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Resumo
INTRODUÇÃO
De acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, existe uma projeção de que, no ano de 2050, o contingente de pessoas com 60 anos ou mais alcance 66 milhões, representando quase 30% da população nacional (OMS, 2021; IBGE, 2023). Paralelamente, a expectativa de vida ao nascer no país, que em 2023 era de 76,4 anos, segue em elevação, podendo ultrapassar os 80 anos nas próximas décadas (Agência Gov, 2024). Essa mudança no perfil etário, reflete preocupação em relação ao aparecimento de doenças crônico-degenerativas, restrições físicas, ou até mesmo mentais, com o idoso, provocando mudanças significativas nas estruturas familiares, sociais e de saúde pública, ampliando a demanda por cuidados contínuos a pessoas idosas. Nesse contexto, destaca-se o papel dos cuidadores informais, em sua maioria familiares, que por vínculos afetivos ou falta de alternativas, assumem a responsabilidade de cuidar de idosos com diferentes graus de dependência física, cognitiva ou emocional.
Dessa forma, o cuidador familiar é definido como um membro da família, que oferece os cuidados à pessoa idosa com dependência funcional, acompanhando-a nas atividades do dia a dia, ajudando na alimentação, higiene pessoal, medicação rotineira, e contribuindo para que haja uma melhoria na qualidade de vida dessa pessoa idosa (Brasil, 2006). Existem vários motivos para que uma pessoa se torne um cuidador familiar, sejam eles: obrigação moral alicerçada em aspectos religiosos e afetivos, como a gratidão por ter sido cuidado na infância, o sentimento de retribuição e obrigações morais enraizadas nas tradições familiares, condições conjugais, ausências de outras pessoas para exercer os cuidados (Meira et al., 2017). O cuidador familiar dedica-se integralmente ao cuidado, o que implica em isolamento social, abandono de atividades pessoais e riscos elevados à saúde mental e física (Sousa et al., 2016), além disso existem complexidades nas tarefas exercidas pelo cuidador familiar, que vão além da assistência ao idoso como, por exemplo, as tarefas diárias da casa, que podem levar o cuidador a ficar sobrecarregado. Os pesquisadores apontam que a sobrecarga do cuidador se manifesta em diferentes dimensões, incluindo aspectos sociais, físicos, emocionais e espirituais.
A realização deste estudo justifica-se pela importância de reconhecer precocemente os níveis de sobrecarga vivenciados pelos cuidadores familiares de pessoas idosas em situação de dependência. A identificação precoce dessa condição pode contribuir significativamente para a promoção do bem-estar físico e emocional do cuidador, além de impactar positivamente na qualidade da atenção dedicada ao idoso. Nesse contexto, compreender a relação entre a dependência funcional da pessoa idosa e a sobrecarga do cuidador torna-se fundamental. A análise dessas variáveis permite traçar um panorama mais abrangente da realidade enfrentada por essas famílias, além de contribuir para a construção de políticas públicas e ações de saúde mais eficazes. Diante disso, optou-se pela realização de uma revisão integrativa da literatura com o objetivo de responder à seguinte questão norteadora: quais são os principais fatores associados ao estresse em cuidadores familiares de idosos, e quais estratégias são descritas para seu enfrentamento segundo a literatura científica?
O trabalho está organizado em estrutura composta por introdução, que apresenta a importância do tema; metodologia que detalha os critérios e procedimentos utilizados na revisão; discussão onde é feita a análise textual; além das considerações finais e referências que fundamentam a discussão.
METODOLOGIA
O método de pesquisa adotado neste estudo é a revisão integrativa da literatura, escolhida com o objetivo de identificar e analisar os principais fatores associados ao estresse em cuidadores familiares de idosos, bem como as estratégias descritas na literatura para seu enfrentamento. Essa abordagem permite a inclusão de estudos com diferentes delineamentos metodológicos, ampliando a compreensão do fenômeno em questão por meio de uma perspectiva abrangente e contextualizada. Segundo Mendes; Silveira; Galvão (2016), a revisão integrativa é uma estratégia metodológica que possibilita a reunião, análise e síntese crítica das evidências científicas disponíveis sobre determinado tema, proporcionando um acesso estruturado e condensado ao conhecimento acumulado na área de interesse.
