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Resumo
INTRODUÇÃO
O comportamento humano tem sido foco de estudos multidisciplinares ao longo de séculos com o intuito de explicar como os indivíduos aprendem e justificam seus comportamentos, ações e omissões. O processo de motivação comportamental é complexo e verifica-se, no decorrer da história moderna da psicologia, o desenvolvimento de diversas escolas de pensamento cujos estudiosos buscaram esclarecimentos sobre pensamentos mentais, cognitivos e comportamentais (Islama et al., 2023).
Dentre esses estudiosos, destaca-se o psicólogo canadense Albert Bandura, que elaborou a chamada Teoria Social Cognitiva (TSC), uma das mais influentes teorias da personalidade […]. Em uma visão sociocognitiva, as pessoas não são movidas por forças internas ou configuradas e controladas automaticamente por estímulos externos, mas por uma interação recíproca (Posada; Rodriguez; Torres, 2020, p. 134).
Os autores afirmam ainda que com base na TSC, o comportamento humano é o produto de uma interação entre fatores pessoais, cognitivos, comportamentais e ambientais. A teoria dá especial relevância às habilidades potenciais das pessoas para alterar ou construir ambientes que se adaptem aos seus propósitos individuais e coletivos.
A TSC tem sido utilizada para compreensão de diferentes fenômenos no estudo da saúde, em ambientes clínicos, promoção da saúde, educação, iniciativas de políticas de saúde e estratégias de educação ambiental, favorecendo o pensamento crítico e criativo ao avaliar o conhecimento atual e investigar questões sem resposta que podem gerar novos conhecimentos disciplinares (Posada; Rodriguez; Torres, 2020).
Nesse contexto, o artigo pretende evidenciar pesquisas que demonstram a contribuição positiva da TSC para explicar fenômenos comportamentais no campo da promoção em saúde, considerando que o aprendizado ocorre como resultado de uma sinergia entre o ambiente, a observação e a cognição dos indivíduos.
Em relação aos objetivos, tem-se como objetivo geral apresentar o tema proposto com base nas reflexões apresentadas no referencial teórico, destacando conceitos e principais características da TSC. Como objetivo específico, pretende-se realizar uma revisão bibliográfica, descritiva e qualitativa em pesquisas que evidenciam a relevância dos estudos acerca da aplicação dessa teoria para promoção da saúde.
REFERENCIAL TEÓRICO
A primeira fonte de motivação de Albert Bandura foi sua formação acadêmica, realizada em uma escola com recursos precários e professores com conhecimentos limitados, e a falta de recursos educacionais tornou-se um fator de fortalecimento que o ajudou, em vez de se tornar uma deficiência insuperável (Devi et al., 2022). A teoria de Bandura teve início com um processo de pesquisa sobre os princípios da aprendizagem no contexto social humano, do qual emergiu sua primeira formulação da Teoria da Aprendizagem Social ou Teoria Social Cognitiva.
Posteriormente, Bandura integrou elementos da psicologia cognitiva que proporcionaram um escopo maior na compreensão do funcionamento humano sob a perspectiva das origens sociais do pensamento e da ação humana. Na TSC, os fatores cognitivos e pessoais que operam como determinantes da interação uns dos outros, e a aprendizagem observacional é uma parte importante, pois permite que as pessoas adquiram informações consideravelmente mais rápido, porque observam e imitam modelos que encontram em seu entorno (Devi et al., 2022).
De acordo com Bandura (1991), por meio da capacidade de atribuir significado aos símbolos, as pessoas processam e transitam experiências dentro de modelos internos que servem como guias para ações futuras. Com base em seu conhecimento e no poder da simbolização, as pessoas podem gerar cursos de ação inovadores. Nesse contexto, a capacidade de aprender por observação permite que as pessoas adquiram regras para gerar e regular padrões de comportamento sem ter que formulá-los gradualmente por meio de tentativas e erros.
