Técnicas educacionais para retirar os alunos com deficiência do isolamento e promover a inclusão

EDUCATIONAL TECHNIQUES TO TAKE STUDENTS WITH DISABILITIES OUT OF ISOLATION AND PROMOTE INCLUSION

TÉCNICAS EDUCATIVAS PARA SACAR DEL AISLAMIENTO A LOS ESTUDIANTES CON DISCAPACIDAD Y PROMOVER LA INCLUSIÓN

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/D23FD1

DOI

doi.org/10.63391/D23FD1

Ramos, Bruno Schwabenland . Técnicas educacionais para retirar os alunos com deficiência do isolamento e promover a inclusão. International Integralize Scientific. v 5, n 51, Setembro/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

Romper com o pragmatismo e falta de participação dos educandos considerados como atípicos, representa um dos principais desafios que os profissionais da educação possuem pela frente. Objetiva-se através dessa escrita, apresentar algumas das principais propostas que vem sendo desenvolvidas em ambiente educacional, visando à promoção e a valorização dos alunos que possuem alguma deficiência. A metodologia adotada foi à pesquisa de cunho bibliográfica. A fundamentação abordou estratégias como a idealização de uma mescla de atividades em grupos e de atendimento educacional especializado, isso em determinados momentos, elencando as necessidades que cada um dos estudantes possuem, dependendo de cada caso deve haver algumas modificações com relação às abordagens a serem ofertadas. Nas considerações finais, os leitores terão a possibilidade de compreender um pouco melhor, como o conceito de inclusão vem passando por algumas transformações no seio escolar, principalmente de promover uma maior participação desses discentes, que os mesmos estejam verdadeiramente integrados ao ambiente educacional.
Palavras-chave
isolamento; pessoas; deficiência; escola.

Summary

Breaking with pragmatism and the lack of participation of students considered atypical represents one of the main challenges facing education professionals. This paper aims to present some of the main proposals being developed in educational settings, aiming to promote and value students with disabilities. The methodology adopted was bibliographic research. The rationale addressed strategies such as idealizing a mix of group activities and specialized educational services at specific times, listing the needs of each student. Depending on each case, some modifications may be required regarding the approaches to be offered. In the final considerations, readers will have the opportunity to better understand how the concept of inclusion has undergone transformations within schools, primarily to promote greater participation of these students and ensure their true integration into the educational environment.
Keywords
isolation; people; deficiency; school.

Resumen

Romper con el pragmatismo y la falta de participación del alumnado considerado atípico representa uno de los principales retos a los que se enfrentan los profesionales de la educación. Este artículo pretende presentar algunas de las principales propuestas que se están desarrollando en entornos educativos para promover y valorar al alumnado con discapacidad. La metodología adoptada fue la investigación bibliográfica. La justificación abordó estrategias como la idealización de una combinación de actividades grupales y servicios educativos especializados en momentos específicos, detallando las necesidades de cada alumnado. Dependiendo de cada caso, podrían requerirse algunas modificaciones en los enfoques que se ofrecerán. En las consideraciones finales, los lectores tendrán la oportunidad de comprender mejor cómo el concepto de inclusión ha experimentado transformaciones en las escuelas, principalmente para promover una mayor participación de este alumnado y asegurar su verdadera integración en el entorno educativo.
Palavras-clave
aislamiento; personas; discapacidad; escuela.

INTRODUÇÃO

Promover metodologias que possam ser consideradas como integrativas, capazes de contribuírem com o pleno desenvolvimento dos estudantes considerados como atípicos no ambiente escolar, representa uma grande preocupação, que vem sendo compartilhada não somente pelos educadores, mas, também pela comunidade.

A escola de uma maneira geral, necessita desenvolver uma estratégia de inclusão, que seja capaz de tornar o aluno atípico participativo e produtivo, ou seja, que esse período de tempo em que esse alunado permanece nas instituições de ensino, deve ser considerado como satisfatório, a fim de que os mesmos possam compreender um pouco melhor suas respectivas realidades vivenciadas.

Os educadores ao mesmo tempo, vem se esforçando cada vez mais, no sentido de usar esse tempo com os educandos considerados como atípicos, a fim de transformar a sua reflexão sobre o que significa o conceito de vida e sociedade, e como o mesmo deve ser apresentando em uma linguagem coloquial, a fim de que possa ser interpretada pelos alunos de uma maneira mais transformadora e capaz de agregar os mais diversos tipos de valores e experiências.

A metodologia adotada para a idealização da presente escrita, diz respeito exclusivamente a pesquisa de cunho bibliográfico, que representa uma das principais ferramentas para a aquisição de conhecimentos, contando com a possibilidade de conhecer estudos de diversos autores renomados, que tornam a qualidade do material a ser desenvolvido muito maior.

