Contribuições teóricas (2020-2025) que fundamentam práticas formativas coerentes com a gestão democrática

THEORETICAL CONTRIBUTIONS (2020–2025) THAT SUPPORT FORMATIVE PRACTICES ALIGNED WITH DEMOCRATIC MANAGEMENT

CONTRIBUCIONES TEÓRICAS (2020–2025) QUE FUNDAMENTAN PRÁCTICAS FORMATIVAS COHERENTES CON LA GESTIÓN DEMOCRÁTICA

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/C9D9EA

DOI

doi.org/10.63391/C9D9EA

Duz, Lucinéia Silveira. Contribuições teóricas (2020-2025) que fundamentam práticas formativas coerentes com a gestão democrática. International Integralize Scientific. v 5, n 51, Setembro/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

Entre os anos de 2020 e 2025, intensificaram-se os estudos sobre práticas formativas coerentes com a gestão democrática no contexto educacional brasileiro, especialmente diante da necessidade de consolidar referenciais teóricos que orientem processos participativos e inclusivos. A presente pesquisa, de natureza exclusivamente bibliográfica, teve como objetivo identificar e sistematizar contribuições teóricas recentes que fundamentam práticas formativas alinhadas aos princípios da gestão democrática, com foco na formação de educadores e gestores em instituições públicas de ensino. O problema investigado consistiu na ausência de articulação consistente entre os fundamentos da gestão democrática e as práticas formativas adotadas em contextos escolares, o que compromete a efetividade da participação coletiva e da corresponsabilidade institucional.A relevância do estudo está na sistematização de produções acadêmicas que oferecem subsídios conceituais para o aprimoramento das políticas de formação, contribuindo para o fortalecimento da democracia no ambiente escolar. A metodologia adotada consistiu em revisão bibliográfica de caráter qualitativo, com análise de artigos científicos, teses, dissertações e documentos oficiais publicados entre 2020 e 2025. Os resultados evidenciaram que as práticas formativas coerentes com a gestão democrática são sustentadas por referenciais que valorizam o diálogo, a escuta qualificada, a construção coletiva do conhecimento e a formação continuada pautada em princípios participativos.Concluiu-se que a efetivação da gestão democrática exige práticas formativas fundamentadas em teorias que reconhecem os sujeitos como agentes ativos dos processos educativos, promovendo a articulação entre teoria e prática, a autonomia profissional e o compromisso com a transformação institucional.
Palavras-chave
formação continuada; participação coletiva; autonomia profissional; mediação pedagógica; construção colaborativa.

Summary

Between 2020 and 2025, studies on formative practices aligned with democratic management intensified within the Brazilian educational context, particularly in response to the need to consolidate theoretical frameworks that guide participatory and inclusive processes. This research, exclusively bibliographic in nature, aimed to identify and systematize recent theoretical contributions that support formative practices consistent with the principles of democratic management, focusing on the training of educators and school administrators in public institutions. The investigated problem concerned the lack of consistent articulation between the foundations of democratic management and the formative practices adopted in school contexts, which undermines the effectiveness of collective participation and institutional co-responsibility. The relevance of the study lies in the systematization of academic productions that offer conceptual support for the improvement of training policies, contributing to the strengthening of democracy within the school environment. The methodology adopted consisted of a qualitative bibliographic review, analyzing scientific articles, theses, dissertations, and official documents published between 2020 and 2025. The results showed that formative practices aligned with democratic management are supported by frameworks that emphasize dialogue, qualified listening, collective knowledge construction, and continuing education based on participatory principles. It was concluded that the implementation of democratic management requires formative practices grounded in theories that recognize individuals as active agents in educational processes, promoting the articulation between theory and practice, professional autonomy, and institutional transformation.
Keywords
continuing education; collective participation; professional autonomy; pedagogical mediation; collaborative construction.

