Desafios e as perspectivas da inclusão de alunos com transtorno espectro autista (TEA) com foco na disciplina de língua portuguesa.

CHALLENGES AND PERSPECTIVES OF INCLUSION OF STUDENTS WITH AUTISM SPECTRUM DISORDER (ASD), WITH A FOCUS ON THE PORTUGUESE LANGUAGE DISCIPLINE

RETOS Y PERSPECTIVAS DE LA INCLUSIÓN DE ALUMNOS CON TRASTORNO DEL ESPECTRO AUTISTA (TEA), CON ENFOQUE EN LA DISCIPLINA DE LENGUA PORTUGUESA

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/9A7516

DOI

doi.org/10.63391/9A7516

Junior, Ivan de Souza. Desafios e as perspectivas da inclusão de alunos com transtorno espectro autista (TEA) com foco na disciplina de língua portuguesa.. International Integralize Scientific. v 5, n 51, Setembro/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

Este artigo de revisão bibliográfica analisa os desafios e as perspectivas da inclusão de alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nos anos iniciais do ensino fundamental, com foco na disciplina de Língua Portuguesa. A escolha dessa área deve-se ao fato de que a leitura e a escrita constituem habilidades fundamentais para o desenvolvimento cognitivo, comunicativo e social, e sua não aquisição pode apresentar barreiras significativas para estudantes com TEA. O estudo tem como objetivo compreender como práticas pedagógicas inclusivas, políticas públicas e recursos didáticos adaptados podem favorecer o processo de aprendizagem desses alunos, garantindo o direito à educação de qualidade e equitativa. A metodologia utilizada foi a revisão bibliográfica de natureza qualitativa, contemplando artigos, livros e documentos oficiais publicados entre 1984 e 2020. Os resultados da análise indicam que, apesar de avanços legais e do aumento das matrículas de alunos autistas em escolas regulares, ainda persistem desafios relacionados à formação docente, à adaptação curricular e à escassez de materiais pedagógicos acessíveis. Conclui-se que a inclusão efetiva requer investimento em políticas públicas permanentes, desenvolvimento de metodologias inovadoras e mudança cultural na comunidade escolar.
Palavras-chave
autismo; inclusão escolar; língua portuguesa; anos iniciais.

Summary

This literature review article analyzes the challenges and prospects for including students with Autism Spectrum Disorder (ASD) in the early years of elementary school, focusing on Portuguese. This subject area was chosen because reading and writing are fundamental skills for cognitive, communicative, and social development, and their lack of acquisition can present significant barriers for students with ASD. The study aims to understand how inclusive pedagogical practices, public policies, and adapted teaching resources can favor the learning process of these students, guaranteeing their right to quality and equitable education. The methodology used was a qualitative literature review, encompassing articles, books, and official documents published between 1984 and 2020. The results of the analysis indicate that, despite legal advances and the increase in enrollment of autistic students in regular schools, challenges remain related to teacher training, curricular adaptation, and the scarcity of accessible teaching materials. It is concluded that effective inclusion requires investment in ongoing public policies, the development of innovative methodologies, and cultural change within the school community.
Keywords
autism; school inclusion; portuguese language; early years.

Resumen

Este artículo de revisión bibliográfica analiza los desafíos y las perspectivas para la inclusión de estudiantes con Trastorno del Espectro Autista (TEA) en los primeros años de la educación primaria, centrándose en el portugués. Se seleccionó esta área temática porque la lectura y la escritura son habilidades fundamentales para el desarrollo cognitivo, comunicativo y social, y su falta de adquisición puede representar barreras significativas para los estudiantes con TEA. El estudio busca comprender cómo las prácticas pedagógicas inclusivas, las políticas públicas y los recursos didácticos adaptados pueden favorecer el proceso de aprendizaje de estos estudiantes, garantizando su derecho a una educación de calidad y equitativa. La metodología empleada fue una revisión bibliográfica cualitativa, que abarcó artículos, libros y documentos oficiales publicados entre 1984 y 2020. Los resultados del análisis indican que, a pesar de los avances legales y el aumento de la matrícula de estudiantes con autismo en escuelas regulares, persisten desafíos relacionados con la formación docente, la adaptación curricular y la escasez de materiales didácticos accesibles. Se concluye que una inclusión efectiva requiere inversión en políticas públicas continuas, el desarrollo de metodologías innovadoras y un cambio cultural dentro de la comunidad escolar.
Palavras-clave
autismo; inclusión escolar; lengua portuguesa; primeros años.

