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Resumo
INTRODUÇÃO
O estresse ocupacional entre profissionais da saúde tem se intensificado no contexto pós-pandêmico, refletindo-se em desafios significativos para a manutenção da saúde mental e do desempenho profissional. A pandemia de COVID-19 exacerbou condições laborais já precárias, resultando em sobrecarga de trabalho, escassez de recursos e aumento da pressão emocional. Segundo um estudo realizado por Lima et al., um percentual expressivo de 90,6% dos profissionais de enfermagem relataram ter experimentado estresse ocupacional durante a pandemia, evidenciando a magnitude do problema enfrentado por esses trabalhadores da saúde. Esse cenário de intenso estresse ocupacional entre os profissionais de saúde tem sido observado e documentado em diversas pesquisas recentes.
A autoeficácia, definida por Bandura como a crença na própria capacidade de organizar e executar ações necessárias para alcançar determinados objetivos, é um fator crucial para o desempenho eficaz em ambientes de alta pressão, como os hospitais. Profissionais com alta autoeficácia tendem a lidar melhor com o estresse e a apresentar maior resiliência frente às adversidades. Entretanto, o estresse crônico pode minar essa percepção, levando a um ciclo de esgotamento e diminuição da qualidade do atendimento prestado. A manutenção da autoeficácia é essencial para que os profissionais da saúde possam enfrentar de forma eficaz os desafios e pressões inerentes ao seu trabalho, especialmente em cenários de crise e alta demanda, como o contexto pós-pandêmico.
Estudos recentes destacam a correlação entre estresse ocupacional e redução da autoeficácia entre profissionais da saúde. Lucas et al. (2025) observaram que características pessoais, como medo de contaminação e perdas familiares, aumentam o risco de estresse, enquanto fatores como idade e prática de atividades físicas atuam como moderadores positivos da resiliência. Além disso, a pesquisa de Barbosa et al. (2024) identificou que a sobrecarga de trabalho e a escassez de recursos comprometem a autopercepção de capacidade técnica e emocional para lidar com situações complexas. A integridade da saúde mental dos profissionais de saúde emerge como um pilar fundamental para a sustentação da qualidade e da segurança nos serviços de saúde oferecidos à sociedade, influenciando diretamente a capacidade de resposta a emergências sanitárias e a manutenção da assistência em níveis adequados.
Diante desse cenário desafiador enfrentado pelos profissionais da saúde no contexto pós-pandêmico, este estudo tem como objetivo geral analisar de que forma o estresse ocupacional afeta a percepção de autoeficácia desses trabalhadores. Os objetivos específicos abrangem:
A estrutura desta pesquisa está organizada da seguinte forma: o Capítulo 2 apresenta o referencial teórico, com base nos principais estudos sobre estresse ocupacional, autoeficácia e saúde mental no ambiente de trabalho. O Capítulo 3 descreve os procedimentos metodológicos adotados para o desenvolvimento do estudo. O Capítulo 4 contempla a análise detalhada dos dados obtidos, articulando-os com a literatura revisada. Por fim, o Capítulo 5 apresenta as considerações finais do trabalho, seguidas pelas referências bibliográficas utilizadas nesta pesquisa.
REFERENCIAL TEÓRICO
Este capítulo apresenta as bases teóricas que sustentam a análise da relação entre estresse ocupacional e autoeficácia no contexto hospitalar pós-pandêmico. Para isso, organizou-se o referencial em três eixos: o estresse ocupacional em profissionais da saúde, a autoeficácia como fator protetivo no ambiente de trabalho, e a inter-relação entre estresse e percepção de autoeficácia no desempenho profissional.
ESTRESSE OCUPACIONAL EM PROFISSIONAIS DA SAÚDE
O estresse ocupacional é uma resposta fisiológica e psicológica do trabalhador a exigências excessivas ou conflitantes no ambiente de trabalho, especialmente quando os recursos disponíveis não são suficientes para enfrentar tais demandas. No contexto hospitalar, essa condição é amplificada pelas intensas jornadas de trabalho, pela responsabilidade sobre vidas humanas e pela pressão emocional constante.
Durante e após a pandemia da COVID-19, esses fatores foram exacerbados. Segundo Souto et al. (2022), 66% dos profissionais da Atenção Primária à Saúde apresentaram exposição ao estresse ocupacional durante a pandemia, evidenciando a magnitude do problema. A autora destaca que “a sobrecarga emocional e a exposição contínua ao sofrimento alheio deixaram marcas persistentes na saúde mental dos trabalhadores”.
