Alguns dos principais desafios de gerenciamento das organizações atuais.

SOME OF THE MAIN MANAGEMENT CHALLENGES OF CURRENT ORGANIZATIONS

ALGUNOS DE LOS PRINCIPALES RETOS DE GESTIÓN DE LAS ORGANIZACIONES ACTUALES

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/65199D

DOI

doi.org/10.63391/65199D

Mendes, Andelmo Queiroz. Alguns dos principais desafios de gerenciamento das organizações atuais.. International Integralize Scientific. v 5, n 49, Julho/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

O presente artigo aborda alguns dos principais desafios a serem enfrentados pelos profissionais que gerenciam as organizações na atualidade. O objetivo é identificar os principais valores que essa classe profissional deve possuir para o bem da organização. A metodologia usada para a escolha do presente tema foi a pesquisa de caráter bibliográfico. A fundamentação teórica foi dividida em duas partes: sendo que a primeira aborda os obstáculos a serem enfrentados pelos gestores empresariais na atualidade, enquanto que a segunda parte denota algumas qualidades profissionais que agregam valores à função de um gestor empresarial. O artigo irá contribuir para que haja uma análise mais abrangente em relação aos gestores empresariais da atualidade. Nas considerações finais, os leitores podem visualizar como os desafios em ser gestor na atualidade são cada vez maiores, exigindo uma variedade mais elevada de competências, para que os resultados sejam os que as organizações esperam para o seu desenvolvimento.
Palavras-chave
desafios; gestor; organização; competências.

Summary

This article addresses some of the main challenges faced by professionals who manage organizations today. The objective is to identify the main values ​​that this professional class must possess for the good of the organization. The methodology used to choose this topic was bibliographic research. The theoretical basis was divided into two parts: the first addresses the obstacles faced by business managers today, while the second part denotes some professional qualities that add value to the role of a business manager. The article will contribute to a more comprehensive analysis of today’s business managers. In the final considerations, readers can see how the challenges of being a manager today are increasingly greater, requiring a greater variety of skills, so that the results are what organizations expect for their development.
Keywords
challenges; manager; organization; skills.

Resumen

Este artículo aborda algunos de los principales desafíos que enfrentan los profesionales que gestionan organizaciones hoy en día. El objetivo es identificar los valores fundamentales que estos profesionales deben poseer para el bienestar de la organización. La metodología empleada para seleccionar este tema fue la investigación bibliográfica. La base teórica se dividió en dos partes: la primera aborda los obstáculos que enfrentan los gerentes empresariales hoy en día, mientras que la segunda parte describe algunas cualidades profesionales que aportan valor a la función de gerente empresarial. El artículo contribuirá a un análisis más completo de los gerentes empresariales actuales. En las consideraciones finales, los lectores podrán observar cómo los desafíos de ser gerente hoy en día son cada vez mayores, requiriendo una mayor variedad de habilidades para que los resultados sean los que las organizaciones esperan de su desarrollo.
Palavras-clave
desafíos; gerente; organización; habilidades.

INTRODUÇÃO

O presente artigo aborda alguns dos principais desafios a serem enfrentados pelos profissionais que gerenciam as organizações na atualidade, sempre com a meta de se promover resultados mais expressivos que mantém a organização estável e crescente. 

O objetivo é identificar os principais valores que essa classe profissional deve possuir para o bem da organização, principalmente em relação a articulação que se faz necessária entre o corpo diretivo e os demais colaboradores. 

A metodologia usada para a escolha do presente tema foi a pesquisa de caráter bibliográfico, sendo que diversas pesquisas foram realizadas em publicações e obras de autores renomados e que muito contribuíram com o referido tema. 

A justificativa usada para a escolha no presente tema é a necessidade de se demonstrar como o gerenciamento das organizações vem sendo cada vez mais evolucionista, exigindo cada vez mais dos profissionais em matéria de competências.

