Como a saúde física impacta na qualidade de vida e no bem-estar pessoal e profissional dos professores? Uma breve revisão

HOW DOES PHYSICAL HEALTH IMPACT THE QUALITY OF LIFE AND PERSONAL AND PROFESSIONAL WELL-BEING OF TEACHERS? A BRIEF REVIEW

¿CÓMO IMPACTA LA SALUD FÍSICA EN LA CALIDAD DE VIDA Y EL BIENESTAR PERSONAL Y PROFESIONAL DE LOS DOCENTES? UNA BREVE RESEÑA

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/6D78D2

DOI

doi.org/10.63391/6D78D2

SILVA, Francisca Maria da. Como a saúde física impacta na qualidade de vida e no bem-estar pessoal e profissional dos professores? Uma breve revisão. International Integralize Scientific. v 5, n 49, Julho/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

A saúde, conforme a OMS, é um estado de completo bem-estar físico, mental e social. Analisar a influência da saúde física na qualidade de vida e no bem-estar pessoal e profissional dos professores, destacando a importância de hábitos saudáveis e iniciativas institucionais para a melhoria do desempenho e da satisfação no trabalho é o objetivo deste trabalho. No contexto dos professores, a saúde física desempenha um papel crucial na qualidade de vida e no desempenho profissional. Hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, exercícios regulares e sono adequado, aumentam a produtividade e reduzem o estresse. Empresas e instituições educacionais reconhecem a importância da saúde física e investem em programas de bem-estar para melhorar o desempenho dos profissionais. Pequenas mudanças na rotina dos professores podem impactar a vida significativamente, resultando em grandes benefícios e promovendo mais saúde e produtividade.
Palavras-chave
saúde do professor; exercícios físicos; bem-estar; vida pessoal e profissional.

Summary

According to the WHO, health is a state of complete physical, mental and social well-being. The aim of this study is to analyze the influence of physical health on the quality of life and personal and professional well-being of teachers, highlighting the importance of healthy habits and institutional initiatives to improve performance and job satisfaction. In the context of teachers, physical health plays a crucial role in quality of life and professional performance. Healthy habits, such as a balanced diet, regular exercise and adequate sleep, increase productivity and reduce stress. Companies and educational institutions recognize the importance of physical health and invest in well-being programs to improve professional performance. Small changes in teachers’ routines can significantly impact their lives, resulting in great benefits and promoting greater health and productivity.
Keywords
teacher health; physical exercise; well-being; personal and professional life.

Resumen

La salud, según la OMS, es un estado de completo bienestar físico, mental y social. Analizar la influencia de la salud física en la calidad de vida y el bienestar personal y profesional de los docentes, resaltando la importancia de los hábitos saludables y las iniciativas institucionales para mejorar el desempeño y la satisfacción en el trabajo es el objetivo de este trabajo. En el contexto de los docentes, la salud física juega un papel crucial en la calidad de vida y el desempeño profesional. Los hábitos saludables, como una dieta equilibrada, ejercicio regular y sueño adecuado, aumentan la productividad y reducen el estrés. Empresas e instituciones educativas reconocen la importancia de la salud física e invierten en programas de bienestar para mejorar el desempeño de los profesionales. Pequeños cambios en las rutinas de los docentes pueden impactar significativamente sus vidas, generando grandes beneficios y promoviendo una mayor salud y productividad.
Palavras-clave
salud docente; ejercicios físicos; bienestar; vida personal y profesional.

INTRODUÇÃO

A Organização Mundial da Saúde define a saúde como um estado de pleno bem-estar físico, mental e social, indo além da mera ausência de doenças ou enfermidades (Hiraoa, 2020). Nesse sentido, a saúde é concebida como um bem coletivo, essencial para o bem-estar social e a equidade, demandando políticas públicas eficazes que assegurem seu acesso integral e igualitário. 