Resumen

Entre los años 2020 y 2025, se intensificaron los estudios sobre prácticas formativas coherentes con la gestión democrática en el contexto educativo brasileño, especialmente ante la necesidad de consolidar marcos teóricos que orienten procesos participativos e inclusivos. Esta investigación, de carácter exclusivamente bibliográfico, tuvo como objetivo identificar y sistematizar contribuciones teóricas recientes que fundamentan prácticas formativas alineadas con los principios de la gestión democrática, con énfasis en la formación de educadores y gestores en instituciones públicas de enseñanza. El problema investigado consistió en la falta de articulación consistente entre los fundamentos de la gestión democrática y las prácticas formativas adoptadas en contextos escolares, lo que compromete la efectividad de la participación colectiva y la corresponsabilidad institucional. La relevancia del estudio radica en la sistematización de producciones académicas que ofrecen aportes conceptuales para el perfeccionamiento de las políticas de formación, contribuyendo al fortalecimiento de la democracia en el entorno escolar. La metodología adoptada consistió en una revisión bibliográfica de carácter cualitativo, con análisis de artículos científicos, tesis, disertaciones y documentos oficiales publicados entre 2020 y 2025. Los resultados evidenciaron que las prácticas formativas coherentes con la gestión democrática se sustentan en marcos que valoran el diálogo, la escucha cualificada, la construcción colectiva del conocimiento y la formación continua basada en principios participativos. Se concluyó que la efectivización de la gestión democrática exige prácticas formativas fundamentadas en teorías que reconocen a los sujetos como agentes activos de los procesos educativos, promoviendo la articulación entre teoría y práctica, la autonomía profesional y el compromiso con la transformación institucional.
Palavras-clave
formación continua; participación colectiva; autonomía profesional; mediación pedagógica; construcción colaborativa.

INTRODUÇÃO

A gestão democrática constitui um princípio estruturante da educação pública brasileira, previsto na Constituição Federal e reiterado em diversas normativas educacionais. No entanto, sua efetivação nas práticas formativas ainda enfrenta desafios conceituais e operacionais, especialmente no que se refere à articulação entre participação coletiva, autonomia institucional e formação continuada. Entre os anos de 2020 e 2025, autores como Sarmento e Menegat (2020), Vieira e Lima (2021) e Zanardi e Silva (2023) aprofundaram o debate sobre os fundamentos teóricos que sustentam práticas formativas coerentes com a gestão democrática, destacando a necessidade de referenciais que orientem processos formativos participativos, colaborativos e comprometidos com a transformação institucional. A motivação desta pesquisa surgiu da constatação de que, apesar da crescente produção acadêmica sobre o tema, ainda há lacunas na sistematização de contribuições teóricas que subsidiem a construção de práticas formativas alinhadas aos princípios democráticos. Diante disso, a pergunta que orienta este estudo é: quais contribuições teóricas recentes fundamentam práticas formativas coerentes com a gestão democrática no contexto da educação pública brasileira?

O objetivo geral da pesquisa foi identificar e sistematizar produções teóricas publicadas entre 2020 e 2025 que oferecem subsídios conceituais para a construção de práticas formativas alinhadas à gestão democrática. Como objetivos específicos, buscou-se: compreender os fundamentos teóricos que sustentam a articulação entre formação continuada e participação coletiva; analisar as abordagens metodológicas propostas pelos autores para promover práticas formativas democráticas; e evidenciar os elementos que caracterizam a mediação pedagógica como componente central da formação docente em contextos democráticos. A delimitação temporal e temática permitiu o aprofundamento da análise sobre como os referenciais teóricos contemporâneos têm contribuído para o fortalecimento da gestão democrática por meio da formação de educadores e gestores.

A relevância da pesquisa se manifesta em diferentes campos. No campo acadêmico, contribui para o avanço das discussões sobre formação docente e gestão escolar, oferecendo uma síntese crítica das principais contribuições teóricas recentes. No campo político-institucional, fornece subsídios para a formulação de políticas públicas voltadas à formação continuada, com foco na democratização das práticas pedagógicas e administrativas. No campo prático, oferece elementos para a reconfiguração das práticas formativas em escolas públicas, promovendo a escuta qualificada, o protagonismo dos sujeitos e a construção coletiva do conhecimento. Ao integrar teoria e prática, a pesquisa reforça o papel da formação como instrumento de transformação institucional e fortalecimento da democracia no ambiente escolar.

A metodologia adotada foi de natureza qualitativa, com enfoque em revisão bibliográfica. Foram selecionadas produções acadêmicas publicadas entre 2020 e 2025, incluindo artigos científicos, teses, dissertações e documentos oficiais que abordam a relação entre práticas formativas e gestão democrática. A seleção dos materiais considerou critérios de relevância temática, consistência teórica e contribuição para o campo educacional. A análise dos textos foi orientada por categorias previamente definidas, como participação coletiva, mediação pedagógica, autonomia profissional e construção colaborativa, permitindo a sistematização dos principais aportes teóricos sobre o tema.