A fundamentação teórica foi dividida em duas partes: sendo que a primeira aborda os obstáculos a serem enfrentados pelos gestores empresariais na atualidade, principalmente a parte humanística de lidar com os colaboradores, enquanto que a segunda parte denota algumas qualidades profissionais que agregam valores a função de um gestor empresarial, acrescentando informações e posicionamento sobre o que cada um necessita realizar. 

O artigo irá contribuir para que haja uma análise mais abrangente em relação aos gestores empresariais da atualidade, a necessidade de haver um nível de conhecimento cada vez mais elevado, principalmente expondo a filosofia que a organização possui. 

Nas considerações finais, os leitores podem visualizar como os desafios em ser gestor na atualidade são cada vez maiores, fazendo com que os trabalhadores se sentissem mais valorizados, exigindo uma variedade mais elevada de competências, para que os resultados sejam os que as organizações esperam para o seu desenvolvimento.

DESENVOLVIMENTO

Quando se fala em gerir uma organização na atualidade, logo se percebe o fato de ser um desafio quase hercúleo, devido às inúmeras dificuldades existentes, e a necessidade de ser um profissional preparado para a realização desse trabalho de tamanha importância para a sociedade, influenciando direta e indiretamente a vida de uma quantidade significativa de pessoas.

Para exercer a atividade de dirigir ou coordenar pessoas, não basta ter poder, autoridade e compreender as necessidades humanas. Também é importante ser um líder. Liderança é a função que envolve os esforços dos administradores para estimular o alto desempenho por parte dos subordinados (Batman, 2018, p. 37).

Sem dúvida, o principal desafio que os gestores possuem é produzir cada vez mais, com um custo menor, para que as organizações possam apresentar seus produtos com um preço mais baixo aos consumidores, e assim, assegurar o seu lugar no mercado.

No entanto, existem alguns desafios em relação a essa produção cada vez maior, principalmente quando se está atrelado ao capital humano, essa é a base principal para que as organizações realmente façam a economia que acreditam serem fundamentais para o seu sucesso.

Fazer com que um produto tenha um valor menos custoso ao bolso dos consumidores, representa uma conquista pessoal do gestor, e ao mesmo tempo de toda a empresa em si, uma vez que, uma série de ações são necessárias para se chegar a esse objetivo (Batman, 2018).

O maior agravante, é que muitas organizações mundo afora, simplesmente não conseguem chegar a esse objetivo, ou seja, elevam seus custos justamente devido a influência dos seres humanos em relação aos meios de produção, que encarecem definitivamente o produto (Chiavenato, 2003).

Nesse sentido, vale destacar como as organizações têm lidado com um número cada vez menor de profissionais trabalhando de maneira manual, essa é a estratégia preliminar para que as empresas do mundo todo consigam produzir a um custo menor, e assim, despejarem no mercado produtos com um valor menor, agraciando os produtores.

Entretanto, mesmo uma organização que apresenta uma quantidade de trabalhadores braçais reduzida, ainda enfrenta diversos desafios, que apenas um gestor de comprovada competência é capaz de realizar, mantendo a produtividade que a mesma necessita.

Já não basta que as organizações tenham um quadro de funcionários mais simplório do que o esperado, ainda é preciso que esses trabalhadores tenham uma remuneração escassa, e ao mesmo tempo, tenham que trabalhar motivados para que o processo de produção seja satisfatório (Chiavenato, 2003).

As pessoas cada vez mais entendem dos direitos que possuem, e no caso dos profissionais que atuam no setor de produção, sabem como a falta de profissionais para a realização de um trabalho mais qualificado é preponderante, e como necessitam se desgastar cada vez mais para obterem os índices que a organização deseja.

Esse talvez seja o principal desafio que o gestor moderno possui, fazer com que a rentabilidade de uma organização continue sendo satisfatória, mesmo com uma inerente falta de profissionais para a realização do mesmo (Diniz, 2007).

