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Resumo
INTRODUÇÃO
O edentulismo, definido como a perda parcial ou total dos dentes, configura-se como uma das condições mais prevalentes de morbidade bucal no Brasil, afetando milhões de indivíduos em diferentes faixas etárias. Mesmo diante dos avanços tecnológicos e da implementação de políticas públicas específicas como a Política Nacional de Saúde Bucal, instituída em 2004, a prevalência de pessoas desdentadas no país permanece expressiva. Tal realidade evidencia não apenas lacunas assistenciais no sistema de saúde, mas também aspectos culturais e educacionais profundamente arraigados na sociedade brasileira (Petersen et al., 2005; Baldani et al., 2018).
De acordo com os dados do levantamento epidemiológico SB Brasil 2010, aproximadamente 41,5% da população brasileira com 60 anos ou mais apresentava edentulismo total (Ministério Da Saúde, 2011). Embora se observe uma discreta redução nos índices entre os mais jovens nas últimas décadas, o fenômeno permanece alarmante entre adultos e idosos, especialmente nas regiões Norte e Nordeste do país, onde o acesso aos serviços odontológicos é marcadamente restrito (Ministério Da Saúde, 2023).
Como apontam Peres et al. (2019), esse cenário está intimamente relacionado a determinantes sociais da saúde, como baixa escolaridade, renda limitada e iniquidades na distribuição dos serviços. Adicionalmente, revela-se uma negligência histórica com a saúde bucal enquanto componente indissociável da saúde geral.
Além dos entraves estruturais, fatores culturais exercem influência significativa na perpetuação do edentulismo. Ainda é recorrente, em diversos contextos brasileiros, a ideia de que a perda dentária constitui um evento natural do envelhecimento, o que leva muitos indivíduos a adotar uma postura passiva diante da deterioração dentária (Ferreira; Senna; Rodrigues, 2016).
Essa concepção cultural, segundo os autores, contribui para a preferência por soluções imediatistas, como a extração dentária, em detrimento de alternativas restauradoras ou preventivas. Soma-se a isso a carência de informação qualificada e a ausência de campanhas educativas contínuas voltadas à população, o que dificulta transformações comportamentais sustentáveis no campo da saúde bucal (Peres et al., 2019).
Diante dessa complexa conjuntura, o presente artigo tem como objetivo analisar os fatores que contribuem para a manutenção e o agravamento do edentulismo no Brasil, com ênfase em aspectos culturais, educacionais e estruturais. Para tanto, serão discutidos três eixos temáticos centrais: (1) a influência da cultura brasileira na negligência com a saúde bucal; (2) a escassez de informação sobre práticas preventivas e cuidados odontológicos; e (3) as projeções futuras relacionadas ao edentulismo frente às atuais políticas públicas e avanços tecnológicos.
A análise crítica desses elementos visa subsidiar estratégias mais eficazes de enfrentamento do edentulismo, com vistas à promoção da saúde bucal e à melhoria da qualidade de vida da população.
METODOLOGIA
Este estudo foi realizado pelo método de revisão de literatura, de caráter exploratório e qualitativo, fundamentado na análise de publicações científicas existentes sobre o tema. A busca pelos artigos foi realizada nas plataformas de bases de dados Scielo e Google Acadêmico. Foram utilizados os seguintes descritores: Edentulismo, Saúde Bucal, Políticas Públicas, Prevenção, Cultura e Saúde.
Não houve recorte temporal na seleção dos artigos, considerando todas as edições de interesse deste estudo, a fim de se alcançar o objetivo delineado, ou seja, analisar os fatores que contribuem para a manutenção e o agravamento do edentulismo no Brasil, com ênfase em aspectos culturais, educacionais e estruturais. Como critérios de inclusão, foram selecionados artigos científicos, teses e dissertações que abordam o edentulismo. Como critérios de exclusão, foram descartados estudos semelhantes ou cujos conteúdos eram incompatíveis com o objetivo deste estudo livros, notícias, artigos de opinião, resenhas e trabalhos que não se encaixavam no escopo da pesquisa.
