Gestão de recursos para o aumento na competitividade dos sistemas de produção

RESOURCE MANAGEMENT TO INCREASE THE COMPETITIVENESS OF PRODUCTION SYSTEMS

GESTIÓN DE RECURSOS PARA AUMENTAR LA COMPETITIVIDAD DE LOS SISTEMAS DE PRODUCCIÓN

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/6F97C8

DOI

doi.org/10.63391/6F97C8

Mendes, Andelmo Queiroz. Gestão de recursos para o aumento na competitividade dos sistemas de produção. International Integralize Scientific. v 5, n 49, Julho/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

O presente artigo aborda a gestão de recursos, como um dos fatores fundamentais para a competitividade de uma organização. O objetivo é demonstrar como se trata de uma necessidade de compreender como se trata de algo fundamental compreender o que representa competitividade na atualidade. A metodologia adotada para a realização do presente artigo, foi a pesquisa de cunho bibliográfica. A fundamentação aponta algumas das principais peculiaridades que existem em relação à gestão de recursos na atualidade e sua relevância em prol do desenvolvimento da organização. O artigo visa contribuir para que os leitores entendam um pouco melhor o que representa a engenharia de produção na atualidade. Nas considerações finais, os leitores podem visualizar como existe a necessidade de o modelo de gestão empresarial ser mais harmonioso e equilibrado, no sentido de aproveitar melhor todos os recursos disponíveis e que se encontram à disposição da organização, e que motivam seu crescimento.
Palavras-chave
recursos; gestão; competitividade; organização.

Summary

This article addresses resource management as one of the fundamental factors for an organization’s competitiveness. The objective is to demonstrate how it is necessary to understand what competitiveness represents today. The methodology adopted to write this article was bibliographic research. The basis points out some of the main peculiarities that exist in relation to resource management today and its relevance for the development of the organization. The article aims to help readers understand a little better what production engineering represents today. In the final considerations, readers can see how there is a need for the business management model to be more harmonious and balanced, in order to better use all the available resources that are at the organization’s disposal and that motivate its growth.
Keywords
resources; management; competitiveness; organization.

Resumen

Este artículo aborda la gestión de recursos como uno de los factores fundamentales para la competitividad de una organización. El objetivo es demostrar la necesidad de comprender qué representa la competitividad hoy en día. La metodología adoptada para escribir este artículo fue una investigación bibliográfica. La base señala algunas de las principales peculiaridades existentes en relación con la gestión de recursos hoy en día y su relevancia para el desarrollo de la organización. El artículo busca ayudar a los lectores a comprender mejor qué representa la ingeniería de producción hoy en día. En las consideraciones finales, los lectores pueden ver cómo existe la necesidad de un modelo de gestión empresarial más armonioso y equilibrado para aprovechar mejor todos los recursos disponibles de la organización que impulsan su crecimiento.
Palavras-clave
recursos; gestión; competitividad; organización.

INTRODUÇÃO

O presente artigo aborda a gestão de recursos, como um dos fatores fundamentais para a competitividade de uma organização, um fator de extrema importância, e que ao ser bem administrado, representa um verdadeiro diferencial para as mesmas. 

O objetivo é demonstrar como se trata de uma necessidade de compreender a maneira como o processo de gestão das organizações, bem como de seus meios de produção, estão passando por uma série de transformações, isso é algo que necessita ser debatido de uma maneira mais profícua, em outras palavras, é fundamental como se trata de o ato de compreender o que representa competitividade na atualidade. 

A metodologia adotada para a realização do presente artigo, foi a pesquisa de cunho bibliográfica, tendo sido realizadas diversas consultas em publicações e obras de autores renomados, e que muito contribuíram com o desenvolvimento da presente escrita. 

A pesquisa se justifica pela necessidade de compreender como os recursos, tem sido vistos como algo com maior potencial para serem mais bem aproveitados, o que acaba se transformando em uma série de dividendos para a organização.

A fundamentação aponta algumas das principais peculiaridades, transformações de alto porte, que existem em relação a gestão de recursos na atualidade e sua relevância em prol do desenvolvimento da organização para a obtenção de resultados que possam ser considerados como mais satisfatórios. 

O artigo visa contribuir para que os leitores entendam um pouco melhor o que representa a engenharia de produção na atualidade, como cada recurso é visto como um diferencial para a produção, e literalmente, deve ser visto como fator chave para que a organização apresente uma aresta de crescimento ainda maior. 

