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Resumo
INTRODUÇÃO
A população está envelhecendo, e as pessoas ao redor do mundo estão vivendo por mais tempo. Isso traz grandes desafios para a saúde, especialmente no que diz respeito à dor crônica e aos transtornos psicológicos. Na maioria das vezes, os idosos sofrem de doenças crônicas, degenerativas e de limitações funcionais, precisando lidar com dores de longo prazo, que afetam sua qualidade de vida de forma devastadora (Oliveira et al., 2019). Além disso, distúrbios mentais, como depressão e ansiedade, são prevalentes em idosos e tendem a se associar à progressão da dor crônica, criando um ciclo vicioso de sofrimento físico e emocional, que é inevitável para a saúde do idoso (Brennan et al., 2020). A interação entre esses fatores é um desafio crescente no cuidado geriátrico, exigindo uma abordagem multidisciplinar que possa atender às necessidades tanto físicas quanto emocionais dos pacientes.
Pesquisas recentes têm chamado atenção para a interação entre dor e saúde psicológica em adultos mais velhos, um fenômeno em que a dor pode ser tanto um sintoma quanto uma causa de desconforto psicológico (KREBS et al., 2021). A dor não controlada pode provocar crises de depressão e ansiedade que, por sua vez, agravam a sensação de mal-estar. Além disso, o isolamento social e a dependência funcional experimentados pelos idosos com dor crônica e problemas de saúde mental tendem a piorar sua condição, reduzindo sua qualidade de vida (Gomes et al., 2022; Ferrell & Coyle 2020).
O cuidado integral torna-se, portanto, uma abordagem essencial para lidar com essas questões, pois cuida do paciente de forma holística, considerando não apenas a dor física, mas também os aspectos emocionais, sociais e psicológicos. No entanto, existem vários desafios quando se trata de fornecer cuidados para idosos com tais condições, incluindo baixos níveis de formação profissional nessa área de prática, desmembramento dos serviços de saúde e dificuldade de aceitação do tratamento por parte dos idosos (Smith et al., 2018). Na execução desta fase, contudo, a profissão que interage constantemente com os pacientes é a enfermagem, que é responsável por acompanhar a intensidade da dor e a condição psicológica deles e permitir o fluxo na comunicação entre os vários níveis de cuidados (Costa et al., 2021).
Considerando esse cenário, este estudo visa explorar essa questão, investigando os impactos da dor crônica e dos transtornos psicológicos no envelhecimento, além de identificar as estratégias de cuidado mais adequadas para melhorar a qualidade de vida dos idosos afetados por essas condições. Sendo assim, foi proposta uma revisão integrativa da literatura com o objetivo de responder à seguinte pergunta: “Como a dor crônica e os transtornos psicológicos comprometem a qualidade de vida dos idosos e quais os principais desafios e abordagens para um cuidado integral?” Para tal finalidade, a estrutura do trabalho compreende: a introdução na qual a importância do tema é enfatizada; seção de metodologia, na qual os critérios e procedimentos foram explicados; discussão que é organizada por meio de análise textual; considerações finais e referências que sustentam o argumento.
METODOLOGIA
Este estudo utiliza uma revisão integrativa da literatura como metodologia de investigação, com o propósito de identificar, analisar e sintetizar os impactos da dor crônica e dos transtornos psicológicos na qualidade de vida dos idosos, além de identificar as estratégias de cuidado integral recomendadas para o manejo dessa população. Para tal propósito foram definidos três objetivos específicos: 1. compreender como a dor crônica e os transtornos psicológicos afetam a qualidade de vida dos idosos; 2. identificar as intervenções mais eficazes no cuidado integral desses pacientes; e 3. analisar as principais dificuldades enfrentadas diariamente pelos profissionais de saúde para lidar com esses idosos.
A revisão integrativa é considerada um método amplo, que permite a inclusão de estudos com diferentes delineamentos, possibilitando uma compreensão abrangente sobre o fenômeno estudado. Esta abordagem metodológica de acordo com (Mendes; Silveira; Galvão, 2016), visa reunir e consolidar as evidências científicas disponíveis sobre uma determinada questão, proporcionando acesso rápido e sintetizado aos resultados científicos mais importantes sobre a área de interesse. As etapas da revisão integrativa incluem identificação do problema, formulação da pergunta norteadora, seleção dos descritores e critérios de inclusão/exclusão, busca dos artigos na literatura, categorização dos estudos, avaliação dos artigos, síntese das descobertas e interpretação dos resultados.
