Finalidade e impacto das atividades socioassistenciais para idosos: Uma análise no contexto de Três de Maio/RS

PURPOSE AND IMPACT OF SOCIAL ASSISTANCE ACTIVITIES FOR THE ELDERLY: AN ANALYSIS IN THE CONTEXT OF TRÊS DE MAIO/RS

FINALIDAD E IMPACTO DE LAS ACTIVIDADES SOCIO ASISTENCIALES PARA PERSONAS MAYORES: UN ANÁLISIS EN EL CONTEXTO DE TRÊS DE MAIO/RS

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/9A2EE0

DOI

doi.org/10.63391/9A2EE0

Dalpisol, Arlete Jusieli Weber . Finalidade e impacto das atividades socioassistenciais para idosos: Uma análise no contexto de Três de Maio/RS. International Integralize Scientific. v 5, n 49, Julho/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

Este artigo investiga o principal objetivo da execução das atividades socioassistenciais destinadas à população idosa no município de Três de Maio/RS. A pesquisa, de caráter qualitativo, baseia-se em documentos institucionais, observações em campo e entrevistas semiestruturadas com profissionais da assistência social. O estudo busca compreender as intenções político-pedagógicas que orientam tais ações, bem como sua contribuição para o fortalecimento da autonomia, socialização e cidadania dos idosos. Os resultados revelam que, embora os programas estejam formalmente voltados à convivência e à promoção do envelhecimento ativo, na prática ainda há prevalência de ações com caráter assistencialista e fragmentado. Conclui-se que há necessidade de maior alinhamento entre os objetivos propostos e as práticas efetivamente desenvolvidas, com foco em estratégias que reconheçam os idosos como sujeitos de direito.
Palavras-chave
políticas públicas; envelhecimento ativo; assistência social; três de maio; autonomia do idoso.

Summary

This article investigates the main objective behind the implementation of social assistance activities aimed at the elderly population in the municipality of Três de Maio/RS. The qualitative research is based on institutional documents, field observations, and semi-structured interviews with social assistance professionals. The study seeks to understand the political-pedagogical intentions that guide such actions, as well as their contribution to strengthening the autonomy, socialization, and citizenship of older adults. The results reveal that, although the programs are formally aimed at social interaction and the promotion of active aging, in practice there is still a predominance of actions with an assistentialist and fragmented nature. It is concluded that there is a need for greater alignment between the proposed objectives and the practices effectively carried out, focusing on strategies that recognize the elderly as rights-bearing subjects.
Keywords
public policies; active aging; social assistance; três de maio; elderly autonomy.

Resumen

Este artículo investiga el objetivo principal detrás de la implementación de actividades socioasistenciales dirigidas a la población adulta mayor en el municipio de Três de Maio/RS. La investigación, de carácter cualitativo, se basa en documentos institucionales, observaciones de campo y entrevistas semiestructuradas con profesionales del área de asistencia social. El estudio busca comprender las intenciones político-pedagógicas que orientan dichas acciones, así como su contribución al fortalecimiento de la autonomía, la socialización y la ciudadanía de las personas mayores. Los resultados revelan que, aunque los programas están formalmente orientados a la interacción social y a la promoción del envejecimiento activo, en la práctica aún predomina un enfoque asistencialista y fragmentado. Se concluye que es necesario un mayor alineamiento entre los objetivos propuestos y las prácticas efectivamente realizadas, enfocándose en estrategias que reconozcan a las personas mayores como sujetos de derechos.
Palavras-clave
políticas públicas; envejecimiento activo; asistencia social; três de maio; autonomía de las personas mayores.

INTRODUÇÃO

O envelhecimento populacional é um fenômeno crescente e irreversível que transforma radicalmente as dinâmicas sociais, políticas e econômicas do Brasil. Segundo os dados mais recentes do IBGE, a população idosa no país tem aumentado de forma acelerada, tornando-se um grupo social relevante que demanda políticas públicas específicas. Esse processo traz consigo novos desafios à gestão pública, especialmente no que se refere à promoção da qualidade de vida, à garantia de direitos e à inclusão social dos idosos. Como destacam De Pádua e Costa (2007), o reconhecimento da velhice como uma etapa da vida que requer atenção estatal deve ser acompanhado por ações concretas e articuladas.

Nesse contexto, a assistência social emerge como uma das principais políticas públicas voltadas à população idosa, oferecendo suporte em diferentes dimensões: convivência, proteção, inclusão e fortalecimento de vínculos. Tais ações são regidas por normativas como a Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), o Estatuto do Idoso e a Política Nacional do Idoso. Todavia, a efetivação desses marcos legais depende de iniciativas locais que consigam traduzir os princípios da proteção social em práticas consistentes. Para Silva, Giacomin e Camarano (2016), a materialização do direito à assistência na velhice requer o comprometimento das instâncias municipais com o planejamento, execução e avaliação contínua das políticas públicas.

