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Resumo
INTRODUÇÃO
O presente artigo abordou como tema estratégias para promover a inclusão de alunos com deficiência ou necessidades especiais, o modo como as instituições de ensino contam com a possibilidade de realizarem um trabalho de maior qualidade e que atenda às necessidades de cada um dos estudantes.
O objetivo foi de apresentar algumas possibilidades que os educadores e a gestão escolar como um todo e desde que desenvolvam um planejamento de qualidade, possuem de promoverem uma inclusão de qualidade a alunos que apresentam necessidades especiais a fim de que os mesmos possam participar do processo educacional de uma maneira mais intensa, participativa e que contribua com o desenvolvimento da construção de um viés de autonomia mais deliberado.
A metodologia adotada foi a pesquisa de cunho bibliográfico, tendo sido realizadas diversas consultas em publicações e obras de autores renomados, e que muito contribuíram com o desenvolvimento do presente tema especifico, que possui grande relevância para a sociedade atualmente.
A pesquisa se justifica pela necessidade que as escolas possuem de promoverem a construção de um ambiente de aprendizagem e principalmente de socialização, que se alinhe as necessidades dos educandos que possuem algum tipo de deficiência, e que necessitam de um suporte educacional de maior qualidade.
A fundamentação adotou algumas estratégias de ensino que se apresentam como as mais contundentes, ou seja, que incentivem mais a participação de todos os alunos que se encontram inseridos em um mesmo ambiente, a fim de que os educandos com deficiência passem a serem inclusos de uma maneira mais proficiente no ambiente educacional, tendo a possibilidade de obterem uma aresta de desenvolvimento cognitivo, cultural e social mais elevadas.
O artigo visou promover uma reflexão que se faz mais do que necessária na atualidade, ou seja, quanto a necessidade de a educação inclusiva ser mais contundente e se alinhar as necessidades dos estudantes que apresentam necessidades especiais, isto quer dizer, que o processo de inclusão deve ser desenvolvido de uma maneira mais coesa, articulada em parâmetros que sejam capazes de promover uma transformação no processo de socialização dos educandos com algum tipo de deficiência.
Nas considerações finais, os leitores poderão observar como esses alunos com deficiência por mais dificuldades que apresentam no dia a dia, pelo menos no sentido educacional, com o tempo conseguem se adaptar ao ambiente em que se encontram inseridos, isso ao serem inclusos no ambiente educacional, conseguem desenvolver um potencial muito maior que o apresentado quando chegaram à instituição, o que representa um fator preponderante para que as escolas possam desenvolver estratégias de inclusão que possam ser consideradas como verdadeiramente enriquecedoras.
REVISÃO DE LITERATURA
As escolas brasileiras necessitam desenvolver estratégias de ensino, que possam ser consideradas como enriquecedoras, a fim de contribuir com o pleno desenvolvimento do processo de inclusão de alunos que apresentem algum tipo de deficiência (Magro; Rodrigues, 2007).
Claro que existem diversas limitações, tanto por parte das instituições de ensino, como dos próprios estudantes, até por essa razão, existem as escolas inclusivas, que antigamente eram denominadas como especiais, que possuem uma estrutura muito mais enriquecedora e voltada exclusivamente a atender as peculiaridades das pessoas que possuem alguma deficiência, e que por essa razão, necessitam de um suporte muito maior em prol da melhoria de sua qualidade de vida.
No entanto, o processo de inclusão social de pessoas que possuem alguma deficiência, possui uma amplitude muito maior do que o imaginado, com efeito, aqueles que possuem alguma vulnerabilidade merecem ter espaço e maior destaque no meio social (Ferreira, 2018).
Algo que, inadvertidamente deve ser iniciado pela educação, contudo, existem casos de estudantes que não possuem uma deficiência tão devastadora e que por essa razão, conseguem acompanhar o progresso cognitivo dos demais alunos que compartilham do mesmo espaço, desde que claro, haja algumas adaptações que os beneficiem.
