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Resumo
INTRODUÇÃO
O modelo de crenças em saúde (MCS) pode ser entendido como uma estrutura conceitual cuja origem remonta à década de 1950, nos Estados Unidos, em virtude da atuação de psicólogos sociais que buscavam compreender o comportamento preventivo em saúde. Os principais estudiosos que contribuíram para o seu desenvolvimento inicial foram Rosenstock, Godfrey, Kegels e Leventhal (Alyafei; Easton-Carr, 2024).
À época da elaboração do modelo, o Serviço de Saúde Pública dos Estados Unidos (USPHS) promovia esforços para resolver o que era considerado uma falha generalizada dos indivíduos em aceitar medidas preventivas ou testes de triagem com o objetivo de detectar algum tipo de ameaça à saúde não sintomática, e a educação para a saúde era algo que precisava ser fomentado em caráter multidisciplinar (Feio; Oliveira, 2010). Sendo assim, desenvolveu-se um modelo que se concentra em como os indivíduos percebem as ameaças à saúde e decidem agir.
Nos dias atuais, o modelo ainda é uma base conceitual muito aplicada quando se trata de educação em saúde, o que justifica a investigação do tema. Os estímulos para a ação podem incluir incentivo familiar, lembretes de saúde de um médico ou convênio, influência da mídia ou a experiência positiva de alguém próximo que passou por uma situação semelhante (Alyafei; Easton-Carr, 2024).
Nesse contexto, este artigo investiga a relevância da criação e utilização do modelo de crenças em saúde, com foco no levantamento do estado do conhecimento das produções stricto sensu atuais, que pode ser adaptado para se adequar a diversos contextos médicos e culturais que influenciam a saúde pública por meio da promoção da saúde e programas comunitários preventivos.
Em relação aos objetivos, tem-se como objetivo geral, apresentar o tema proposto com conceitos, retrospectiva histórica e a relevância da utilização do modelo de crença em saúde, com reflexões de expoentes que investigaram o tema. Como objetivo específico pretende-se realizar uma revisão do estado do conhecimento acerca do tema na Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD)
REFERENCIAL TEÓRICO
De acordo com Green et al. (2020), a intenção inicial era que o MCS promovesse a transmissão de informações para aumentar a conscientização e a preocupação das pessoas com os graves riscos à saúde associados a certas doenças preveníveis, incluindo doenças que poderiam ser curadas se detectadas de forma precoce. Era possível reduzir os riscos em saúde desde que crenças equivocadas fossem substituídas por decisões conscientes.
A título de esclarecimento, os autores Santana e Erdmam (2000, p. 8) explicam que
Crença é a palavra comum que designa qualquer certeza sem prova. A crença designa alguma disposição involuntária de aceitar seja doutrina juízo ou fato. Quando a crença é voluntária e jurada segundo a alta idéia que se faz no dever humano, seu verdadeiro nome é fé. A crença possui termos e expressões conexas como: relação de vizinhança – fé e opinião; Relação de dependência, juízo e verdade. Relação de oposição, agnosticismo, ceticismo, descrença.
Nesse contexto, era preciso educar as pessoas a respeito de cuidados em saúde baseados em constatações científicas, ao invés de algum juízo de valor. Tomar decisões em prol da saúde com base no modelo de crenças em saúde significa avaliar os benefícios de mudar um comportamento para evitar ou dirimir ameaças à saúde, explorando a tomada de decisões interpessoais sobre vários comportamentos de saúde (Green et al., 2020).
De forma sucinta, Alyafei e Easton-Carr (2024) apontam que o MCS consiste em 6 dimensões primárias que influenciam o comportamento humano, a saber: suscetibilidade percebida, gravidade percebida, benefícios percebidos, barreiras percebidas, autoeficácia e estímulos à ação. O modelo tem sido aplicado em diversos contextos, desde a prevenção de doenças crônicas até a educação e promoção da saúde e a avaliação da eficácia de intervenções comunitárias.
