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Resumo
INTRODUÇÃO
Viver em um ambiente com qualidade é um direito de todas as pessoas previsto por leis vigentes e para esse direito ser conquistado por todos, é necessário ter clareza de direitos e deveres, ter o conhecimento mínimo sobre meio ambiente e como trabalhar com ele, porém o meio ambiente tem apresentado muitas mudanças devido aos impactos antrópicos e essas mudanças vêm apresentando grandes problemas e alterações no clima no mundo inteiro.
Para Ribeiro (2012), o meio ambiente pode ser definido de diversas visões, sendo biológica, social, biótica e abiótica, assim como suas características e condicionamentos geofísicos, e outros definições. (Ribeiro, 2012). Tratando-se do ambiente biológico, devido as manifestações humanas, ao não cuidado e extração de materiais, consumismo exacerbado e outras práticas humanas, que tem sido devastado e isso tem causado alteração no clima, seja de forma mundial ou em alguns locais mais específicos (Ribeiro, 2012).
Muitas alterações que estão acontecendo no meio ambiente provêm da Revolução Industrial (Ribeiro, 2012), e se estenderam até os dias de hoje, e apontada frequentemente como o momento de ruptura na história, um marco na emissão de gases-estufa (GE) ocasionado pelo próprio homem devido ao processo de industrialização. Dentre todas essas alterações, as maiores são conhecidas pelo aquecimento global, poluição da água, dos rios e mares, desmatamento, exploração excessiva de recursos, a urbanização desordenada e as mudanças no uso da terra (Ribeiro, 2012).
O problema da pesquisa está baseado na pergunta que norteia a construção do referencial teórico como: Quais são as alterações climáticas que o Estado do Rio de Janeiro apresenta?
E como perguntas de investigação para a pesquisa baseadas em: Quais são as alterações climáticas que ocorrem no estado do RJ? Como fazer com que a população se conscientize sobre essas mudanças no meio ambiente? Quais são os benefícios que a Educação voltada para o meio ambiente pode trazer para a população do RJ?
O objetivo geral da pesquisa, por meio de pesquisa empírica, é evidenciar as mudanças climáticas que estão acontecendo no estado do Rio de Janeiro, RJ no Brasil. E específico é conceituar a Educação Ambiental como forma de conscientização à população no combate a erradicação dessas mudanças no clima no estado do Rio de Janeiro.
A pesquisa qualitativa, descritiva com caráter exploratório, é importante e apresenta reflexão sobre o tema abordado e tende a apresentar benefícios para estudiosos e a própria população envolvida por meio dos resultados obtidos e propostos de forma relevante.
ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
De acordo com IBGE (2024), a preservação do meio ambiente e o enfrentamento da emergência climática têm sido preocupações e alvo de estudos devido as alterações climáticas que por muitas vezes causadas pela própria ação do homem. E tem sido cada vez mais urgente em todo o mundo, desafiando a sociedade e os governos do mundo inteiro a adotar medidas de combate para remediar e prevenção na tentativa de evitar catástrofes como afirma IBGE (2024):
A crescente demanda por estatísticas ambientais, evidenciada em episódios recentes de desastres socioambientais associados a eventos climáticos extremos, torna ainda mais relevante a tarefa de estruturar a produção e a sistematização de informações que permitam o entendimento estratégico dos processos ambientais no território brasileiro, sobretudo para as populações mais vulnerabilizadas, com vistas à formulação de estratégias e políticas públicas que combinem desenvolvimento econômico e conservação ambiental (IBGE, 2024).
A poluição ambiental pode ser causada por diversos fatores, sendo conhecidos por naturais (próprios da natureza) ou conhecidos por antrópicos (causados por ações pela população) (Magalhães, 2003, apud Espíndola e Ribeiro, 2020). O meio ambiente tem apresentado muitas mudanças devido aos impactos antrópicos (sofridos pela população) advindos desde a Revolução Industrial, em que o consumismo tomou conta atrelado ao capitalismo.