PANORAMA ATUAL DO EDENTULISMO NO BRASIL
O edentulismo apresenta-se como um importante indicador das iniquidades em saúde bucal no Brasil, evidenciando disparidades sociais persistentes e dificuldades no acesso a cuidados odontológicos contínuos e resolutivos. Estudos revelam que a prevalência da perda dentária é significativamente maior entre indivíduos com baixa escolaridade, renda reduzida e residentes em regiões menos desenvolvidas do país (Catão, 2021; Koga et al., 2024). Segundo Catão (2021), esses grupos apresentam histórico limitado de acesso a serviços preventivos, o que contribui para a cronificação de doenças bucais e, por consequência, à extração como única solução acessível.
Essa realidade revela não apenas a persistência de um modelo odontológico historicamente centrado em práticas mutiladoras e curativas, mas também a fragilidade das ações preventivas e educativas voltadas à promoção da saúde bucal ao longo da vida. Conforme destacado por Baldani et al. (2018), o padrão de utilização dos serviços odontológicos no Brasil segue marcado por desigualdades estruturais, sendo o acesso à atenção básica em saúde bucal consideravelmente mais restrito para as populações de baixa renda e residentes em áreas rurais ou periféricas.
Além das desigualdades regionais, observa-se também uma distribuição etária significativa na prevalência do edentulismo. Em geral, a perda dentária tende a aumentar progressivamente com a idade, sendo mais comum em idosos com menor escolaridade e com histórico limitado de cuidados odontológicos ao longo da vida. A esse respeito, Gabardo et al. (2019) destacam que o edentulismo pode ser compreendido como um marcador de iniquidade social em saúde, refletindo o acúmulo de desvantagens sociais e de acesso ao cuidado desde a infância até a velhice.
Outro fator relevante refere-se à baixa cobertura dos serviços especializados em odontologia no Sistema Único de Saúde (SUS). Embora o Brasil conte com uma das maiores redes públicas de atenção à saúde bucal do mundo, a distribuição desigual dos profissionais, a carência de infraestrutura em regiões mais vulneráveis e a baixa prioridade orçamentária dada à área limitam os impactos positivos da política pública. Como resultado, grande parte da população depende exclusivamente do SUS para atendimento odontológico, mas não encontra resposta adequada às suas demandas, recorrendo frequentemente a extrações dentárias como solução imediata para problemas bucais avançados. (Peres et al., 2019).
Assim, o panorama atual do edentulismo no Brasil evidencia não apenas um desafio epidemiológico, mas também ético e social, que exige abordagens intersetoriais e de longo prazo. A superação desse quadro demanda investimentos contínuos em políticas públicas, acesso equitativo ao cuidado, educação em saúde e valorização da saúde bucal como parte fundamental do bem-estar e da dignidade humana.
NATURALIZAÇÃO DO EDENTULISMO: UMA QUESTÃO CULTURAL BRASILEIRA
A negligência com a saúde bucal no Brasil é fortemente influenciada por fatores culturais que, ao longo da história, moldaram percepções distorcidas sobre a importância da dentição e dos cuidados preventivos. A visão predominante de que a perda dentária é algo natural e inevitável, especialmente com o avanço da idade, ainda está fortemente enraizada em grande parte da população, particularmente entre os indivíduos com menor escolaridade e condições socioeconômicas mais vulneráveis (Catão, 2021). Essa compreensão limita o investimento pessoal em hábitos de higiene e na busca por tratamento odontológico precoce.
O modelo odontológico hegemônico, vigente por décadas no país, priorizou intervenções mutiladoras, como extrações dentárias, em detrimento de abordagens conservadoras e educativas. Isso não apenas agravou os índices de edentulismo, como também reforçou a crença de que perder dentes seria um destino comum e aceitável (Guimarães et al., 2005). Esse histórico contribuiu para consolidar uma cultura do “arrancar para resolver”, que ainda hoje se reflete em comunidades onde o acesso à informação é escasso e as opções de tratamento são limitadas ou desconhecidas.
