A fitoterapia como coadjuvante no tratamento da obesidade

PHYTOTHERAPY AS A COADJUVANT IN THE TREATMENT OF OBESITY

FITOTERAPIA COMO COADYUVANTE EN EL TRATAMIENTO DE LA OBESIDAD

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/A42C55

DOI

doi.org/10.63391/A42C55

Silva, Jeisa Monique Queiroz Viena . A fitoterapia como coadjuvante no tratamento da obesidade. International Integralize Scientific. v 5, n 51, Setembro/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

A fitoterapia tem sido uma ferramenta auxiliar dos profissionais da área da nutrologia no processo de emagrecimento, atuando de forma complementar à prescrição da obesidade. O estado obeso é resultado de um efeito prolongado do desequilíbrio entre ingestão e gasto de energia, o que acarreta acúmulo excessivo de gordura corporal. O presente trabalho utiliza como metodologia a revisão bibliográfica, através de uma abordagem qualitativa. O presente trabalho tem como objetivo geral a fitoterapia como coadjuvante no tratamento da obesidade. Conclui-se que a implementação da Fitoterapia adjutória no tratamento da obesidade mostra resultados muito satisfatórios quando administrada corretamente e de forma contínua, principalmente no início da patologia.
Palavras-chave
obesidade; tratamento; fitoterapia; probióticos.

Summary

Phytotherapy has been an adjunct tool for nutrition professionals in the weight loss process, acting as a complement to obesity prescriptions. Obesity results from a prolonged imbalance between energy intake and expenditure, which leads to excessive accumulation of body fat. This study uses a literature review as its methodology, using a qualitative approach. The overall objective of this study is to use phytotherapy as an adjunct in the treatment of obesity. It is concluded that the implementation of adjunctive phytotherapy in the treatment of obesity yields very satisfactory results when administered correctly and continuously, especially at the onset of the disease.
Keywords
obesity; treatment; phytotherapy; probiotics.

Resumen

La fitoterapia ha sido una herramienta complementaria para los profesionales de la nutrición en el proceso de pérdida de peso, actuando como complemento a las prescripciones para la obesidad. La obesidad resulta de un desequilibrio prolongado entre la ingesta y el gasto energético, lo que conduce a una acumulación excesiva de grasa corporal. Este estudio utiliza una revisión bibliográfica como metodología, con un enfoque cualitativo. El objetivo general de este estudio es utilizar la fitoterapia como complemento en el tratamiento de la obesidad. Se concluye que la implementación de la fitoterapia complementaria en el tratamiento de la obesidad produce resultados muy satisfactorios cuando se administra de forma correcta y continua, especialmente al inicio de la enfermedad.
Palavras-clave
obesidad; tratamiento; fitoterapia; probióticos.

INTRODUÇÃO

O termo “fitoterapia” refere-se ao uso de plantas com finalidades medicinais e ao estudo de suas aplicações terapêuticas. As chamadas “plantas medicinais” englobam uma ampla variedade de espécies utilizadas na fitoterapia, podendo também ser empregadas como alimentos, remédios, perfumes e até em práticas espirituais. O uso de plantas para fins medicinais remonta a períodos anteriores à pré-história. Registros antigos, como papiros egípcios e escritos chineses, descrevem o uso de ervas para tratar doenças. Há evidências de que culturas europeias e mediterrâneas utilizaram ervas medicinais há mais de 4.000 anos para fins terapêuticos (Blumenthal et al., 2018).

O sobrepeso e a obesidade figuram entre os principais desafios de saúde pública no mundo, sendo classificados como uma “epidemia do século XXI” pela Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, o número de indivíduos obesos aumentou 67,8% entre 2006 e 2018, segundo dados da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas do Inquérito Telefônico, do Ministério da Saúde (MS) (Brasil, 2016). Esses números refletem um cenário alarmante, que exige estratégias de prevenção e controle mais eficazes.

Os tratamentos atualmente disponíveis para a obesidade concentram-se em retardar a progressão da condição e mitigar suas consequências, buscando preservar as funções metabólicas e cognitivas ainda não afetadas. No entanto, esses tratamentos oferecem, em sua maioria, apenas melhorias temporárias no estado funcional dos pacientes. A fitoterapia é amplamente utilizada como recurso complementar no tratamento da obesidade, especialmente na automedicação. Contudo, a facilidade de acesso a esses recursos fitoterápicos pode aumentar o risco de efeitos adversos, caso o uso não seja orientado de forma adequada.