Com efeito, o gestor moderno, que realmente conhece como é o funcionamento de uma organização, sabe muito bem como valorizar os trabalhadores que possuem, no entanto, isso não se inicia sem antes uma análise preliminar do desempenho que os funcionários que estão a sua disposição devem ter.

Cada vez mais os gestores empresariais têm recorrido a prática da seleção, ou seja, escolhendo os trabalhadores que realmente se mostrem capazes de trabalhar de maneira eficaz, mesmo em meio a tantas dificuldades existentes, uma vez que, nem sempre uma organização apresenta a esse funcionário todas as condições necessárias para que o trabalho seja realizado de uma maneira proficiente.

E mais do que isso, em alguns momentos, as organizações realmente fazem com que os seus colaboradores atuem de uma maneira que esteja próxima a insalubre, o que para o gestor é realmente uma questão difícil de administrar (Diniz, 2007).

Pelo menos quando se trata de um gestor moderno, e que possua um nível de conhecimento operacional maior, uma vez que, esse profissional também entende as dificuldades encontradas pelos demais profissionais que compartilham de um mesmo interesse.

E desse modo, fazer com que um funcionário se mantenha sempre motivado, a ponto de trabalhar, oferecendo o seu máximo para o setor de produção de uma organização, é algo que necessita ser desenvolvido no dia a dia da empresa, com a troca de informações e o diálogo sempre aberto (Franco, 2008).

Infelizmente, nem sempre de bons gestores vivem as organizações do mundo todo, sempre existem os pseudo profissionais, ou seja, aqueles que levam em consideração apenas os interesses que a própria organização contratante apresenta, e que leva os índices de produção a números muito menos expressivos do que o desejado.

Essa é uma questão muito importante, por essa razão o termo gestor moderno é citado, uma vez que, os profissionais que não possuem o conhecimento necessário para dialogar com os profissionais, não sabem como extrair ao máximo o potencial dos mesmos.

Em outras palavras, não se trata apenas de uma questão de fazer exigências aos trabalhadores, cobrando de maneira cada vez mais intensa que os mesmos venham a produzir cada vez mais, essa é uma questão que necessita ser abordada de uma maneira mais ampla (Franco, 2008).

Até porque, o funcionário desmotivado não produz da mesma maneira, isso sem falar que as más condições de trabalho fazem com que os trabalhadores em si, com o passar do tempo venham a perder o interesse pela realização do mesmo.

Na realidade, sempre é um desejo dos profissionais que os mesmos tenham uma valorização a mais, e isso nem sempre está atrelado somente ao fator financeiro, cada vez mais as pessoas necessitam de um bom ambiente para que o trabalho ocorra da melhor forma possível, ou seja, de uma maneira mais harmoniosa.

Nesse sentido, o gestor moderno entende como a articulação dos interesses da organização com os dos profissionais é algo fundamental, a fórmula para que haja resultados cada vez mais interessantes, para que a própria empresa continue a se desenvolver cada vez mais (Bergamini, 2002).

Muitas vezes, é preciso que o trabalhador seja ouvido, tenha suas reivindicações atendidas, uma vez que, se trata de um profissional que realmente possui o conhecimento daquilo que está sendo realizado, essa é uma questão absolutamente motivacional.

Um dos principais exemplos nesse sentido, é em relação a contratação de um número mais elevado de profissionais para a realização de um mesmo trabalho, muitas vezes, existe essa reclamação por parte de alguns trabalhadores, no entanto, quase nunca essas reivindicações são atendidas, gerando desgaste entre as partes.

No entanto, em muitos casos os gestores das organizações concordam com os trabalhadores, contudo, o desafio é convencer o dono da mesma a realizar uma ou mais contratações, uma vez que, é necessário comprovar com dados que o quadro de funcionários precisa ser ampliado (Bergamini, 2002).

Esse é um trabalho que os gestores empresariais necessitam realizar de maneira extremamente qualificada, isso porque se trata de um argumento que necessita ser comprovado de maneira apoteótica, caso contrário, não será aprovada.