Ademais, as pessoas não reagem simplesmente ao seu ambiente imediato; elas não são guiadas por marcas do seu passado. A maior parte do seu comportamento é proposital e regulada pela previsão. A previsão é o produto do pensamento reflexivo e generativo (Devi et al., 2022, p. 133). O ser humano antecipa as prováveis consequências de suas ações futuras, estabelecem metas para si mesmo e planejam cursos de ação, e podem transformar consequências futuras em motivadores e reguladores atuais do comportamento previsível.
DISCUSSÃO
Em termos gerais, a TSC é definida como uma forma de aprendizagem por meio da observação. O ato de observar pode provocar efeitos relativos à fixação de uma informação, com base no modo como o processo cognitivo e motor é construído (Devi et al., 2022). Essa teoria foi proposta por Albert Bandura, reconhecido por seus estudos nos campos da aprendizagem observacional, autoeficácia e determinismo recíproco.
Bandura (1991) afirma que o indivíduo se desenvolve à medida em que compreende sua própria realidade, participando ativamente deste processo. Com base na TSC, o comportamento humano é o produto da interação entre fatores pessoais, padrões comportamentais e influências ambientais, e é moldado por um ciclo constante que envolve crenças e expectativas cognitivas pessoais, ações e ambiente. As pessoas frequentemente aprendem novos comportamentos observando os outros, em vez de apenas por experiência direta, daí a importância de modelos na transmissão de conhecimento, atitudes e comportamentos (Bandura, 1991).
A esse respeito, Nickerson (2025) esclarece que a TSC pressupõe quatro processos cognitivos para que a aprendizagem observacional ocorra, e destaca como a aprendizagem não é automática, pois depende da capacidade e do incentivo do indivíduo para se envolver com os comportamentos observados. As etapas são:
Fluxograma 1 – Etapas de aprendizagem conforme TSC.

Fonte: Elaborado pela autora (2025).
Na fase da atenção, o indivíduo deve formar uma representação mental do comportamento observado, e se o modelo for atraente (pais, professores, amigos etc), prestigioso ou competente, a pessoa tende a prestar mais atenção. Na retenção, o modelo de comportamento é memorizado para que possa ser replicado posteriormente, o que ocorrerá na fase de imitação ou reprodução motora, que nem sempre é imediata (Nickerson, 2025).
Esse processo de retenção é frequentemente mediado por símbolos que podem ser palavras, imagens ou até mesmo gestos. Para que os símbolos sejam eficazes, eles devem estar relacionados ao comportamento que está sendo aprendido e devem ser compreendidos pelo observador (Nickerson 2025). Na reprodução motora, o indivíduo deve ser capaz de reproduzir fisicamente o comportamento observado. Isso significa que o comportamento deve estar dentro de sua capacidade. Já na fase da motivação, o observador deve se sentir motivado a realizar o comportamento.
Na seara da saúde, tanto na parte do ensino-aprendizagem quanto no comportamento de profissionais e pacientes, a adoção da TSC para compreensão de como os comportamentos se reproduzem baseia-se na premissa de que as pessoas aprendem observando o que os outros fazem e não fazem, e assim podem adquirir informações consideravelmente mais rápido, porque lhes permite observar e imitar modelos que encontram em seu ambiente (Devi et al., 2022).
Ademais, pacientes podem e devem, sempre que possível, ser chamados ao exercício do autocuidado, colaborando ativamente para o controle de sua condição de saúde, com responsabilização e informação adequada. Nesse sentido, o ensino na saúde é uma ferramenta importante para que o paciente aprenda a cuidar da sua patologia, e para isso ele dever motivado.
O paciente torna-se um efetivo colaborador do cuidado à sua saúde, o que contribui para a melhora dos resultados clínicos, da condição de saúde e sobrevida […]. Assim, a concepção pedagógica a ser usada nesse processo de ensino-aprendizagem é muito importante […] e a Teoria Social Cognitiva destaca-se como uma estratégia de ensino-aprendizagem que contempla concepções pedagógicas mais ativas, pois a mesma apresenta processos educativos centrados no protagonismo, na motivação, na interação entre os indivíduos e no estabelecimento de objetivo (Lima; Menezes; Peixoto, 2018).