No que tange às dimensões do comportamento humano, a utilização do modelo de crenças em saúde possibilita avaliar a probabilidade de adquirir uma doença ou encontrar um resultado, compreender a gravidade da doença e perceber os benefícios na redução do risco de enfermidades. Ademais, obstáculos para a realização de uma ação de saúde recomendada, que podem impedir alguém de executar a conduta adequada, estão relacionados com a crença de um indivíduo em sua capacidade de realizar um comportamento ou tarefa específica com eficácia (Green et al., 2020).
Contudo, críticas são feitas no sentido de enfatizar que o modelo ignora, frequentemente, influências culturais e sociais sobre os comportamentos de saúde e pressupõe uma tomada de decisão racional, ignorando as complexidades emocionais, pois embora o modelo seja uma estrutura fundamental para a compreensão dos comportamentos de saúde, a adaptação e o refinamento contínuos são cruciais para sua relevância e eficácia na promoção da saúde e na prevenção de doenças (Alyafei; Easton-Carr, 2024).
DISCUSSÃO
A realização de uma investigação científica surge da necessidade de compreensão de fenômenos observados e vivenciados na história da humanidade, em determinada época e evolução social, e que são registrados em estudos que reúnem e analisam informações para produção de conhecimento. Nesse contexto, é necessário destacar que “o fundamento básico da pesquisa científica reside no conhecimento, pelo ser humano, do mundo que o rodeia […]” (Santos et al., 2020, p. 203).
Conhecer o mundo que o rodeia, em termos de realidade acadêmico-científica, é de fundamental importância e deve ser sempre perene para o desenvolvimento de um pesquisador que busca construir seus trabalhos em bases sólidas, ou seja, identifica e valoriza as produções pretéritas, bem como as utiliza para aprimorar a relação entre teoria e prática, ao mesmo tempo em que se mantém atento ao que está sendo desenvolvido em seu tempo histórico.
Para muitos pesquisadores, a necessidade de se promover um levantamento do estado de conhecimento é etapa indispensável para o desenvolvimento de um projeto de pesquisa. O mapeamento de fontes de estudos e ideias pretéritas “[…] localiza e norteia os passos da investigação, a partir do conhecimento e da compreensão da produção intelectual que aborda estudos relacionados ao objeto […]” (Morosini; Fernandes, 2014, p. 158).
Nesse sentido, a relevância da realização de um levantamento do estado do conhecimento para o tema deste artigo se relaciona diretamente com a necessidade de se identificar trabalhos científicos de qualidade, “[…] mediante uma imersão crítico-reflexiva em um número significativo e expansivo de pesquisas realizadas no cenário acadêmico” (Santos et al., 2020, p. 203).
A respeito da escolha da base de dados, destaca-se que a utilização de TICs provocou “[…] a expansão do ambiente informacional, do meio físico até o virtual, potencializando o acesso e a distribuição de uma diversidade de informações. […] a biblioteca digital se configura como instrumento essencial […]” (Paes e Souza, 2013, p. 651). Ou seja, a revolução tecnológica que impactou a sociedade contemporânea promoveu a migração do conhecimento científico para o universo digital, e assim sendo, as bibliotecas foram inseridas no contexto de uma sociedade da informação.
Em um cenário caracterizado pela revolução digital, a BDTD hospeda atualmente 761.146 dissertações e 306.369 teses. Estes números são publicados no endereço institucional https://bdtd.ibict.br/ e o repositório é considerado uma importante iniciativa em âmbito mundial para disseminação da produção acadêmica, gerada como resultado de cursos de mestrado e doutorado em diversas áreas do conhecimento. Com relação aos padrões e diretrizes utilizados pela BDTD, ressalta-se que desde a sua fundação, a Biblioteca faz uso do:
Padrão Brasileiro de Metadados para Descrição de Teses e Dissertações (MTD-BR). O Padrão brasileiro foi desenvolvido também analisando outros padrões internacionais para a descrição dessa tipologia documental, como o Electronic Thesis and Dissertations Metadata Standard (ETD-MS). Ao longo dos anos, o Padrão brasileiro também foi atualizado, acompanhando as mudanças dos padrões internacionais, os novos sistemas e formatos. Assim, hoje, a BDTD utiliza a terceira versão do Padrão, o MTD3-BR (BDTD, 2025).
