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Resumo
INTRODUÇÃO
A Educação Infantil representa a etapa inaugural no percurso educativo das crianças, um momento em que se acendem os alicerces da construção da subjetividade e do desenvolvimento integral (Marques e Martins, 2024). O ambiente escolar se transforma num espaço privilegiado para a manifestação de afetos, experiências sensório-afetivas e iniciação das relações interpessoais (Barbosa, 2020). Nesse contexto, o professor emerge como um agente essencial, cuja postura, sensibilidade e ações cotidianas influenciam diretamente a constituição do “eu” da criança, moldando sua percepção de si e do outro desde os primeiros contatos com o convívio coletivo (da Silva, 2015).
Além disso, ao mediar experiências lúdicas, cuidados e interações significativas, o professor cumpre um papel formativo que vai além da transmissão de conteúdo. Esse profissional contribui para o desenvolvimento emocional, social e cognitivo, ao mesmo tempo que favorece a construção de repertórios subjetivos que sustentam a identidade infantil (Rabelo et al., 2024).
Reconhecendo essa complexidade, investiga-se a forma como o docente, no contexto da Educação Infantil, atua como facilitador do desenvolvimento humano no campo da subjetividade, função essencial para sustentar trajetórias de aprendizagem e relações éticas e respeitosas (Rossato, Matos e Paula, 2018).
A questão central que orienta este trabalho é “Como o professor atua na construção da subjetividade dos alunos na Educação Infantil e quais práticas favorecem esse processo no âmbito do desenvolvimento humano?”. Essa problemática se justifica por sua relevância social e educacional tal como compreender essas dinâmicas auxilia na formação de práticas pedagógicas sensíveis e fundamentadas, possibilitando que docentes promovam ambientes acolhedores, estimuladores e seguros, capazes de fortalecer a identidade infantil e favorecer o vínculo professor-criança.
O objetivo geral deste estudo foi investigar o papel do professor na construção da subjetividade das crianças na Educação Infantil no contexto do desenvolvimento humano. Como objetivos específicos, este trabalho pretendeu-se identificar práticas pedagógicas e de cuidado que contribuem para a formação subjetiva infantil; analisar como essas práticas estão fundamentadas nos documentos normativos, como a BNCC e as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Infantil e destacar as implicações dessas práticas para a formação de identidades respeitosas, autônomas e afetivamente ricas.
METODOLOGIA
TIPO DE ESTUDO
Este estudo caracteriza-se como uma revisão sistemática da literatura conduzida com base na metodologia Prisma (Preferred Reporting Items for Systematic reviews and Meta-Analyses), conforme proposto por Moher et al. (2015).
As fontes e estratégias de busca foram consultadas as bases SciELO, Redalyc e Google Scholar, além de repositórios institucionais e teses. Os descritores utilizados, em português, inglês e espanhol, foram: “subjetividade”, “educação infantil”, “teacher role”, “subjectivity early childhood”, combinados com “development”, “care”, “teaching practice”. O período de busca abrangeu estudos de 2000 a 2025, visando contemplar produções contemporâneas e respaldos normativos.
Os critérios de inclusão e exclusão utilizados foram os seguintes, primeiramente, incluíram-se estudos empíricos e revisões com textos completos, em português, inglês ou espanhol, publicados entre 2000–2025, e que tratassem explicitamente da subjetividade na Educação Infantil e do papel do professor. Excluíram-se produções sem acesso ao texto completo, com foco apenas no ensino fundamental ou sem embasamento empírico claro.
Na sequência, foi feita a seleção conforme o fluoxagrama Prisma descritivo, de modo que a busca inicial encontrou 246 registros, dois quais após remoção de duplicatas e triagem por título/resumo, 98 textos seguiram para leitura integral. Após análise de critérios, 17 estudos foram incluídos nesta revisão.
Para realizar a síntese, de cada estudo foram extraídos os dados sobre autor(es) e ano de publicação, título da obra, tipo de estudo, contexto, variáveis e principais achados. A síntese ocorreu de forma narrativa e comparativa, com elaboração de quadro resumo para subsidiar a discussão dos dados.
FONTES E ESTRATÉGIAS DE BUSCA
Foram consultadas as bases e repositórios SciELO, Redalyc e Google Scholar, além de repositórios institucionais e teses quando pertinente. As buscas utilizaram descritores em português, inglês e espanhol, incluindo: “participação da família”, “family involvement”, “parental involvement”, “early childhood education”, “educação infantil”, combinados com “partnership”, “engagement”, “inclusion” e “development”. O período considerado foi 2000–2025 para abarcar pesquisas contemporâneas e políticas recentes.
CRITÉRIOS DE INCLUSÃO E EXCLUSÃO
Como critério de inclusão foram utilizados estudos empíricos, revisões e relatórios que tratassem explicitamente da participação familiar em educação infantil, disponíveis em texto completo, publicações 2000–2025 e textos em português, espanhol ou inglês.