É importante que o paciente apresente bons hábitos de saúde, uma vez que suas atitudes compõem e impactam o cuidado da condição patológica. Assim sendo, é necessário a promoção de mudanças comportamentais para que as pessoas compreendam que são capazes de contribuir com o próprio tratamento e com os cuidados cotidianos em saúde, e é nesse momento que crenças diversas devem ser ressignificadas.
De acordo com a TSC, o processo de mudança ocorre por meio da autorregulação, que é a ferramenta utilizada pelo ser humano para controlar a si mesmo, ou seja, suas ações, emoções e pensamentos, e um mecanismo central dessa ferramenta é a autoeficácia (Bandura, 1991). O autor afirma que a autoeficácia é um dos fatores mais acurados na predição do comportamento, e a define como a crença do indivíduo na própria capacidade de atingir determinados objetivos, ou seja, são as noções que uma pessoa tem sobre sua capacidade de realizar o que é necessário para conseguir o que é desejado.
RESULTADOS
A TSC é aplicada à compreensão do comportamento humano na saúde, conforme se verifica os estudos citados nesta seção. Os autores Lima, Menezes e Peixoto (2018) realizaram uma investigação que demonstrou a relevância da educação em saúde no tratamento de pacientes com diabetes Mellitus (DM), uma vez que
A educação como uma ferramenta para o empoderamento do autocuidado do DM é desenvolvida como um processo de ensinar o paciente a cuidar da sua patologia, estabelecendo o autogerenciamento para a autonomia na tomada de decisões e autocuidado. O paciente torna-se um efetivo colaborador do cuidado à sua saúde, o que contribui para a melhora dos resultados clínicos, da condição de saúde e sobrevida do indivíduo (Lima; Menezes; Peixoto, 2018, p. 142).
Partindo da ideia de intervenção educativa, os autores destacaram a dificuldade que equipes de saúde enfrentam no sentido de escolherem a metodologia mais adequada para promoção do autocuidado, em qualquer cenário patológico. Nesse contexto, a pesquisa demonstrou que a TSC é muito indicada para fundamentar um método de ensino e aprendizagem capaz de propor mudanças de comportamento, bem como o desenvolvimento de uma dinâmica de autocuidado, desde que os indivíduos compreendam por que é preciso mudar.
A TSC explica que a motivação rumo a um objetivo relacionado à saúde aumenta quando as pessoas compreendem que estão buscando defender seus próprios interesses, e que escolher fazer ou não fazer alguma coisa em prol da própria saúde exige autoconsciência, comprometimento e proatividade, o que se torna especialmente relevante em patologias crônicas.
Lima, Menezes e Peixoto (2018, p. 150) esclarecem que se a pessoa possuir conhecimento (…) sobre os riscos e benefícios para sua condição de saúde, ela se tornará mais consciente e predisposta a modificar comportamentos prejudiciais. (…) as crenças de autoeficácia são importantes para as modificações de comportamento sobre saúde.
Por sua vez, Gouvêa (2023) realizou uma pesquisa cujo objetivo geral foi verificar se um recurso didático baseado na TSC era capaz de desenvolver crenças de autoeficácia para atividade física, que constitui uma dimensão de autocuidado em saúde. O foco no componente pedagógico busca articular as dimensões biopsicológicas, acrescentando uma dimensão sociocultural, que é coerente com o ensino de estratégias de autoeficácia pautadas na TSC (Gouvêa, 2023, p. 121).
O estudo demonstra que crenças de autoeficácia, que são relacionadas à confiança, podem ser traduzidas em mudanças de comportamento por parte dos sujeitos investigados, que no caso do estudo se referiram à adoção ou manutenção de práticas de atividade física. Gouvêa (2023) acrescenta que modelos de promoção de saúde com foco na autoeficácia apresentam resultados positivos, e que as pessoas decidem se envolver em determinada prática social se acreditarem que serão capazes de dominar (expectativa de eficácia) a atividade (AF, por exemplo) e se acreditarem que conseguirão obter algum tipo de benefício (expectativa de resultado) (p. 143).