As ações antrópicas são responsáveis por muitas das mudanças pelas quais a sociedade contemporânea passa. Os problemas ambientais inserem-se nesse conjunto, sendo de ordem ecológica, política, econômica, ética e social (Serpa, 2008, apud Espíndola e Ribeiro, 2020).
Para Ribeiro (2002), a degradação ambiental causada pelo consumo imediato não impõe limite para acumulação de capital. E como consequência disso, vieram os problemas gerados pelo mau uso do meio ambiente e/ou dos recursos providos do meio ambiente. Para Ribeiro (2002), o excesso de indústrias automotivas é uma das causas para o aumento de gases resultantes de ação humana relacionados ao efeito estufa e aquecimento global e consequentemente derretimento das geleiras (Ribeiro, 2002). Haja visto o Rio de Janeiro é mencionado como um exemplo, tendo em vista inundações e deslizamentos de terra que ocorreram nos últimos anos (Espíndola e Ribeiro, 2020).
Há muitas vertentes sobre o aquecimento global, que alguns estudiosos afirmam que o aquecimento é inevitável:
(…) e gerado apenas por processos naturais, enquanto outros estudiosos afirmam que apesar de haver um aquecimento em um ciclo longo, ele nunca teve a intensidade verificada nas últimas décadas, indicando que a participação humana lançando os gases-estufa pode ter agravado a situação, e por fim, existem os que indicam a civilização do combustível fóssil como culpada, assim para este grupo de pesquisadores a Revolução Industrial é um marco fundamental na história (Ribeiro, 2002).
No Rio de Janeiro há um aumento considerado bem alto do nível do mar, colocando em risco áreas das encostas como região litorânea e comunidades. Também há alguns eventos climáticos extremos como as ressacas do mar, que provocam inundações e situações mais graves. E por fim, as ilhas urbanas de calor, que com o aumento das temperaturas na cidade, exacerbado pela urbanização, cria ilhas de calor, elevando a temperatura em áreas urbanas em comparação com regiões mais arborizadas (Paula, et al. 2024).
Braga (2012) afirma que a emissão de gases de efeito estufa é uma das principais causas de alteração climática no mundo e que 75% são causados pelo homem e influencia em diversas áreas como transporte, construção, indústria e energia. Essa representatividade que as cidades possuem decorre, principalmente, da sua concentração populacional e de seu crescimento urbano acelerado.
Paula et al. (2024) também afirmam que o Brasil apresenta um crescimento constante em sua população, com projeções indicando que esse número alcançará aproximadamente 233 milhões de pessoas até 2047 (IBGE 2023), e 61% da população vive em áreas urbanas e necessita de saneamento básico, que pode ser comprometido se não cuidado (Paula et al., 2024).
O estado do Rio de Janeiro também tem apresentado grandes impactos e castigado pela quantidade de chuvas intensas que geralmente garantem tragédias e transtornos como quedas de árvores, tempestades, ventos fortes, deslizamentos, problemas de transmissão de energia elétrica e ressacas com ondas de até 5 metros, e todas essas consequências relacionadas ao aquecimento global como principal causa (Secretaria Municipal de Meio Ambiente da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, 2024).
Estudos futuros indicam que essa tendência deve seguir de acordo com o clima no Rio de Janeiro ficando mais quente até o final do século 21, aumentando derretimento das geleiras, aumento do nível do mar e outras. Devido ao aquecimento global, as projeções de temperaturas indicam aumento máxima anual e da frequência de ocorrência de dias e noites quentes, redução de dias e noites frios e aumento da duração das ondas de calor e espera maior frequência e intensidade nas chuvas (Secretaria Municipal de Meio Ambiente da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, 2024).
Para Secretaria Municipal de Meio Ambiente da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, (2024), estudos recentes evidenciam que devido o estado ser uma área costeira, a Região Metropolitana do RJ é particularmente vulnerável a dois aspectos que são totalmente interligados: a elevação do nível do mar e a ocorrência de eventos extremos, como ventos intensos, ondas de tempestade, chuvas torrenciais e períodos de seca, produzindo eventos outros devastadores no RJ e provocando alterações socioeconômicas.