INTRODUÇÃO

A inclusão no ambiente escolar de alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nos anos iniciais do ensino fundamental representa um desafio crucial para todo o sistema educacional por conta da complexidade que requer um ensino qualidade e de resultado com esse público em especial, vislumbrando toda a uma dimensão que envolve formação docente, estrutura atores do colégio e sociedade. No Brasil, a discussão sobre inclusão escolar tem ganhado força desde a década de 1990, alinhada a movimentos internacionais como a Declaração de Salamanca (1994) e as diretrizes da UNESCO, que reforçam a importância da educação inclusiva como um direito humano, de maneira que tal educação é um direito adquirido e respaldado pela LDB (1996). No contexto da alfabetização, a disciplina de Língua Portuguesa ocupa lugar central, pois é a base para o desenvolvimento da leitura, da escrita e da oralidade, competências que são indispensáveis para a participação social e para a continuidade dos estudos, ampliando a visão de mundo e possibilitando novas oportunidades para alunos TEA.

Os alunos com TEA apresentam características singulares relacionadas à comunicação, à linguagem e às interações sociais, que influenciam diretamente seu processo de aprendizagem, comportamento como a tendência a isolar-se, crises desencadeadas por negativas, falta de capacidade para abstração são comuns de se encontrar no comportamento desses alunos Cunha (2020). Tais especificidades exigem que o ensino da Língua Portuguesa seja pensado de forma diferenciada, contemplando práticas pedagógicas flexíveis, uso de materiais adaptados e recursos multimodais. A ausência de adaptações pode comprometer a aprendizagem, ampliando desigualdades e restringindo o direito à educação, conforme Dias; Henrique (2018) com as adaptações implementadas, o aluno pode participar integralmente das atividades regulares promovendo assim a inclusão do aluno com transtorno espectro autista.

Este artigo tem como objetivo discutir os desafios e as perspectivas da inclusão de alunos com TEA na disciplina de Português nos anos iniciais, a partir de uma revisão bibliográfica. Busca-se sistematizar os principais aportes teóricos e práticos sobre o tema, identificando tanto avanços quanto lacunas, e apontando caminhos para o fortalecimento de uma educação verdadeiramente inclusiva

Justificando-se por conta do entendimento encontrado no ramo literário do uso do material adaptado como suporte necessário para uma aprendizagem que realmente faça a diferença desse alunado em especial, pois diante da dificuldade encontrada no perfil do aluno TEA por vezes esse desafio se torna um problema.

FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

O TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA E SUAS IMPLICAÇÕES PARA A APRENDIZAGEM

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é definido pelo DSM-5 (APA, 2014) como uma condição do neurodesenvolvimento caracterizada por déficits persistentes na comunicação social e por padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades, de forma que esse aluno se tende a isolar-se, ter crises mediante a algumas situações, dificuldade de se concentrar. A intensidade dos sintomas varia de acordo com o grau de suporte necessário, o que torna o espectro amplo e heterogêneo. No ambiente escolar, essas características impactam diretamente o processo de ensino-aprendizagem, especialmente em disciplinas que envolvem linguagem, abstração e interpretação de textos, como a Língua Portuguesa, que é tão importante para o desenvolvimento da criança.