Alves de Jesus et al. (2024) reforçam que, no cenário pós-pandêmico, o estresse ocupacional permanece elevado, em parte devido à pressão por recuperação do sistema de saúde e à escassez de recursos humanos. Os autores alertam que o prolongamento do sofrimento psíquico tem gerado quadros de ansiedade, insônia e afastamentos recorrentes por transtornos mentais comuns. Nesse sentido, o estresse não se limita a uma condição passageira, mas constitui um problema estrutural que compromete a qualidade da assistência e o bem-estar da equipe.
De acordo com Lazarus e Folkman (apud Oliveira & Silva, 2023), o estresse se estabelece quando o indivíduo percebe que as demandas do ambiente excedem seus recursos pessoais de enfrentamento. Esse modelo teórico é especialmente relevante para compreender como os profissionais da saúde reagem às pressões cotidianas, sendo o suporte institucional e a valorização profissional elementos centrais na mitigação do problema.
AUTOEFICÁCIA NO AMBIENTE HOSPITALAR
A autoeficácia, conforme proposta por Bandura (1997), refere-se à crença do indivíduo em sua capacidade de mobilizar recursos cognitivos, emocionais e comportamentais para executar tarefas específicas com sucesso. No ambiente hospitalar, essa percepção influencia diretamente a motivação, a tomada de decisões, a persistência diante de desafios e a qualidade da assistência prestada.
Conforme evidenciado por Loiola e Martins (2019), profissionais da saúde com altos níveis de autoeficácia demonstram maior estabilidade emocional e engajamento nas atividades, mesmo em contextos adversos. Os autores argumentam que “a confiança na própria capacidade atua como um amortecedor psicológico frente ao estresse e à pressão cotidiana”.
Silva e Costa (2022) identificaram que a autoeficácia está fortemente relacionada à formação profissional contínua, ao apoio entre colegas e à autonomia na tomada de decisões clínicas. Quando os profissionais percebem que possuem competência e são valorizados institucionalmente, os níveis de estresse são mitigados, e o desempenho melhora significativamente.
Além disso, a autoeficácia é um fator protetivo contra a síndrome de burnout. Segundo Almeida et al. (2024), profissionais com baixa percepção de autoeficácia tendem a desenvolver sentimentos de fracasso, despersonalização e baixa realização pessoal. Em contraste, aqueles com crenças positivas sobre suas capacidades demonstram maior resistência emocional e melhor qualidade de vida no trabalho.
A RELAÇÃO ENTRE ESTRESSE OCUPACIONAL E AUTOEFICÁCIA
A literatura contemporânea aponta que o estresse ocupacional e a autoeficácia estão intimamente interligados, formando uma relação bidirecional: o estresse pode reduzir a percepção de eficácia profissional, ao passo que altos níveis de autoeficácia funcionam como fator de enfrentamento do estresse.
Um estudo longitudinal de Lima et al. (2024) com profissionais da saúde que atuaram durante a pandemia evidenciou que aqueles com maior autoeficácia apresentaram menor propensão ao esgotamento emocional, mesmo em ambientes de alta demanda. Os autores concluíram que “a autoeficácia atua como uma variável moderadora que atenua os efeitos negativos do estresse ocupacional sobre a saúde mental”.
Por outro lado, quando o estresse se torna crônico e os recursos de enfrentamento são insuficientes, há um enfraquecimento da autoconfiança profissional. Essa dinâmica é explicada por Araújo e Mendonça (2023), que observaram que o excesso de exigências, somado à falta de reconhecimento, leva à erosão progressiva da autoeficácia, impactando diretamente o desempenho clínico e as relações interpessoais no trabalho.
Dessa forma, compreender essa interdependência permite construir estratégias institucionais mais eficazes, voltadas à promoção de ambientes de trabalho psicologicamente seguros, que estimulem o fortalecimento da autoeficácia e reduzam os fatores geradores de estresse. Intervenções como grupos de apoio, capacitações e políticas de valorização profissional têm se mostrado eficazes, conforme demonstrado por Rezende et al. (2024).
