Percepções temporais: O tempotempo

TEMPORAL PERCEPTIONS: THE TIMETIME

PERCEPCIONES TEMPORALES: EL TIEMPOTIEMPO

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/87FE2D

DOI

doi.org/10.63391/87FE2D

Jorge Filho, João Abrão. Percepções temporais: O tempotempo. International Integralize Scientific. v 5, n 48, Junho/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

Este artigo objetiva explorar as influências que percepções temporais moral, fisiológica e sensorial, exercem entre si bem como suas possíveis interações e interdependências agem distorcendo a percepção temporal de modo geral no pequeno e médio empreendedor brasileiro. Partindo da revisão teórica e bibliográfica, o estudo identifica as interações e sinergias de fatores como fadiga, estímulos sociais e valores culturais e como estes atuam, distorcendo as diferentes percepções temporais. Conceitua o tempo sob diversas perspectivas (física, filosófica, psicológica e astronômica), ampliando a compreensão sobre sua experiência subjetiva. O artigo propõe um modelo analítico preliminar para embasar futuras pesquisas sobre os impactos dessas distorções na gestão do tempo, a tomada de decisões e a qualidade de vida dos empreendedores.
Palavras-chave
percepção temporal; interdependência; empreendedorismo; psicologia do tempo; gestão do tempo.

Summary

This article aims to explore the influences that moral, physiological and sensory temporal perceptions exert on each other, as well as their possible interactions and interdependencies that distort temporal perception in general in small and medium-sized Brazilian entrepreneurs. Based on a theoretical and bibliographical review, the study identifies the interactions and synergies of factors such as fatigue, social stimuli and cultural values ​​and how these act to distort different temporal perceptions. It conceptualizes time from different perspectives (physical, philosophical, psychological and astronomical), expanding the understanding of its subjective experience. The article proposes a preliminary analytical model to support future research on the impacts of these distortions on time management, decision-making and the quality of life of entrepreneurs.
Keywords
temporal perception; interdependency; entrepreneurship; time psychology; time management.

Resumen

Este artículo tiene como objetivo explorar las influencias que las percepciones temporales morales, fisiológicas y sensoriales ejercen entre sí, así como sus posibles interacciones e interdependencias que distorsionan la percepción temporal en general en pequeños y medianos emprendedores brasileños. Con base en una revisión teórica y bibliográfica, el estudio identifica las interacciones y sinergias de factores como la fatiga, los estímulos sociales y los valores culturales y cómo estos actúan para distorsionar diferentes percepciones temporales. Conceptualiza el tiempo desde diferentes perspectivas (física, filosófica, psicológica y astronómica), ampliando la comprensión de su experiencia subjetiva. El artículo propone un modelo analítico preliminar para sustentar futuras investigaciones sobre los impactos de estas distorsiones en la gestión del tiempo, la toma de decisiones y la calidad de vida de los emprendedores.
Palavras-clave
percepción temporal; interdependencia; emprendimiento;. psicología del tempo; gestión del tiempo.

INTRODUÇÃO

Como último artigo da série dos artigos que examinam amplamente os diversos meios e mecanismos através dos quais percebem-se o tempo no cotidiano. Esta investigação contribui no desdobramento da tese proposta, que investigará como percepções distorcidas do tempo afetam o dia-a-dia dos pequenos e médios empreendedores brasileiros.

Para entender os temas centrais propostos na tese, é indispensável esclarecer como o empresário no Brasil nota como o tempo progride em seus aspectos moral, físico e sensorial, além de como ele processa essas percepções diariamente. É importante observar como elas se influenciam, interdependem e podem distorcer a percepção geral do tempo.

Além do entendimento necessário da concepção de como o tempo é percebido em suas  variáveis fisiológica, sensorial e moral é vital entender-se como as interações e influências destas são capazes de reduzir ou expandir a esta percepção do tempo de modo geral, distorcendo-o na configuração como é percebido por este público-alvo, portanto é crucial esquadrinhar de modo abstrato o tema de, como aspira este artigo, uma vez que no decurso do amplificação da tese é proposta a pesquisa de campo para validar ou refutar tal problemática.

Primeiramente, é mister se pontuar o significado do termo distorção, no dicionário (Oxford Languages, 2025), tem-se que é a: “alteração da forma ou de outras características estruturais; deformação.”. Dentro do tema abordado, a característica estrutural do tempo é aquela como o ser humano o conhece no dia a dia, ou seja, em suas medições usuais: horas, minutos, segundos, dias, semanas, meses, anos… 

O presente artigo busca escrutinar dentro do método de revisão da bibliografia científica como é percebido o tempo nos aspectos moral, fisiológico e sensorial, podem se influenciarem, interagirem e interdepende umas das outras e como elas podem (ou não) distorcer a forma como o público-alvo pesquisado, notam o tempo, sem invadir a pesquisa de campo pretendida na construção da tese.