Estudos realizados pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente da Cidade do Rio de Janeiro (2024) apontam que o clima do Rio de Janeiro já está alterado e de acordo com o do INMET (Instituto Nacional de Meteorologia), o aquecimento global pode mudar o clima, promovendo impactos na orla das praias do RJ e redefinir a linha da costa. De acordo com os estudos, a expectativa é que a região se torne mais quente e úmida até o final do século. As praias podem perder areia e as zonas costeiras de baixa elevação podem sofrer ainda mais com inundações, apresentando o clima mais úmido, principalmente na área florestal em que os totais pluviométricos anuais estão em elevação (7,8 mm/ano no Alto da Boa Vista e 2,5 mm/ ano em Santa Cruz), assim como o número de dias com precipitação maior ou igual a 30 mm e 50 mm tem ocorrido com maior frequência.
Estudos realizados pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente da Cidade do Rio de Janeiro (2024) apontam sobre as ilhas de calor no RJ que alteram a direção e intensidade das brisas marítima e terrestre, assim como a temperatura do ar em que os estudos apontam que o clima está cada vez mais quente:
O número de dias no ano em que a temperatura máxima é superior a 25 °C exibe forte elevação (…), com aumento de 1,5 dia/ano, enquanto os dias mais frios estão menos frequentes. Já o índice que mostra o número de dias no ano quando a temperatura mínima é superior a 20 °C exibe tendência de elevação, com elevação de 0,9 dia/ ano (…) enquanto as noites frias estão em declínio (Secretaria Municipal de Meio Ambiente da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, 2024).
Assim, o clima no Rio de Janeiro deverá ficar mais quente até o final do século 21, como pode ser visto na tabela abaixo, com um aumento da maior temperatura máxima anual, da ocorrência de dias e noites quentes e da duração das ondas de calor e redução na ocorrência de dias e noites frios como pode ser visto na tabela abaixo (Secretaria Municipal de Meio Ambiente da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, 2024):
Tabela 1 – Variação do índice de maior temperatura máxima diária

Fonte: Secretaria Municipal de Meio Ambiente da Cidade do Rio de Janeiro (2024).
Essa alteração climática resultante do aquecimento global também deve estar em atenção sob a vulnerabilidade que as costas litorâneas apresentam e a elevação do nível do mar como mencionado anteriormente, recorrente de ressacas, chuvas fortes e intensas causando possível mudança na propagação de ondas e tem sido alvo de estudos de acordo com documentos oficiais como o Macro diagnostico da Zona Costeira e Marinha do Brasil (Brasil, Ministério do Meio Ambiente, 2008).
De acordo com Egler e Gusmão (2014), há no Rio de Janeiro outros fatores que necessitam de atenção zona costeira em que há a maior aglomeração urbana da zona costeira brasileira, com cerca de 11,5 milhões de habitantes em 2010. E devido a esse crescimento exacerbado há um numeroso contingente de população de baixa renda vivendo em áreas particularmente vulneráveis aos eventos meteorológicos extremos no contexto do Atlântico Sul (Un-Habitat, 2011, apud Egler e Gusmão, 2014).
É importante ter consciência de que a zona costeira sofre profundas alterações que são resultantes da retirada da vegetação ripária, da impermeabilização do solo na área drenada, do assoreamento das calhas dos sistemas (naturais e construídos) de drenagem e do estreitamento destes face à ocupação de suas margens por construções, nem sempre irregulares no sentido estrito da palavra, na interface entre o rio e sua planície de inundação como afirmam Egler e Gusmão (2014).
Outra alteração climática que existe no Rio de Janeiro de acordo com a SMMACRJ (2024), a biodiversidade e a flora do Rio de Janeiro sofrem impactos por atividades antrópicas como mencionado anteriormente e essas mudanças climáticas aumentam o risco de extinção de espécies, causando diferenças na fauna e na flora, assim, os mangues têm sua integridade ambiental ameaçada e as lagoas podem sofrem com o aumento do nível marítimo (SMMACRJ, 2024).