O comportamento humano é influenciado pelo contexto individual, tornando essencial a promoção da saúde de forma adaptada a cada realidade sociocultural. Para isso, é necessário estabelecer condições que favoreçam a adoção de hábitos saudáveis, por meio do reforço positivo e da criação de ambientes propícios à saúde. Esse processo deve considerar a interação dinâmica entre fatores comportamentais, sociais, econômicos e ambientais, os quais exercem influência mútua na facilitação ou restrição do acesso oportuno à saúde (Barbosa et al., 2024).

Dentro desta ótica, e em um mundo cada vez mais acelerado e exigente, manter um corpo saudável não é apenas uma questão de estética, mas sim uma necessidade para garantir energia, disposição e resistência para enfrentar os desafios do dia a dia, tanto nos aspectos pessoais quanto profissionais. A saúde possui diferentes dimensões que influenciam o bem-estar de uma pessoa. As concepções sobre saúde veem o indivíduo como ser multidimensional destacando sua multidimensionalidade, cabendo ressaltar, portanto, algumas dimensões da saúde (Faustino et al., 2020). 

A Saúde Física está relacionada ao bom funcionamento do corpo, incluindo alimentação saudável, prática de exercícios e cuidados médicos. A prática de atividades físicas é essencial para os educadores, especialmente considerando as exigências físicas e mentais envolvidas no exercício da profissão (Piveta; Sales, 2017).

A Saúde Mental refere-se ao estado de equilíbrio psicológico e bem-estar emocional de uma pessoa. Envolve a capacidade de lidar com os desafios da vida, administrar emoções, manter relacionamentos saudáveis e adaptar-se a mudanças e dificuldades sem comprometer a qualidade de vida. Os estudos sobre a relação entre o ambiente de trabalho e a saúde mental destacam que a exploração e a precarização das condições laborais têm causado impactos preocupantes na saúde dos professores e demais profissionais da educação (Pereira; Santos; Manenti, 2020).  De acordo com os mesmos autores, é possível notar um indicador ascendente no processo de adoecimento entre os docentes nas últimas décadas, denotando o sofrimento mental como uma das formas mais preponderantes deste adoecimento, ligado às novas condições de trabalho.

A Saúde Emocional está diretamente relacionada à saúde mental e envolve a habilidade de identificar, expressar e lidar com as emoções de maneira equilibrada. Um fator relevante relacionado à saúde emocional é o estresse, que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), é uma questão de alcance global e é definido como um fenômeno de grande complexidade (Andrade; Cardoso, 2012).

De acordo com Teixeira, Arossi e Santos (2021), diversos estudos apontam um elevado número de docentes que se afastam de suas atividades profissionais devido a doenças associadas ao estresse ocupacional. Esse fenômeno pode ser desencadeado por fatores como violência no ambiente escolar, insatisfação com a carreira, elevada carga emocional, condições inadequadas de trabalho, carência ou ineficácia de capacitações, sobrecarga decorrente da insuficiência de pessoal, falta de suporte da gestão, dificuldades nas relações interpessoais, ausência de uma abordagem coletiva, restrição da autonomia profissional, necessidade de adaptações pedagógicas e atribuição de funções administrativas sem a devida preparação.

A Saúde Espiritual – Relacionada aos valores, crenças e propósito de vida, contribuindo para o bem-estar interior. Pode estar ligada ou não a uma religião específica, pode ser uma fonte de resiliência, motivação para os pacientes e seus familiares no percurso de uma doença. Muitos desafios abalam as dimensões da saúde, e para equilibrar, encontram na espiritualidade, esta fonte. A relação entre espiritualidade e saúde tem se consolidado como um paradigma a ser reafirmado na prática médica cotidiana (Perse et al., 2021). Entender como a mente funciona e a forte conexão entre saúde mental, física e espiritual é essencial, pois esses aspectos estão intimamente ligados e influenciam-se mutuamente (Pignatti; Silva, 2020).