É fato que os empresários desejam ter um vínculo com funcionários cada vez menor, em outras palavras, quanto menos pessoas estiverem trabalhando, menor será a folha de pagamentos, que é realmente o que interessa para esse público alvo.

Entretanto, a questão se torna um problema grave quando começa a ocorrer o atraso na produção, algo que em uma sociedade cada vez mais consumista como a atual é praticamente inadmissível, em outras palavras, foi-se o tempo em que os empresários possuíam um prazo amplo para a entrega das mercadorias (Machado, 2007, p. 33).

Hoje isso já inexiste, uma vez que, são poucos os clientes que toleram esse tipo de situação, alguns mais irritados até mesmo vão à justiça pelos atrasos existentes, em outras palavras, tudo é uma questão contratual e que deve ser obedecida de maneira absolutamente régia.

O gestor em muitos casos fica em uma situação extremamente difícil, principalmente quando a organização passa a perder clientes por conta desses atrasos recorrentes, para o empresário, não importa que haja desfalque de funcionários, o mesmo apenas deseja que a produção seja realizada no período estabelecido, e irá cobrar justamente de quem gerencia esse processo (Machado, 2007).

Muitas vezes, nem adianta muito por parte do gestor argumentar que avisou de maneira prévia sobre a contratação de um número mais elevado de funcionários, geralmente os empresários simplesmente não aceitam o fato de terem falhado, acreditando no fato de que por terem o capital, podem cometer o luxo de não obedecer há um planejamento já pré-estabelecido (Drucker, 2019).

Isso sem falar que sempre existem alguns problemas de última hora e que necessitam ser resolvidos em um prazo de tempo curto, por exemplo, um funcionário que falta ao trabalho por algum motivo, algo que já faz muita diferença em relação ao processo de produção.

Justamente pelo fato de as organizações contarem com uma quantidade limitada de profissionais, e isso se torna um problema muito grave quando algum colaborador se ausenta do trabalho, isso pelo fato de que os demais que permanecem na jornada da organização, necessitam suprir essa falta (Maximiano, 2004).

Contudo, é óbvio que nem sempre isso é possível de ser realizado, até pelo fato de que nos dias atuais, os trabalhadores já estão mais do que acostumados a desempenharem uma série de funções, e isso quer dizer que se encontram praticamente trabalhando em seu limite operacional.

“Pessoas não são recursos que a organização consome, utiliza e que produz em custos. Ao contrário, as pessoas constituem fator de competitividade, da mesma forma que o mercado e a tecnologia. Assim parece-nos melhor falar em Administração de Pessoas para ressaltar a administração com as pessoas como parceiras e não sobre as pessoas como meros recursos” (Chiavenato, 2003, p.19).

Nesse momento, o gestor necessita solucionar o problema de uma maneira rápida, e isso quer dizer que precisa contratar mais profissionais para a realização dessa função, ou seja, passar a contar com um quadro de funcionários muito maior.

Além de investigar o número de ausências que esses profissionais possuem, essa também é uma questão absolutamente fidagal, tanto que as organizações têm se mostrado cada vez mais seletiva com a contratação de novos colaboradores (Lacerda, 2005).

Principalmente evitando a contratação de pessoas que já possuem um histórico de doenças, e acima de tudo, de tabagistas, que é também um problema grave, uma vez que, a população de fumantes ainda é muito elevada, pelo menos no Brasil.

Pessoas tabagistas, tendem realmente a terem um número mais elevado de problemas de saúde, e por essa razão, necessitam se ausentar do trabalho por um número mais elevado de vezes, ou seja, não se trata de algo que esses indivíduos realmente desejam, e sim, por uma necessidade extrema (Lacerda, 2005).

Contudo, esse é mais um diferencial que o gestor organizacional moderno possui, ele não pode simplesmente se prender a funcionário algum, ou seja, deixar os vínculos de amizade influenciarem em suas decisões, devendo sempre se preocupar com os dados que possui a sua disposição, principalmente em relação a produção que cada colaborador apresenta.