Eis uma questão absolutamente basilar e que necessita ser citada de uma maneira mais intensa, uma vez que, as escolas regulares, também tem a obrigatoriedade de receberem alunos com deficiência, isso claro, dentro de suas possibilidades.
A partir do momento em que o aluno que apresenta alguma deficiência consegue comprovar que reúne condições de acompanhar o ritmo apresentado em sala de aula pelos educadores, essa escola regular deve desenvolver todos os esforços, a fim de que esse alunado permaneça na mesma.
O fato de haver uma inclusão de qualidade para esses educandos, representa um componente de extrema importância, uma vez que, a socialização passa a ser desenvolvida de uma maneira muito mais intensa, o aluno que possui alguma deficiência, merece estar em volta a outras pessoas, compartilhando do mesmo ambiente e verdadeiramente sentindo que compõe o local, que o mesmo tem importância.
Eis uma necessidade que as escolas brasileiras de cunho regular possuem, o de tornar o ambiente das mesmas como sendo mais inclusivo, fazendo com que os alunos que possuem alguma deficiência e que compõem o seu quadro de estudantes, que por sinal na grande maioria das vezes representa um número baixo, possam se sentir mais adaptados a essa instituição (Mendes, 2010).
O grande desafio que tanto os educadores, como toda a gestão das escolas regulares, é com relação a possibilidade de desenvolverem um planejamento que esteja de acordo com as suas possibilidades e que a mesma também se articule com as necessidades abarcadas por cada aluno com deficiência.
Algo que deve deixar o ambiente educacional muito mais flexível, ou seja, o pensamento não pode ser apenas o desenvolvimento cognitivo dos educandos, mas, também o de inserção social e isso de uma maneira proficiente.
Nem sempre os educadores que atuam em escolas denominadas como regulares, apresentam o conhecimento didático considerado como elementar, a fim de que possam voltar suas atenções também para seus alunos com deficiência, uma vez que, se trata de um público completamente distinto (Mendes, 2010).
Ainda que sejam alunos que possuem uma possibilidade de desenvolvimento cognitivo considerável, ainda assim, os educadores necessitam desenvolver técnicas, estratégias de ensino, que possibilitem a esses educandos uma interação muito mais qualificada com o ambiente.
No entanto, o grande desafio é que a escola conheça a realidade desses educandos que possuem algum tipo de deficiência, e que possa colocar em prática um plano de ação que possa ser considerada como enriquecedor (Paraná, 2006).
O que não pode ocorrer de maneira alguma, é que o estudante com deficiência permaneça ilhado na escola regular, ou seja, sem qualquer tipo de interação com os demais, preferencialmente com alunos que possuem a mesma faixa etária que ele, algo que contribui de uma maneira decisiva com o processo de socialização dos mesmos.
Para qualquer instituição de ensino, a possibilidade de se desenvolver um planejamento de qualidade deve ser considerado como um eixo fundamental, até para que o trabalho funcione de acordo com as expectativas, no entanto, é inegável que a presença de um estudante com deficiência no ambiente regular acaba mudando todo o planejamento que já foi desenvolvido (Brasil, 2008).
Quanto as estratégias de ensino que os estabelecimentos de ensino regular podem ofertar, a fim de contribuir com o pleno desenvolvimento do processo de inclusão dos estudantes que possuem alguma deficiência, felizmente, existem diversas possibilidades que podem ser colocadas em prática na atualidade.
A primeira é a construção de uma sala de recursos multifuncionais, não há como planejar o termo inclusão e desenvolvimento educacional de alunos com deficiência, sem esse instrumento de extrema qualidade para auxiliar os mesmos, assim como deve haver um profissional especializado para operacionalizar o atendimento de uma maneira mais edificante ao aluno.
Eis a necessidade de se romper com um paradigma que em nada contribui com o desenvolvimento educacional como um todo, de que existe a separação dos educadores com relação a sua formação, bem como as estratégias de obtenção de conhecimento para a atuação educacional.