Este artigo traz reflexões sobre como a saúde física impacta na qualidade de vida e no bem-estar pessoal e profissional dos professores e como pequenas mudanças podem gerar grandes transformações. Também serão analisadas as relações entre a saúde física e o desempenho dos professores em sua rotina profissional e pessoal, destacando os desafios enfrentados na manutenção do bem-estar e as possíveis estratégias para promover hábitos saudáveis. Busca-se compreender de que maneira a adoção de pequenas mudanças no estilo de vida pode contribuir para a melhoria da qualidade de vida desses profissionais, refletindo positivamente em sua atuação pedagógica, na interação com os alunos e na sua satisfação pessoal. 

Segundo Scliar (2007), conceituar saúde é refletir sobre “a conjuntura social, econômica, política e cultural”. O significado de saúde e/ou doença, portanto, varia conforme o tempo, o lugar, a sociedade, as crenças e os valores de cada pessoa.  Portanto, falar sobre Saúde Física é também abranger os aspectos relacionados à atividade e exercícios físicos.  Para a OMS (2020), é fundamental a redução do sedentarismo e evidencia que o corpo em movimento contribui significativamente para uma vida de qualidade.

A dimensão da saúde física, atualmente desempenha um papel fundamental na qualidade de vida das pessoas, influenciando diretamente tanto o bem-estar pessoal quanto o desempenho profissional. Os efeitos positivos da prática regular de exercícios físicos na saúde cardiovascular e metabólica têm sido amplamente documentados na literatura há muitos anos (Beck; Pitanga, 2020). O exercício físico é amplamente pesquisado por sua influência na redução da ansiedade e no fortalecimento do bem-estar mental (Souza et al., 2024).

De acordo com os estudos de Hirschle e Gondim (2020), os resultados obtidos são relevantes e podem apoiar a criação de políticas e programas voltados para a melhoria do bem-estar e a redução do estresse dos trabalhadores. Empresas e organizações têm reconhecido a importância da saúde física de seus colaboradores, investindo em programas de bem-estar para aumentar a motivação e a eficiência no ambiente de trabalho. Isso exige uma atenção especial aos fatores que influenciam a rotina profissional, como os estressores, os recursos disponíveis no trabalho, o suporte organizacional e social, as relações interpessoais, as habilidades individuais e o equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Caso negligenciados, esses aspectos podem se tornar riscos psicossociais, impactando negativamente a saúde dos trabalhadores. 

Os professores, de posse destes conhecimentos, individualmente, também podem adotar hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, prática regular de exercícios e sono adequado, dentre outros hábitos que podem melhorar significativamente a produtividade, reduzir o estresse e aumentar a longevidade (Mukaddes Örs, 2024).

REVISÃO DE LITERATURA

Considerando o conceito de saúde em âmbito global, este referencial teórico apresenta e analisa as contribuições de diversos autores sobre a relação entre saúde e aspectos físicos, explorando suas definições, implicações e abordagens relacionadas às condições pessoais e profissionais dos professores, questão discutida historicamente e intrínseca à saúde do docente. 

A vivência de estresse contínuo pode representar um risco significativo para a saúde mental e física, além de contribuir para o esgotamento profissional. No entanto, ainda há pouco conhecimento sobre as estratégias mais eficazes para enfrentar o estresse e a exaustão entre os professores (Agyapong, 2023). O trabalho com a doença e o sofrimento frequentemente são causas de estresse físico e psicológico, levando o profissional ao estresse ocupacional (Andrade; Cardoso, 2012).

Segundo Fritz e Peixoto (2022), “a vocação do docente tem sido modificada constantemente, com mais atribuições e tarefas, fazendo surgir novos desafios no âmbito trabalhista”. Isso significa que cada vez mais o docente tem passado por transformações, refletindo a ampliação de suas atribuições e responsabilidades. Além de ensinar, os professores precisam lidar com novas exigências tecnológicas, metodológicas e burocráticas, o que impacta diretamente sua rotina de trabalho. 