Se o funcionário não estiver produzindo os números que a organização realmente necessita, ele precisa ser substituído, para o capitalismo, representa mais uma peça que necessita ser mudada para que a engrenagem que é a empresa continue funcionando.

Outro obstáculo muito sobressalente em relação aos profissionais que trabalham com o processo de gestão empresarial, é o fator tempo, ou seja, cada vez mais os consumidores têm se tornado mais exigentes, e isso quer dizer que não é mais apenas o suficiente que o produto seja de qualidade, este também necessita ser entregue de maneira rápida.

Isso quer dizer que a negociação com os parceiros é de extrema importância, principalmente em relação aos que vendem mercadorias para que as organizações os transformem em produtos (Lacerda, 2005).

Em outras palavras, as matérias primas são fundamentais, sobretudo para as organizações de grande porte, essa é uma questão fundamental, porém, esses produtos necessitam chegar com tempo para que possam ser utilizados de maneira proveitosa pelos profissionais.

Como pode ser visto, existem uma série de fatores que necessitam ser elencados, contudo, o gestor deve estar sempre a frente e a par desse processo, esse é um fator fundamental para que a empresa tenha a capacidade de sempre estar atuando de maneira proficiente, agradando aos seus clientes.

O gestor empresarial atual necessita possuir algumas características para que possa ser capaz de realizar um trabalho de qualidade, e assim, beneficiar o local onde o mesmo trabalha da melhor forma possível (Chiavenato, 2004).

Dada à necessidade de as organizações atenderem novas exigências mercadológicas verificou-se que a mudança, a inovação, a rapidez e a diminuição de hierarquias tornaram-se a chave do sucesso organizacional, mas para que essas implementações ocorra o papel do administrador é crucial nesse processo.

Uma das principais, é sem dúvida saber fazer com que os colaboradores entendam o planejamento que a organização possui, inclusive, apresentando as metas que a mesma adota para o seu funcionamento, ou seja, o que necessita ser alcançado.

Muitas organizações não contam com essa sensibilidade, ou seja, de ampliar o leque de informações que os funcionários realmente desejam, fazendo com que os mesmos busquem uma produção maior a cada dia (Kotter, 2019).

O fato é que os funcionários possuem sim o desejo de serem um pouco mais participativos, fazendo um diferencial a mais para o sucesso da organização, contudo, poucos são os gestores que sabem valorizar esse tipo de atitude.

Em outras palavras, o gerenciamento que as empresas vêm adotando, ou pelo menos deveriam, é de uma gestão mais humanística, com a troca de experiências e de informações, e onde todos os colaboradores possuem seu viés de importância.

Nesse sentido, é fundamental citar o fato de o gestor não deve apenas ser mais uma pessoa que apenas dá ordens aos demais funcionários, mas uma pessoa que sabe como se articular com os demais, que busca ampliar o seu conhecimento ouvindo os demais que se encontram à sua volta.

Segundo Diniz (2007), a comunicação entre administradores e colaboradores, facilitam e fazem toda a diferença no sucesso organizacional, comunicar e estimular paixão pela missão da organização, é um dos grandes papéis dos administradores do século XXI.

Da mesma maneira que é preciso que o gestor saiba como extrair ao máximo o potencial que os colaboradores possuem, em outras palavras, não permitir que os funcionários caiam em uma zona de conforto, algo que é extremamente perigoso para todos os que se encontram à sua volta (Kimura, 2008).

Com efeito, o ato de saber motivar os funcionários que estão a volta dessa organização, é uma das principais características que devem fazer parte dos gestores atuais, claro que essa nem sempre é uma das tarefas mais simples, principalmente em relação ao fator financeiro, que é muito cobrado pelos colaboradores (Drucker, 2002, p. 24).