A escolha do tema se justifica pelo fato de ser um tema que vem a cada dia, ganhando uma maior atenção por parte da sociedade, ou seja, como a participação e até mesmo a visibilidade da população com relação às pessoas consideradas como atípicas, necessita ser muito maior, de modo que, as instituições de ensino apresentam um papel basilar nesse sentido, ainda mais quando conseguem contar com a participação maciça da comunidade escolar.

Fica claro que as escolas apresentam dificuldades nesse sentido, uma vez que, alunos atípicos exigem muito mais do que aqueles considerados como educandos comuns, principalmente no que diz respeito a técnicas de ensino, partindo desse pressuposto, trata-se de um componente de extrema importância, que todos esses profissionais possam adquirir novos valores, principalmente quando se diz respeito à adoção de um olhar mais humanístico, despido de todos os tipos de preconceitos. 

 

DESENVOLVIMENTO

Adotar técnicas educacionais que possibilitem um nível de inserção mais eficaz aos educandos considerados como atípicos, é uma práxis que as escolas brasileiras vem aos poucos inserindo, isso ocorre acima de tudo pelas dificuldades excessivas que existem, principalmente pelos diversos tipos de deficiência que existem (Tiba, 2010).

No entanto, as escolas possuem como obrigatoriedade, atender aos educandos com os mais diversos tipos de limitações, na prática, porém, isso não ocorre, ficando a cargo das escolas consideradas como inclusivas, realizarem esse tipo de trabalho, pelo fato de contarem com uma quantidade maior de recursos e ao mesmo tempo, de profissionais especialistas nesse tipo de modelo de atuação.

Contudo, o desafio é desenvolver formas de tornar o aluno classificado como atípico como mais participativo, integrado aos mais diversos tipos de atividades desenvolvidas no interior dessas instituições, esse é o verdadeiro conceito de inclusão que deve ser colocado em prática.

O que significa dizer, que deve haver a construção e idealização de rotinas escolares, que sejam capazes de colocar o aluno atípico em evidência, e não que o mesmo apenas permaneça fazendo figuração nesse ambiente, o que deixa de conotar a maneira correta do termo inclusão (Tiba, 2010).

Citando principalmente as escolas classificadas como regulares, que reconhecidamente contam com alunos que não possuem deficiência alguma, pelo menos em sua maioria, esses ambientes também contam muito com a atuação do educador, no comprometimento que esse profissional possui de se preparar para os mais diversos desafios que poderão ser encontrados em suas rotinas, especificamente.

Nunca se sabe quando um aluno atípico irá se matricular nessas escolas tradicionais, e esses educandos quando realizam esse ato de migrarem para uma instituição, que não conta com a chancela de ser inclusiva, esperam principalmente para que o conceito de socialização venha a ser mais desenvolvido, que possam participar avidamente em conjunto com outras pessoas da mesma faixa etária que a sua.

Eis uma condição que pode ser considerada como fundamental, e por essa razão, necessita ser citada de uma maneira em exponencial, que a instituição de ensino saiba acima de tudo, como estimular esses educandos a serem participativos, ofertando todo o suporte que os mesmos necessitam (Rudinei, 2018).

Em um primeiro momento, até mesmo antes de se desenvolver um sentido de inclusão voltado às necessidades de cada um dos estudantes, não há como deixar de lado o aparato pedagógico, ou seja, o estudante atípico nesse sentido, apenas pode permanecer nas escolas regulares, a partir do momento em que cognitivamente, consiga acompanhar o desempenho dos demais, ou que haja um espaço, a fim de que um atendimento educacional especializado, como uma sala de recursos multifuncionais.

Os saberes que são aprendidos em sala de aula, ou seja, toda a didática que se encontra inserida na grade curricular, a partir do momento em que são oferecidas e aprendidas pelos educandos, contribuem amplamente, a fim de que, o processo de inserção social aconteça (Rudinei, 2018).

Para que a pessoa seja inclusa de uma maneira proficiente, é fundamental que a mesma tenha uma interação positiva com o ambiente externo, ou seja, com a socialização de uma maneira geral, e essa é uma questão que deve ser considerada como absolutamente peremptória.

A escola deve trabalhar com propostas de ensino que visem desenvolver um mesmo tipo de atividade, e que permita alunos atípicos e não atípicos, a atuarem em um mesmo ambiente, e isso de uma maneira produtiva, beneficiando amplamente o conceito de inclusão e de socialização.

Partindo desse pressuposto, trata-se de uma grande opção, quando os educadores conseguem elaborar atividades em grupos, eis um caminho considerado como extremamente edificante, a fim de que a convivência entre os alunos possa se tornar mais amistosa e harmoniosa.