AFINAL DE CONTAS: O QUE É O TEMPO?

Primeiramente, é necessário discutir a consciência que se tem do tempo através das lentes da física, filosofia, psicologia e astronomia.

Dentro da área da física, Albert Einstein (apud Rocha, C., 2010) diz que “a diferença entre passado, presente e futuro é apenas uma persistente ilusão”. Ao trazer esta ideia sobre o tempo Einstein o faz com base científica, dentro de seus estudos da teoria da relatividade e do conceito do espaço-tempo.

Em sua teoria da relatividade Einstein demonstra que o tempo não é absoluto, mas sim relativo, ou seja, a passagem do tempo depende da velocidade do observador e da força da gravidade que o afeta. 

O espaço-tempo, propõe que o espaço e o tempo estão entrelaçados, formando uma entidade única, o espaço-tempo. Este conceito desafia a ideia de que o tempo é um fluxo separado do espaço.

Filosoficamente, Goldschmidt (1963), descreve que para avaliar um sistema filosófico existem dois métodos. O dogmático, que prevê que os dogmas são verdades, ou seja, um método totalmente filosófico e empírico. E o genético, que considera os dogmas como efeitos a serem descritos de maneira etiológica (causas de um fenômeno), ou seja, um método científico. Assim, na avaliação de um sistema filosófico, Goldschmidt (1963) sugere que, para interpretar um sistema filosófico, o método dogmático corresponde ao tempo lógico, enquanto o método genético corresponde ao tempo histórico.

Tempo lógico, em resumo é um aperfeiçoamento das ideias em um sistema filosófico, não como uma sequência cronológica, mas como uma estrutura lógica de desenvolvimento, ou seja, como as idéias se entrelaçam e articulam sem levar em conta a ordenação em que foram produzidas. 

Já o tempo histórico refere-se a exata sequência cronológica dos fatos e eventos ocorridos. Psicologicamente, na história, Cimino & Foschi (2004) explicam que:

O problema do tempo na psicologia teve início como um problema de medir a duração de um processo psíquico. Tradicionalmente – mas com exceções significativas – o ato mental era considerado desprovido de dimensão temporal e, portanto, como não poderia ser submetido a nenhum tipo de medição e consequente tratamento matemático, a psicologia não poderia se tornar uma ciência da natureza em pé de igualdade com outras disciplinas científicas (Cimino, G., Foschi, R. 2004, p. 729 – tradução independente).

Dentro de seu cérebro, um ser humano comum, processa aproximadamente 400 bilhões de bits de informação no intervalo de 1 (um) segundo. Porém, tem ciência, ou são percebidos o processamento de pouco mais de 2 mil (Newberg, 2010). Dentro desta consciência, Bernard, Witt & Frota (2020), propõe uma equação para mensurar a percepção do tempo, baseada em energia consumida versus fluidez temporal: “Ou seja, quanto mais energia é consumida em dado momento, menor é a sensação de fluidez temporal. E quanto menor o gasto energético, maior a fluidez temporal” (Bernard, A. Witt, N.G.D.P.M., & Frota, A.F.M.D., 2020 – p. 75).

Desta forma a fórmula de cálculo proposta por Bernard, Witt & Frota (2020) é a IP/m = E ÷ Δt, onde tem-se: IP/m (valor de instantes psicológicos por minuto), E (Energia consumida) e Δt (Variação de tempo) onde concluem resumidamente que: 

A dimensão do que denominamos ser um instante pode variar de acordo com a atividade praticada. Cada instante percebido tem tempos diferentes, conforme a velocidade dos ciclos perceptivos requisitados por nosso sistema nervoso em cada ocasião (Bernard, A. Witt, N.G.D.P.M., & Frota, A.F.M.D., 2020 – p. 77).

Já astronomicamente falando, Neto (2006) o chama o tempo de sideral, que nada mais é o tempo de rotação do planeta Terra, ou seja, a duração de um dia, e têm exatamente 23:56:04 (vinte e três horas, cinquenta e seis minutos e quatro segundos), motivo pelo qual existe no calendário gregoriano um ano bissexto, que é um ano com um dia a mais em fevereiro para compensar esta perda de 00:03:56 (três minutos e cinquenta e seis segundos) em nossos relógios.