Para estruturar esta revisão foi necessário realizar um levantamento bibliográfico em busca avançada na Biblioteca Virtual de Saúde (BVS), sob os Descritores em Ciências da Saúde, encontrados no (DeCS): “dor crônica”, “envelhecimento”, “saúde mental”, “transtornos psicológicos”, “qualidade de vida”, “cuidado integral”, e ” idoso”. Eles foram combinados com AND como operador booleano. Um exemplo da estratégia de busca utilizada foi: (“dor crônica”) E (“saúde mental”) E (“envelhecimento”) E (“cuidado integral”). Esses descritores foram selecionados pois permitiram a inclusão de artigos de alta relevância que atendem ao objetivo deste estudo, abrangendo as principais questões sobre dor, saúde mental, e qualidade de vida das pessoas idosas. Além disso, a busca foi delimitada a publicações entre os anos de 2015 e 2024, portanto, apenas estudos atualizados estão incluídos na revisão, representando a literatura científica mais recente. Os critérios de inclusão e exclusão foram elaborados para manter a qualidade e a relevância das evidências. Apenas artigos de Acesso Aberto em português, inglês e espanhol foram incluídos. Trabalhos incompletos, duplicados que não respondem à pergunta norteadora, artigos não científicos foram eliminados. Inicialmente, foram encontradas 350 publicações. Após a revisão de títulos e resumos, 120 artigos foram selecionados para revisão detalhada. Destes, 25 estudos foram finalmente elegíveis para análise final, seguindo os critérios de elegibilidade estabelecidos selecionados de acordo com sua relevância e capacidade de agregar conhecimento ao tema.
Após a seleção dos artigos, foi realizada uma análise rigorosa nos estágios da revisão integrativa, de leitura dos estudos, categorização das evidências e síntese dos resultados. Os dados foram organizados em temas principais, como impactos da dor crônica, transtornos psicológicos, qualidade de vida e estratégias de cuidado. Para garantir a confiabilidade dos dados extraídos, foi adotado um processo de leitura criteriosa e validação cruzada das informações. Essa abordagem proporcionou uma visão ampla e crítica dos desafios no cuidado integral de idosos com dor crônica, reunindo evidências de diferentes estudos para apontar as práticas mais eficazes na promoção do envelhecimento saudável.
A Tabela a seguir apresenta a organização dos dados segundo os temas centrais identificados na análise dos estudos.
Tabela 1- Principais achados e implicações para o cuidado de idosos com dor crônica

Fonte: Elaboração da autora (2025)
DISCUSSÃO
A dor crônica é uma condição altamente prevalente entre a população idosa e representa um importante desafio para a preservação da independência e da capacidade física nessa fase da vida. Estudos indicam que a persistência da dor interfere significativamente na capacidade de realizar atividades diárias, aumenta o risco de dependência e favorece o isolamento social, afetando negativamente o bem-estar geral (Brennan et al., 2020). Esse quadro é agravado pelo processo natural do envelhecimento, que envolve redução da capacidade funcional, neuroplasticidade e resposta a tratamentos analgésicos, tornando o manejo da dor crônica mais desafiador. Essa condição é particularmente prevalente em doenças musculoesqueléticas, neuropáticas e oncológicas, todas altamente prevalentes em idosos.
Ao mesmo tempo, observa-se uma relação estreita entre dor crônica e transtornos psicológicos, como depressão e ansiedade, que também são comuns nessa faixa etária. Segundo (Oliveira et al., 2019), a experiência contínua de dor pode desenvolver ou piorar essas condições, prejudicando a percepção e aumentando o sofrimento psíquico. A dor crônica e os transtornos psicológicos representam desafios significativos à qualidade de vida da população idosa, afetando não apenas o bem-estar físico, mas também os aspectos emocionais e sociais do envelhecimento. Cerca de 36,9% da população brasileira com 50 anos ou mais convive com algum tipo de dor crônica. Essa condição afeta significativamente a qualidade de vida, limitando a mobilidade, o bem-estar emocional e a autonomia das pessoas. Segundo o mesmo estudo, menos de 30% dos idosos que sofrem com dor crônica fazem uso de medicamentos opióides, como morfina ou codeína, como forma de alívio. (Ministério da Saúde, 2023). No que se refere à saúde mental, (Silva et al. 2019) enfatizam que 29,7% dos idosos apresentaram transtornos mentais comuns, os quais foram associados àqueles que eram sedentários e 25,4% tinham mais de uma doença crônica. Esses sintomas incluem insônia, ansiedade, fadiga, problemas de concentração, e são frequentemente subdiagnosticados ou não atendidos nos cuidados primários.