A pesquisa na BDTD foi realizada de forma simples, ou seja, o caminho escolhido para coletar possíveis resultados foi o lançamento do texto direto na barra de pesquisa. No caso da Biblioteca, o campo para pesquisa simples está disponível na janela inicial de navegação (logo abaixo dos indicadores quantitativos), seguido linearmente por um menu que oferece as seguintes opções de busca: Todos os campos; Título; Ano da publicação; Autor; Assunto; Resumo.
Com relação aos critérios utilizados para realização da seleção de teses e dissertações no repositório da BDTD que tratem de temas análogos ao assunto da pesquisa, escolheu-se como recorte temporal o intervalo entre os anos de 2002 e junho de 2025, ou seja, todos os trabalhos vinculados ao repositório desde a sua criação até o momento da coleta. Contudo, destaca-se que dentre as opções oferecidas no menu de pesquisa, optou-se por concentrar a busca na aba Título.
A respeito da escolha por refinar a pesquisa com base no título dos trabalhos, as autoras Garcia, Gattaz e Gattaz (2019, p.2) afirmam que o título “[…] é geralmente a primeira e, em muitos casos, a única informação que o leitor tem durante seu levantamento bibliográfico acerca de um determinado assunto […]” e tem a capacidade de atrair ou afastar o leitor, portanto, deve cumprir com o propósito de veicular a informação a respeito do que se trata o trabalho de forma precisa.
Com base nos argumentos de autores como González Aguilar, que em 2017 afirmou, no artigo intitulado La redacción del título en artículos científicos, que o título de um trabalho acadêmico é a porta de entrada à leitura do material e, por isso deve ser coerente e expressar o assunto de forma clara e específica, o estado do conhecimento para este trabalho concentrou o levantamento de teses e dissertações que trazem em seus títulos, de forma expressa, a indicação de que o conteúdo abordado trata do tema cursos profissionalizantes.
Portanto, utilizou-se a expressão “modelo de crença em saúde” na barra de pesquisa simples da BDTD, e em seguida a opção de pesquisar por título. Com isso, o repositório apresentou uma lista de 13 trabalhos acadêmicos, sendo 09 dissertações e 4 teses distribuídas dentre 8 instituições de ensino. Não foram encontrados títulos repetidos e todos os trabalhos atenderam aos critérios de inclusão, conforme consta no Quadro I, em ordem de autoria:
Quadro 1 – Dissertações e Teses coletadas na BDTD


Fonte: Elaborado pela autora (2025)
RESULTADOS
As pesquisas estão distribuídas, com base nas instituições de ensino, da seguinte forma: Universidade Federal de Minas Gerais (1); Universidade Estadual do Oeste do Paraná (1); Universidade de São Paulo (3); Universidade de Fortaleza (4), Universidade Federal do Ceará (1); Universidade Federal da Paraíba (1), Universidade Federal de Goiás (1); Universidade Federal do Rio Grande do Norte (1).
Com base na leitura dos resumos, verificou-se que todos os trabalhos realizaram uma pesquisa de revisão bibliográfica no referencial teórico escolhido e uma investigação com participantes de pesquisa. A esse respeito, 4 trabalhos mencionaram a utilização de questionários, 6 trabalhos mencionaram a realização de entrevistas e em 3 resumos não há informações diretas que afirmam terem sido aplicados questionários e/ou realizadas entrevistas.
Em relação ao desenho metodológico, 5 pesquisas realizaram análise quantitativa, 6 pesquisas realizaram análise qualitativa e 2 pesquisas não mencionaram o tipo de análise. Todas as pesquisas são de caráter exploratório e descritivo e em dois resumos encontrou-se a expressão “pesquisa transversal”.