Usando uma linguagem mais coloquial, professores que atuam nas escolas regulares acreditam que em nenhum momento necessitarão aprender algo sobre o processo de inclusão, ou seja, que as suas próprias metodologias de ensino são consideradas como satisfatórias (Azevedo, 2024).
Algo que representa um grande equívoco, um erro crasso, uma vez que, as escolas brasileiras de uma maneira geral, vem atuando no sentido de agregar maiores valores com relação ao processo de inclusão, o que representa um componente de extrema importância sob o ponto de vista social.
Justamente por essa razão, é mais do que uma questão basilar, que os educadores atuantes em escolas regulares, passem a desenvolver um maior conhecimento com relação ao processo de inclusão de alunos com deficiência em suas respectivas instituições de atuação cotidiana.
Voltando a questão das estratégias de ensino, a sala de recursos multifuncionais, representa um local projetado para atender as necessidades desses educandos que possuem alguma deficiência, e com uma vantagem ainda mais contundente, que representa o fato de a mesma poder ser instalada em diversos lugares.
O que para a eficácia do processo de inclusão desses educandos com deficiência nas escolas regulares é algo extremamente precioso e mais do que isso, uma possibilidade de facilitar a qualificação do processo de ensino e aprendizagem por parte desse alunado (Mazzota, 2020).
A sala de recursos multifuncionais conta com uma grande quantidade de materiais, essa é uma questão de extrema importância a ser citada, uma vez que, permite o atendimento a vários tipos de deficiência, englobando uma quantidade maior e claro, uma maior variabilidade de educandos.
Claro que quando se fala em sala de recursos multifuncionais, o atendimento deve ser individual, ou seja, o atendimento educacional especializado, o que representa uma maior amplitude de possibilidades que os educadores possuem para desenvolverem um trabalho de qualidade no dia a dia.
O educador regular necessita trabalhar em conjunto com um profissional que conheça muito bem como é o real funcionamento de uma sala de recursos multifuncionais, o que representa mais uma condição absolutamente favorável para que o processo de inclusão ocorra de uma maneira mais contundente (Mazzota, 2020).
Em sala de aula, o educador atua da mesma maneira que comparado com os demais alunos, no entanto, se preocupando em promover uma maior interação com esse aluno que apresenta necessidades especiais, e nos detalhes em que esse educando apresentar uma dificuldade mais contundente, promover a conexão com o profissional que se encontra atuando na sala de recursos multifuncionais.
O aprendizado e o desenvolvimento cognitivo dos educandos que possuem algum tipo de deficiência costuma ser gradual, avançando em etapas, e a escola necessita se planejar para cada uma das mesmas, uma condição absolutamente fundamental. E nesse sentido, deve elencar os fatores necessários para essa práxis ser desenvolvida.
Além da sala de recursos multifuncionais, as atividades em grupo também se constituem de uma estratégia de ensino que pode contribuir muito com a inclusão desses educandos com necessidades especiais.
A interação entre os alunos sempre representa um grande diferencial, uma vez que, se trata de uma etapa da vida desse público em que a socialização deve ser trabalhada de uma maneira intensa, no dia a dia, e a sala de aula tem muito a contribuir nesse sentido (Rogalski, 2010).
Estimular a participação de todos os alunos, é uma forma de promover um maior incentivo a inclusão, nunca é demais lembrar que os demais educandos também necessitam aprender a se relacionar com o colega de classe que possui suas peculiaridades (Magro; Rodrigues, 2007).
Inclusive, a nova base nacional curricular comum (BNCC) trata desse componente de uma maneira extremamente clara, uma vez que, a inserção social depende mais do que apenas engajamento, e sim de uma maior compreensão entre as pessoas, estabelecendo um círculo social mais intenso.