São diversas as alterações e diante disso, há muitas consequências que podem ser vistas em todas as esferas, sendo no meio físico, meio natural, social e econômico. Assim, é importante ter a consciência de que a Educação Ambiental pode ser um fator que agrega conhecimento e consciência de todos que vivem e dependem do meio ambiente.
EDUCAÇÃO AMBIENTAL
De acordo com o Currículo da SMESP – Secretaria Municipal da Educação do Estado de São Paulo (2019) não existe uma única concepção de Educação Ambiental, sendo uma definição de intensa controvérsia no mundo inteiro, pois segue várias vertentes. E essas raízes podem estar pautadas em movimentos ambientalistas com o objetivo de críticas e transformação, baseado na emancipação de sujeitos e nas tomadas de decisões para com o meio ambiente, ser humano e não humano.
De acordo com IMASUL (2025) há algumas definições sobre o conceito de Educação Ambiental, em que por exemplo, a Política Nacional de Educação Ambiental – Lei nº 9795/1999, em seu Art. 1º define educação ambiental em uma conscientização que envolve:
Os processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à qualidade de vida e sua sustentabilidade (IMASUL, 2025).
Enquanto para Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental (2012) em seu Art. 2° em que a educação ambiental é movida por intencionalidade na prática social relacionado a natureza e aos homens.
Para Quintas (2008, apud IMASUL, 2025), a Educação Ambiental deve proporcionar as condições para o desenvolvimento das capacidades necessárias; para gestão do uso dos recursos ambientais quanto na concepção e aplicação de decisões que afetam a qualidade do ambiente, seja físico-natural ou construído. Enquanto para Trein (2008, apud IMASUL, 2025), a Educação Ambiental, na raiz do modo de produção capitalista, deve incentivar a participação social na forma de uma ação política, aberta ao diálogo e ao embate.
Não somente no Brasil, mas internacionalmente, cabe destacar que a Educação Ambiental para SME (2019), há raízes no movimento ambientalista com ações em diferentes concepções sendo:
A educação ambiental é a ação educativa permanente pela qual a comunidade educativa tem a tomada de consciência de sua realidade global, do tipo de relações que os homens estabelecem entre si e com a natureza, dos problemas derivados de ditas relações e suas causas profundas. Ela desenvolve, mediante uma prática que vincula o educando com a comunidade, valores e atitudes que promovem um comportamento dirigido a transformação superadora dessa realidade, tanto em seus aspectos naturais como sociais, desenvolvendo no educando as habilidades e atitudes necessárias para dita transformação.” (Conferência Sub-regional de Educação Ambiental para a Educação Secundária – Chosica/Peru, 1976, apud IMASUL, 2025).
Para SME (2019), a Educação Ambiental é trabalhar a transversalidade, que dialoga com o presente, o passado e o futuro, trazendo memórias, experiências com e por ela. Além de fomentar afeto, ética, cognição, permitindo atuação, transformação e de maneira indissocial entre ambiente, social, cultural, estética, entre outras, que chamamos de uma visão socioambiental holística. Enquanto para Sorrentino (2005, apud IMASUL, 2025), a Educação Ambiental nasce como um processo educativo que conduz a um saber ambiental materializado nos valores éticos e nas regras políticas de convívio social e de mercado, direcionada à cidadania.
Sauvé (2010, apud SME, 2019) apresenta algumas concepções de Educação Ambiental que podem estar pautadas em correntes que têm longa tradição: naturalista, conservacionista, resolutiva, sistêmica, científica, humanista, moral/ética; ou correntes mais recentes: holística, biorregionalista, prática, crítica, feminista, etnográfica, eco educação, da sustentabilidade.