Na pesquisa de Pereira e Ramos (2024), mais uma vez as crenças de autoeficácia foram abordadas sob a perspectiva da TSC para analisar mudanças de comportamento dos indivíduos pesquisados, quais sejam, professores brasileiros durante a pandemia da Covid-19. Considerando que a autoeficácia se constitui parte das influências intrapessoais de cada indivíduo (…), uma vez que as ações das pessoas, sua motivação e estados afetivos são baseados muito mais no que elas acreditam que conseguem realizar (Pereira; Ramos, 2024, p. 2), os professores são diretamente influenciados pelo que acreditam ser capazes de realizar para persecução dos objetivos profissionais no âmbito educacional.
Os autores demonstraram que é possível relacionar a autoavaliação da saúde das pessoas com crenças de autoeficácia para fins de análise de aspectos físicos, comportamentais e emocionais, que são preditores importantes das condições de saúde dos indivíduos. Crenças de autoeficácia são propulsoras de motivação, uma vez que (…) estabelecem como os obstáculos e dificuldades serão encarados pelo indivíduo durante a busca por seu objetivo (Lima; Menezes; Peixoto, 2018, p. 143).
Afirma-se que a TSC fornece uma abordagem abrangente que inclui a família e a compreensão dos diferentes fatores pessoais, cognitivos e ambientais que podem influenciar a mudança de comportamento em saúde. Na enfermagem, intervenções baseadas na TSC podem ser utilizadas para incluir a família ou sistemas de apoio como modelos no processo de mudança de comportamento, usar habilidades de comunicação profissional para ajudar pacientes e familiares a identificar facilitadores para a mudança (persuasão verbal) e fornecer cuidados de enfermagem que ajudem a aliviar a ansiedade (feedback fisiológico) (Posada; Rodriguez; Torres, 2020).
METODOLOGIA
A investigação metodológica desta pesquisa consistiu em uma revisão bibliográfica de caráter exploratório, descritivo e com análise qualitativa, em livros e estudos científicos produzidos por pesquisadores e/ou grupos de pesquisa acerca do tema. Realizou-se uma análise de conceitos e reflexões oriundas do referencial bibliográfico.
O material foi coletado em repositórios acadêmico-científicos que hospedam o resultado de produções acadêmicas diversas (Repositório Capes, SciELO, PubMed), com base nos descritores teoria social cognitiva, crenças de autoeficácia e promoção da saúde. As pesquisas discutidas na seção dos resultados tiveram como critérios de inclusão: terem sido publicadas nos últimos 10 anos, em idioma estrangeiro ou pátrio, sendo suficiente para o atendimento dos objetivos pretendidos.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Com base na revisão bibliográfica realizada, compreendeu-se a relevância da Teoria Social Cognitiva, que fornece base teórica suficiente para ser utilizada em pesquisas multidisciplinares, e na área da saúde, permite a compreensão de fenômenos e contribui para o avanço do conhecimento acadêmico e científico. Trata-se de uma teoria que explica como diferentes fatores pessoais, ambientais e cognitivos influenciam o comportamento humano.
Em uma visão sociocognitiva, as pessoas não são movidas por forças internas ou configuradas e controladas automaticamente por estímulos externos, mas por uma interação recíproca. A TSC reconhece que o comportamento humano é o produto de uma interação entre fatores pessoais, cognitivos, comportamentais e ambientais, e dá especial relevância às habilidades potenciais das pessoas para alterar ou construir ambientes que se adaptem aos seus propósitos individuais e coletivos.
A TSC pode ser usada em uma variedade de contextos e populações como um arcabouço teórico para ajudar as pessoas a melhorarem seus hábitos e para melhor compreensão de como os determinantes sociais da saúde e as experiências anteriores de uma pessoa impactam o comportamento. Contudo, sugere-se que sejam realizados cada vez mais estudos empíricos, principalmente no campo da saúde pública, com a ressalva de que a teoria se concentra fortemente nos processos de aprendizagem e ignora as predisposições biológicas e hormonais que podem influenciar comportamentos, independentemente de experiências e expectativas passadas.
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