No ambiente organizacional, é comum a relação entre as pessoas, a formação de grupos de trabalho, a soma de esforço na busca do cumprimento de metas, e nesse ambiente é importante que os administradores atuais compreendam que o sucesso do seu trabalho é vital para a vida em sociedade.

Os gerentes são os profissionais que realmente necessitam fazer a diferença, e isso quer dizer que são aqueles que fazem com que as organizações mantenham sua identidade, mantendo o bom funcionamento do sistema, fazendo as coisas ocorrerem dentro do prazo certo (Bergamini, 2002).

Dessa forma, então, os administradores devem desenvolver uma postura mais pró ativa e, para e assumir essa postura que os torne além de gerentes, também líderes capazes de reinventar os negócios e transformar as organizações, para isso devem conhecer cultivar e aprimorar a liderança.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O presente artigo contribui para mostrar como os desafios que existem para o processo de gestão das organizações atuais, um cargo que exige modernismo e mais do que isso, muito conhecimento para a realização de um trabalho realmente eficaz, que contemple as necessidades atuais.

Foi-se o tempo em que os profissionais apenas se preocupavam com as metas a serem alcançadas, e mais do que isso, visando apenas a rentabilidade, hoje felizmente uma mudança de grande porte recorreu, sendo que pensa-se muito mais na classe dos demais profissionais, que atuam na produção.

Destaca-se muito o fato de haver a necessidade de haver uma extração maior das habilidades que cada profissional possui, e a necessidade de haver um conhecimento cada vez maior desses profissionais em relação às metas que cada organização possui, ou seja, a crença de se conhecer muito melhor daquilo que está sendo realizado.

O gestor é quem regulamenta o trabalho dentro de uma organização, quem coordena, quem dá ritmo ao trabalho que é realizado, e também pela partilha das informações sobre a metodologia que a organização vem a apresentar para que sejam alcançados.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BATMAN, T. S. Administração: Construindo vantagem competitiva. São Paulo: Atlas, 2018.

BERGAMINI, C. O Líder eficaz. São Paulo: Atlas, 2002.

CHIAVENATO, A. I. Administração de Recursos Humanos: fundamentos básicos. São Paulo: Atlas S.A, 2003.

CHIAVENATO, I. Recursos humanos: o capital humano das organizações. 8.ed. São Paulo: Atlas, 2004.

DINIZ, A. O novo líder: Rio de Janeiro, Editora Guanabara, 2007.

DRUCKER, P. Administrando em tempos de grandes mudanças. São Paulo: Pioneira, 2019.

DRUCKER, P. F. Introdução a Administração. (Trad. Malferrari, Carlos.) São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002.

FRANCO, J. Recursos Humanos: fundamentos e processos. Curitiba: IESDE BRASIL S.A, 2008.

KIMURA, E. S. Gestão de Pessoas – A importância da gestão de pessoas nas organizações em mudança, 2008.

KOTTER, J. Liderando mudanças. Rio de Janeiro: Campus, 2019. 

LACERDA, D. Faça como Jesus. In.: Você S/A. São Paulo, 82. Ed, p. 22-30, abr. 2005.

MACHADO, R. M. Relacionamento interpessoal. Curitiba: Ibpex, 2007.

MAXIMIANO, A. C. A. Introdução a administração. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2004.

Mendes, Andelmo Queiroz. Alguns dos principais desafios de gerenciamento das organizações atuais..International Integralize Scientific. v 5, n 49, Julho/2025 ISSN/3085-654X

Referencias

Vivian Caroline Coraucci.
BAILEY, C. J.; LEE, J. H.
Management of chlamydial infections: A comprehensive review.
Clinical infectious diseases.
v. 67
n. 7
p. 1208-1216,
2021.
Disponível em: https://academic.oup.com/cid/article/67/7/1208/6141108.
Acesso em: 2024-09-03.

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v. 5
n. 49
Alguns dos principais desafios de gerenciamento das organizações atuais.

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