Tabela 2 – Características de correntes de educação ambiental


Fonte: Adaptação de Sauvé (2010, apud SME, 2019)
De acordo com SME (2019), a Educação Ambiental também aborda 3 concepções que vão de Conservadora, a Pragmática com o foco na ação, com soluções para os problemas e propostas a serem seguidas e Educação Ambiental Crítica na perspectiva da educação popular, com grandes contribuições de Paulo Freire que entende educação e conhecimento como uma construção social dialógica, coletiva e emancipatória (SME, 2019).
E por fim, a Educação Ambiental é pensar nas ações que envolvem o planeta, tomando consciência das nossas ações no ambiente micro e macro, local e global (SME, 2019). Trabalhar a Educação Ambiental é oferecer conhecimento sobre legislações para que todos entendam o que é direito e dever de cada cidadão, mas também é conscientizar de boas práticas para que não aumentem os problemas que já existem.
Para SME (2019), A Educação Ambiental é trabalhar pensamentos que voltam para práticas individuais e coletivas em busca de uma sociedade mais justa e solidária, refletindo sobre como os seres humanos atuam na sociedade pensando no meio ambiente em si e o que pode ser usufruído dele.
Para SME (2019), a Educação Ambiental começa no corpo e espaço onde cada ser humano convive, buscando o bem-estar pessoal e do espaço de vivências, de forma intrínseca e extrínseca, com o objetivo de ampliar essa busca de dentro para fora, ou seja, de si para a casa, para a calçada, para a rua, para o bairro, para o município e para o estado.
METODOLOGIA
Para essa pesquisa artigos, capítulos de obras e autores diversos foram utilizados e já estudados nas literaturas. Esses dados foram coletados e verificados, assim reescritos relacionando o referencial teórico aos resultados obtidos da pesquisa.
A pesquisa tem uma abordagem qualitativa com revisão de autores sobre o tema relacionado com dados advindos de banco de dados como mencionados anteriormente para que a metodologia utilizada tivesse embasamento suficiente e corroborar os resultados na pesquisa.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
A pesquisa apresenta como sugestão um aprofundamento sobre o tema abordado e diante dos resultados obtidos, discutidos e apresentados, esse estudo apresenta conceitos que podem ser amplamente investigados futuramente abordando novos números e estatísticas.
É nítido que os resultados apresentados na pesquisa servem para afirmar que as alterações que ocorrem no meio ambiente são ocasionadas pelo homem e há influências que causam malefícios para o planeta. E de acordo com esses resultados, a população sofre essas alterações que são causadas pelo próprio homem.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Como visto, além de viver em um ambiente com qualidade, provido de direitos, é um dever de cada cidadão preservar os espaços em que vive. Não é de hoje, que o meio ambiente vem sendo pauta de discussão sobre os cuidados que são necessários para a preservação e até mesmo diminuição ou erradicação de problemas existentes e que muitas vezes causados pela própria sociedade.
O meio ambiente como apresentado há várias definições, e uma das maiores preocupações de órgãos governamentais é o ambiente biológico, devido as manifestações humanas, ao não cuidado e extração de materiais, consumismo exacerbado e outras práticas que têm sido devastados diariamente e causado diversos outros problemas ou alterações climáticas no mundo inteiro e no Rio de Janeiro como apresentado por documentos oficiais.
Muitas alterações climáticas são consequência da Revolução Industrial como visto anteriormente, que devido ao consumo de materiais industriais, o uso do petróleo na indústria automobilística, por exemplo, provocou e ainda provoca gases que destroem a camada atmosférica, gerando aquecimento e derretimento de calotas, ilhas de calor etc.
Existem diversas alterações climáticas no estado do Rio de Janeiro, porém a maior delas e que desencadeia tantas outras é o aquecimento global, evidenciando alterações nas ondas e direção, chuvas e deslizamentos constantes de áreas urbanizadas irregularmente, e outros.
Muito ainda tende a ser feito, que vai desde conscientização da população em diversas formas como em noticiários, propagandas, e até mesmo nas escolas da região pode ser considerado como currículo trabalhar a Educação Ambiental.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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