Geralmente os educadores apreciam o desenvolvimento de atividades em grupo pela interação que o mesmo apresenta, e claro, por motivar os alunos a participarem, tornando a aula muito mais dinâmica, isso beneficia muito o aluno que possui deficiência, uma vez que, o mesmo não deseja destaque, todavia, necessita ver que possui o seu espaço perante aos demais (Silva, 2014).
Com o passar do tempo, esse educando consegue estar mais integrado a sala de aula, e com os demais alunos, fazendo com que um sentimento de autoconfiança passe a ocorrer com maior abrangência, abrindo espaço para o pleno desenvolvimento dos mesmos, e isso em diversas vertentes.
A inclusão de pessoas com deficiência nas escolas regulares é fundamental para garantir o direito à educação de todos os alunos, independentemente de suas condições físicas, cognitivas, sociais ou emocionais, ou seja, um componente social de importância holística (Silva, 2014).
Outro componente de extrema importância, e que pode contribuir amplamente com o processo de inclusão de alunos com deficiência na rede regular de ensino, é a adoção de um currículo flexível, que representa uma ferramenta que facilita a permanência desse alunado (Souto, 2014).
O currículo flexível leva em consideração o tempo que o aluno com deficiência possui para aprender o conteúdo, que não necessariamente deve ser o mesmo dos demais, por isso o mesmo é tão importante, uma vez que, permite que se respeite a limitação ou limitações dos mesmos.
Até o educador consegue se organizar de uma maneira mais contundente nesse sentido, uma vez que, consegue desenvolver estratégias de ensino que incentivem a construção de uma didática que se alinhe as necessidades que esse alunado apresenta (Souto, 2014).
Claro que para uma escola considerada como regular, a adoção de um currículo flexível não se mostra como um processo tão simples, no entanto, se trata de um componente absolutamente necessário, para atender as demandas e necessidades de um público que pode ser considerado como alternativo.
Os próprios educadores que trabalham com os alunos que possuem alguma deficiência, conseguem se beneficiar com a adoção do currículo flexível, uma vez que, conseguem se adaptar as peculiaridades que os mesmos possuem, fato é que os educadores levam um período de tempo considerável para entender a dinâmica que deve ser ofertada aos alunos que possuem alguma deficiência.
Sem que a adoção dessa ferramenta dificulte o progresso cognitivo dos estudantes, pelo simples fato de haver a necessidade de se construir e se desenvolver diversas metas, de acordo com as potencialidades que esse alunado vier a apresentar no dia a dia escolar (Oliveira; Veloso, 2014).
O currículo flexível pode ser considerado como um grande marco na forma como o processo de inclusão deve ser desenvolvido, não apenas por respeitar os alunos de acordo com a deficiência que possuem, mas, pelo motivo de demonstrar como as escolas regulares estão cada vez mais em sintonia com a formação de uma estratégia de inclusão que pode ser alocada as necessidades desses discentes.
Assim como a possibilidade de promover um período de tempo maior para a intensificação das relações sociais, que os educandos que apresentem alguma deficiência, possam contar com a possibilidade de serem mais autônomos, de conquistarem um nível de independência um pouco maior.
Assim como os projetos interdisciplinares que podem ser trabalhados em sala de aula, e que envolvam questões como a cidadania, por exemplo, podem ser muito agregadoras de valores por parte desse alunado que possui algum tipo de deficiência, e que necessitam promover a conquista de um espaço que possa ser considerado como alinhado ao que os mesmos necessitam como de vivencia adequada (Azevedo, 2024).
Estratégias que verdadeiramente se mostram como fundamentais, a fim de que o tema inclusão social passe a ser cada vez mais conhecido na realidade dos educandos e que os mesmos contem com a oportunidade de identificarem como deve ser a melhor forma de convivência para com aqueles que possuem alguma deficiência.
METODOLOGIA
A metodologia usada para a realização do presente projeto será a pesquisa de cunho bibliográfico, consultando autores especialistas em alfabetização, e mais do que isso, quais são as práticas que podem ser utilizadas no ambiente educacional em prol dos estudantes que possuem algum tipo de deficiência e que necessitam ser inclusos na sociedade de uma maneira mais qualificada.