Desta forma conceitua-se o tempo das seguintes formas:

  1. Fisicamente: uma ilusão dada o espaço-tempo e a relatividade física;
  2. Filosoficamente: lógico (dogmático) e histórico (genético);
  3. Psicologicamente: medição dos instantes psicológicos por minuto;
  4. Astronomicamente: rotação da Terra;

Não obstante, este último, o astronômico, é o tempo na estrutura que em se conhece e se vive no cotidiano humano, ou em outras palavras, o que dá aos relógios o que medir.

O conceito astronômico do tempo é o mais adequado nos termos da tese almejada e nos três artigos anteriores da série, porque é a estrutura de tempo da quantificação deste em que vivem os humanos, ou seja, o movimento rotacional do planeta Terra ou o tempo sideral.

PERCEPÇÕES TEMPORAIS: INTERFERÊNCIAS, INFLUÊNCIAS E INTERAÇÕES

O propósito de análise da tese é analisar como seu público-alvo compreende a passagem do tempo e o modo que as possíveis distorções o abalam. É importante perceber e notar que, diariamente, esses empreendedores dividem-se em várias funções para lograr êxito na solução de suas atividades cotidianas (Santos, et al, 2023).

No artigo inicial da série, O Fisiotempo, discutiu-se como as condições únicas no cenário brasileiro complicam ainda mais a atividade empreendedora no país.

Inicialmente tratou-se no primeiro artigo da série de percepções temporais fisiológicas, O Fisiotempo, desta forma, passa-se a analisar sua influência e interação.

Em estudo realizado por Metzner & Fischer (2001), referente a fadiga e a capacidade de trabalho, demonstrou por exemplo, que a discrepância nos padrões regulares do sono aumenta a percepção da fadiga. Alguém que está física e/ou mentalmente fadigado inclina-se a perceber o tempo demorar a passar. Falcão (2009, apud Valeri, 2024), explica este fato dizendo que “o conceito de percepção temporal é a interação de fatores biopsicossociais históricos e culturais”.

Pode-se concluir no caso da percepção temporal fisiológica, que a fadiga causada pela falta de sono, é capaz de interferir, influenciar e interagir com outras percepções, uma vez que fadigado o ser humano tende a notar o tempo de modo mais lento.

Com relação à percepção temporal sensorial, destaca-se o efeito da distração de conversação – senso de socialização – com relação a percepção temporal moral – moralidade coletiva (de trânsito) – proteção do motorista ao pedestre e ao ciclista.

Schmitz, et al (2021), chamam este fato de direção distraída e a classificam como risco emergente, uma vez que a conduta (usar o celular, ainda que no viva-voz) analisado altera a atenção, concentração e a percepção do condutor, aumentando o risco de acidentes, em especial com pedestres e ciclistas, que poderiam ser evitados.

Desta forma, arremata-se que uma alteração na percepção temporal sensorial, ainda que pequena, como a comunicação, que é um tipo de senso de socialização, pode interferir diretamente a percepção temporal moral na questão da moralidade coletiva, que no caso do trânsito é perceber os riscos e ameaças a tempo de impedi-las e preservar a integridade física de todos os envolvidos no ecossistema viário. 

Já com relação à percepção temporal moral, exemplifica-se o efeito da exploração dos valores morais de jovens sobre o consumo de bebidas alcoólicas que estão relacionadas à percepção temporal sensorial, em seu senso de lazer.

Em análise efetuada por Telles (2012), verifica-se que a indústria de bebidas alcoólicas estuda quais os valores morais mais latentes nos jovens para que possa influenciar o incremento de vendas. Para tal, em pesquisas de mercado, se constatou que o valor principal que influencia a compra neste público são as festas e as amizades. Silva (2002), destaca que estas propagandas seguem um padrão de conhecimento geral, do qual para a garantia da diversão em uma festa, deve-se ter bebidas alcoólicas. 

Tendo em vista o cenário apresentado na análise de Telles (2012), verifica-se a interação indireta que os valores morais, que são parte integrante da percepção temporal moral, produzirão na percepção temporal sensorial, uma vez que a afetação dos mesmos pela influência de propagandas tem efeito consequente no senso de socialização/lazer – festas com amigos – afetando por conseguinte a decisão moral de ingerir bebida alcoólica para potencializar este senso de socialização/lazer, parte integrante da percepção moral sensorial.

METODOLOGIA

Adotou-se como metodologia a revisão bibliográfica, aplicando de ferramentas de pesquisa e colheita de dados qualitativos e quantitativos. Espera-se que os resultados proporcionem uma compreensão aprofundada dos conjuntos de elementos que induzem como percebe-se o tempo, bem como suas consequências na gestão e no dinamismo das operações dentro das organizações.