Existe, portanto, uma lacuna significativa que precisa ser preenchida por meio de iniciativas voltadas à promoção do uso seguro e racional de plantas medicinais e medicamentos fitoterápicos. Entre essas ações, destaca-se a importância de divulgar informações confiáveis ​​para profissionais da saúde, como médicos e farmacêuticos, bem como para os próprios usuários da fitoterapia. O objetivo é garantir que o uso dessas substâncias ocorra de forma consciente e baseado em evidências científicas.

Nesse contexto, destaca-se a importância do conhecimento aprofundado sobre as opções terapêuticas disponíveis e em investigação, especialmente no campo da nutrologia. Trabalhos científicos que reúnem informações atualizadas e confiáveis ​​podem contribuir para uma compreensão mais ampla do tema, fornecendo orientações seguras para profissionais da saúde e outros específicos. Considerando o impacto crescente da obesidade na sociedade, torna-se essencial adotar estratégias que visem não apenas o tratamento da doença, mas também a redução da sobrecarga social e familiar associada a essa condição.

Este trabalho adota como metodologia uma revisão bibliográfica, com uma abordagem qualitativa. De acordo com Gunther (2016), uma das vantagens da abordagem qualitativa é a utilização de “dados que ocorrem naturalmente para identificar padrões nos significados atribuídos pelos participantes, permitindo, assim, compreender a essência de determinadas preferências”. Essa abordagem possibilita uma análise aprofundada do tema, considerando diferentes perspectivas e contextos.

O objetivo geral deste estudo é analisar a fitoterapia como coadjuvante no tratamento da obesidade. Os objetivos específicos incluem: descrever o contexto histórico da fitoterapia; examinar tratamentos com plantas medicinais, considerando as diretrizes da OMS sobre o uso de medicamentos fitoterápicos na obesidade; e explorar o papel dos probióticos nutricionais no manejo da obesidade. Dessa forma, busca-se contribuir para o avanço do conhecimento científico sobre o tema, promovendo práticas de saúde mais seguras e eficazes.

REFERENCIAL TEÓRICO

AS PRÁTICAS FITOTERÁPICAS

Existe uma ampla diversidade de conhecimentos e práticas relacionadas ao uso de plantas medicinais que circulam em diferentes sociedades. O mapeamento dessa diversidade é de grande interesse para a pesquisa, especialmente em razão da disseminação dos termos Medicamentos Alternativos e Complementares (MAC) e Medicina Tradicional (MT) na literatura científica (OMS, 2017). Esses termos englobam uma variedade de práticas que coexistem com a biomedicina, refletindo uma pluralidade de abordagens no cuidado à saúde.

Nesse contexto, os MAC profissionalizados são frequentemente agrupados com a biomedicina, apesar das diferenças importantes entre eles. O segundo setor refere-se a curandeiros de diferentes tradições, enquanto o terceiro diz respeito aos cuidados familiares, que geralmente fazem parte de redes de suporte social informal e não remunerados. Cada um desses setores possui características próprias, com diferentes concepções de saúde e doença, embora sejam inter-relacionados e, em muitos casos, complementem-se (Morazzoni, 2015).

Alvim e Cabral (2017) discutem a heterogeneidade dos cuidados em saúde, considerando o contraste entre o saber biomédico, os cuidados familiares e as práticas populares associadas à medicina tradicional. Em meio a essas diferentes abordagens, destaca-se a categoria das “racionalidades médicas”, que questiona a supremacia do conhecimento científico tradicional e o monopólio da biomedicina sobre a legitimidade do cuidado em saúde. O uso de plantas medicinais, por sua vez, pode ser compreendido sob diferentes racionalidades médicas, refletindo a riqueza e a complexidade dessas práticas.

Assim, o uso de plantas medicinais no tratamento da obesidade pode ser classificado em diferentes categorias: familiar, popular, tradicional, científico e baseado em outras racionalidades médicas. A fitoterapia familiar, geralmente sem registros formais, refere-se a práticas autônomas e informais de uso de plantas medicinais, também conhecidas como medicina caseira, que fazem parte das redes de suporte social dos indivíduos (Sartorelli et al., 2018).

Em contrapartida, a fitoterapia popular é praticada por especialistas não formalmente treinados, como parteiras, curandeiros e benzedeiras. Segundo Alvim e Cabral (2017), essas práticas são baseadas em teorias, aspectos culturais e sociais herdados de tradições familiares ou transmitidos por outros curadores. O conhecimento popular em fitoterapia é frequentemente caracterizado por uma abordagem holística, que considera o ser humano em sua totalidade, incluindo aspectos físicos, emocionais e espirituais.

Por exemplo, a medicina indígena brasileira, embora pouco documentada em estudos científicos, integra um conjunto de saberes e práticas da medicina tradicional brasileira. Esses conhecimentos conhecem tanto as práticas familiares quanto as populares, exceto em contextos específicos, como em algumas comunidades ribeirinhas, onde pode haver uma interseção entre as diferentes tradições (Sartorelli et al., 2018).