Nesse contexto, a percepção da própria população sobre a perda dentária revela como o fenômeno é naturalizado. Como evidenciam Kreve e Anzolin (2016, p. 50):
A perda dentária é, muitas vezes, percebida pelos indivíduos como uma condição inevitável da velhice, o que leva à aceitação passiva da situação. Essa resignação cultural colabora para a ausência de iniciativas preventivas, além de dificultar o enfrentamento da problemática de forma integral, tanto do ponto de vista clínico quanto psicossocial.
Essa citação revela como a crença cultural de que dentes não são essenciais após determinada idade impede avanços concretos no campo da promoção da saúde bucal. Portanto, enfrentar o edentulismo no Brasil exige não apenas a ampliação do acesso aos serviços odontológicos, mas também uma ruptura com os paradigmas culturais que minimizam a relevância da saúde oral. Mais do que tratar, é preciso educar e desnaturalizar a ideia de que perder dentes é um processo normal da vida adulta ou da velhice.
A FALTA DE INFORMAÇÃO COMO BARREIRA À PREVENÇÃO ODONTOLÓGICA
A escassez de informação sobre práticas preventivas e cuidados odontológicos no Brasil representa um dos principais obstáculos à construção de uma cultura de saúde bucal sólida e duradoura. Apesar da ampliação do acesso à informação por meios digitais, grande parte da população, sobretudo nas periferias urbanas e em áreas rurais, ainda carece de orientações adequadas sobre higiene oral, importância da prevenção e periodicidade dos atendimentos. Como observado por Leal et al. (2020), a desinformação impacta diretamente nos comportamentos de autocuidado, contribuindo para o agravamento de doenças bucais que poderiam ser evitadas com medidas simples, como escovação correta, uso do fio dental e visitas regulares ao dentista.
Essa carência informacional tem origem em diversas falhas estruturais, como a ausência de campanhas educativas contínuas e a baixa inserção da saúde bucal nos programas escolares. Para Costa et al. (2022), o conhecimento sobre prevenção ainda é restrito e fragmentado, o que impede uma atuação consciente e autônoma por parte da população em relação à sua própria saúde. Os autores ressaltam que, embora existam materiais institucionais disponíveis, estes frequentemente não dialogam com a realidade sociocultural de seus públicos-alvo, dificultando sua efetividade.
Segundo Rios et al. (2023), além disso, a limitação de ações educativas nos serviços públicos de saúde agrava esse cenário. Profissionais da Atenção Primária muitas vezes estão sobrecarregados e não conseguem desenvolver estratégias educativas sistemáticas, o que compromete a formação de vínculos e o acompanhamento longitudinal da saúde bucal dos usuários.
Os referidos autores reiteram que a educação em saúde é frequentemente tratada como atividade secundária nos serviços odontológicos, sendo relegada a momentos pontuais, em vez de integrada ao cuidado contínuo. Isso reforça um modelo reativo e não preventivo, no qual o paciente só procura atendimento em situações de dor ou urgência.
AS PROJEÇÕES FUTURAS RELACIONADAS AO EDENTULISMO: ATUAIS POLÍTICAS PÚBLICAS E AVANÇOS TECNOLÓGICOS.
Nas últimas décadas, o Brasil tem avançado significativamente na formulação de políticas públicas voltadas à promoção da saúde bucal, com destaque para o programa Brasil Sorridente, criado em 2004, que ampliou o acesso à atenção odontológica no Sistema Único de Saúde (SUS). No entanto, apesar dos esforços institucionais, os desafios relacionados ao edentulismo permanecem expressivos, sobretudo em populações socialmente vulneráveis. Projeções futuras indicam que, se não houver uma mudança estrutural no modelo de atenção, a perda dentária continuará a impactar milhões de brasileiros, em especial os idosos, cuja expectativa de vida tem aumentado (Silva; Costa; Neves, 2021).
