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Resumo
INTRODUÇÃO
Nos últimos anos, o Ensino Médio público brasileiro tem sido amplamente discutido e investigado em diversos estudos acadêmicos e projetos de pesquisa. A escola, em seu papel social, é considerada um espaço de formação não apenas intelectual, mas também cidadã, influenciando significativamente as trajetórias dos estudantes. De acordo com Machado (2023), a história da educação brasileira evidencia um processo contínuo de transformações na oferta e qualidade do Ensino Médio, refletindo tensões entre sua função profissionalizante e sua vocação propedêutica. Essa dualidade impacta diretamente as políticas educacionais e as experiências dos alunos ao longo de sua jornada escolar.
Estudiosos como Krawczyk e Ferretti (2017) enfatizam que, nos últimos anos, a expansão do Ensino Médio possibilitou a inclusão de novos setores sociais, o que contribuiu para debates acerca da identidade e dos objetivos dessa etapa escolar. A universalização do acesso gerou discussões sobre desafios estruturais, como a evasão escolar e a adequação curricular, além da necessidade de garantir que a escola cumpra seu papel de promotora do conhecimento e de oportunidades educacionais para todos.
Diante desse cenário, este estudo busca investigar como os estudantes do Ensino Médio da rede pública representam socialmente a escola e suas funções, com base na teoria da representação social. O problema que norteia esta pesquisa pode ser sintetizado na seguinte questão: como os alunos percebem e interpretam as funções sociais da escola a partir de suas vivências? Para explorar essa questão, a análise será fundamentada nos conceitos propostos por Moscovici (1976), Jodelet (1989) e Abric (1994), que compreendem as representações sociais como construções coletivas influenciadas pela experiência e interação dos indivíduos.
O objetivo geral da pesquisa é analisar as representações sociais dos estudantes sobre a escola dentro da perspectiva da teoria da representação social. Para atingir essa finalidade, serão desenvolvidos três objetivos específicos: descrever como os alunos do Ensino Médio de escolas públicas enxergam a instituição escolar, identificar artigos que utilizam a teoria da representação social para estudar o tema e aprofundar a compreensão conceitual sobre essa abordagem teórica.
A importância deste estudo reside na necessidade de compreender como a escola é percebida pelos próprios estudantes, o que pode fornecer subsídios para o desenvolvimento de políticas educacionais mais alinhadas com a realidade dos jovens. Além disso, a investigação permite identificar desafios e potenciais avanços no Ensino Médio público, como estratégias para reduzir a evasão escolar e promover um ambiente mais favorável ao aprendizado. O levantamento realizado pode contribuir para o debate sobre democratização da educação, fortalecendo práticas pedagógicas mais eficazes e inclusivas.
Metodologicamente, esta pesquisa baseia-se em revisão bibliográfica de produções acadêmicas publicadas entre 2020 e 2025, utilizando bancos de dissertações e teses da CAPES, artigos disponíveis na plataforma SciELO e levantamentos no Google Acadêmico. A busca foi realizada com os descritores “funções sociais da escola”, “Ensino Médio”, “escola”, “representações sociais dos estudantes” e “teoria das representações sociais”. Para garantir rigor metodológico, fundamentamo-nos nas orientações de Lakatos e Marconi (2021), que definem o método científico como um conjunto estruturado de ações que conduzem à obtenção de conhecimento válido e coerente. Dessa forma, buscamos compreender como a teoria das representações sociais contribui para a análise das percepções dos estudantes sobre a escola e suas funções.
METODOLOGIA
Para conduzir esta pesquisa, adotou-se uma abordagem qualitativa descritiva, que busca interpretar e compreender as percepções dos estudantes sobre as funções sociais da escola. O levantamento de dados foi realizado por meio de revisão bibliográfica, utilizando artigos, teses e dissertações publicadas entre 2020 e 2025 em bases acadêmicas como SciELO, Google Acadêmico e o banco de dissertações da CAPES. Foram selecionados estudos que discutem a teoria das representações sociais e sua aplicação na análise das percepções de alunos do Ensino Médio sobre a escola, permitindo um recorte teórico consistente e alinhado ao tema.
A busca bibliográfica foi orientada por descritores específicos, incluindo “funções sociais da escola”, “Ensino Médio”, “escola”, “representações sociais dos estudantes do Ensino Médio” e “teoria das representações sociais”. A seleção dos materiais seguiu critérios de relevância acadêmica e atualização, priorizando publicações recentes que dialogam com o contexto educacional brasileiro. Além disso, a pesquisa se fundamentou na teoria da representação social proposta por Moscovici (1976), Jodelet (1989) e Abric (1994), que auxiliam na compreensão das construções coletivas sobre o significado e o papel da escola na vida dos estudantes.