A fitoterapia científica, por outro lado, refere-se ao uso de plantas medicinais baseadas em evidências científicas, dentro de uma lógica biomédica. Esse campo envolve diversas disciplinas, desde a botânica até a farmacologia, passando pela produção de medicamentos fitoterápicos. Além disso, o uso de plantas medicinais pode ser fundamentado em outras tradições médicas, como a medicina tradicional chinesa ou o sistema ayurvédico, que no Brasil não são consideradas práticas tradicionais, populares ou familiares, mas sim práticas heterônomas.

Essa classificação difere, em parte, da proposta do Ministério da Saúde, que categoriza a fitoterapia em três vertentes principais no âmbito da Atenção Primária à Saúde (APS): popular, tradicional e científica. O uso popular refere-se à utilização doméstica de plantas medicinais e práticas de curandeiros; o tradicional engloba conhecimentos transmitidos ao longo de gerações e diferentes racionalidades médicas; enquanto o científico é baseado em evidências obtidas por meio de estudos experimentais e clínicos (Brasil, 2015).

Em uma perspectiva mais ampla, a fitoterapia no tratamento da obesidade deve ser compreendida como um campo de interação entre conhecimentos e práticas nutricionais. Ela valoriza recursos culturais, práticas e saberes locais, promovendo a preservação da biodiversidade e a integração entre usuários, natureza e profissionais de saúde. Além disso, a fitoterapia contribui para o fortalecimento da autonomia dos indivíduos e das comunidades, ampliando as possibilidades terapêuticas disponíveis.

Adicionalmente, a fitoterapia tem o potencial de fomentar a socialização do conhecimento científico e o desenvolvimento de uma visão crítica sobre o uso de plantas medicinais, especialmente em contextos familiares. Isso reforça a importância de integrar o conhecimento tradicional com a ciência moderna, promovendo práticas de saúde mais seguras, eficazes e culturalmente relevantes.

DISCUSSÃO E RESULTADOS

DOSAGEM RECOMENDADA DE PROBIÓTICOS PARA TRATAMENTO DA OBESIDADE

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) estabelece que a quantidade mínima viável de probióticos para consumo deve estar entre 108 e 109 Unidades Formadoras de Colônias (UFC). Essa é uma recomendação diária para o consumo de produtos probióticos prontos, sendo necessária a ingestão contínua para garantir seus efeitos benéficos. Para comprovar a eficácia desses produtos, é necessário um laudo de análise que ateste a presença da quantidade mínima viável de microrganismos até o final do prazo de validade do produto (BRASIL, 2017).

As cepas probióticas podem ser isoladas de diferentes fontes alimentares, como queijos, leites fermentados e vegetais, além de locais do corpo humano ou animal. O trato gastrointestinal (TGI), em especial a microbiota fecal, é a principal fonte para a obtenção desses microrganismos. A identificação das cepas probióticas é realizada por métodos moleculares avançados, sendo a ocorrência na cadeia da polimerase (PCR) um dos mais utilizados para garantir a precisão na caracterização dessas bactérias (Chandler, 2018).

Embora os probióticos proporcionem diversos benefícios à saúde, alguns efeitos colaterais podem ocorrer, como discreto aumento na produção de gases e desconforto abdominal. Esses sintomas estão associados à morte de patógenos no intestino, que liberam substâncias tóxicas em um processo conhecido como reações de morte. No entanto, esses efeitos tendem a diminuir com o uso contínuo dos probióticos, à medida que o organismo se adapta (Oliveira; Almeida; Bomfim, 2017).

A microbiota gastrointestinal desempenha um papel crucial na saúde de humanos e animais, influenciando desde a manutenção da homeostase até o desenvolvimento de diversas doenças. Alterações na composição ou na diversidade da microbiota intestinal, conhecidas como disbiose, podem ter múltiplas causas e estar associadas a uma série de condições agudas e crônicas, afetando não apenas o trato gastrointestinal, mas também outros sistemas do organismo (Butel, 2018).

Intervenções terapêuticas com probióticos têm se agendadas pois é imprecisa para o contexto de estratégias eficazes para a gestão da obesidade, promovendo benefícios pela redundância ao restaurar o equilíbrio da flora bacteriana. No entanto, ainda não está completamente esclarecido se as alterações da microbiota intestinal alteradas para desenvolvimento da obesidade ou se, inversamente, a obesidade provoca mudanças na composição da microbiota (Cardoso, 2016).

