Minayo, 2002, p. 16).
É fato que “[…] a pesquisa científica dispõe de uma multiplicidade de tipos, procedimentos e instrumentos técnicos coerentes com as necessidades do pesquisador e seu objeto de estudo […]. Dentre a diversidade de tipos de pesquisas encontra-se a bibliográfica” (Santos et al., 2020, p. 203). Sendo assim, o pesquisador precisa conhecer o mundo que o rodeia para somente então escolher o melhor percurso metodológico a ser seguido.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Com base na revisão bibliográfica realizada, compreendeu-se a relevância da Teoria do Comportamento Planejado para análise e predição de comportamentos, ações e tomada de decisões por parte de profissionais em saúde, com foco em enfermeiros, durante o exercício da prestação de cuidados e como o processo de desenvolvimento de comportamentos dos indivíduos indicam que eles serão afetados por suas crenças, valores e atitudes. Se essas crenças e atitudes, vistas como problemas, forem determinadas, a educação em saúde a ser ministrada ou os métodos de tratamento a serem aplicados serão definidos como mais adequados para essa pessoa.
É imprescindível promover o desempenho de comportamentos que melhoram a saúde e a redução de comportamentos de risco à saúde e isso está diretamente relacionado a como os enfermeiros estruturam suas ações em relação aos pacientes. Ademais, é importante compreender as crenças subjacentes à intenção de cuidado, o que pode ajudar a atualizar as estratégias de intervenção para incentivar um comportamento com maior intenção de cuidado, uma vez que a ocorrência de comportamento deliberado é o impulso para realizar esse comportamento.
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