No município de Três de Maio/RS, localizado no noroeste do Estado do Rio Grande do Sul, observa-se um crescimento constante da população idosa, o que intensifica a urgência de ações públicas voltadas a esse grupo. A rede socioassistencial municipal tem procurado responder a essa demanda por meio da organização de grupos de convivência, oficinas intergeracionais e encontros formativos, referenciados aos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS). Tais atividades, em tese, visam promover o envelhecimento ativo, prevenir toda e qualquer forma de violência, fortalecer vínculos familiares e comunitários e estimular a autonomia dos idosos.

Nesse sentido, a presente pesquisa busca identificar não apenas os objetivos formais das atividades socioassistenciais, mas também os sentidos subjetivos e institucionais atribuídos a elas pelos profissionais envolvidos. A intenção é compreender em que medida essas ações contribuem para o fortalecimento da cidadania da pessoa idosa, para a promoção de sua autonomia e para a construção de um envelhecimento digno. Trata-se, portanto, de uma investigação com caráter qualitativo, pautada na escuta e na análise crítica das práticas locais.

A metodologia adotada combina análise documental, observação em campo e entrevistas semiestruturadas com profissionais que estejam ligados ao atendimento deste público. A análise dos dados foi realizada com base no método de análise de conteúdo proposto por Bardin (2016), permitindo a construção de categorias que possibilitam compreender as contradições, potencialidades e limites das ações desenvolvidas. A triangulação dos dados fortalece a confiabilidade da pesquisa e amplia as possibilidades de interpretação.

A escolha pelo município de Três de Maio/RS justifica-se pela sua relevância no contexto regional e pela existência de iniciativas voltadas à população idosa que, embora ainda em construção e fortalecimento, revelam esforços institucionais de promoção da convivência e do bem-estar. O estudo pretende oferecer subsídios para o aperfeiçoamento dessas ações, contribuindo para a construção de políticas públicas mais justas, integradas e eficazes.

Ao analisar o caso de Três de Maio, o artigo também busca dialogar com o cenário nacional, considerando as diretrizes da PNAS e os desafios impostos pelas desigualdades regionais. Como observa Rêgo (2024), a descentralização das políticas públicas exige que os municípios sejam protagonistas na construção de soluções que respeitem as especificidades territoriais e socioculturais de suas populações.

FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

A formulação de políticas públicas voltadas à população idosa tem se revelado um dos principais desafios enfrentados pelos municípios brasileiros diante do rápido processo de envelhecimento da sociedade. Em Três de Maio/RS, observa-se a tentativa de adequação dos serviços à Política Nacional de Assistência Social (PNAS), conforme diretrizes da LOAS e do Estatuto do Idoso. Entretanto, a implementação prática dessas normativas nem sempre se efetiva de forma planejada e articulada, o que reduz o impacto das ações socioassistenciais. Como destacam Silva, Giacomin e Camarano (2016), a assistência deve funcionar como um instrumento de proteção social permanente, e não apenas como resposta emergencial a vulnerabilidades.

As observações realizadas em campo revelaram que, embora os grupos de convivência sejam espaços reconhecidos e valorizados pelos idosos, há uma carência de planejamento pedagógico sistematizado. As oficinas são muitas vezes organizadas de forma improvisada, de acordo com a disponibilidade da equipe e dos materiais. Essa realidade fragiliza a continuidade das ações e compromete sua qualidade. Ferreira (2024) aponta que a ausência de um plano estruturado interfere diretamente na consolidação de políticas efetivas, especialmente em contextos de vulnerabilidade e desigualdade social.

As atividades observadas, como oficinas de artesanato, canto e dança, cumprem uma função importante no fortalecimento dos vínculos comunitários e na promoção do lazer. No entanto, seu potencial educativo e emancipatório ainda é pouco explorado. Conforme De Pádua e Costa (2007), a assistência social deve ser promotora da cidadania, não se limitando a ações recreativas, mas articulando práticas que promovam a autonomia e o protagonismo dos sujeitos idosos.

Um dos principais entraves identificados foi a ausência de indicadores de avaliação. Os dados de frequência, impacto das atividades e perfil dos participantes não são sistematizados, dificultando tanto a análise dos resultados quanto o planejamento de novas ações. Rêgo (2024) defende que a avaliação contínua deve ser parte integrante das práticas públicas, contribuindo para a transparência, o controle social e o aperfeiçoamento das políticas implementadas.

A falta de articulação intersetorial também é um obstáculo recorrente. Apesar de os documentos institucionais mencionarem a necessidade de integração com setores como saúde, educação e cultura, na prática os serviços funcionam de forma isolada. Essa fragmentação compromete a integralidade da atenção aos idosos. Oliveira (2024) afirma que a intersetorialidade não pode ser apenas um princípio teórico, devendo se concretizar em ações conjuntas e planejadas entre as diversas esferas da política pública.