Nas considerações finais, os leitores podem visualizar como existe um nível de competitividade cada vez mais intenso nas organizações, e isso em todos os sentidos, bem como a necessidade de o modelo de gestão empresarial ser mais harmonioso e equilibrado, no sentido de aproveitar melhor todos os recursos disponíveis e que se encontram à disposição da organização, e que motivam seu crescimento.

DESENVOLVIMENTO

Entender que o mercado de uma maneira geral, passa por um nível de transformação drástica, onde a sobrevivência da organização, representa um desafio ainda mais intenso a cada dia, faz com que os gestores tenham a necessidade de identificar possíveis oportunidades de melhoria dessas empresas (Diniz, 2007).

Principalmente se for levado em consideração a grande concorrência que representa um dos principais marcos que o sistema capitalista oferta para a sociedade, cujo os profissionais que gerenciam empresas de todos os tipos, não tem outra alternativa a não ser se adaptarem a esse processo.

O que acaba culminando com um modelo de gestão empresarial muito mais dinâmico, o que pode também ser considerada como uma característica positiva, afinal de contas, se trata de um conjunto de ações que visam beneficiar a qualidade do processo de gestão de uma maneira muito mais enriquecedora, e ao mesmo tempo, motivacional a todos os demais colaboradores.

Em outras palavras, compreender o que significa o potencial que a organização possui, essa é uma questão de extrema importância, e que os gestores modernos têm levado como uma prioridade (Martinelli; Almeida, 2008).

Por essa razão, é preciso primeiramente, traçar um diagnóstico em relação ao potencial que a organização possui, bem como, compreender o que a mesma pode realizar, para que seus meios de produção possam ser considerados como efetivas, apresentando resultados que possam ser considerados como mais contundentes.

Na verdade as empresas possuem uma obrigação que jamais deve ser esquecida, ainda mais em um mercado globalizado, e que denota dificuldades mais acentuadas para a competitividade em alto nível, e para que isso aconteça, é crucial que as mesmas ofertem produtos e serviços de qualidade, ao mesmo tempo que atendam às necessidades dos seus consumidores, e acima de tudo,  satisfaçam as expectativas do mercado, e isso faz com que seu nível de competitividade dentro do mercado seja sempre acentuado (Chiavenato, 2004).

Para que às empresas consigam lograr êxito nessa verdadeira saga para se manterem em evidência, um fator fundamental é conhecer muito bem o mercado atual, principalmente visualizar o perfil do público que desejam atender ou atendem, um item que é conhecido no meio empresarial como nicho de mercado.

Esse nicho de mercado, é o que assegura que a organização irá conseguir manter o seu enfoque, ao mesmo tempo que pretende verificar a melhor estratégia de atuação e modelo de gestão além do emprego correto de recursos e realização de investimentos, principalmente de tecnologia, que sejam necessárias para a obtenção de produtos de maior qualidade, aquisição e controle de matérias primas, bem como a utilização correta de cada um desses recursos.

Os recursos que a empresa possui, a partir do momento em que os mesmos são bem utilizados, com planejamento e organização, os mesmos representam o meio para obter o sucesso desejado. Em viés isto significa ter qualidade que toda organização na atualidade necessita desenvolver (Coelho, 2013).

Cada vez mais as organizações de uma maneira geral, vem descobrindo o potencial de melhora que as mesmas podem apresentar, desde que trabalhem com a gestão de recursos de uma maneira qualificada, que se elenque as suas possibilidades e que possa ser aplicada na prática de diversas formas, inclusive, de uma maneira preventiva, sempre visando os resultados finais que a mesma deve apresentar.

Recursos que não necessitam ser usados em um momento emergencial, apresentam uma mentalidade muito interessante, em relação a aresta de desenvolvimento mais elevado, pensando em se manter mais competitiva perante as demais que se encontram inseridas no mesmo modelo comercial e ramo.

O gerenciamento da qualidade dos produtos e dos serviços prestados pela organização, nada mais é do que uma abordagem voltada para as operações gerenciais. A qualidade é inserida em um produto durante o processo operacional, e não acrescentada a ela na fase de inspeção. A qualidade de um produto é influenciada por seu design, pela qualidade de matérias primas e pelo desempenho dos empregados (Erthal, 2015, p. 101).