Os probióticos apresentam efeitos nutricionais, fisiológicos e antimicrobianos no organismo. Diversos mecanismos de ação foram propostos para explicar seus benefícios ao hospedeiro, incluindo a modulação do sistema imunológico, a prevenção do crescimento de patógenos e a melhoria da integridade da barreira intestinal. Esses microrganismos demonstraram eficácia tanto na prevenção quanto no tratamento de diversas condições médicas, especialmente doenças gastrointestinais, além de outras aplicações clínicas relevantes.

CONSIDERAÇÕES FINAIS 

A fitoterapia tem se mostrado uma ferramenta complementar valiosa para profissionais da área de nutrologia no processo de emagrecimento. Seu uso é especialmente relevante em casos em que existem dificuldades ou barreiras que dificultam a perda de peso, como a presença de comorbidades ou doenças associadas, incluindo transtornos de ansiedade e transtornos de compulsão alimentar. Nessas situações, a fitoterapia atua de forma adjuvante, potencializando os efeitos das práticas nutricionais e metabólicas prescritas para o controle da obesidade.

Evidências atuais em estudos com humanos demonstram de forma clara a relação entre o manejo da microbiota intestinal e o desenvolvimento da obesidade. Os probióticos são indicados como eficazes na redução do peso corporal, na diminuição da deficiência abdominal e do quadril, e na melhora dos parâmetros metabólicos, como os níveis de glicose, triglicerídeos e insulina. Além disso, esses microrganismos contribuem para o fortalecimento do sistema imunológico e para a diminuição da gordura visceral e subcutânea abdominal, conforme evidenciado em diversos estudos clínicos. Embora os resultados sejam promissores, a quantidade de pesquisas específicas sobre o uso de probióticos no tratamento da obesidade ainda é limitada em comparação com outros contextos de aplicação desses microrganismos.

No que se refere à obesidade, diversos estudos confirmam a associação entre a composição da microbiota intestinal do hospedeiro e o desenvolvimento da doença. Diante disso, torna-se necessária a realização de investigações adicionais que detalhem os mecanismos fisiológicos e metabólicos que são relevantes para o ganho de peso. A crescente disponibilidade de probióticos e prebióticos no mercado tem facilitado sua inclusão em estratégias terapêuticas para o tratamento da disbiose intestinal associada à obesidade, contribuindo para o equilíbrio da microbiota e, consequentemente, para a melhoria da saúde metabólica.

Conclui-se que a aplicação da fitoterapia como uma abordagem adjuvante no tratamento da obesidade apresenta resultados excessivos, especialmente quando administrado de forma correta e contínua, com destaque para sua eficácia nos riscos iniciais da doença. Dentre os microrganismos estudados, destacam-se o Lactobacillus gasseri SBT2055, utilizado em leite fermentado (200 g ao dia) com doses a partir de 10⁶ UFC/g, e o Lactobacillus rhamnosus CGMCC1.3724, administrado em cápsulas com 1,62 x 10⁸ UFC, duas vezes ao dia. Esses probióticos demonstraram efeitos consistentes no controle de variáveis ​​relacionadas à obesidade, reforçando a importância de sua inclusão em protocolos de tratamento integrados.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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BLUMENTHAL, M. et al. The complete commission E monographs: therapeutic guide to herbal medicines. 1. ed. Boston: Integrative Medicine Communications, 2018. p. 104-105.

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BUTEL, M. J. Probiotics, gut microbiota and health. Médecine et Maladies Infectieuses, v. 44, n. 1, p. 1-8, 2018.

CARDOSO, D. S. C. Microbiota, probióticos e saúde. 2016. 64 f. Dissertação (Mestrado em Medicina) – Faculdade de Medicina, Universidade de Coimbra, Coimbra, 2016.

CHANDLER, M. Probiotics not all created equally. Journal of Small Practice, v. 55, set. 2018.

GUNTHER, H. Pesquisa qualitativa versus pesquisa quantitativa: esta é a questão? Psicologia: Teoria e Pesquisa, v. 22, n. 2, p. 201-209, 2017.

OLIVEIRA, J. L.; ALMEIDA, C.; BOMFIM, N. S. A importância do uso de probióticos na saúde humana. Unoesc & Ciência – ACBS Joaçaba, v. 8, n. 1, p. 7-12, 2017.

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Silva, Jeisa Monique Queiroz Viena . A fitoterapia como coadjuvante no tratamento da obesidade.International Integralize Scientific. v 5, n 51, Setembro/2025 ISSN/3085-654X

Referencias

Vivian Caroline Coraucci.
BAILEY, C. J.; LEE, J. H.
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v. 67
n. 7
p. 1208-1216,
2021.
Disponível em: https://academic.oup.com/cid/article/67/7/1208/6141108.
Acesso em: 2024-09-03.

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n. 51
A fitoterapia como coadjuvante no tratamento da obesidade

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