A IMPORTÂNCIA DA LÍNGUA PORTUGUESA NA INCLUSÃO

A inclusão é um tema bem amplo e de difícil implementação por conta de sua dimensão e o que ela abarca para uma real efetivação, aspectos como entendimentos sobre esse assunto e ainda preconceito constituem barreiras a serem superadas, mediante a isso, a lida com uma real situação se faz necessário um saber, um olhar para o diferente, não para um padrão social, isso em cima de um grande contexto coletivo são situações problemas a ser resolvido por conta de uma real inclusão

A inclusão no ambiente escolar de alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) representa um desafio, mas houve sim um avanço no campo da educação contemporânea. Compreender o processo inclusivo implica reconhecer que cada estudante tem suas singularidades que precisam ser respeitadas e acolhidas no ambiente escolar. No caso do aluno autista, as especificidades estão relacionadas sobretudo a comunicação, a interação social e da flexibilidade comportamental, exigindo da escola práticas pedagógicas diferenciadas, adaptadas e sensíveis às suas necessidades. A escola inclusiva, segundo a legislação brasileira, especialmente a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, deve garantir o acesso, a permanência, a participação e a aprendizagem de todos os alunos. Isso implica não apenas a matrícula do estudante com TEA, mas também a criação de condições efetivas de aprendizagem, envolvendo recursos pedagógicos, tecnologias assistivas e formação continuada dos professores. Nesse contexto, o papel do docente é fundamental. 

A formação do professor precisa contemplar não apenas o conhecimento teórico sobre o autismo, mas também o desenvolvimento de estratégias práticas para promover a inclusão, tais como o uso de materiais adaptados, metodologias ativas, comunicação alternativa e mediação da interação social. Além disso, o trabalho colaborativo entre a escola, a família e os profissionais de apoio multidisciplinar é essencial para assegurar um processo de ensino-aprendizagem mais eficaz e humanizado. Portanto, a inclusão escolar de alunos autistas não deve ser vista apenas como uma obrigação legal, mas como um compromisso ético e social em prol da equidade e da valorização da diversidade humana. Garantir que esses estudantes tenham oportunidades reais de aprender e de se desenvolver em sua plenitude é um passo decisivo rumo a uma educação verdadeiramente democrática e inclusiva.
          A disciplina de Língua Portuguesa é fundamental nos anos iniciais por possibilitar a alfabetização e o desenvolvimento de competências linguísticas essenciais. Para alunos com TEA, aprender a ler e escrever significa ampliar suas formas de comunicação, favorecendo a interação social e a autonomia. Segundo Vygotsky (1984), a aprendizagem é mediada pela interação social e pela linguagem, o que reforça a necessidade de práticas pedagógicas que estimulem o diálogo, a troca e a construção coletiva do conhecimento, mediante ao exposto por esse autor se torna fundamental desenvolver métodos que faça o aluno estar próximo a outros alunos, o material adaptado voltado para essa interação de forma que chame e prenda a atenção desse aluno pode ser um real caminho para leitura e todos os benefícios advindo da mesma, uma proposta de leitura baseado em cores e uma gama de recursos visuais que possa ser aplicada em grupo realmente é algo a se pensar .

POLÍTICAS PÚBLICAS E MARCOS LEGAIS

No Brasil, o direito à educação inclusiva está garantido em documentos como a Constituição Federal de 1988, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996), a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva Griboski (2008) e a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015). Esses documentos asseguram a matrícula de alunos com deficiência e transtornos do desenvolvimento em escolas regulares, com oferta de Atendimento Educacional Especializado (AEE) e recursos de acessibilidade, configurando-se por documentos legais um direito adquirido por tais alunos com respaldo legal que tem que ser materializado na forma de ensino sistémico em um formato que o aluno TEA possa realmente aprender com a leitura

ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS INCLUSIVAS

Pesquisadores como Silva (2016), Mantoan (2003) e Mascaro (2018) apontam que práticas pedagógicas inclusivas na disciplina de Português devem contemplar: adaptação de materiais didáticos, uso de recursos visuais, pois tais recursos podem prender a atenção de tais alunos levando a absorver e desenvolver o que lhe está l sendo apresentado, rotinas estruturadas, ensino individualizado e valorização de interesses do aluno deixando claro aqui os matérias que realmente chamem a atenção desses alunos. 