Essas mudanças trazem desafios no âmbito trabalhista, como a sobrecarga de tarefas, a necessidade de atualização contínua e a busca por melhores condições de trabalho. Dessa forma, a profissão docente exige cada vez mais adaptação e resiliência para enfrentar as demandas da educação contemporânea. Na educação básica, as competências socioemocionais são essenciais, pois a docência vai além do domínio técnico da profissão (Carias, 2022).

Na literatura de Prado (2021), ao considerar o conceito de saúde mundial, a autora observa “que a saúde mental e física dos docentes está cada vez mais prejudicada”. Isso resulta numa maior necessidade de conscientização destes profissionais que segundo a mesma autora, na maioria das vezes se preocupam não apenas com os aprendizados dos seus alunos, mas também com a saúde deste, sendo recorrente até hoje. 

Souza et al. (2018), realizaram um estudo qualitativo, analisando depoimentos de professores. Estes registraram “suas ansiedades e seus sintomas diários como palpitações, angústia, desânimo, irritação, cansaço, frustração, vontade constante de chorar”. Para Pinho et al. (2023), “tanto as condições do ambiente laboral quanto os aspectos psicossociais do trabalho podem gerar insatisfação e predispor o surgimento de sofrimento físico e mental nos trabalhadores”. 

O ambiente físico de trabalho (como iluminação, temperatura, ergonomia, barulho etc.) quanto os fatores psicossociais (como pressão por resultados, relações interpessoais, carga de trabalho, reconhecimento, entre outros) podem influenciar negativamente a satisfação dos trabalhadores. Para Fritz e Peixoto (2022), diversos elementos podem contribuir para o aumento do estresse entre os professores, o que por sua vez, pode estar associado ao desenvolvimento de problemas de saúde. Para estes, reduzir o estresse dos professores não beneficia apenas sua saúde, mas também melhora a aprendizagem dos alunos. Quando um docente está, físico ou emocionalmente instável, o ensino é afetado. Por outro lado, estudantes que têm professores saudáveis tendem a progredir melhor na educação.

É imprescindível investigar os fatores que geram estresse no ambiente de trabalho no contexto docente, pois se as condições são desfavoráveis, elas podem levar ao sofrimento físico (como dores, fadiga, doenças ocupacionais) e mental (como estresse, ansiedade, depressão, burnout), prejudicando a saúde e o bem-estar dos funcionários. No ensino superior, o desgaste e o adoecimento dos docentes são fortemente influenciados pelo aumento da carga de trabalho e pelo excesso de demandas, intensificados pelas exigências de alto desempenho acadêmico (Souza e Lima, 2022).

Desde os primórdios do estudo do corpo humano em movimento, pesquisadores têm se dedicado a compreender de que maneira o organismo responde e se adapta ao esforço físico. Em ambientes organizacionais com interações humanas intensas, fatores como competitividade, demandas elevadas e pressões do mercado podem levar os funcionários a enfrentar cansaço mental e emocional, ansiedade, estresse e queda no desempenho. Ou seja, essas condições favorecem o esgotamento profissional. O ensino é uma das áreas em que essas dinâmicas são mais evidentes, tornando os professores particularmente suscetíveis ao desgaste (Akin, 2019).

Com o tempo, avanços científicos permitiram a construção de um amplo conhecimento sobre as transformações que ocorrem durante diferentes intensidades de atividade, bem como sobre as mudanças funcionais e estruturais associadas à prática constante. Esse acúmulo de informações tem possibilitado uma melhor compreensão dos impactos dessas adaptações tanto no desempenho físico quanto na saúde ao longo da vida. De acordo com Peixoto (2021), “pesquisas têm evidenciado contribuições do exercício físico na promoção de saúde mental e favorecimento de emoções positivas”.

Nos escritos de Han (2024), o exercício físico desempenha um papel crucial na melhoria da qualidade do sono, proporcionando benefícios significativos para a saúde e o bem-estar. E conforme aponta Schustoff (2012), a prática de atividades físicas traz benefícios psicológicos que podem ser observados em diferentes períodos. A curto prazo, contribui para a diminuição da ansiedade, controle do estresse, promoção do relaxamento e melhora do humor. Já em um panorama de longo prazo, a atividade física favorece a saúde mental, potencializa a cognição, amplia a percepção de bem-estar e reduz significativamente o risco de depressão.