Ao longo da pesquisa, observou-se que as práticas formativas coerentes com a gestão democrática são sustentadas por referenciais que valorizam o diálogo, a corresponsabilidade e a formação continuada como processo coletivo. Autores como Guimarães et al. (2025), Soares, Dias e Brito (2025) e Vieira e Lima (2021) destacam que a formação docente deve ser concebida como espaço de construção compartilhada de saberes, articulando teoria e prática em contextos institucionais plurais. A análise das contribuições teóricas permitiu identificar elementos comuns entre as abordagens, como a centralidade da escuta qualificada, a valorização da diversidade e o compromisso com a transformação das relações pedagógicas. Esses elementos constituem fundamentos essenciais para a consolidação de práticas formativas que não apenas reproduzam normas, mas que promovam a democratização efetiva da educação pública.

FUNDAMENTOS TEÓRICOS DAS PRÁTICAS FORMATIVAS NA GESTÃO DEMOCRÁTICA

A gestão democrática na educação brasileira é respaldada por dispositivos legais que orientam a organização institucional e os processos formativos. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Brasil, 2023) estabelece a participação como princípio da administração escolar, reforçado pelas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores (Brasil, 2020) e pelo Plano Nacional de Educação (Brasil, 2025), que vinculam a formação docente à construção de práticas colaborativas e inclusivas. A Resolução CNE/CP nº 2/2019 (Conselho Nacional de Educação, 2019) consolida esse entendimento ao definir que a formação inicial e continuada deve promover a autonomia, o diálogo e o compromisso ético com a transformação social. Esses documentos constituem a base normativa que sustenta a articulação entre práticas formativas e gestão democrática, exigindo que os processos educativos sejam orientados por princípios de participação, corresponsabilidade e justiça.

Autores como Costa e Kampf (2022) destacam que, embora a gestão democrática esteja prevista nas políticas públicas, sua efetivação depende da apropriação crítica por parte dos sujeitos escolares. Os autores apontam que há uma distância entre os marcos legais e as práticas cotidianas, especialmente no que se refere à formação de gestores e professores. Essa lacuna compromete a construção de ambientes escolares participativos e limita o potencial transformador da educação pública. Nesse sentido, a formação continuada emerge como espaço estratégico para consolidar práticas democráticas, desde que pautada por referenciais teóricos que valorizem a escuta, o diálogo e a construção coletiva do conhecimento.

A pesquisa de Guimarães et al. (2025) reforça a centralidade da formação docente como vetor da gestão democrática. Os autores defendem que práticas formativas devem ser concebidas como processos colaborativos, nos quais educadores e gestores compartilham saberes, experiências e responsabilidades. A formação, nesse contexto, não se limita à aquisição de competências técnicas, mas envolve a construção de uma cultura institucional orientada pela participação e pela corresponsabilidade. Essa perspectiva é corroborada por Silva e Zanardi (2023), que analisam experiências de formação continuada em escolas públicas e identificam que a mediação pedagógica, quando pautada por princípios democráticos, favorece o protagonismo dos professores e a transformação das práticas escolares.

No plano internacional, Omodan, Makhasane e Tsotetsi (2025) examinam os desafios e oportunidades da gestão democrática em salas de aula universitárias, destacando que a efetividade das práticas participativas depende da formação crítica dos docentes e da abertura institucional ao diálogo. Embora o estudo se concentre no contexto sul-africano, suas contribuições são aplicáveis ao cenário brasileiro, especialmente no que tange à necessidade de superar estruturas hierárquicas e promover ambientes formativos horizontalizados. De modo semelhante, Silva et al. (2025) argumentam que a gestão democrática é condição para a construção de escolas mais justas e participativas, desde que sustentada por práticas formativas que reconheçam os sujeitos como agentes ativos dos processos educativos.

A análise de Sarmento e Menegat (2020) evidencia que a gestão democrática enfrenta resistências estruturais, como a centralização decisória e a fragilidade dos espaços de participação. Os autores defendem que a superação desses obstáculos exige a reconfiguração das práticas formativas, com ênfase na construção coletiva do Projeto Político-Pedagógico e na valorização da diversidade. Essa abordagem é aprofundada por Vieira e Lima (2021), que discutem as articulações possíveis entre formação docente e gestão democrática, destacando que a formação deve promover a autonomia profissional e a capacidade de intervenção crítica no contexto escolar.