Quando os alunos trabalham juntos em um ambiente construtivista, seja em dupla ou em grupos, eles aprendem a se ajudar, a ouvir o outro e a entender que todos têm algo a contribuir e isso representa uma estratégia de aprendizagem absolutamente interessante. O professor pode montar os grupos de forma equilibrada, garantindo que o aluno com deficiência tenha colegas parceiros e respeitosos. Nessas atividades, o foco não deve ser apenas o resultado final, mas a participação de todos. Isso ajuda a criar laços de amizade, respeito e compreensão. Ao sentir que faz parte do grupo, o aluno deixa de se sentir isolado e passa a ter mais confiança (Maia, 2011, p. 55).

O aluno atípico, por vezes se sente acanhado em um ambiente educacional, que exige uma maior interação, e esse é um sentimento que deve ser considerado como absolutamente normal e esperado, que com o passar do tempo e com a convivência produtiva junto aos demais alunos, acaba sendo substituída por uma maior autoconfiança.

A postura do educador também beneficia muito ao processo de inclusão, a forma como esse tipo de mediação deve ocorrer, o problema é que nem sempre os docentes compreendem com exatidão o que esses alunos precisam, ou até mesmo desejam.

Sendo uma questão de extrema importancia promover um parêntese nesse ponto, pelo fato de as pessoas com deficiência na grande maioria das vezes estarem em isolamento social, tendo que conviver apenas com familiares, ou mesmo, alguns amigos, quando os mesmos ingressam em sala de aula, existem muitos docentes que, acreditam no fato de que esse aluno deseja projeção, destaque no meio educacional, o que absolutamente não se trata do caso (Maia, 2011).

Usando uma linguagem um pouco mais coloquial, o aluno atípico deseja ser visto igual aos demais, ou seja, com a possibilidade de ter voz, de ser participativo e produtivo no ambiente escolar, e não ser chamado a todo o momento, obtendo uma visibilidade muito maior do que o mesmo gostaria.

Com efeito, a postura do educador, que verdadeiramente deseja que a inclusão no ambiente escolar ocorra, deve ser a de preservar o estudante atípico, ofertando um período de tempo, a fim de que o mesmo consiga se adaptar ao ambiente em que o mesmo se encontra inserido, o que não ocorre em um período de tempo curto, uma vez que, existem os estigmas do período de isolamento.

Leva-se um período de tempo considerável, a fim de que os demais alunos também consigam aprender a lidar com o estudante atípico, sem observar apenas as limitações do colega de classe e observando o mesmo de uma maneira mais humanística e acolhedora (Garcia, 2010).

No instante em que os educadores irão selecionar as atividades e os modos como às mesmas serão desenvolvidas em sala de aula, é preciso que esses profissionais pensem de maneira muito mais efetiva no estudante atípico, principalmente na posição em que esse discente pode e deve participar de uma maneira efetiva.

Algo que certamente exige a construção e idealização de um planejamento muito mais sólido, que preze pela maior participação e ao mesmo tempo, jamais deixe de lado a faceta construtivista, que faz toda a diferença ao processo de inclusão.

Nas atividades em grupos, o aluno atípico conta com a possibilidade de conhecer um pouco melhor o funcionamento do ambiente em que o mesmo se encontra inserido, e essa é uma questão muito importante no sentido de articular-se com propostas de ensino que cada docente apresenta (Garcia, 2010).

Também com a vantagem de haver a possibilidade de se desenvolver uma aprendizagem muito mais expressiva de acordo com as trocas de informações entre os educandos, algo que sempre pode ser considerado como um elemento que deve estar envolvido no dia a dia de uma sala de aula.

Quanto às possibilidades de se evitar que esses educandos atípicos sejam literalmente deixados de lado em uma sala de aula, o educador conta com a possibilidade de se promover uma abordagem direta com esse aluno, de estar sempre ao lado desse educando em momentos cruciais da aula, como, por exemplo, na explanação dos conteúdos (Dessen; Polonia, 2007).

O contato visual deve ser o mais facilitado possível por parte dos educadores, uma vez que, mesmo em uma escola que não atende sob a nomenclatura de ser uma escola inclusiva, sua faceta passa por uma grande transformação, quando passa a contar com um estudante atípico.

Os educadores devem a todo o momento tentar promover um viés de acolhimento maior por parte desse aluno, e o fato de o mesmo estar sempre em seu ângulo de visão, representa um componente de grande relevância nesse sentido, com efeito, para o estudante que possui alguma deficiência, saber que se encontra sendo monitorado pelo educador, também passa uma sensação muito positiva para ele, afinal de contas, pode visualizar que sempre há alguém preocupado com ele.

A inclusão representa um processo que passa por uma aresta de desenvolvimento muito expressiva em meio ao ano letivo, isto é, o aluno atípico consegue engajar-se muito melhor nas atividades que são desenvolvidas ao longo do dia a dia, e isso vai além da simples aprendizagem, e sim, de um nível de proficiência que pode ser considerado como muito superior, se comparado com o tempo em que o mesmo ingressou na instituição de ensino (Brandão, 2022).