A relação entre a dor crônica e os transtornos emocionais é um ciclo de natureza viciosa, em que a presença constante da dor contribui para o agravamento do sofrimento psicológico, enquanto os fatores emocionais, por sua vez, podem intensificar a percepção e a sensibilidade à dor. Essa interação complexa tende a piorar o estado de saúde geral da pessoa idosa, resultando em hospitalizações mais frequentes, dificuldades na adesão aos tratamentos propostos e uma considerável diminuição na qualidade de vida. (Brennan et al., 2020). Estudos recentes relatam que, além das significativas implicações físicas, a dor crônica está fortemente associada a alterações emocionais, distúrbios do sono, sentimentos de desesperança e prejuízos na qualidade de vida, o que torna o manejo terapêutico ainda mais desafiador e multifacetado. (Smith et al., 2018). As doenças psicológicas determinam, de maneira direta, a forma como a dor é percebida e vivenciada, complicando não só o controle clínico e tornando mais desafiadora a aceitação do tratamento.
Essa realidade destaca a necessidade de um cuidado integral e abrangente, que não se limite apenas ao alívio dos sintomas físicos, mas também considere as condições emocionais dos idosos, levando em conta os múltiplos fatores que envolvem a complexa interação entre dor e sofrimento psíquico que exige uma abordagem integral, contínua e centrada na pessoa. O sucesso do cuidado está em reconhecer a complexidade desses quadros e oferecer suporte individualizado e humanizado (Cherkin et al., 2016; Hilton et al., 2017).
Uma das maiores dificuldades no controle da dor crônica associada a transtornos psicológicos em idosos é obter um diagnóstico precoce e preciso, pois os sintomas emocionais ficam ocultos pela condição física de dor. Esta situação é exacerbada entre idosos com comprometimento cognitivo ou dificuldades de comunicação, o que frequentemente leva ao subdiagnóstico de transtornos psicológicos e a tratamentos inadequados (Gomes et al., 2022). Assim é importante estabelecer um modelo de cuidado integral que leve em conta tanto os aspectos físicos quanto emocionais, cuidadosamente coordenados por equipes multidisciplinares compostas por enfermeiros, médicos, psicólogos e fisioterapeutas (Costa et al., 2021). A qualidade de vida destas pessoas está diretamente relacionada a um cuidado que é personalizado, e leva em conta as necessidades clínicas, emocionais e sociais de cada idoso. Diversos obstáculos interferem na eficácia da assistência, desde limitações no diagnóstico até barreiras estruturais, sociais e emocionais.
A complexidade clínica é um fator crítico. Idosos frágeis frequentemente apresentam múltiplas comorbidades crônicas, como osteoartrite, diabetes e doenças cardiovasculares, que além de serem causa de dor crônica, complicam o manejo desse sintoma. A polifarmácia, muito prevalente nesse grupo, traz maior risco de interações medicamentosas, efeitos colaterais e confusão terapêutica, exigindo, portanto, um acompanhamento especializado e individualizado (Ferreira et al., 2017; Maher et al., 2014). Outra barreira importante é o estigma associado a questões de saúde mental. Transtornos como depressão e ansiedade ainda são mal compreendidas e muitas vezes associadas à fraqueza pessoal, particularmente em certos contextos culturais. Esse julgamento clínico pode frequentemente levar à resistência por parte dos próprios pacientes e de seus familiares quanto à aceitação do diagnóstico e à adesão ao tratamento, o que compromete os resultados terapêuticos (Silva et al., 2019).
As abordagens não farmacológicas têm se mostrado muito eficaz no tratamento da dor crônica e no manejo sintomático de distúrbios psicológicos em idosos. Intervenções incluindo psicoterapia, técnicas de manejo do estresse, programas de atividade física adaptada e a terapia ocupacional são amplamente reconhecidas na literatura científica por contribuírem significativamente para a promoção do bem-estar físico e emocional, além de favorecerem a manutenção da funcionalidade e da independência. (Ferrell & Coyle 2020). A inclusão dessas abordagens no plano terapêutico permite uma atuação mais humanizada e centrada na pessoa, respeitando sua individualidade e contexto de vida. É essencial que ações de educação em saúde e apoio psicossocial sejam desenvolvidos, pois podem reforçar o autocuidado e o incentivo à autonomia, de forma que os idosos possam assumir o autocuidado, refletindo em sua qualidade de vida, autoestima e maneira de lidar com as limitações relacionadas à dor e ao sofrimento psíquico.