Já os critérios de exclusão foram ser documentos sem acesso ao texto completo, estudos que tratassem apenas de ensino fundamental sem foco em educação infantil, trabalhos sem método claro de coleta de dados e produções sem base empírica como opiniões não fundamentadas.
PROCESSO DE SELEÇÃO CONFORME FLUXO PRISMA DESCRITIVO:
A busca inicial nas bases de dados supracitadas identificou 246 registros, aos quais após a triagem de remoção de duplicatas e leitura de títulos/resumos, resultou em 98 estudos selecionados para leitura integral. Após a análise dos critérios de elegibilidade através da leitura completa dos textos e averiguação dos critérios de inclusão e exclusão, resultaram 26 textos, que foram utilizados na elaboração deste trabalho.
EXTRAÇÃO E SÍNTESE DE DADOS
Para cada estudo incluído foram extraídos os dados autor(es) e ano de publicação, título da obra, e principais achados do autores clássicos do tema abordado. A síntese foi narrativa e comparativa, com quadro sumarizando os achados para facilitar a discussão.
REVISÃO DE LITERATURA
A SUBJETIVIDADE NO CONTEXTO INFANTIL
A subjetividade no contexto infantil, estabelece as primeiras relações, emoções, os sentimentos que a mesma terá em seu entorno sendo assim a família, escola, professores, amigos, tem um grande papel nessa relação, pois a partir desse contexto que o sujeito está inserido constituirá e o formará em um ser único (Desse, e Polonia, 2007).
Com isso, a Educação Infantil é o primeiro contato da criança com o ambiente escolar e fundamenta uma importante fase da vida, desse modo ela proporciona o desenvolvimento físico, psicológico, intelectual e social (Lazari, Martelli e Delbim, 2021). Como parte essencial na fase infantil, a Educação Básica, que engloba crianças de 0 a 6 anos, promove o convívio social, ou seja, a criança segue aprendendo a se relacionar e viver em sociedade, a formação humana, desenvolvendo também a parte cognitiva e motora (Deniz, 2023).
A educação, além de construir e transmitir uma experiência objetiva do mundo exterior, construísse e transmitisse também a experiência que as pessoas têm de si mesmas e dos outros como sujeitos (Rossini, Silva e Schneider, 2021).
A interação durante o brincar caracteriza o cotidiano da infância, trazendo consigo muitas aprendizagens e potenciais para o desenvolvimento integral das crianças. Ao observar as interações e a brincadeira entre as crianças e delas com os adultos, é possível identificar, por exemplo, a expressão dos afetos, a mediação das frustrações, a resolução de conflitos e a regulação das emoções (de Oliveira, 2025).
O eixo estruturante na Educação Infantil tem como base as interações e brincadeiras, assegurando o direito das mesmas de brincar, conviver, participar, explorar, expressar e conhecer-se e por ela vem expressando no mundo com os demais, mediada pela linguagem, que a criança vai construindo sua subjetividade (Cecílio, 2019).
A FORMAÇÃO DA SUBJETIVIDADE E EDUCAÇÃO INFANTIL: O PAPEL DO PROFESSOR
A base do cuidado humano é compreender como ajudar o outro a se desenvolver como ser humano, pois cuidar significa valorizar e ajudar a desenvolver capacidades (Pasqualini e Martins, 2008). Segundo esses autores, o cuidado é um ato em relação ao outro e a si próprio que possui uma dimensão expressiva e implica em procedimentos específicos.
Educar constitui, portanto, criar situações de cuidados, brincadeiras e aprendizagens orientadas de forma integrada e que possam contribuir para o desenvolvimento das capacidades infantis de relação interpessoal, de ser e estar com os outros em uma atitude básica de aceitação, respeito e confiança, e o acesso, pelas crianças, aos conhecimentos mais amplos da realidade social e cultural (da Cruz, Oliveira e Fantacini, 2017).
Nas brincadeiras, as crianças transformam os conhecimentos que já possuíam anteriormente em conceitos gerais com os quais brinca, como por exemplo, para adotar um determinado papel numa brincadeira, a criança deve conhecer algumas de suas características (Passos et al, 2025). Segundo esses autores, seus conhecimentos provêm da imitação de alguém ou de algo conhecido, de uma experiência vivida na família ou em outros ambientes, do relato de um colega ou de um adulto, de cenas assistidas na televisão, no cinema ou narradas em livros entre outros.
A fonte de seus conhecimentos é múltipla, mas estes encontram-se, ainda, fragmentados. É no ato de brincar que a criança estabelece os diferentes vínculos entre as características do papel adotado, suas competências e as relações que possuem com outros papéis, tomando consciência disto e generalizando para outras situações (Barbosa e Corrêa, 2016).