Estudos como os de Dias, Brito e Soares (2025) e Lucas (2025) apontam que a gestão democrática não se realiza apenas por meio de normativas, mas pela vivência cotidiana de práticas formativas que promovam o diálogo, a escuta qualificada e a construção colaborativa de saberes. Sousa e Cardozo (2020) reforçam essa perspectiva ao analisar legislações municipais que incorporam princípios democráticos, evidenciando que a formação dos profissionais da educação é determinante para a efetivação desses dispositivos. Em síntese, a literatura recente converge para a compreensão de que práticas formativas coerentes com a gestão democrática exigem referenciais teóricos sólidos, políticas institucionais comprometidas e estratégias pedagógicas que promovam a participação crítica e a transformação das relações escolares.

METODOLOGIA

A presente pesquisa adotou uma abordagem qualitativa, com foco na análise teórica e interpretativa de produções acadêmicas e documentos institucionais relacionados à gestão democrática e às práticas formativas no contexto da educação pública brasileira. Trata-se de uma investigação de natureza bibliográfica, documental e observacional, cujo objetivo foi identificar, sistematizar e interpretar contribuições teóricas publicadas entre os anos de 2020 e 2025. A escolha por essa abordagem se justifica pela necessidade de compreender os fundamentos conceituais que sustentam práticas formativas coerentes com os princípios da gestão democrática, bem como os desdobramentos dessas práticas na organização institucional e na formação de educadores e gestores.

A etapa bibliográfica consistiu na seleção e análise de artigos científicos, teses, dissertações e capítulos de livros que abordam diretamente a relação entre formação docente e gestão democrática. Os critérios de inclusão consideraram a atualidade das publicações, a relevância temática e a consistência teórica dos autores. Foram priorizados estudos que apresentassem reflexões sobre a construção coletiva do conhecimento, a mediação pedagógica, a participação institucional e a formação continuada em contextos escolares. A análise dos textos foi orientada por categorias previamente definidas, como autonomia profissional, escuta qualificada, corresponsabilidade e práticas colaborativas, permitindo a construção de um panorama teórico consistente e articulado.

A pesquisa documental envolveu o exame de legislações, diretrizes curriculares e planos educacionais, com destaque para a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Brasil, 2023), as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores (Brasil, 2020), o Plano Nacional de Educação (Brasil, 2025) e a Resolução CNE/CP nº 2/2019 (Conselho Nacional de Educação, 2019). Esses documentos foram analisados com o objetivo de compreender os marcos normativos que orientam a formação docente e a gestão democrática nas instituições públicas de ensino. A análise documental permitiu identificar convergências entre os dispositivos legais e as proposições teóricas presentes na literatura acadêmica, evidenciando os desafios e possibilidades de articulação entre teoria, política e prática.

Complementarmente, a dimensão observacional da pesquisa consistiu na análise indireta de experiências formativas relatadas nos próprios textos acadêmicos selecionados. Embora não tenha havido observação direta em campo, os estudos analisados apresentaram descrições detalhadas de práticas formativas desenvolvidas em escolas públicas, permitindo a identificação de padrões, estratégias e resultados vinculados à gestão democrática. Essa etapa possibilitou a aproximação entre os referenciais teóricos e as práticas concretas, contribuindo para a compreensão dos elementos que caracterizam formações comprometidas com a participação, a escuta e a transformação institucional.

 

ANÁLISE DOS RESULTADOS

FUNDAMENTOS TEÓRICOS QUE ARTICULAM FORMAÇÃO CONTINUADA E PARTICIPAÇÃO INSTITUCIONAL

A articulação entre formação continuada e participação institucional tem sido objeto de análise em diversas produções acadêmicas recentes, que reconhecem a gestão democrática como um princípio estruturante da educação pública. Guimarães et al. (2025) defendem que a formação docente deve ser concebida como um processo coletivo, no qual educadores e gestores compartilham saberes, experiências e responsabilidades institucionais. Essa perspectiva desloca o foco da formação técnica para uma abordagem político-pedagógica, que valoriza o protagonismo dos sujeitos e a construção colaborativa de práticas educativas. Nesse sentido, a formação continuada não se limita à atualização de conteúdos, mas se configura como espaço de reflexão crítica sobre os processos de gestão e ensino, promovendo a corresponsabilidade e o engajamento institucional.