Uma ferramenta de extrema importância para os futuros educadores, e essa é uma questão de extrema importância que necessita ser salientada e reiterada, isso porque, a profissão de docente exige dentre outros fatores, que o profissional saiba de onde extrair as informações fidedignas, de uma maneira que possa ser repassada aos alunos de uma maneira qualificada.
Em outras palavras, contribuindo diretamente com um processo de inserção que pode ser considerado como fundamental para as pretensões das pessoas, principalmente do ponto de vista social e cultural, enfim, a pesquisa de caráter bibliográfico representa um utensílio fundamental aos educadores em geral.
A pesquisa se embasou na necessidade de analisar como as escolas regulares do país, enfrentam dificuldades, e principalmente, analisando quais foram os fatores diferenciais, que beneficiaram mais intensamente o processo de ensino e aprendizagem desse alunado, independentemente da faixa etária em que se encontra inserido os discentes, bem como a importância que existe com relação à arquitetura escolar, como sendo um fator fundamental com relação ao processo de ensino e aprendizagem.
Citar a proficiência do processo de inclusão dos estudantes que possuem alguma deficiência, representa um componente que demonstra de uma maneira clara, como o processo de socialização, de vivencia em sociedade vem sendo trabalhada com maior profusão nas escolas brasileiras.
Sem dúvida, um ensinamento que com o passar do tempo, tende a apresentar diversos benefícios ao processo de formação de pessoas, com o desejo de verdadeiramente promover uma transformação na qualidade de vida de toda a sociedade, com o enfoque sobre aqueles que possuem maiores dificuldades nesse sentido.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Promover a inclusão de educandos que possuem alguma deficiência nas escolas regulares, vem se mostrando como uma tarefa extremamente complexa, principalmente devido a falta de capacitação profissional e principalmente da ausência de recursos que existem nesse ambiente.
Como pode ser observado de uma maneira clara, os profissionais que trabalham nas escolas regulares, verdadeiramente não apresentam o cabedal de informações, o conhecimento didático necessário para se promover a construção de um ambiente inclusivo e harmonioso para os educandos que possuem alguma deficiência.
E essa é verdadeiramente uma questão muito preocupante, uma vez que, o processo de inclusão é absolutamente fundamental, haja vista o elevado numero de pessoas com deficiência que existem na atualidade em solo nacional, e que necessitam de auxilio para que possam sobreviver de uma maneira digna.
Com efeito, existem diversas possibilidades que as escolas regulares podem colocar em prática, a fim de que possam beneficiar os educandos que possuem necessidades especiais a permanecerem na mesma por um período de tempo maior, para que isso ocorra, é fundamental que haja conhecimento técnico e um planejamento que elenque as necessidades de cada um desses discentes.
Quanto as possibilidades existentes, a criação de um currículo flexível representa um passo de extrema importância, uma vez que, tira a responsabilidade do estudante com deficiência de ter que aprender no mesmo ritmo que os demais, o que representa acima de tudo, uma questão absolutamente justa.
Além disso, a existência de uma sala de recursos multifuncionais, também contribui de uma maneira significativa, a fim de que o processo de inclusão ocorra de uma maneira mais proficiente, com maior possibilidade de aplicação de recursos e técnicas de ensino.
Um espaço destinado aos educadores com experiencia e conhecimento sobre o trabalho com alunos que possuem algum tipo de deficiência, explorar o potencial que esse alunado possui, e que vai sendo trabalhado de uma maneira especifica e individualizada, promovendo uma maior interação com o mesmo.
Para que o processo de inclusão possa ser considerado como enriquecedor de verdade, que elenque as possibilidades de inserção dos alunos com deficiência, o espaço escolar deve ser visto como transformador e participativo por parte de todos os que se encontram inseridos no mesmo, ou seja, educadores e educandos de uma maneira geral.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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