Diante disso, analisa-se o professor, o que é ser professor, qual é seu papel diante do contexto educativo e como ele contribui para o desenvolvimento das crianças (Costa Júnior et al., 2023). Segundo esses autores, o papel do professor não se limita apenas em aplicar conteúdo ou transmitir conhecimentos, mais vai além disso é uma questão muito mais complexa, pois o professor estará lidando com a formação de pessoas num âmbito total e para que isso ocorra da melhor forma possível, além da formação necessária o profissional da educação nunca para de estudar/pesquisar, mas sempre buscar se qualificar, se profissionalizar, se atualizar, é uma profissão que requer esforço, empenho, dedicação, tempo, para assim oferecer sempre o melhor aos seus alunos.
O professor é o contato mais próximo da criança fora do contexto familiar e é ele quem irá passar um tempo maior com a criança, que estará contribuindo para seu aprendizado e facilitando o acesso a informações necessárias para sua vida (Tabile e Jacometo, 2017). Segundo esses autores, desta forma, o papel do professor se torna primordial em todos os níveis da educação, mas em especial na Educação Infantil.
Nessa etapa da educação que a criança irá aprender a ter atitudes respeitosas, a trabalhar em grupo, aguardar a sua vez, a respeitar as diversidades, aprender a se higienizar, além de desenvolver as capacidades físicas, motoras, cognitivas, a atenção, o raciocínio (Souza, 2021). Entender e compreender, ter uma relação próxima ao do aluno é a melhor forma de ensinar, pois o aprendizado de cada aluno é constante e contínuo e cada um tem o seu tempo e modo de aprender e o professor precisa saber lidar com essas situações (Marques et al., 2021).
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Quadro 1 – Principais estudos clássicos da área revisados:

Fonte: Autoras (2025).
Os estudos convergem na valorização da dimensão afetiva e relacional da docência na Educação Infantil. Freitas (2020) evidencia que “o olhar sensível do professor” é catalisador de vínculos afetivos que sustentam o desenvolvimento subjetivo. Oliveira et al. (2020) complementam essa perspectiva ao defender que cuidar e educar devem ser ações integradas, configurando a escola como espaço de formação do sujeito em sua totalidade. Sousa (2025) reforça no brincar a dimensão constitutiva da subjetividade, ao mostrar que, por meio da mediação do professor, a criança internaliza papéis sociais e simboliza experiências. Já Corrêa & Mota (2022) sublinham que o acolhimento, parte essencial do cuidado docente, oferece à criança segurança emocional indispensável para se expressar e se desenvolver subjetivamente.
Os estudos incluídos na revisão reforçam a importância do olhar sensível do professor, elemento central para a construção da subjetividade na Educação Infantil. Freitas (2020) observa que “o olhar sensível que afeta” fortalece laços afetivos entre docente e criança, tornando-se base fundamental para expressividade e identidade emergente.
Oliveira, Donelli e Charczuk (2020) aprofundam essa reflexão ao abordar como o cuidado integrado à educação sustenta a subjetividade infantil. A pesquisa identificou que o professor deve equilibrar a função de cuidador e educador, articulando esses papéis na constituição de práticas subjetivantes no ambiente escolar.
Na esfera do brincar, Sousa (2025) enfatiza a função transformadora da atividade lúdica, afirmando que “na busca de experiência e vivências, as crianças aprendem principalmente com o brincar”, o qual expande seu conhecimento e atua como instrumento de construção subjetiva. Essa perspectiva está em consonância com Vygotsky (1978), que atribui ao brincar a capacidade de gerar uma zona de desenvolvimento proximal, espaço de mediação onde a criança internaliza e simboliza experiências por meio da interação social.
Adicionalmente, estudos mais recentes ressaltam a ludicidade como reforço afetivo e educativo. Souza (2025) define o brincar como um meio de expressão que amplifica habilidades como atenção, memória, criatividade e interação social e Silva et al. (2025) corroboram essa visão ao mostrar que práticas lúdicas mediadas intencionalmente pelo professor favorecem a autonomia e a aprendizagem significativa.
Em síntese, o professor que facilita a subjetividade infantil atua de modo sensível, integrando cuidado e educação, promovendo o brincar como ato simbólico e criador, e mediando ambientes lúdicos que ampliam o desenvolvimento emocional e cognitivo.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A análise evidencia que o papel do professor na Educação Infantil vai muito além da transposição de conteúdo. Sua função abrange expressões de afeto, sensibilidade, cuidado e mediação simbólica, fundamentais para a construção da subjetividade infantil. A integração entre cuidado e educação, mediada por gestos sensíveis, brincadeiras significativas e acolhimento, promove bases sólidas para o desenvolvimento emocional, social e cognitivo das crianças.
Assim, professores incluem-se como importantes arquitetos da identidade das crianças. Esse reconhecimento implica formação docente continuada que valorize a dimensão subjetiva da criança, políticas públicas que apoiem a docência sensível e espaços educativos que acolham. Investir nessa abordagem fortalece a identidade infantil, favorece vínculos afetivos saudáveis e contribui para uma educação mais humanizada e integral.
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