Vieira e Lima (2021) reforçam essa concepção ao argumentar que a formação docente, quando orientada por princípios democráticos, contribui para o fortalecimento da autonomia profissional e para a consolidação de práticas participativas nas escolas públicas. Os autores destacam que a gestão democrática exige que os processos formativos estejam alinhados às demandas reais das instituições, considerando os contextos socioculturais e as especificidades locais. A escuta qualificada, a valorização da diversidade e a construção coletiva do Projeto Político-Pedagógico são elementos centrais nesse processo. Silva e Zanardi (2023) complementam essa análise ao evidenciar que a mediação pedagógica, sustentada por referenciais teóricos sólidos, potencializa a articulação entre formação continuada e participação institucional, promovendo ambientes escolares mais dialógicos e inclusivos.

Quadro 1 – Elementos teóricos que articulam formação continuada e participação institucional

Elemento central Contribuição teórica Autor(es)
Formação como processo coletivo Compartilhamento de saberes e corresponsabilidade Guimarães et al. (2025)
Autonomia profissional Formação alinhada às demandas institucionais Vieira; Lima (2021)
Mediação pedagógica democrática Práticas dialógicas e inclusivas Silva; Zanardi (2023)
Construção do Projeto Político-Pedagógico Participação ativa e escuta qualificada Sarmento; Menegat (2020)
Valorização da diversidade Reconhecimento das especificidades locais Sousa; Cardozo (2020)

Fonte: Elaboração própria com base nos autores citados.

Os resultados apresentados no Quadro 1 evidenciam que a formação continuada, quando articulada à participação institucional, assume um caráter transformador. A concepção de formação como processo coletivo, conforme discutido por Guimarães et al. (2025), implica na superação de modelos individualizados e tecnicistas, promovendo práticas formativas que envolvem todos os sujeitos da escola. Essa abordagem favorece a construção de vínculos institucionais e o fortalecimento da cultura democrática, ampliando as possibilidades de intervenção pedagógica e administrativa.

A autonomia profissional, destacada por Vieira e Lima (2021), emerge como um dos principais resultados da articulação entre formação e participação. Ao reconhecer os educadores como agentes ativos dos processos institucionais, a formação continuada contribui para o desenvolvimento de competências críticas e para a consolidação de práticas pedagógicas contextualizadas. Essa autonomia não se restringe à dimensão técnica, mas envolve a capacidade de tomar decisões coletivas, de participar da elaboração de projetos institucionais e de promover mudanças estruturais no ambiente escolar.

A mediação pedagógica democrática, conforme analisada por Silva e Zanardi (2023), representa um eixo fundamental para a efetivação da gestão democrática. A escuta qualificada, a valorização da diversidade e a construção colaborativa do Projeto Político-Pedagógico, conforme apontado por Sarmento e Menegat (2020) e Sousa e Cardozo (2020), são práticas que consolidam a participação institucional como princípio formativo. Esses resultados indicam que a formação continuada, quando sustentada por referenciais teóricos comprometidos com a democracia, contribui diretamente para a transformação das relações escolares e para o fortalecimento da educação pública como espaço de cidadania.

ESTRATÉGIAS METODOLÓGICAS QUE SUSTENTAM PRÁTICAS FORMATIVAS DEMOCRÁTICAS

A consolidação de práticas formativas coerentes com a gestão democrática requer estratégias metodológicas que promovam a participação ativa dos sujeitos envolvidos nos processos educativos. Silva e Zanardi (2023) destacam que metodologias colaborativas, como oficinas pedagógicas, círculos de diálogo e grupos de estudo, favorecem a construção coletiva do conhecimento e fortalecem vínculos institucionais. Essas estratégias permitem que educadores e gestores compartilhem experiências, reflitam sobre suas práticas e desenvolvam ações articuladas com os princípios da democracia escolar. Guimarães et al. (2025) reforçam essa perspectiva ao afirmar que a formação docente deve ser pautada por metodologias que estimulem a corresponsabilidade e o protagonismo dos profissionais da educação.

Vieira e Lima (2021) apontam que a adoção de estratégias metodológicas democráticas exige a superação de modelos tradicionais de formação, centrados na transmissão de conteúdos e na hierarquização dos saberes. Em seu lugar, propõem abordagens que valorizem a escuta qualificada, o diálogo horizontal e a construção de projetos formativos integrados às demandas institucionais. Sarmento e Menegat (2020) acrescentam que a gestão democrática pressupõe práticas formativas que estejam alinhadas ao Projeto Político-Pedagógico da escola, promovendo a articulação entre teoria e prática e o envolvimento de toda a comunidade escolar. Essas estratégias não apenas qualificam a formação docente, mas também contribuem para o fortalecimento da cultura democrática nas instituições de ensino.

Quadro 2 – Estratégias metodológicas que sustentam práticas formativas democráticas.