Considerando que a base dados hospeda atualmente 761.146 dissertações e 306.369 teses publicadas por 160 instituições de ensino, acredita-se que o quantitativo de trabalhos encontrados, com base nos critérios de inclusão e exclusão, não são satisfatórios para o campo de pesquisa da educação em saúde, com foco em modelos de crenças em saúde.
METODOLOGIA
A metodologia compreendeu, em um primeiro momento, a realização de uma pesquisa bibliográfica em artigos publicados em periódicos eletrônicos, com base na relevância e necessidade para elaboração de uma base teórica capaz de atingir os objetivos de apresentar o tema proposto com conceitos, retrospectiva histórica e a relevância da utilização do modelo de crença em saúde, com reflexões de expoentes que investigaram o tema.
Em um segundo momento, o método desenvolvido refere-se ao estado do conhecimento, que não é um mero mapeamento da produção pretérita e atual, mas uma pesquisa que muito contribui para elucidar o tema e pode ser qualitativa e/ou quantitativa, produzindo desde análises numéricas de expressiva relevância para fundamentação teórica de trabalhos futuros, quanto análises qualitativas de conteúdo, discurso, comportamento e desenvolvimento de determinada área do conhecimento.
A tecnologia oferece o acesso a informações e conhecimentos que atualmente são disponibilizados no formato eletrônico e os pesquisadores conseguem realizar estudos com maior rapidez e confiança nas bases de acesso, o que exige um senso de criticidade apurado para eleger os trabalhos que serão pesquisados, dada a vastidão de publicações (Albuquerque e Portilho, 2022). Nesse contexto, a BDTD foi a base eleita para investigação do estado do conhecimento, por se tratar de um repositório de produção acadêmica de pesquisas stricto sensu que atualmente conta com 761.146 dissertações e 306.369 teses (BDTD, 2025).
O material foi coletado no site oficial da BDTD com base na expressão “modelo de crença em saúde” e foi suficiente para o atendimento dos objetivos pretendidos. A relevância deste tipo de estudo relaciona-se diretamente com a necessidade de se identificar trabalhos científicos de qualidade, “[…] mediante uma imersão crítico-reflexiva em um número significativo e expansivo de pesquisas realizadas no cenário acadêmico” (Santos et al., 2020, p. 203).
Os critérios inclusão e exclusão foram aplicados, ressaltando que foram selecionadas dissertações e teses para que trouxeram na redação dos títulos a expressão “modelo de crença em saúde” e que tem resumos publicados na BDTD. Por conseguinte, os trabalhos encontrados foram sistematizados e os resumos analisados para verificação de como a produção a respeito do tema está sendo desenvolvida sob o ponto de vista da abordagem metodológica e da frequência no estudo do tema.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Com base na revisão bibliográfica realizada, compreende-se que o desenvolvimento do modelo de crenças em saúde foi necessário para promover a transmissão de informações, a conscientização e a preocupação dos indivíduos com os graves riscos à saúde associados a certas doenças que podem ser prevenidas e/ou curadas se identificadas precocemente. A educação em saúde evoluiu e, tomar decisões em prol da saúde com base no modelo significa avaliar os benefícios de mudar um comportamento para evitar ou dirimir ameaças à saúde, explorando a tomada de decisões interpessoais sobre vários comportamentos.
A integração tecnológica, especialmente alavancando a tecnologia para mensagens de saúde personalizadas, pode modernizar intervenções e adaptar-se à evolução dos estilos de vida. Contudo, embora o modelo continue sendo uma estrutura fundamental para compreensão dos comportamentos de saúde, a adaptação e o refinamento contínuos são cruciais para sua relevância e eficácia na promoção da saúde e na prevenção de doenças.
Nesse sentido, a investigação do estado do conhecimento das pesquisas stricto sensu acerca do tema não foi satisfatória, uma vez que foram encontradas apenas 13 pesquisas acerca do tema na BDTD, considerando os critérios de inclusão e exclusão. Sendo assim, sugere-se a realização perene de estudos multidisciplinares relativos ao tema.
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