Administração da qualidade na atualidade, se preocupa com uma série de detalhes desde a gestão dos recursos, bem como na fabricação, isso quer dizer que se trata de uma necessita de uma série de detalhes que demonstram como o modelo de gestão tem sido cada vez mais edificante e desenvolvido (Knapik, 2012).

Ao observar como a modernidade faz com que o mercado seja acentuadamente competitivo, as empresas se deparam com um ambiente de alta pressão, exigindo das mesmas, produtos ou serviços com padrões cada vez melhores, o que exige uma mudança de concepção sobre os recursos que possuem a sua disposição.

Quando se fala em recursos, é de extrema importância pensar primeiramente nos profissionais, ou seja, o que os mesmos podem fazer para conseguirem uma produtividade maior, em outras palavras, serem mais bem aproveitados pela organização, existem momentos em que as grandes empresas simplesmente não conseguem aproveitar as competências de muitos dos seus colaboradores, justamente pela falta de visibilidade por parte de seus gestores.

Isto é, utilizar melhor seus colaboradores, é uma maneira muito importante de utilização de seus recursos, essa é uma mentalidade que muitas vezes, os gestores não possuem, no entanto, para sobreviver, as medidas que são adotadas pelas organizações são impelidas a serem flexíveis e inovadoras (Knapik, 2012). 

Assim como o uso melhor dos recursos que a empresa possui, necessita também uma grande possibilidade de economizar os recursos que a mesma possui, e economia nesse sentido, representa uma grande possibilidade para a idealização de um planejamento mais bem elaborado.

Administração financeira é o processo administrativo enquanto se refere aos recursos financeiros da empresa, e por essa razão, apresenta um nível de importância basilar para o pleno desenvolvimento da gestão, como um todo, partindo desse pressuposto, qualquer ato administrativo ou de tomada de decisão que implica obtenção e/ou aplicação de recursos financeiros (Batman, 2020).

Foi-se o tempo em que os profissionais apenas se preocupavam com as metas a serem alcançadas, e mais do que isso, visando apenas à rentabilidade, hoje felizmente uma mudança de grande porte recorreu, sendo que se pensa muito mais na classe dos demais profissionais, que atuam na produção (Rui, 2009).

O gestor é quem regulamenta o trabalho dentro de uma organização, quem coordena, quem dá ritmo ao trabalho que é realizado, e também pela partilha das informações sobre a metodologia que a organização vem a apresentar para que sejam alcançados.

Uma empresa, em determinado instante, pode ser vista como um conjunto de projetos de investimentos em diferentes momentos de execução. O seu objetivo financeiro, ao avaliar alternativas de investimento, é o de maximizar a contribuição marginal desses recursos de capital, promovendo o incremento de sua riqueza líquida, demonstrando a importância da administração financeira (Xavier, 2006).

A administração da produção/operações tem sofrido transformações imensas com as mudanças mercadológicas, alcance de metas estratégicas e competitivas das organizações. As empresas precisam constantemente aprimorar produtividade, qualidade e eficiência, que exige bom estruturamento, comunicação fácil e ambiente de valorização do ser humano. Para que estejam enquadradas neste contexto, algumas empresas adotaram e readequaram técnicas de qualidade, queima de linhas de produtos não competitivos, adoção de fluxo de produção mais eficiente, dentre outros processos que a tornem mais competitiva (Robbins, 2009, p. 54).

Tornou-se necessário sincronizar estratégias das empresas que realmente projetam uma aresta de desenvolvimento, é em relação a aproveitar o potencial que existe na mesma, principalmente com relação a economia dos recursos, pelo menos, desde que isso não comprometa a qualidade da produção.

A gestão de recursos não apresenta somente corte de despesas, essa é uma visão que os gestores empresariais modernos necessitam desenvolver, tem haver com a possibilidade de apresentar uma visão mais ampla da situação interna da mesma.

Trata-se de uma questão de extrema importância debater também o marketing interno, desde as despesas iniciais, assim como a melhor maneira de atender a todos os que se encontram à sua volta, assim como clientes, usuários e aqueles que os representam e os influenciam da melhor maneira possível.

Os modos de produção necessitam apresentar um custo menor, até para que a organização possa repassar os seus produtos por um preço menor aos seus compradores, essa é uma grande vantagem que os consumidores necessitam (Fernandes, 2020).

Do mesmo modo que ter consciência que a satisfação está relacionada com o que a concorrência oferece e que a satisfação é conseguida durante toda a vida útil do produto não apenas na hora da compra, significa dizer que a produtividade está baseada em melhorias contínuas internas que refletem externamente. 