Diante disso, é essencial que os docentes disponham deste conhecimento e assim possam implementar uma rotina mais saudável, evitando até mesmo o absenteísmo que “aparece como forma de buscar um alívio que permita ao professor escapar momentaneamente das tensões acumuladas em seu trabalho” (Esteve, 1999). Em outras palavras, quando os professores enfrentam um ambiente estressante e não encontram maneiras eficazes de lidar com a pressão, podem recorrer à ausência no trabalho como uma forma de descanso ou fuga momentânea do desgaste emocional e físico. A adoção de estratégias eficazes em todas as escolas é essencial para fortalecer a capacidade dos educadores de lidar com desafios cotidianos, minimizando, assim, o risco de esgotamento profissional (Agyapong, et al., 2023).

Em um estudo realizado em 2022, durante cinco meses, com o objetivo de identificar o impacto da Educação Física no desempenho e atenção dos alunos, o resultado foi o seguinte, a principal conclusão deste estudo é que os estudantes que praticavam educação física conseguiram melhorar significativamente seus indicadores de atenção, (Alencar; Almeida, 2024). Portanto, a realização frequente de atividades físicas estimula a liberação de neurotransmissores e hormônios, como endorfinas, serotonina e norepinefrina, que contribuem para o equilíbrio do humor e a diminuição dos sintomas de ansiedade (Barros et al., 2024). A literatura científica destaca amplamente os benefícios da atividade física para a saúde (Batista et al., 2025).

O trabalho dos professores é essencial para a formação educacional e social de crianças e jovens, mas também pode ser um grande desafio para a saúde desses profissionais. A rotina intensa, as altas demandas emocionais e a falta de reconhecimento adequado são fatores que contribuem para o estresse e o adoecimento docente. Além disso, a sobrecarga de trabalho, as condições inadequadas do ambiente escolar e a pressão por resultados afetam diretamente o bem-estar físico e mental dos educadores. A pressão para se adaptar rapidamente pode causar sobrecarga e exaustão, prejudicando o bem-estar dos professores (Macêdo et al., 2024).

Ensinar é desafiador, mas também muito gratificante. Estudos indicam que transtornos como ansiedade, depressão e síndrome de burnout são cada vez mais frequentes entre professores, comprometendo sua qualidade de vida e, consequentemente, o desempenho profissional. Diversos fatores contribuem para o estresse, esgotamento e problemas emocionais dos professores. Identificar essas causas é essencial para entender a dimensão das dificuldades enfrentadas na profissão (Agyapong et al., 2024).

Dessa forma, torna-se essencial a implementação de políticas institucionais que promovam melhores condições de trabalho, apoio psicológico e estratégias para a valorização da docência, garantindo um ambiente mais saudável e produtivo para esses profissionais. De acordo com Pinho et al. (2023), “os elementos que compõem os desencadeadores para sintomas estressores e suas consequências para a saúde são os mais variados, porém, a prevenção é um caminho promissor”. 

De acordo com os estudos de Silva et al. (2018), que analisou os desafios enfrentados pelos trabalhadores para praticar as atividades físicas, influenciados por mudanças no ambiente de trabalho, os resultados mostraram que a maioria não se exercita regularmente, aumentando o risco dessas doenças, destacando a importância de discutir os fatores que contribuem para essa realidade. De acordo com os mesmos autores, a atividade física é essencial para a saúde e a qualidade de vida, além de ajudar na prevenção de DCNT (Doenças Crônicas Não Transmissíveis).

O cansaço excessivo pode ter um impacto negativo na saúde dos professores e representa um risco para o comprometimento do bem-estar físico e mental (Agyapong et al., 2022). Investir em melhores condições de trabalho, oferecer apoio psicológico, valorizar a profissão e incentivar práticas de autocuidado são medidas essenciais para evitar o desgaste físico e mental dos professores, garantindo não apenas a qualidade do ensino, mas também o bem-estar dos educadores que desempenham um papel tão importante na sociedade.