Realizaram-se procuras em bibliografias dentro de análises, estudos, artigos, e demais fontes acadêmicas, sobre o tema “tempo e a filosofia” e desdobramentos como “influência do sono no julgamento moral”. Como retrato das buscas, utilizaram-se procuras em bases on-line através do Google Scholar, mediante o recurso de “busca geral”, as verificações de bases correlatas ao objeto estudado foram restringidas, no entanto, várias dessas bases foram utilizadas para o presente estudo: Scielo, DOI, isso gerou uma lista concreta de 13 (treze) referências bibliográficas, incluindo artigos em revistas científicas universitárias e livros físicos ou eletrônicos.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A construção (ou desconstrução) real (astrofísica) ou psico-filosófica da percepção do tempo geral é uma convergência de fatores muito únicos a cada ser humano.

O entendimento do tempo em si, trata-se de uma construção multifacetada por várias partes do conhecimento, como por exemplo a física, filosofia, psicologia e astronomia. Ao compreender as diferenças entre estas, assim como outras ciências, expande-se a análise tradicional da gestão temporal para além da mera contagem cronológica. 

Este trabalho busca examinar de formas introdutórias e mediante a análise em revisão bibliográficas como determinados fatos e fatores podem interferir, influenciar e interagir na forma de como percebe-se o tempo nos aspectos observados como as fisiológicas, sensoriais e morais, constata-se por exemplo que elementos como fadiga, estímulos sensoriais e valores morais internalizados não atuam isoladamente.

Analisando as influências, interações e interdependências entre as percepções temporais, delineou-se uma base teórica que evidencia o quanto a experiência subjetiva do tempo pode ser distorcida de maneira substancial e, muitas vezes, inconsciente. 

Desta forma, imbui-se que estas influências, interações e interdependências operam de forma integrada e dinâmica, produzindo efeitos sinérgicos sobre a percepção do tempo. 

A percepção temporal fisiológica, por exemplo, sofre interferência direta de fatores como privação de sono e cansaço extremo, afetando a sensação de lentidão temporal. 

Na percepção temporal sensorial, verifica-se que a mesma pode ser desviada por estímulos cotidianos como a comunicação, que trata-se de um senso de socialização – inclusive em contextos de risco, como no trânsito – influenciando decisões morais. 

Já a percepção temporal moral, moldada, dentre outros fatores, por valores culturais, econômicas e sociais, se apresenta capaz de influenciar estímulos que formam a percepção temporal sensorial, como no caso da associação entre consumo de álcool e pertencimento grupal – que é um senso de socialização.

Especificamente no contexto do pequeno e médio empreendedor brasileiro, estas distorções podem repercutir não somente na produtividade e na organização do tempo deste público que pretende-se estudar e pesquisar na construção da tese futura, mas também em sua tomada de decisões, no julgamento ético e na capacidade de reagir a estímulos críticos do ambiente. 

A sobreposição de demandas profissionais e pessoais, somada à complexidade estrutural da realidade socioeconômica do Brasil, torna este grupo particularmente vulnerável às distorções temporais, reforçando a importância de abordagens integradas de análise.

A contribuição deste artigo, bem como na tese e pesquisa pretendidas, portanto, reside na proposição de um modelo analítico preliminar que reconhece a natureza complexa e interdependente das percepções temporais, lançando fundamentos teóricos para investigações futuras de caráter empírico. 

Embora o presente trabalho se restrinja à análise teórica e bibliográfica, ele se articula com os objetivos maiores da tese em desenvolvimento, a qual se propõe a realizar uma pesquisa de campo com o intuito de validar ou refutar as hipóteses aqui levantadas.

Conclui-se, que o entendimento da experiência temporal demanda uma abordagem holística e multidisciplinar, que integre aspectos objetivos e subjetivos do tempo, com vistas a oferecer subsídios profundos para a construção de estratégias de gestão do tempo mais sensíveis, eficazes e alinhadas à realidade vivida pelos empresários brasileiros, em especial os de pequeno e médio porte.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Jorge Filho, João Abrão. Percepções temporais: O tempotempo.International Integralize Scientific. v 5, n 48, Junho/2025 ISSN/3085-654X

Referencias

Vivian Caroline Coraucci.
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v. 67
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Disponível em: https://academic.oup.com/cid/article/67/7/1208/6141108.
Acesso em: 2024-09-03.

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n. 48
Percepções temporais: O tempotempo

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