Estudos enfatizam a importância da enfermagem no cuidado a idosos que sofrem com dor crônica e transtornos psicológicos, especialmente no acompanhamento constante do estado de saúde e na realização de intervenções que considerem tanto os aspectos físicos quanto os emocionais. O trabalho em equipe multidisciplinar demonstrou ser eficaz, pois pode integrar o tratamento médico, apoio psicológico e o auxílio social em um plano terapêutico holístico (Torraco, 2016). No entanto, a implementação desse modelo continua a ser desafiadora devido aos recursos, falta de pessoal qualificado e discriminação contra pessoas que procuram cuidados em saúde mental. A maioria dos profissionais da atenção primária não têm formação adequada para lidar com a complexidade desses casos, o que leva a atendimentos fragmentados e, muitas vezes, pouco eficazes. Esses fatores restringem o acesso aos cuidados e levam a atrasos na recepção dos serviços necessários. (Gomes et al., 2022).
Embora o número de intervenções eficazes tenha crescido nos últimos anos, mais pesquisas são necessárias para projetar modelos de cuidado que integrem medidas terapêuticas e possam se adaptar às necessidades particulares e ao contexto social dos idosos. A promoção de um envelhecimento ativo e saudável, com ênfase na prevenção e no manejo adequado da dor crônica e dos transtornos psicológicos, deve ser uma prioridade tanto na esfera pública quanto na prática clínica (Smith et al., 2018). Nesse cenário, é de suma importância focar em uma abordagem integral, visto que as terapias isoladas com medicamentos não são suficientes. Ressalta-se a importância da integração do cuidado físico e emocional para a qualidade de vida na velhice como base ao planejar as atividades de atenção à saúde. Entretanto, ainda são limitados os estudos sobre a prática cooperativa entre profissionais de saúde e sobre as diversas formas de cuidado integral, especialmente no contexto da atenção primária à saúde pública. Essas evidências atuais reforçam a urgente necessidade de melhorar os cuidados e os programas institucionais que considerem a complexidade do sofrimento psicológico na velhice, especialmente relacionado à dor crônica (WHO, 2020).
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Esta revisão destacou como o envelhecimento da população mundial constitui hoje um dos maiores desafios para os sistemas de saúde, exigindo respostas mais organizadas e sensíveis para o cuidado dos idosos. Dentre os aspectos mais críticos desse cenário, destacam-se a dor crônica e os distúrbios psicológicos, condições que afetam diretamente a qualidade de vida, comprometendo a funcionalidade, a autonomia e o bem-estar dos indivíduos. A interação entre esses fatores gera um ciclo nocivo, em que o sofrimento físico intensifica o emocional, e vice-versa, dificultando a abordagem clínica. Frente a esse quadro, a literatura destaca a importância de uma abordagem integrada, que considere simultaneamente os componentes fisiológicos e emocionais. A atuação de equipes multiprofissionais mostra-se especialmente eficaz nesse contexto, favorecendo a elaboração de planos terapêuticos personalizados, capazes de reduzir sintomas, promover o bem-estar e contribuir para um envelhecimento mais saudável.
É fundamental investir na formação contínua dos profissionais de saúde, capacitando-os para o reconhecimento precoce de condições frequentemente subdiagnosticadas na velhice, como transtornos mentais leves, declínio cognitivo e sofrimento psíquico que muitas vezes se manifesta por meio de sintomas físicos. Ao mesmo tempo campanhas de educação em saúde voltadas tanto para os profissionais quanto para a população são essenciais para combater o estigma relacionado à saúde mental na terceira idade e incentivar práticas de autocuidado. Vale ressaltar que existem desafios para a implementação de uma rede de atendimento, mas considerando a falta de políticas públicas adequadas, e os recursos humanos e financeiros limitados, é difícil pensar na aplicação real de tal modelo de atendimento. Para enfrentar esses desafios, é necessário fortalecer a atenção à saúde da pessoa idosa, promovendo a integração entre os serviços, a ampliação do acesso e a humanização das práticas assistenciais. A implementação de programas que articulem o manejo da dor crônica com o acompanhamento psicológico pode ser decisiva para garantir mais dignidade, autonomia e qualidade de vida aos idosos. É também necessário promover a produção de conhecimento científico por meio de estudos clínicos e investigações de intervenção para abordar essas doenças de forma integrada, desenvolvendo estratégias para que o tratamento seja mais eficaz e adequado aos distintos requisitos do processo de envelhecimento.
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