A revisão integrativa consiste nas seguintes etapas: identificação do problema (elaboração da questão norteadora, escolha dos descritores e dos critérios para inclusão/exclusão dos estudos); busca dos artigos na literatura; categorização dos estudos analisados; avaliação da amostra; síntese dos estudos selecionados e interpretação dos resultados. Para a organização dessa revisão foi necessário realizar um levantamento bibliográfico em busca avançada na Biblioteca Virtual de Saúde (BVS), registrados nos seguintes Descritores em Ciências da Saúde (DeCS): “cuidadores familiares”, “idoso”, “estresse psicológico” e “sobrecarga do cuidador”. O operador booleano E foi usado para combiná-los. Um exemplo da estratégia de busca utilizada foi: (“cuidadores familiares”) E (“idoso”) E (“estresse psicológico”) E (“sobrecarga do cuidador”). Os artigos foram escolhidos de acordo com os critérios de inclusão, que incluíram artigos completos na versão em português, inglês e espanhol, publicados online e disponíveis gratuitamente dos anos 2015 a 2024. Foram excluídos os artigos que não atendessem aos critérios de inclusão, como aqueles incompletos, duplicados, que não abordassem a questão norteadora ou que não se enquadrassem no formato de artigo científico.
Para colocar a discussão em um contexto mais amplo e fundamentado, foram incluídos dados provenientes de órgãos governamentais, como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Ministério da Saúde, e a Organização Mundial da Saúde (OMS), além de outras literaturas científicas pertinentes à temática do envelhecimento e do cuidado informal. A etapa de busca inicial resultou na identificação de 232 artigos, dos quais apenas 48 estavam disponíveis na íntegra para leitura e avaliação crítica. Após a aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, foram selecionados 14 artigos para análise, assegurando a qualidade e a pertinência das informações contidas no estudo.
DISCUSSÃO
Com o objetivo de facilitar a compreensão dos achados e proporcionar uma visão geral dos principais resultados, foi elaborado um quadro resumo que sintetiza os dados mais relevantes relacionados ao estudo.
Quadro 1 – Fatores associados ao estresse e estratégias de enfrentamento em cuidadores familiares de idosos

Fonte: Elaboração da autora (2025)
A literatura evidencia que o envelhecimento da população tem provocado mudanças significativas nas estruturas familiares, sociais e de saúde pública, ampliando a demanda por cuidados contínuos às pessoas idosas. Nos hospitais, a prática de alta precoce impõe o desafio de preparar, em tempo reduzido, pacientes e familiares para a reorganização da rotina domiciliar. É necessário capacitá-los para assumir as responsabilidades envolvidas no processo de reabilitação do próprio paciente, assim como no cuidado de outros membros da família, além de prepará-los para identificar, prevenir e lidar com possíveis intercorrências clínicas.
Nesse contexto, surge como questão o familiar-cuidador que ao se dedicar em tempo integral ao seu familiar-paciente, esquece da sua saúde e desenvolve doenças como estresse e depressão, além do isolamento, consequente ao tempo dedicado aos cuidados do familiar. Cuidar de um idoso dependente é algo complexo e árduo, a intensidade das demandas de cuidado, o tempo prolongado dedicado à função, confere sobrecarga de trabalho, responsabilidades, incertezas e cansaço físico que, por vezes, desencadeiam sentimento de culpa, angústia, insegurança, desânimo, bem como o estresse.