Para assegurar rigor metodológico, recorremos aos princípios científicos estabelecidos por Lakatos e Marconi (2021), que definem o método como um conjunto de procedimentos sistemáticos voltados à obtenção de conhecimento válido e confiável. Dessa forma, garantimos que a seleção dos materiais e a estruturação da pesquisa sigam diretrizes metodológicas claras, permitindo uma análise fundamentada das representações sociais dos alunos sobre a instituição escolar. O estudo prioriza uma abordagem crítica e reflexiva, visando interpretar como esses estudantes constroem e reproduzem significados sobre o ambiente educacional.
Por fim, a revisão bibliográfica é complementada pela análise comparativa entre diferentes perspectivas teóricas e pesquisas empíricas, possibilitando uma visão ampla sobre o tema. A sistematização dos dados permite identificar padrões e divergências nas representações dos estudantes, contribuindo para um entendimento mais aprofundado dos desafios e das potencialidades da escola como espaço de formação social. Com isso, esperamos que este estudo possa oferecer subsídios para novas investigações acadêmicas e reflexões sobre políticas educacionais voltadas ao Ensino Médio público.
ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS
Nos últimos anos, diversas pesquisas têm explorado como os estudantes do Ensino Médio da rede pública percebem as funções sociais da escola, especialmente dentro da Teoria da Representação Social. Esse conceito, desenvolvido por Moscovici (1976) e aprofundado por Jodelet (1989), ajuda a entender como grupos constroem significados coletivos sobre fenômenos sociais, incluindo o ambiente escolar.
O Ensino Médio, além de preparar para o ensino superior, também influencia as trajetórias profissionais dos alunos, como discutido por Krawczyk e Ferretti (2017). Estudos mais recentes, como os de Mendonça e Lima (2025), analisam a visão dos professores, enquanto Prado de Sousa et al. (2025) destacam o impacto dos projetos de vida dos estudantes na forma como enxergam a escola.
A tabela abaixo apresenta os principais estudos sobre o tema publicados entre 2020 e 2025, organizados por ano. Ela traz um panorama das pesquisas recentes e dos achados mais relevantes, ajudando a compreender melhor as representações sociais dos estudantes e suas implicações na educação.
Tabela 1 – Revisão Sistemática da Literatura (2020-2025)


Fonte: Elaboração Própria (2025)
IMPACTO DAS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS NA PERMANÊNCIA ESCOLAR
A percepção dos estudantes sobre a escola é vista como importante na decisão de concluir o Ensino Médio. Segundo Moscovici (1976), as representações sociais estruturam a forma como os indivíduos interpretam diferentes fenômenos, influenciando sua relação com o ambiente escolar. Jodelet (1989) reforça essa ideia ao destacar que essas representações não são apenas individuais, mas construídas coletivamente, refletindo valores, experiências e expectativas compartilhadas por grupos sociais.
Essa relação entre percepção e engajamento acadêmico tem sido amplamente discutida. Krawczyk e Ferretti (2017) apontam que o Ensino Médio equilibra formação acadêmica e profissional, o que pode afetar a forma como os estudantes enxergam seu propósito. Quando o ensino é percebido como relevante para o futuro, a tendência de permanência é maior, como demonstrado por Santana e Chamon (2022) ao analisar a influência da escola na escolha profissional dos jovens.
O vínculo entre professores e alunos também se mostra crucial. Pesquisas como a de Mendonça e Lima (2025) indicam que a forma como os docentes percebem o Ensino Médio afeta diretamente a trajetória dos estudantes, influenciando sua motivação para seguir estudando. Já Prado de Sousa et al. (2025) exploram o impacto dos projetos de vida dos alunos na forma como se relacionam com a instituição escolar, sugerindo que a clareza sobre objetivos futuros reduz a evasão.
Outro fator relevante é o contexto socioeconômico. Oliveira (2024) discute como estudantes que enfrentam barreiras externas, como a necessidade de trabalhar desde cedo, desenvolvem percepções mais distantes da escola, o que pode comprometer sua continuidade nos estudos. Em contrapartida, modelos educacionais mais integrados, como os analisados por Oliveira e Campos (2025), demonstram um impacto positivo na retenção escolar ao conectar o aprendizado às realidades do aluno.