A leitura ela amplia a visão de mundo por intermédio dessa o aluno constrói signos, imagina percebe-se enquanto sujeito em uma realidade, viaja e se liberta pois a educação sistema segundo Freire (1996) tem esse caráter de libertador, é necessário fazer com que esses alunos em especial tenha acesso a essa riqueza por conta de suas particularidades uma adaptação em livro com uma gama de recursos visuais que seja do interesse desse aluno que o leve a imaginar i ter ciência do que lhe sendo apresentado junto a um sistema de códigos coloridos que lhe faça sentido é uma estratégia não só compreensão para absorção do conteúdo, mas também de desenvolvimento da leitura

Além disso, o uso de tecnologias assistidas, softwares de leitura, jogos educativos e literatura infantil acessível podem favorecer a motivação e a participação dos estudantes.

Destaca-se aplicativos que possam ajudar a construir significados por conta da leitura visual que estimule a decodificação de nosso sistema gráfico 

METODOLOGIA

Este estudo caracteriza-se como uma revisão bibliográfica de abordagem qualitativa, a pesquisa bibliográfica consiste na análise sistemática de produções acadêmicas existentes na literatura, propondo a construção de novos olhares sobre determinado tema ou assunto. Para esta investigação, foram consultadas bases de dados como SciELO, Google Scholar e o Portal de Periódicos da CAPES, além de livros e documentos oficiais relacionados à inclusão escolar, ao ensino de Língua Portuguesa e ao autismo.

Tudo aquilo que foi historicamente construído pelo conhecimento humano ao longo de sua trajetória de forma a corroborar com a inclusão desse aluno o TEA possibilitando ampliar a discussão e trazer clareza no campo da leitura é julgado como válido e trazido aqui por intermédio dessa abordagem metodológica.

Os descritores desta proposta foram: autismo, ensino de português, inclusão escolar, anos iniciais, educação inclusiva e materiais adaptados. Foram considerados trabalhos publicados entre 1984 e 2020, priorizando artigos em português, mas também incluindo algumas referências internacionais relevantes para o tema.

DISCUSSÃO

A literatura revisada evidencia avanços assim com desafios relacionados à inclusão de alunos com TEA na disciplina de Português. Entre os avanços, destacam-se: maior visibilidade do tema na produção científica, aumento de políticas públicas de inclusão e aumento das matrículas de alunos com TEA em escolas regulares. Além disso, práticas inovadoras vêm sendo relatadas em pesquisas, como o uso de literatura infantil com apoio de imagens, atividades de leitura compartilhada e jogos educativos voltados para alfabetização na ótica de Dias Henrique (2018) a construção de estratégias, recursos e atividades pedagógicas para alunos TEA materializando-se em adaptação permite planejar uma aula efetiva e inclusive com o mesmo tema, conteúdo que os demais da classe.

No entanto, os desafios permanecem significativos. A formação inicial de professores de Língua Portuguesa ainda é insuficiente no que se refere à educação inclusiva e ao ensino para alunos com autismo. A formação continuada também é escassa, o que compromete a preparação docente para lidar com as especificidades do TEA. Outro ponto crítico é a falta de materiais pedagógicos adaptados disponíveis nas redes públicas, dificultando o planejamento inclusivo Dias Henrique (2018). A formação do professor tanto a inicial quanto a continuada tem um real impacto na aprendizagem do aluno a uma necessidade de que o professor pesquise de forma ativa avanços e estratégias para que possa ser combatido a exclusão de alunos TEA nas aulas de português em anos iniciais fechando aqui na leitura, não a como ser um bom docente sem um embasamento teórico para a prática segundo Freire (1996) que em sua obra pedagogia da autonomia exorta o docente a pesquisar para ensinar, deixando claro o embasamento teórico para a ação prática