De acordo com Agyapong et al. (2024), é fundamental enfatizar a relevância de as escolas adotarem iniciativas voltadas para fortalecer a resiliência, reduzir o estresse e criar um ambiente de trabalho que favoreça o bem-estar dos colaboradores.

Dumith (2020), concluiu em seus estudos que “os professores devem dar mais atenção a ter um estilo de vida saudável. Menos da metade dos professores foram considerados fisicamente ativos no tempo de lazer”. Isso significa que os professores deveriam se preocupar mais com hábitos saudáveis, pois a maioria deles não pratica atividades físicas no tempo livre. O trecho “menos da metade dos professores foram considerados fisicamente ativos no tempo de lazer” indica que a maioria tem um estilo de vida sedentário fora do trabalho. Isso pode ser um alerta para a importância do autocuidado, já que um estilo de vida saudável impacta tanto o bem-estar pessoal quanto a qualidade do ensino.

A inatividade física é um fator determinante na qualidade de vida, estando associada a impactos negativos à saúde e ao aumento do risco de diversas enfermidades, como diabetes, acidente vascular cerebral, hipertensão, doenças cardiovasculares e certos tipos de câncer. Por outro lado, a prática regular de atividade física contribui para a promoção do bem-estar, além de atuar como um fator de proteção contra doenças que podem comprometer a funcionalidade do indivíduo ou levar a óbito (Costa et al., 2024).

De acordo com Araújo et al. (2019), O estudo de Salvador, analisou 573 professores de 60 escolas privadas, examinando aspectos do emprego e das condições de trabalho, o ambiente escolar e a saúde dos docentes. O estudo apontou desafios ligados à saúde mental, problemas musculoesqueléticos e distúrbios vocais. Para estes mesmos autores, é fundamental a priorização de intervenções voltadas à organização e ao processo de trabalho, com o intuito de fortalecer e viabilizar políticas de regulação laboral. Essas políticas devem considerar tanto as condições quanto às especificidades da atividade docente, sendo sustentadas por processos participativos que envolvam os profissionais diretamente impactados. 

Esse cenário representa um desafio primordial para a promoção de melhorias estruturais e institucionais capazes de contribuir para a redução dos elevados índices de adoecimento entre os docentes, configurando-se como um aspecto essencial para o avanço das condições de trabalho na área educacional. Ao adotar estratégias de autocuidado e fomentar um ambiente de apoio mútuo, as instituições de ensino podem favorecer o bem-estar de professores e alunos, impulsionando tanto o sucesso acadêmico quanto o desenvolvimento pessoal de toda a comunidade (Macêdo et al., 2024).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Considerando a relevância da saúde no contexto docente, observa-se que fatores físicos, psicológicos e laborais desempenham um papel crucial no bem-estar desses profissionais. O aumento das atribuições, as exigências tecnológicas e metodológicas e as condições do ambiente de trabalho impactam diretamente a saúde dos professores, podendo levar a sobrecarga, estresse e outras complicações. Estudos demonstram que tanto os aspectos físicos quanto os psicossociais influenciam a satisfação e a qualidade de vida no ambiente escolar.

A prática de atividades físicas surge como um importante aliado na promoção da saúde mental e física, contribuindo para a redução do estresse e melhora do desempenho profissional. Da mesma forma, a adoção de hábitos alimentares saudáveis exerce um papel essencial na prevenção de doenças e na manutenção da energia e disposição ao longo da jornada de trabalho. Uma alimentação equilibrada favorece não apenas a saúde física, mas também o bem-estar emocional, auxiliando no enfrentamento dos desafios diários da docência.

Dessa forma, torna-se fundamental a adoção de estratégias que favoreçam um ambiente mais saudável e equilibrado para os docentes, garantindo não apenas seu bem-estar, mas também a qualidade do ensino.

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Acesso em: 2024-09-03.

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