Outro aspecto relevante é a visão ambígua sobre o envelhecimento que permeia os discursos dos profissionais. Ao mesmo tempo em que se reconhece a importância da autonomia e do protagonismo dos idosos, persiste uma abordagem protetiva e paternalista, que reforça estereótipos e limita a participação ativa dos usuários nas decisões. Ferreira (2024) ressalta que essa contradição compromete a eficácia das ações e a coerência dos objetivos estabelecidos nas políticas públicas.

Diante desse cenário, torna-se evidente a necessidade de reestruturação das práticas assistenciais voltadas à população idosa em Três de Maio/RS. Isso implica investimentos em formação continuada, planejamento participativo, articulação intersetorial e infraestrutura adequada. A efetivação dos direitos sociais na velhice passa, necessariamente, pela escuta dos sujeitos, pela valorização de suas trajetórias e pelo compromisso do Estado com uma política pública que reconheça a velhice como uma etapa legítima da vida, digna de cuidado, respeito e protagonismo.

ANÁLISES E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS

A análise dos dados obtidos por meio de documentos institucionais, observações de campo e entrevistas com profissionais da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Habitação de Três de Maio/RS evidencia uma distância significativa entre os objetivos formais das atividades socioassistenciais e sua efetiva concretização. Nos documentos analisados, é possível identificar a valorização do protagonismo da pessoa idosa, bem como a promoção de sua autonomia e participação cidadã como diretrizes centrais. No entanto, as atividades predominantemente realizadas — como oficinas de artesanato, tardes de música e eventos comemorativos — pouco dialogam com práticas educativas e emancipadoras que estimulem o senso crítico, a consciência de direitos e a inserção política dos sujeitos. Essa disparidade pode ser compreendida, em parte, como reflexo de uma gestão tecnocrática voltada ao cumprimento de metas formais, conforme adverte Rêgo (2024), a qual tende a negligenciar o caráter relacional e transformador da política de assistência social.

A análise de conteúdo das falas dos profissionais entrevistados revelou um cenário marcado por limitações estruturais, que dificultam a articulação entre o ideal do envelhecimento ativo e as condições objetivas dos equipamentos públicos. Muitos relataram a escassez de recursos materiais, a ausência de planejamento pedagógico sistemático e a dificuldade de desenvolver ações contínuas. Ainda que os grupos de convivência sejam espaços reconhecidos e valorizados pela população idosa local, observa-se que muitas atividades são organizadas de forma improvisada, segundo a disponibilidade da equipe e dos materiais, sem um plano metodológico estruturado. De acordo com Ferreira (2024), essa ausência de sistematização compromete a efetividade das políticas públicas, sobretudo em contextos marcados por desigualdades sociais e vulnerabilidades acumuladas.

Apesar dessas fragilidades, as observações de campo evidenciam que as ações socioassistenciais realizadas possuem importante valor simbólico e afetivo, contribuindo para o fortalecimento dos vínculos sociais e o enfrentamento do isolamento. Oficinas de artesanato, canto, dança e eventos intergeracionais cumprem papel relevante na promoção do bem-estar e no estímulo à convivência comunitária. Contudo, seu potencial transformador permanece subutilizado. Como argumentam De Pádua e Costa (2007), a política de assistência social deve ultrapassar a lógica recreativa e buscar promover a cidadania ativa, articulando-se a práticas que favoreçam a autonomia e o empoderamento dos sujeitos idosos.

Outro ponto crítico apontado nas entrevistas refere-se à dificuldade em estabelecer objetivos claros para as atividades desenvolvidas, muitas vezes condicionadas por uma alta demanda espontânea e por uma equipe sobrecarregada. A ausência de formação continuada e de diretrizes institucionais bem definidas enfraquece a atuação técnica e compromete a construção de propostas que integrem as dimensões política, pedagógica e social da assistência. Segundo Jesus e Mafra (2025), a carência de orientação estratégica transforma a assistência em mera gerência de carências, restringindo seu papel de garantidora de direitos.

Além disso, a análise documental revela que, embora haja esforço local de alinhamento com a Política Nacional de Assistência Social (PNAS), as diretrizes estabelecidas pela Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS) e pelo Estatuto do Idoso ainda não são plenamente incorporadas à prática cotidiana. O município de Três de Maio/RS tem buscado implementar ações em consonância com essas normativas, mas a ausência de articulação intersetorial e de planejamento integrado dificulta a consolidação de políticas efetivas. Como afirmam Silva, Giacomin e Camarano (2016), a assistência à pessoa idosa deve constituir um sistema permanente de proteção social, e não ser reduzida a respostas emergenciais e episódicas.