Desta forma, as empresas que conseguem gerenciar os seus recursos de uma maneira qualificada, além de satisfazerem seus consumidores e se alinharem às suas necessidades, devem também ser melhores que seus concorrentes, apresentando condições mais satisfatórias que os demais (Bergamini, 2002). 

Pelo menos quando se trata de um gestor moderno, e que possua um nível de conhecimento operacional maior, uma vez que, esse profissional também entende as dificuldades encontradas pelos demais profissionais que compartilham de um mesmo interesse.

E desse modo, ofertar condições para que os meios de produção possam se alinhar com a estratégia que a empresa apresenta, como, por exemplo, para que um funcionário se mantenha sempre motivado, atuar do nível de exigência que a organização apresenta, ofertando o seu máximo para o setor de produção empresarial, é algo que necessita ser desenvolvido no cotidiano da empresa, com a troca de informações e o diálogo sempre aberto, essa é a necessidade de promover uma gestão de recursos mais qualificada.

A gestão de recursos, representa um potencial alavancador de competitividade, que é justamente aquilo que a empresa necessita para a conquista de seu desenvolvimento e como parte destas estratégias estão as obtenções de produtos sem erros, reaproveitamento de materiais, entregas velozes ao consumidor, cumprimento de prazos de entregas de maneira rígida, colocação de novos produtos no mercado dentro do prazo pré-estabelecidos apresentando  as mais diversas estratégias adequadas para produzir a baixos custos (Melo, 2012). 

A gestão dos recursos é tão importante, que também auxilia o setor operacional que a organização apresenta, bem como a possibilidade de se administrar redução de perdas e custos de operação, enfim, existem uma série de condicionantes.

É claro que as perdas em diversos movimentos podem ser encaradas pelos gestores empresariais como algo normal e esperado, no entanto, o que se deve ser levado em consideração é a possibilidade de minimização das mesmas, promovendo aspectos que podem ser desenvolvidos com um pouco mais de planejamento, como, por exemplo, os arranjos físicos.

Os recursos que a empresa possui, necessita de uma série de vertentes, e por essa razão, é crucial pensar no processo de desenvolvimento de ações consideradas preparatórias para o futuro, um planejamento fundamental para o seu desenvolvimento (Kimura, 2008).

Com efeito, existem diversos exemplos que as organizações vêm enfrentando, como os estrangulamentos das linhas de produção, aprimoramento de métodos e testes de inspeção, otimização do tempo de produção, definição de manutenções preventivas, eliminação de retrabalhos e outras tomadas de decisão necessárias para concretizar a gestão. 

Tanto as organizações de fabricação quanto às de serviços usam um processo operacional que converte insumos em produtos ou serviços. Esses tipos básicos de processos são oficinas de trabalho, produção contínua e produção por lote. A programação adequada e o controle do fluxo de trabalho são necessários tanto nas organizações de fabricação quanto de serviços (Avancini, 2014).

Para ser competitivo é necessário conhecer o ambiente externo e o ambiente interno, ter uma dimensão correta das possibilidades das mesmas, definindo caminhos que garantam a continuidade empresarial e sua aresta de crescimento, eis um dos principais componentes que vêm sendo trabalhados pelas organizações de uma maneira mais ampla, e que se elenca às suas necessidades mais específicas.         

A empresa é entendida como um sistema que engloba recursos físicos, humanos e organizacionais, para transformar matérias primas em produtos na forma de bens e serviços. O maior desafio das empresas é sempre ofertar produtos e serviços que satisfaçam plenamente seus clientes, cobrindo seus custos e garantindo seus lucros (Franco, 2008).

Com efeito, é preciso levar-se em consideração que se trata de diversos tipos de recursos, e nem sempre as organizações conseguem desenvolver uma estratégia verdadeiramente assertiva nesse sentido, ou seja, que haja uma mesma proficiência em todos os locais.

Sendo esse um dos principais problemas que as organizações, sobretudo, as de grande porte, essa disparidade pode ser considerado como um grande entrave para o pleno desenvolvimento da mesma, uma espécie de vulnerabilidade, que necessita ser sanada da melhor maneira possível, e com a precisão que um modelo de gestão proficiente apresenta ou deve apresentar

Pode-se dizer que nunca foi tão difícil para uma empresa se manter do que na atualidade, e por essa razão, gestão de recursos representa uma condição de extrema importância para a sua sobrevivência e o melhor para os seus colaboradores (Maximiano, 2004).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A gestão empresarial moderna se configura como um conjunto de normas que prezam pelo pleno desenvolvimento dos profissionais com as metas estabelecidas, com comprometimento e aperfeiçoamento, visando sempre o processo de produção, mas, também se comprometendo com uma administração pautada também no viés humanístico, aproveitado principalmente os recursos que a organização possui a sua disposição.