METODOLOGIA
Este estudo caracteriza-se como uma pesquisa qualitativa de natureza exploratória, com delineamento metodológico baseado em uma revisão integrativa da literatura. Essa abordagem tem como finalidade identificar, reunir, analisar e sintetizar criticamente o conhecimento científico disponível acerca da relação entre estresse ocupacional e autoeficácia em profissionais da saúde, especialmente no contexto pós-pandêmico.
A revisão integrativa é reconhecida por permitir a inclusão de estudos com diferentes métodos e níveis de evidência, proporcionando uma compreensão abrangente e sistemática sobre o fenômeno investigado (Mendes; Silveira; Galvão, 2008). Esse método tem sido amplamente utilizado em pesquisas na área da saúde para consolidar achados relevantes e embasar propostas de intervenção (Botelho; Cunha; Macedo, 2011).
A construção da revisão foi realizada em seis etapas: (i) elaboração da questão norteadora; (ii) definição dos critérios de inclusão e exclusão; (iii) busca sistematizada nas bases de dados; (iv) seleção e extração dos dados; (v) análise crítica dos estudos incluídos; e (vi) síntese dos achados.
A questão norteadora que guiou a busca foi: “Como o estresse ocupacional afeta a percepção de autoeficácia em profissionais da saúde no período pós-pandêmico?”
Os critérios de inclusão foram: artigos publicados entre 2020 e 2025, disponíveis na íntegra, com texto em português, inglês ou espanhol, que abordassem diretamente os conceitos de estresse ocupacional, autoeficácia e saúde mental no contexto hospitalar. Foram excluídos estudos duplicados, resumos sem acesso ao texto completo, e artigos que não apresentassem dados empíricos ou revisão teórica relevante.
A busca foi realizada entre janeiro e março de 2025, nas seguintes bases de dados: SciELO, LILACS, PubMed, Google Acadêmico e BVS (Biblioteca Virtual em Saúde), com uso de operadores booleanos e descritores controlados (DeCS/MeSH). As palavras-chave empregadas foram: “estresse ocupacional”, “autoeficácia”, “profissionais da saúde”, “COVID-19”, “pós-pandemia”, “síndrome de burnout”, em diferentes combinações.
A amostra final foi composta por 18 estudos científicos, selecionados conforme os critérios estabelecidos, dentre os quais 11 apresentaram abordagem quantitativa, 5 qualitativa e 2 revisões sistemática.
A extração dos dados dos estudos foi realizada por meio de um formulário estruturado, contendo informações sobre: autores, ano, país, tipo de estudo, população investigada, instrumentos utilizados, principais resultados e conclusões. A análise dos dados seguiu o método de análise temática, categorizando os principais achados em três eixos: (i) fatores estressores no ambiente hospitalar, (ii) percepção de autoeficácia profissional e (iii) estratégias de enfrentamento e resiliência.
Os resultados foram organizados em quadros comparativos e discutidos à luz do referencial teórico previamente definido, com ênfase nas contribuições empíricas e lacunas identificadas na literatura.
Por se tratar de um estudo baseado em revisão de literatura, sem envolvimento direto com seres humanos, não foi necessário submissão ao Comitê de Ética em Pesquisa (CEP), conforme Resolução nº 510/2016 do Conselho Nacional de Saúde (Brasil, 2016). No entanto, foram respeitados todos os princípios éticos quanto à citação de fontes, uso responsável de dados e integridade científica.
APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS
A análise dos 18 artigos selecionados revelou uma forte associação entre os níveis elevados de estresse ocupacional e a diminuição da percepção de autoeficácia entre profissionais da saúde, particularmente no período pós-pandêmico. A seguir, a Tabela 1 sintetiza os principais achados em relação aos objetivos do estudo.
Tabela 1 – Achados da revisão integrativa segundo os objetivos específicos

Fonte: Elaborado pelo autor com base nos artigos analisados (2020–2025).
A maioria dos estudos (n = 13) apontou que o ambiente hospitalar pós-COVID-19 tornou-se ainda mais exigente, levando ao esgotamento físico e mental dos trabalhadores. Souto et al. (2022) observaram que 66% dos profissionais da atenção primária à saúde relataram sintomas relacionados ao estresse crônico, especialmente entre enfermeiros e técnicos.
Além disso, foi evidenciado que a autoeficácia está fortemente associada ao sentimento de controle e competência profissional. Lima et al. (2024) identificaram que profissionais com suporte institucional adequado apresentaram maior estabilidade emocional e menor propensão à síndrome de burnout.