Os cuidadores familiares são majoritariamente do sexo feminino, com prevalência significativa entre mulheres adultas na faixa etária entre 40 e 60 anos (Sousa et al., 2016). Esse grupo que acumula múltiplos papéis, geralmente enfrenta o desafio de conciliar o cuidado intenso aos pais idosos com a responsabilidade de cuidar dos próprios filhos e manter a relação com o cônjuge. Essa sobreposição de papéis configura a chamada dupla ou até tripla jornada, que intensifica o desgaste físico e emocional (Simari et al.; 2021). Considerando o envolvimento com o cônjuge e os filhos, é importante destacar que a qualidade das relações familiares pode atuar tanto como fator protetor quanto como elemento gerador de estresse. A dificuldade em equilibrar o tempo dedicado ao cuidado dos pais com a atenção à própria família, como cônjuge e filhos, pode gerar conflitos conjugais e negligência das próprias necessidades pessoais (Oliveira et al., 2023). O impacto dessa sobrecarga reflete na saúde mental dos cuidadores, que relatam sentimentos de ansiedade, depressão e isolamento social. Mesmo diante dessas adversidades, muitas mulheres cuidadoras encontram-se sem acesso a apoio, o que limita estratégias de enfrentamento e aumenta o risco de esgotamento (Victor et al., 2021). Além dos aspectos emocionais e físicos, o custo financeiro do cuidado ao idoso é um fator que aumenta o estresse dos cuidadores. Os gastos com medicamentos, adaptações domiciliares, profissionais de apoio e outros recursos necessários muitas vezes não são cobertos por políticas públicas, recaindo quase integralmente sobre as famílias (Gomes e Pereira, 2023). Esse custo adicional pode comprometer o orçamento familiar e gerar preocupações econômicas constantes, agravando a carga psicossocial do cuidador.
O estresse em cuidadores familiares de idosos é uma condição multifatorial, resultado da combinação de aspectos físicos, emocionais, sociais e econômicos. A literatura analisada aponta que os principais fatores associados ao estresse incluem a intensidade das demandas de cuidado, o tempo prolongado dedicado à função, a falta de apoio social, a presença de sintomas neuropsiquiátricos no idoso, e a ausência de preparo técnico do cuidador (Lethin et al., 2020). Estudos demonstram que a sobrecarga emocional é frequentemente agravada quando o cuidador assume, sozinho, a responsabilidade pelo cuidado contínuo, especialmente em casos de demência ou dependência funcional severa. Além disso, a falta de lazer, de tempo para si e o isolamento social também estão entre os fatores mais recorrentes associados ao desgaste físico e psicológico dos cuidadores (Simari et al., 2021). Outro elemento identificado é a influência dos aspectos culturais e emocionais no processo de cuidado. Em algumas culturas, o cuidado é percebido como um dever moral ou afetivo, o que, embora nobre, pode dificultar o reconhecimento dos próprios limites e a busca por ajuda (Carvalho et al., 2020). A baixa escolaridade e a renda limitada também aparecem como agravantes, por dificultarem o acesso a serviços de apoio, informações e capacitação (Soares et al., 2022).