Estratégia metodológica Finalidade educativa Autor(es)
Oficinas pedagógicas Construção coletiva de saberes Silva; Zanardi (2023)
Círculos de diálogo Promoção da escuta e do diálogo horizontal Guimarães et al. (2025)
Grupos de estudo Reflexão crítica e compartilhamento de práticas Vieira; Lima (2021)
Integração ao PPP Alinhamento entre formação e gestão institucional Sarmento; Menegat (2020)
Projetos formativos participativos Envolvimento da comunidade escolar Silva; Zanardi (2023)

Fonte: Elaboração própria com base nos autores citados.

Os resultados apresentados no Quadro 2 indicam que as estratégias metodológicas adotadas nas práticas formativas desempenham papel decisivo na efetivação da gestão democrática. A utilização de oficinas pedagógicas, conforme discutido por Silva e Zanardi (2023), permite que os participantes construam coletivamente os conteúdos formativos, rompendo com a lógica transmissiva e promovendo a valorização dos saberes docentes. Essa abordagem favorece o desenvolvimento de competências críticas e a ampliação da autonomia profissional, elementos essenciais para a consolidação de práticas democráticas.

Os círculos de diálogo e os grupos de estudo, conforme analisado por Guimarães et al. (2025) e Vieira e Lima (2021), constituem espaços privilegiados para a escuta qualificada e o compartilhamento de experiências. Essas estratégias promovem o diálogo entre diferentes segmentos da comunidade escolar, fortalecendo os vínculos institucionais e ampliando a capacidade de intervenção coletiva. Ao integrar os sujeitos aos processos formativos, essas metodologias contribuem para a construção de uma cultura institucional pautada pela corresponsabilidade e pela participação ativa.

A integração das práticas formativas ao Projeto Político-Pedagógico, conforme apontado por Sarmento e Menegat (2020), representa uma estratégia fundamental para garantir a coerência entre formação e gestão. Ao alinhar os objetivos formativos às diretrizes institucionais, os projetos participativos promovem o envolvimento da comunidade escolar e fortalecem a identidade coletiva da instituição. Esses resultados evidenciam que as estratégias metodológicas adotadas nas práticas formativas não apenas qualificam a formação docente, mas também operam como instrumentos de democratização da gestão escolar.

ELEMENTOS FORMATIVOS QUE PROMOVEM MEDIAÇÃO PEDAGÓGICA E AUTONOMIA PROFISSIONAL

A mediação pedagógica, quando orientada por princípios democráticos, constitui um dos pilares das práticas formativas voltadas à gestão escolar participativa. Silva e Zanardi (2023) destacam que a mediação não se limita à condução de atividades didáticas, mas envolve a criação de espaços de escuta, diálogo e construção coletiva de saberes. Nesse sentido, a formação docente deve favorecer a autonomia profissional, entendida como a capacidade de tomar decisões pedagógicas fundamentadas, contextualizadas e articuladas com os objetivos institucionais. Guimarães et al. (2025) reforçam que a mediação democrática exige que os educadores atuem como sujeitos ativos nos processos formativos, contribuindo para a transformação das práticas escolares e para o fortalecimento da cultura institucional.

Vieira e Lima (2021) argumentam que a autonomia profissional não pode ser concebida como um atributo individual, mas como resultado de processos formativos que valorizam a participação, a reflexão crítica e a corresponsabilidade. A mediação pedagógica, nesse contexto, torna-se um instrumento de democratização das relações escolares, ao promover a articulação entre teoria e prática e ao reconhecer os saberes docentes como legítimos e necessários à construção de projetos educativos coletivos. Sarmento e Menegat (2020) acrescentam que a formação continuada deve incluir momentos de análise institucional, planejamento colaborativo e avaliação participativa, fortalecendo a capacidade dos profissionais de atuarem com autonomia e compromisso ético.

Quadro 3 – Elementos formativos que promovem mediação pedagógica e autonomia profissional

Elemento formativo Contribuição para a gestão democrática Autor(es)
Escuta qualificada Fortalece vínculos e legitima os saberes docentes Silva; Zanardi (2023)
Planejamento colaborativo Promove corresponsabilidade institucional Sarmento; Menegat (2020)
Reflexão crítica sobre a prática Desenvolve autonomia e intervenção pedagógica Vieira; Lima (2021)
Mediação como prática democrática Articula teoria e prática em contextos plurais Guimarães et al. (2025)
Avaliação participativa Reconfigura relações escolares e práticas formativas Silva; Zanardi (2023)

Fonte: Elaboração própria com base nos autores citados.