Os resultados da presente revisão confirmam os achados de autores clássicos e contemporâneos que relacionam estresse ocupacional à saúde mental e desempenho profissional. Bandura (1997), em sua teoria da autoeficácia, afirma que a crença na própria capacidade influencia diretamente o comportamento, a motivação e a persistência. No ambiente hospitalar, onde a tomada de decisões rápidas é vital, a confiança nas habilidades profissionais é indispensável.
Os achados também estão em consonância com Rezende e Lourenço (2024), que ressaltam a importância de programas institucionais voltados à promoção do bem-estar emocional e valorização da equipe. Profissionais que atuam em ambientes colaborativos, com lideranças empáticas, demonstram maior resiliência frente às adversidades, conforme também apontado por Almeida et al. (2024).
No entanto, algumas pesquisas ainda demonstram que a implementação dessas práticas de cuidado institucional é desigual entre regiões e instituições, o que reforça a importância de políticas públicas voltadas à saúde do trabalhador da área da saúde.
Apesar dos resultados obtidos fornecerem importantes insights para a compreensão da relação entre estresse e autoeficácia, a presente revisão apresenta algumas limitações. A primeira refere-se à heterogeneidade metodológica dos estudos analisados, que dificultou a padronização da análise comparativa. Além disso, a maioria das publicações é de natureza transversal, o que limita as inferências causais sobre a influência do estresse na autoeficácia.
Outra limitação importante é a falta de estudos longitudinais nacionais que acompanhem a evolução desses indicadores entre profissionais da saúde no cenário pós-pandêmico. Tal lacuna indica a necessidade de futuras pesquisas que aprofundem essas relações, incluindo variáveis moderadoras, como suporte social, perfil de liderança e características institucionais.
Este estudo contribui para a consolidação de evidências que reforçam a necessidade de se investir em ambientes de trabalho saudáveis, práticas de gestão humanizadas e políticas de saúde mental no trabalho. Ao compreender como o estresse afeta a autoeficácia, gestores e formuladores de políticas públicas podem elaborar estratégias mais eficazes para prevenir o adoecimento e promover o desempenho profissional.
Além disso, esta revisão oferece subsídios teóricos para a construção de programas de formação continuada que fortaleçam as competências emocionais e a percepção de eficácia dos trabalhadores da saúde, aumentando sua resiliência e satisfação profissional.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A presente pesquisa teve como objetivo analisar a relação entre estresse ocupacional e percepção de autoeficácia em profissionais da saúde no cenário pós-pandêmico, a partir de uma revisão integrativa da literatura recente. Os resultados demonstraram que o ambiente hospitalar, marcado por altas exigências emocionais, sobrecarga de trabalho e escassez de recursos, exerce forte influência sobre o bem-estar psicológico e a autopercepção de competência desses trabalhadores.
Verificou-se que a autoeficácia, enquanto crença pessoal na própria capacidade de enfrentar desafios profissionais, está diretamente relacionada ao nível de apoio institucional, à autonomia no exercício das funções e à qualidade das relações interpessoais no ambiente de trabalho. Em contrapartida, a exposição prolongada a estressores ocupacionais compromete a autoconfiança e contribui para o adoecimento mental dos profissionais, dificultando a manutenção da qualidade assistencial.
Os achados deste estudo evidenciam a urgência de investimentos em políticas públicas e práticas organizacionais voltadas à promoção da saúde mental no trabalho, especialmente entre equipes de saúde. Medidas como a valorização institucional, o fortalecimento da liderança empática, a criação de espaços de escuta e acolhimento e o incentivo à formação continuada revelam-se estratégias fundamentais para reduzir o estresse e fomentar a autoeficácia profissional.
Como contribuição científica, este trabalho amplia a compreensão sobre as implicações do estresse ocupacional na prática clínica e aponta caminhos possíveis para a construção de ambientes laborais mais saudáveis e humanizados. Do ponto de vista social, ressalta-se a importância de cuidar de quem cuida, reconhecendo o valor do profissional da saúde como agente essencial na preservação da vida e no funcionamento do sistema de saúde.
Por fim, recomenda-se que pesquisas futuras aprofundem a temática por meio de estudos longitudinais e análises multicêntricas, considerando diferentes contextos regionais, institucionais e perfis profissionais. A continuidade dessas investigações é essencial para fundamentar intervenções eficazes que assegurem a saúde, a dignidade e o desempenho sustentável dos trabalhadores da área da saúde.
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