Tabela 2 – Fatores que Impactam a Permanência Escolar

Fonte: Elaboração Própria (2025)
Como mostram os estudos, a permanência escolar não se baseia apenas na estrutura do Ensino Médio, mas na forma como os alunos interpretam sua relevância na vida cotidiana. Estratégias educacionais podem ajudar a transformar percepções negativas e fortalecer a conexão entre escola e estudante. Porém, as representações sociais podem ser modificadas por meio de intervenções institucionais, tornando o ensino mais próximo das expectativas dos alunos. Medidas como flexibilização curricular, metodologias mais dinâmicas e programas de orientação vocacional são alternativas que podem contribuir para reduzir a evasão e tornar o Ensino Médio mais significativo. A análise dessas percepções não apenas amplia a compreensão sobre os desafios da educação, mas também oferece caminhos para tornar essa etapa mais alinhada às necessidades dos jovens.
RELAÇÃO ENTRE CONTEXTO SOCIOECONÔMICO E REPRESENTAÇÃO DA ESCOLA
A relação entre contexto socioeconômico e a percepção dos estudantes sobre a escola tem sido objeto de análise em diversas pesquisas recentes. Santana, Chamon e Sordillo (2021) exploram como as diferenças regionais influenciam as expectativas dos alunos em relação ao Ensino Médio, destacando que em áreas economicamente favorecidas a escola é vista como um espaço de preparação para o ensino superior, enquanto em regiões menos privilegiadas é muitas vezes percebida como um ambiente de passagem.
A questão da infraestrutura escolar também aparece como um fator determinante nas representações sociais dos estudantes. Oliveira (2024) analisa como as condições físicas das escolas e o acesso a recursos impactam a experiência acadêmica, apontando que alunos de instituições com estrutura precária tendem a construir uma visão menos positiva sobre o papel da escola em sua trajetória de vida. Da mesma forma, Oliveira e Campos (2025) ressaltam que modelos de ensino mais integrados e alinhados à realidade dos alunos podem mitigar parte dessas desigualdades.
O impacto do apoio institucional e familiar na permanência escolar também é observado por Prado de Sousa et al. (2025), que destacam que estudantes que contam com suporte social mais sólido apresentam maior engajamento acadêmico. Já Mendonça e Lima (2025) analisam como professores percebem as diferenças socioeconômicas entre os alunos e sua influência na construção das representações sociais sobre o Ensino Médio.
Tabela 3 – Influência do Contexto Socioeconômico na Representação da Escola

Fonte: Elaboração Própria (2025)
O conjunto dessas análises evidencia que a escola não é percebida da mesma forma por todos os estudantes. A realidade socioeconômica molda suas experiências, refletindo-se nas representações sociais sobre o Ensino Médio e suas funções. Como discutido por Santana e Chamon (2022), compreender essas diferenças pode contribuir para o desenvolvimento de políticas educacionais mais eficazes, capazes de tornar a escola um espaço mais acessível e alinhado às diversas realidades dos alunos. Isso reforça a necessidade de estratégias que vão além do currículo tradicional, integrando programas de apoio e metodologias inovadoras para minimizar desigualdades educacionais.
INTERAÇÃO ENTRE PROFESSORES E ALUNOS
A relação entre professores e alunos se mostra essencial na construção das representações sociais sobre a escola. A forma como os docentes interagem com os estudantes influencia diretamente a percepção que eles desenvolvem sobre o ambiente escolar e sua relevância na formação acadêmica e pessoal. Mendonça e Lima (2025) analisam como a postura dos professores pode fortalecer ou enfraquecer o vínculo dos alunos com a instituição, destacando que a qualidade das interações impacta diretamente o engajamento e a motivação dos estudantes.
Além disso, Prado de Sousa et al. (2025) exploram como a comunicação entre docentes e alunos contribui para a construção de expectativas sobre o futuro acadêmico e profissional. Quando os professores demonstram interesse genuíno pelo desenvolvimento dos estudantes, há uma tendência maior de envolvimento e participação ativa no processo de aprendizagem. Por outro lado, relações distantes ou pouco estimulantes podem gerar desmotivação e afastamento progressivo.
A dinâmica escolar também é influenciada pelo contexto socioeconômico dos alunos. Oliveira (2024) aponta que estudantes que enfrentam dificuldades externas, como instabilidade financeira ou falta de suporte familiar, tendem a depender ainda mais da relação com os professores para manter o vínculo com a escola. Já Oliveira e Campos (2025) indicam que metodologias mais interativas e participativas podem fortalecer essa conexão, tornando o ambiente escolar mais acolhedor e estimulante.