Nas falas dos profissionais, também ficou evidente o reconhecimento da importância das ações que vêm sendo realizadas. Muitos demonstraram grande empenho, dedicação e criatividade na condução das atividades, mesmo diante de inúmeras adversidades. Relatos de adaptação de oficinas, busca ativa por parcerias e escuta atenta às demandas dos idosos revelam práticas comprometidas e humanizadas. Ainda assim, há consenso quanto à necessidade de requalificação das ações e de fortalecimento institucional. Conforme alertam Oliveira (2024) e Nobrega et al. (2021), a ausência de articulação entre políticas públicas e o descompasso entre intenção e prática geram lacunas que enfraquecem os impactos esperados no cotidiano das pessoas idosas.

A presença de grupos de convivência, oficinas temáticas e eventos comunitários evidencia, portanto, um importante passo na construção de espaços sociais significativos para os idosos. Contudo, como observa Berzins et al. (2006), é imprescindível reconhecer que o cuidado com a população idosa exige ações integradas, que contemplem tanto a dimensão relacional quanto as condições materiais de vida desses sujeitos. A fragmentação das práticas e a descontinuidade dos projetos impedem que as políticas avancem na direção da emancipação e do envelhecimento digno.

Nesse sentido, a atuação dos profissionais da assistência social aparece como elemento central na mediação entre as diretrizes das políticas públicas e as possibilidades concretas de ação. São esses agentes que, muitas vezes, com poucos recursos e apoio institucional limitado, conseguem dar vida a práticas significativas. Entretanto, sem apoio formativo e condições adequadas de trabalho, esse protagonismo tende a se desgastar. Ferreira (2024) reforça que a ausência de suporte compromete a capacidade de inovação e enfraquece o sentido pedagógico e transformador da assistência social.

Conclui-se, assim, que embora existam esforços significativos e experiências exitosas no âmbito municipal, ainda há um longo caminho a ser percorrido para que as atividades socioassistenciais voltadas à população idosa se constituam como espaços efetivos de promoção da cidadania, da autonomia e dos direitos. Como defendem Jesus e Mafra (2025), o envelhecimento ativo não deve ser compreendido como um ideal abstrato, mas como um direito que se materializa por meio de políticas públicas acessíveis, integradas, democráticas e socialmente comprometidas.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A presente pesquisa evidenciou que as atividades socioassistenciais voltadas à população idosa no município de Três de Maio/RS representam uma importante estratégia de atenção e cuidado, ainda que permeadas por limitações estruturais, operacionais e conceituais. Ao analisar as práticas desenvolvidas no âmbito dos serviços de convivência e fortalecimento de vínculos, observou-se uma distância significativa entre os objetivos normativos previstos nas políticas públicas e a efetivação concreta das ações.

Apesar do reconhecimento institucional da necessidade de promover o envelhecimento ativo, a autonomia e a cidadania das pessoas idosas, ainda predomina uma lógica assistencialista e fragmentada, marcada pela ausência de planejamento pedagógico, avaliação sistemática e articulação intersetorial. Tais fragilidades comprometem o potencial emancipatório das ações e limitam os impactos positivos que poderiam ser alcançados com maior investimento técnico e político.

Os dados obtidos demonstram, no entanto, que há esforços relevantes sendo empreendidos por parte dos profissionais da assistência social, os quais, mesmo diante de adversidades, demonstram compromisso ético e sensibilidade no atendimento às demandas da população idosa. Esse protagonismo, contudo, exige respaldo institucional contínuo, por meio de formação permanente, recursos adequados e diretrizes claras que orientem as práticas de forma coerente com os princípios da proteção social.

A valorização da velhice como etapa legítima da vida e o reconhecimento dos idosos como sujeitos de direito impõem o desafio de superação de visões reducionistas e paternalistas ainda presentes no campo da assistência. Para tanto, torna-se imprescindível o fortalecimento das políticas públicas com base na participação social, na escuta ativa dos usuários e na construção coletiva de soluções territorializadas e integradas.

Assim, conclui-se que o avanço na qualificação das ações socioassistenciais em Três de Maio/RS depende do enfrentamento das contradições apontadas, da consolidação de práticas orientadas por intencionalidade político-pedagógica e do compromisso com um projeto de envelhecimento digno, justo e cidadão.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Dalpisol, Arlete Jusieli Weber . Finalidade e impacto das atividades socioassistenciais para idosos: Uma análise no contexto de Três de Maio/RS.International Integralize Scientific. v 5, n 49, Julho/2025 ISSN/3085-654X

Referencias

Vivian Caroline Coraucci.
BAILEY, C. J.; LEE, J. H.
Management of chlamydial infections: A comprehensive review.
Clinical infectious diseases.
v. 67
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p. 1208-1216,
2021.
Disponível em: https://academic.oup.com/cid/article/67/7/1208/6141108.
Acesso em: 2024-09-03.

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