Contudo, não há como deixar de dizer que existem problemas que inadvertidamente aparecem, e que somente gestores preparados se mostram capazes de sanar os mesmos, como é o caso dos conflitos e das tomadas de decisões precipitadas.

É preciso levar em consideração que a organização atual é muito mais suscetível às tendências que o mercado apresenta, e por essa razão, qualquer problema que não consiga ser sanado a tempo, pode ocasionar em uma série de ônus para a administração.

Nesse sentido, hoje está havendo um cuidado muito maior em relação à seleção dos profissionais, ou seja, com as escolhas que necessitam ser realizadas, esse é o ponto, que todos possam entender a filosofia que a organização adota e que caminhe em uma mesma direção.

Sempre evitando que haja problemas maiores nesse sentido, como é o que ocorre quando há conflitos entre os profissionais, principalmente por parte daqueles que se encontram inseridos diretamente no processo de gestão, e que podem dificultar muito o desenvolvimento da empresa.

Com efeito, o gestor moderno, que realmente conhece como é o funcionamento de uma organização, sabe muito bem como valorizar os trabalhadores que possuem, no entanto, isso não se inicia sem antes uma análise preliminar do desempenho que os funcionários que estão a sua disposição devem ter.

Fato é que se trata de uma verdadeira ciência social moderna, o ato de administrar pessoas no ambiente empresarial, uma vez que, não é uma tarefa fácil e simples de ser executada. Justamente por essa razão, o processo de gestão de pessoas vem a cada dia buscando novas maneiras de melhorar a vida do colaborador dentro das organizações, o que representa um componente de extrema importância e que deve sempre ser uma prioridade em todos os sentidos. 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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COELHO, D. Avaliação de desempenho e seus benefícios. Governo do Estado de Pernambuco. Recife, 2013.

DINIZ, A. O novo líder: Rio de Janeiro, Editora Guanabara, 2007.

DRUCKER, P. F. Introdução a Administração. (Trad. Malferrari, Carlos.) São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002.

ERTHAL, A. Evolução histórica da administração de recursos humanos: um estudo com empresas do Vale do Taquari/RS. 2015. 31f. Monografia (Bacharel em Administração) – Centro Universitário Univates. Lajeado, 2015.

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FRANCO, J. Recursos Humanos: fundamentos e processos. Curitiba: IESDE BRASIL S.A, 2008.

KIMURA, E. S. Gestão de Pessoas – A importância da gestão de pessoas nas organizações em mudança, 2008.

KNAPIK, J. Gestão de pessoas e recursos. Curitiba: IBPEX, 2012.

MARTINELLI, D. P.; ALMEIDA, A. P. Negociação e solução de conflitos: do impasse ao ganha-ganha através do melhor estilo. São Paulo: Atlas, 2008.

MAXIMIANO, A. C. A. Introdução a administração. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2004.

MELO, F. A. A Influência da Gestão de Pessoas no Desempenho Empresarial através do perfil do Líder. IX Seget – Simpósio de Excelência em Gestão Tecnologia, 2012. 

ROBBINS, S. P. Fundamentos do comportamento organizacional. 8. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2009.

RUI, O. Gestão estratégica de pessoas .1ª Ed. São Paulo: Elsevier, 2009. 

XAVIER, R. Gestão de pessoas na prática. São Paulo: Gente, 2006.

Mendes, Andelmo Queiroz. Gestão de recursos para o aumento na competitividade dos sistemas de produção.International Integralize Scientific. v 5, n 49, Julho/2025 ISSN/3085-654X

Referencias

Vivian Caroline Coraucci.
BAILEY, C. J.; LEE, J. H.
Management of chlamydial infections: A comprehensive review.
Clinical infectious diseases.
v. 67
n. 7
p. 1208-1216,
2021.
Disponível em: https://academic.oup.com/cid/article/67/7/1208/6141108.
Acesso em: 2024-09-03.

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n. 49
Gestão de recursos para o aumento na competitividade dos sistemas de produção

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