Tabela 4 – Impacto das Interações entre Professores e Alunos na Construção das Representações Sociais sobre a Escola

Fonte: Elaboração Própria (2025)
Os estudos indicam que a qualidade das interações entre professores e alunos pode ser determinante na forma como os estudantes percebem a escola e seu papel na formação acadêmica. Como discutido por Santana e Chamon (2022), a construção de um ambiente escolar mais participativo e acolhedor pode contribuir para fortalecer o vínculo dos alunos com a instituição, reduzindo índices de evasão e promovendo um aprendizado mais significativo. A implementação de estratégias pedagógicas que valorizem o diálogo e a proximidade entre docentes e estudantes pode ser um caminho eficaz para tornar a escola um espaço mais relevante e alinhado às expectativas dos jovens.
Logo, nota-se que os resultados deste estudo reforçam a complexidade das representações sociais dos estudantes do Ensino Médio da rede pública sobre a escola. A forma como os alunos percebem a instituição está profundamente conectada a fatores como interação com professores, contexto socioeconômico e expectativas em relação ao futuro acadêmico e profissional. Mendonça e Lima (2025) demonstram que a visão dos docentes sobre essa etapa da educação influencia diretamente a relação dos jovens com o ensino, enquanto Prado de Sousa et al. (2025) enfatizam que a clareza sobre projetos de vida fortalece a permanência escolar.
Outro aspecto relevante é a influência das condições socioeconômicas na construção dessas representações. Oliveira (2024) aponta que estudantes de regiões menos favorecidas frequentemente enxergam a escola como um espaço desconectado de suas realidades, impactando seu engajamento. Essa análise se alinha aos achados de Oliveira e Campos (2025), que indicam que modelos de ensino mais integrados tendem a modificar essas percepções, aproximando a escola das necessidades concretas dos alunos.
Além disso, a dinâmica escolar e a relação com professores são fatores centrais na experiência acadêmica dos estudantes. Santana, Chamon e Sordillo (2021) exploram como a interação entre docentes e alunos pode potencializar o aprendizado e a motivação, enquanto Santana e Chamon (2022) destacam que a escola desempenha um papel essencial na construção das expectativas profissionais dos jovens. Os resultados apresentados sugerem que estratégias pedagógicas voltadas ao fortalecimento dessas relações podem ser determinantes para reduzir desigualdades na educação e promover um ambiente escolar mais acolhedor e significativo. Essa análise evidencia a necessidade de ajustes institucionais para tornar o Ensino Médio mais alinhado às perspectivas dos estudantes, permitindo que a escola seja percebida como um espaço de oportunidades reais.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A forma como os estudantes do Ensino Médio da rede pública percebe a escola está profundamente ligada às suas experiências individuais e ao contexto social em que estão inseridos. Essas representações influenciam não apenas seu engajamento acadêmico, mas também suas expectativas em relação ao futuro. Quando a escola consegue se conectar com os projetos de vida dos alunos e oferecer um ambiente que valoriza sua identidade, há maior tendência de permanência e envolvimento com o aprendizado. Por outro lado, estruturas rígidas e pouco adaptadas à realidade dos jovens podem gerar distanciamento, afetando diretamente a relação que constroem com a instituição.
Os fatores que moldam essas percepções são diversos e se entrelaçam ao longo da trajetória escolar. O vínculo estabelecido com professores, a infraestrutura disponível, o apoio institucional e as condições socioeconômicas são alguns dos elementos que influenciam a forma como os estudantes enxergam a escola. Para aqueles que encontram suporte acadêmico e emocional, a escola representa um espaço de crescimento. Já os alunos que enfrentam barreiras externas ou dificuldades na interação com o ambiente escolar podem ter uma visão mais crítica, o que impacta seu engajamento e até mesmo sua permanência nos estudos.
Diante desse cenário, pensar em estratégias que aproximem a escola da realidade dos estudantes é essencial. Adaptar currículos, diversificar metodologias e fortalecer o diálogo entre alunos e professores são algumas das medidas que podem tornar o Ensino Médio mais significativo. A escola não deve ser percebida apenas como um lugar de instrução, mas como um ambiente capaz de contribuir para a construção de identidades e perspectivas futuras. Entender as representações sociais dos estudantes é um passo fundamental para criar políticas educacionais que respondam às suas expectativas e reduzam desigualdades na educação.
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