Verificou-se que, embora muitos cuidadores recorram a estratégias pessoais de enfrentamento, como a espiritualidade e a reorganização da rotina, essas práticas são, em geral, insuficientes diante da sobrecarga contínua. Frente a esses desafios, diversas abordagens de enfrentamento vêm sendo descritas pela literatura científica. Dentre elas, destacam-se os grupos de apoio psicológico e emocional, a participação em atividades de lazer, a capacitação técnica do cuidador, e o apoio das redes familiares e comunitárias (Gomes e Pereira, 2023). Estratégias como organização das rotinas, pedir ajuda a outros familiares, fortalecimento de redes de apoio (familiares, comunitárias e institucionais), busca ativa por informações e resolução de dificuldades práticas também têm se mostrado eficazes na redução do estresse (Pereira et al., 2023; Oliveira et al., 2023). Mais recentemente, o uso de tecnologias assistivas, como aplicativos para organização do cuidado, lembretes de medicação e ferramentas de reminiscência, vem ganhando destaque como forma de aliviar a sobrecarga mental e emocional dos cuidadores (Alarcão et al., 2022). Essas ferramentas, associadas a programas de educação continuada e suporte remoto, ampliam o acesso à informação e favorecem o autocuidado do cuidador. Assim, os achados sugerem que o estresse em cuidadores familiares de idosos é um fenômeno complexo e que seu enfrentamento exige ações multidimensionais, envolvendo tanto apoio institucional quanto estratégias individuais e comunitárias. Intervenções que considerem a realidade específica de cuidadores em dupla jornada, assim como o suporte psicológico para aqueles com vínculo conjugal, mostram-se promissoras para a melhoria da qualidade de vida desses indivíduos. Contudo, a adoção e a efetividade dessas estratégias ainda esbarram em desafios como desigualdade social, baixa escolaridade e invisibilidade dos cuidadores nas políticas públicas. De forma geral, os cuidadores que mais sofrem com o estresse são aqueles que enfrentam a difícil tarefa de conciliar o cuidado com os pais idosos e outras responsabilidades familiares, como trabalho, filhos e afazeres domésticos. Essa sobrecarga é ainda maior quando os custos financeiros do cuidado recaem sobre a família, especialmente sobre as mulheres, que continuam sendo a maioria entre os cuidadores informais. Diante desse cenário, torna-se fundamental a criação de redes de apoio eficientes e a implementação de políticas públicas que garantam melhores condições de vida, suporte emocional e orientação adequada a esses cuidadores.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Este estudo evidenciou que o cuidado de pessoas idosas, embora muitas vezes assumido com afeto e responsabilidade, está diretamente associado a elevados níveis de desgaste físico, emocional e psicológico entre os cuidadores. A sobrecarga enfrentada por esses indivíduos é multifatorial, influenciada pela intensidade das demandas do cuidado, pela falta de apoio emocional e social, a dupla ou tripla jornada e os custos financeiros envolvidos no cuidado. A invisibilidade da figura do cuidador, especialmente no contexto brasileiro, agrava as consequências dessa sobrecarga, contribuindo para quadros de estresse crônico, ansiedade, depressão e isolamento. A predominância do sexo feminino entre os cuidadores evidencia a necessidade de reconhecer e valorizar o papel dessas mulheres, que muitas vezes acumulam responsabilidades domésticas, profissionais e familiares.
A partir da revisão integrativa, foi possível identificar que estratégias eficazes para o enfrentamento do estresse envolvem o fortalecimento das redes de apoio social, o acesso a capacitação e orientação técnica, suporte psicológico contínuo e o uso de tecnologias assistivas. No entanto, ainda são perceptíveis lacunas no acesso a esses recursos, especialmente em contextos de vulnerabilidade social. Infelizmente, no Brasil, o sistema público não está preparado para fornecer a devida assistência à população idosa que adoece, nem aos familiares que assumem seus cuidados, tampouco há programas do governo para dar algum suporte ao familiar cuidador. Mesmo que a legislação brasileira relativa ao idoso esteja avançando, a prática ainda é insatisfatória. As iniciativas governamentais direcionadas ao cuidado de pessoas idosas em situação de dependência, bem como aos familiares que assumem esse papel, ainda se mostram limitadas e pouco estruturadas, o que compromete a efetividade das ações desenvolvidas no âmbito do sistema público de saúde e assistência.
Portanto, é fundamental que as políticas públicas priorizem a inclusão do cuidador familiar como foco de atenção, promovendo ações que garantam suporte emocional, financeiro e educacional. Investir no bem-estar desses cuidadores é investir na qualidade e sustentabilidade do cuidado ao idoso, assegurando uma melhor qualidade de vida para toda a família. Por fim, espera-se que este trabalho contribua para ampliar a visibilidade do tema no campo das ciências da saúde e sociais, incentivando novos estudos, ações concretas e políticas inclusivas que promovam dignidade não apenas ao idoso, mas também a quem cuida, de modo a subsidiar intervenções mais efetivas e contextualizadas.
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