 

Os resultados apresentados no Quadro 3 indicam que a mediação pedagógica, quando fundamentada em princípios democráticos, desempenha papel estratégico na promoção da autonomia profissional. A escuta qualificada, conforme discutido por Silva e Zanardi (2023), permite que os educadores expressem suas experiências, necessidades e propostas, contribuindo para a construção de práticas formativas mais contextualizadas e inclusivas. Essa escuta fortalece os vínculos institucionais e legitima os saberes docentes como parte integrante dos processos educativos.

O planejamento colaborativo e a avaliação participativa, conforme analisado por Sarmento e Menegat (2020), operam como mecanismos de corresponsabilidade institucional, ao envolver diferentes segmentos da comunidade escolar na definição de objetivos, estratégias e critérios de acompanhamento. Essas práticas favorecem a construção de projetos pedagógicos integrados e fortalecem a identidade coletiva da escola, ampliando a capacidade de intervenção dos profissionais da educação. Vieira e Lima (2021) destacam que a reflexão crítica sobre a prática é essencial para o desenvolvimento da autonomia, pois permite que os educadores compreendam os desafios institucionais e elaborem respostas pedagógicas consistentes e transformadoras.

Por fim, Guimarães et al. (2025) ressaltam que a mediação pedagógica democrática articula teoria e prática em contextos plurais, promovendo a formação de sujeitos capazes de atuar com responsabilidade, ética e compromisso social. Os elementos formativos apresentados no Quadro 3 evidenciam que a autonomia profissional não é um ponto de partida, mas um resultado de processos formativos que reconhecem os educadores como protagonistas da gestão escolar. Esses resultados reforçam a importância de práticas formativas que promovam a escuta, o diálogo e a construção coletiva, consolidando a gestão democrática como princípio orientador da educação pública.

DISCUSSÃO DOS RESULTADOS

A análise dos fundamentos teóricos e das práticas formativas relacionadas à gestão democrática, conforme sistematizada nesta pesquisa, evidencia que há convergência entre os autores quanto à centralidade da participação institucional e da formação continuada como pilares para a efetivação de uma gestão escolar democrática. Guimarães et al. (2025) e Silva e Zanardi (2023) defendem que a formação docente deve ser concebida como processo coletivo, pautado pela corresponsabilidade e pela escuta qualificada. Essa concepção dialoga diretamente com os pressupostos normativos estabelecidos pela LDB (Brasil, 2023) e pelas Diretrizes Curriculares Nacionais (Brasil, 2020), que orientam a formação de professores com base em princípios éticos, políticos e participativos. A pesquisa aqui desenvolvida confirma essa articulação, ao identificar que práticas formativas coerentes com a gestão democrática exigem referenciais teóricos que reconheçam os sujeitos como agentes ativos dos processos educativos.

Ao comparar os estudos de Vieira e Lima (2021) com os de Sarmento e Menegat (2020), observa-se que ambos reconhecem a importância da autonomia profissional como resultado de processos formativos democráticos. No entanto, enquanto Vieira e Lima (2021) enfatizam a articulação entre teoria e prática como condição para o desenvolvimento da autonomia, Sarmento e Menegat (2020) destacam os desafios estruturais que dificultam a consolidação da gestão democrática nas escolas públicas. Essa diferença de enfoque revela que, embora haja consenso sobre os objetivos formativos, os contextos institucionais ainda impõem barreiras à implementação de práticas participativas. A presente pesquisa corrobora essa constatação ao identificar, nos documentos oficiais como o Plano Nacional de Educação (Brasil, 2025), a necessidade de políticas formativas que superem a fragmentação entre gestão e formação.

Os estudos de Costa e Kampf (2022) e Sousa e Cardozo (2020) contribuem para a compreensão das relações entre legislação educacional e práticas formativas. Costa e Kampf (2022) analisam os limites e possibilidades do Plano Nacional de Educação na promoção da gestão democrática, enquanto Sousa e Cardozo (2020) investigam como os sistemas municipais de ensino incorporam os princípios democráticos em suas normativas. Ambos os estudos apontam que a efetivação da gestão democrática depende da formação crítica dos profissionais da educação e da coerência entre os dispositivos legais e as práticas institucionais. A pesquisa aqui apresentada reforça essa perspectiva, ao evidenciar que a formação continuada deve ser orientada por referenciais que articulem os marcos legais com as demandas concretas das escolas públicas.