Em termos de perspectivas, a literatura aponta para a necessidade de consolidar políticas públicas permanentes, ampliar investimentos em tecnologias assistivas e promover pesquisas empíricas que investiguem práticas inclusivas em sala de aula. A integração entre família, escola e comunidade também é ressaltada como elemento essencial para o sucesso da inclusão.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O presente artigo discutiu os desafios e as perspectivas da inclusão de alunos com TEA nos anos iniciais da disciplina de Língua Portuguesa. Pode percebe-se que embora haja avanços no campo das políticas públicas e das práticas pedagógicas, a efetivação da inclusão ainda enfrenta obstáculos estruturais, pedagógicas e culturais. Transpor tais obstáculos requer não apenas investimento em recursos e formação docente, mas também uma mudança de mentalidade em toda a comunidade escolar no seu olhar sobre tal aluno.

A inclusão deve ser compreendida como um processo contínuo de transformação, no qual a diversidade é reconhecida como princípio e não como exceção. Nesse sentido, a Língua Portuguesa, por meio de práticas de leitura, escrita e oralidade, pode desempenhar papel crucial na construção de uma escola mais democrática e equitativa.

Entende-se que a leitura a literatura é um campo fértil para que o aluno com transtorno espectro autista possa vir a se desenvolver de forma satisfatória por conta do crescimento que a leitura pode oferecer a esse aluno em especial.

Porém por conta particularidade da característica desse aluno é necessário o uso de recursos adaptados dentro da proposta metodológica para uma real aprendizagem e para que o aluno possa usufruir desse direito que é tão rico que é o uso da leitura como ferramenta de inclusão e acesso ao mundo que o rodeia.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

DSM, V. et al. Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais: DSM-5. 2014.

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF: Senado Federal, 1988.

BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 1996.

CUNHA, Eugênio. Autismo e inclusão: psicopedagogia e práticas educativas na escola e na família. Digitaliza Conteúdo, 2020.

DIAS, Sabrina Alves; HENRIQUE, Keila Endo Neves. Adaptação de materiais e atividades para uma criança com transtorno do espectro do autismo: o trabalho colaborativo no processo educacional. Revista da Associação Brasileira de Atividade Motora Adaptada, v. 19, n. 1, 2018.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

GRIBOSKI, Cláudia Maffini et al. Política nacional de educação especial na perspectiva da educação inclusiva. 2008.

GRIBOSKI BRASIL. Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Estatuto da Pessoa com Deficiência. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 2015.

MANTOAN, Maria Teresa Eglér. Inclusão escolar: o que é? por quê? como fazer? [em linha]. 2003.

MASCARO, Cristina Angélica. O Plano Educacional Individualizado e o estudante com deficiência intelectual: estratégia para inclusão. 2018.

SILVA, Thalyta Naywme do Vale. Educação Inclusiva: os caminhos para uma verdadeira inclusão. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso. Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

UNESCO. Declaração de Salamanca: sobre princípios, políticas e práticas na área das necessidades educativas especiais. Salamanca, 1994.

VYGOTSKY, Lev Semenovich et al. A formação social da mente. São Paulo, v. 3, 1984.

Junior, Ivan de Souza. Desafios e as perspectivas da inclusão de alunos com transtorno espectro autista (TEA) com foco na disciplina de língua portuguesa..International Integralize Scientific. v 5, n 51, Setembro/2025 ISSN/3085-654X

Referencias

Vivian Caroline Coraucci.
BAILEY, C. J.; LEE, J. H.
Management of chlamydial infections: A comprehensive review.
Clinical infectious diseases.
v. 67
n. 7
p. 1208-1216,
2021.
Disponível em: https://academic.oup.com/cid/article/67/7/1208/6141108.
Acesso em: 2024-09-03.

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v. 5
n. 51
Desafios e as perspectivas da inclusão de alunos com transtorno espectro autista (TEA) com foco na disciplina de língua portuguesa.

Área do Conhecimento

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