A inclusão de serviços odontológicos nas Redes de Atenção à Saúde e a expansão de Centros de Especialidades Odontológicas (CEOs) sinalizam uma tendência positiva na estrutura pública. Contudo, os especialistas alertam que essas medidas precisam ser acompanhadas de estratégias integradas de prevenção e educação em saúde bucal para serem sustentáveis no longo prazo (Costa et al., 2020). Além disso, a escassez de dados atualizados e abrangentes sobre o edentulismo no país dificulta a construção de políticas baseadas em evidências, o que compromete as decisões de alocação de recursos e priorização de grupos de risco.
Em meio a esse cenário, os avanços tecnológicos na área odontológica representam uma oportunidade concreta para reverter o quadro do edentulismo, desde que aliados a políticas inclusivas. Tecnologias como a odontologia digital, impressão 3D de próteses, biomateriais regenerativos e a teleodontologia têm potencial para tornar os tratamentos mais rápidos, personalizados e acessíveis. Nesse sentido, pesquisadores afirmam que:
A aplicação da tecnologia no cuidado odontológico pode promover maior equidade no acesso aos serviços, especialmente em regiões com escassez de profissionais, contribuindo para a redução de desigualdades históricas no tratamento do edentulismo Almeida et al., 2023, p. 4).
Assim, o futuro do enfrentamento ao edentulismo no Brasil dependerá da capacidade do sistema de saúde de integrar inovação tecnológica com políticas públicas robustas e orientadas à prevenção. Investimentos em formação profissional, financiamento adequado e uso inteligente da tecnologia serão fundamentais para garantir o cuidado integral e contínuo, principalmente à população idosa. O cenário é promissor, mas seu sucesso está condicionado à articulação entre ciência, gestão pública e compromisso político.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O edentulismo, ao longo das últimas décadas, tem se consolidado como um reflexo das desigualdades estruturais, culturais e educacionais no Brasil. A elevada prevalência da perda dentária entre adultos e idosos revela não apenas a fragilidade do acesso aos serviços odontológicos, mas também a persistência de um modelo de atenção historicamente centrado em práticas mutiladoras. Como enfatizam Baldani et al. (2018), a disparidade na utilização dos serviços odontológicos entre diferentes grupos sociais é evidente, sendo o edentulismo, muitas vezes, resultado do acúmulo de privações ao longo da vida.
Nesse contexto, aspectos culturais desempenham um papel significativo na manutenção desse cenário. A naturalização da perda dentária como algo inerente ao envelhecimento, aliada ao medo do tratamento e à baixa percepção da importância da saúde bucal, perpetua comportamentos de negligência, especialmente entre os grupos mais vulneráveis (Kreve; Anzolin, 2016; Guimarães Et al., 2005). Enfrentar o edentulismo, portanto, exige mais do que a ampliação do acesso: requer a transformação de paradigmas culturais enraizados na sociedade brasileira.
Além dos fatores culturais, a carência de informação acessível e contínua sobre práticas preventivas e cuidados odontológicos limita a capacidade da população de agir de forma proativa em relação à própria saúde. Conforme observam Costa et al. (2022) e Rios et al. (2023), a educação em saúde bucal ainda ocupa um papel secundário nas políticas públicas, sendo frequentemente restrita a ações pontuais, pouco integradas à realidade das comunidades. A falta de campanhas efetivas e de inserção consistente da saúde bucal no ambiente escolar são entraves que contribuem para o agravamento do problema.
Por fim, embora o país tenha avançado em termos de cobertura pública e acesso a tecnologias odontológicas promissoras, o êxito das estratégias futuras dependerá da integração entre inovação, equidade e educação em saúde. Conforme destacam Almeida et al. (2023), a tecnologia pode reduzir desigualdades históricas no cuidado odontológico, desde que aplicada com justiça social e compromisso público. A redução do edentulismo no Brasil, portanto, passa pela consolidação de políticas preventivas, investimento em educação para a saúde e fortalecimento do SUS como modelo de cuidado integral, universal e humanizado.
REFERÊNCIAS
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