No plano internacional, os estudos de Omodan, Makhasane e Tsotetsi (2025) e Silva et al. (2025) ampliam a discussão ao abordar experiências de gestão democrática em contextos universitários e escolares fora do Brasil. Omodan et al. (2025) destacam os desafios da implementação de práticas participativas em ambientes acadêmicos marcados por estruturas hierárquicas, enquanto Silva et al. (2025) defendem a gestão democrática como caminho para a construção de escolas mais justas e inclusivas. Ao comparar essas contribuições com os achados da presente pesquisa, observa-se que os princípios da escuta, da corresponsabilidade e da mediação pedagógica são universais, embora sua aplicação dependa das especificidades culturais e institucionais de cada contexto. Essa comparação reforça a validade dos referenciais teóricos adotados e amplia a compreensão sobre os caminhos possíveis para a democratização da formação docente.

Os estudos de Lucas (2025) e Oliveira et al. (2024) oferecem reflexões sobre práticas formativas que promovem o envolvimento da comunidade escolar e a construção coletiva do Projeto Político-Pedagógico. Lucas (2025) propõe estratégias de formação que valorizam a participação ativa dos sujeitos, enquanto Oliveira et al. (2024) analisam os impactos da gestão democrática na qualidade da educação. Ambos os autores convergem na defesa de práticas formativas que promovam o protagonismo dos educadores e gestores, articulando formação e gestão de forma integrada. A presente pesquisa confirma essa articulação ao identificar que práticas formativas coerentes com a gestão democrática exigem metodologias colaborativas, planejamento participativo e avaliação compartilhada, elementos que fortalecem a cultura institucional e promovem a transformação das relações escolares.

Os estudos de Dias, Brito e Soares (2025) reafirmam que a gestão democrática não se realiza apenas por meio de dispositivos legais, mas pela vivência cotidiana de práticas formativas que promovam o diálogo, a escuta e a construção coletiva. Essa perspectiva é plenamente compatível com os achados da presente pesquisa, que identificou, na revisão bibliográfica e documental, a necessidade de consolidar referenciais teóricos que orientem a formação docente com base em princípios democráticos. Ao integrar as contribuições dos autores analisados, a pesquisa responde aos objetivos propostos e ao problema investigado, demonstrando que a articulação entre formação continuada e gestão democrática é condição para o fortalecimento da educação pública como espaço de participação, autonomia e transformação institucional.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A análise realizada ao longo desta pesquisa permitiu compreender que práticas formativas coerentes com a gestão democrática exigem mais do que adesão normativa: demandam fundamentação teórica sólida, metodologias colaborativas e compromisso institucional com a participação ativa dos sujeitos. A revisão bibliográfica e documental evidenciou que a formação continuada, quando articulada à escuta qualificada, à mediação pedagógica e à construção coletiva do conhecimento, contribui diretamente para o fortalecimento da autonomia profissional e para a consolidação de ambientes escolares democráticos. A articulação entre teoria e prática, presente nas contribuições dos autores analisados, revelou que a formação docente deve ser concebida como processo político e coletivo, capaz de transformar as relações institucionais e promover a corresponsabilidade na gestão educacional.

Os resultados obtidos indicam que há convergência entre os referenciais teóricos contemporâneos quanto à centralidade da participação institucional nos processos formativos. As estratégias metodológicas identificadas — como oficinas pedagógicas, círculos de diálogo e integração ao Projeto Político-Pedagógico — demonstram que é possível construir práticas formativas que promovam o protagonismo dos educadores e gestores, desde que sustentadas por políticas públicas coerentes e por uma cultura institucional orientada pela democracia. A análise dos documentos oficiais reforçou essa perspectiva, ao evidenciar que os marcos legais reconhecem a gestão democrática como princípio estruturante da educação pública, embora sua efetivação dependa da formação crítica e contextualizada dos profissionais da educação.

Como perspectivas futuras, destaca-se a necessidade de ampliar os estudos empíricos sobre práticas formativas em diferentes contextos escolares, especialmente em regiões com menor acesso a políticas de formação continuada. Recomenda-se também o aprofundamento da análise sobre os impactos da gestão democrática na aprendizagem dos estudantes e na qualidade das relações pedagógicas. Além disso, torna-se urgente o desenvolvimento de programas formativos que articulem os referenciais teóricos aqui sistematizados com as realidades institucionais, promovendo a formação de educadores capazes de atuar com autonomia, responsabilidade e compromisso ético. 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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