Os jogos e as brincadeiras têm sido inclusos nas escolas pelos professores com o objetivo de realizar as atividades em sala de aula de forma mais dinâmica e divertida. Tendo em vista esse objeto e sua complexidade na dinâmica dos processos escolares, é de suma relevância que professores possam refletir criticamente sobre a potencialidade da ludicidade em sala de aula.  

Os resultados obtidos com essa busca evidenciaram o papel crucial dos jogos e das brincadeiras no processo de aquisição e construção de conhecimentos para as crianças portadoras do autismo. 

Essa premissa, corrobora para que a utilização das atividades lúdicas seja vista como um instrumento de intervenção no mundo, de tal modo que, essa ferramenta deveria complementar o fazer pedagógico dos educadores, sobretudo, daqueles que buscam ir além da criatividade e do dinamismo para promover a inclusão no lócus escolar (Anache, 2008).

Com efeito, é muito importante citar, que o uso dos jogos e brincadeiras no viés lúdico é um fator fundamental para que se frutifique a inclusão de um aluno com transtorno de espectro autista de forma mais efetiva.

Nesse sentido, os jogos e brincadeiras como estimuladores de aprendizagem possuem a possibilidade de atender todos os alunos, independentemente de serem ou não alunos de inclusão (Marajoá, 2014). 

Observa-se que muitas vezes os jogos não são trabalhados adequadamente no contexto escolar, sendo dados sem compromisso com a aprendizagem, sem regras, apenas como um passatempo, e isso não se mostra como uma possibilidade de se instigar esses educandos atípicos a conseguirem obter uma aresta de desenvolvimento maior.

O estudante a todo o momento deve ser desafiado em sala de aula, e isso serve para todos, independentemente de o mesmo ter ou não alguma deficiência, o que não muda em hipótese alguma é a necessidade de o educando saber que pode aprender mais, que seus horizontes podem ser ampliados, que seu nível de cognição pode ir muito mais além (Anache, 2008).

Essa é a percepção que um educador voltado ao verdadeiro preparo dos educandos, que reconhece os desafios de se viver em sociedade de uma maneira harmoniosa necessita adotar no momento em que prepara suas aulas, e isso acaba enriquecendo muito as práticas inclusivas no ambiente escolar.

Outra proposta inclusiva e que promove uma maior participação dos educandos considerados como atípicos é a possibilidade de haver um maior engajamento em projetos que a escola pode desenvolver, o que nem sempre as instituições de ensino colocam em prática (Onaireves, 2011).

As escolas devem sempre desenvolverem projetos voltados à socialização dos alunos, até para que o embasamento voltado à construção de um conceito de cidadania, seja refletido na realidade dos estudantes, que os mesmos tenham uma maior capacidade de observação sobre como representa o aparato social.

A idealização de projetos extraescolares, como, por exemplo, a pratica de atividades físicas, amostras culturais, programas relacionados à oferta de cursos que vão além daquilo que se encontra considerado como uma obrigatoriedade da grade curricular, e que por essa razão, devem ser ofertados ao alunado, são todas opções que devem ser ofertadas para que os alunos atípicos possam participar.

Promovendo uma maior interação com a sociedade, eis uma condição fundamental, uma vez que, se trata de uma verdadeira troca de experiências, isto é, a comunidade de uma maneira geral, ou pelo menos as pessoas que fazem parte do projeto, aprendem a conviver muito melhor com aqueles alunos que possuem uma deficiência (Onaireves, 2011).

Quanto maior forem as opções que os alunos possuem, maior será a facilidade de os mesmos alcançarem uma aresta de desenvolvimento cognitivo mais elevada, até por se tratar de um número de experiências mais contundentes que realmente devem ser vistas como algo em potencial.

Como se isso não bastasse, os educadores com o passar do tempo também acabam aprendendo em relação aos seus alunos, até porque o transtorno de espectro autista possuem diversas diferenças, e mesmo em um grupo de pessoas que apresentam essas características, ainda assim apresentam poucas semelhanças (Alboreto, 2013).

Desse modo, observar a capacidade de compreender como cada aluno responde a uma atividade diferente, pode ser um diferencial para que os educadores aprendam a desenvolver estratégias de ensino inovadoras, que agradem aos seus discentes, promovendo um nível de inclusão muito mais qualificado, que é a principal meta da instituição.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

As escolas regulares, ainda apresentam uma diferença abismal em relação ao trato com os alunos atípicos, principalmente pelo fato de que há casos em que o estudante apresenta todas as condições de acompanhar o mesmo nível de aprendizado do que os demais, denominados como alunos comuns.

Para os estudantes atípicos que apresentam danos leves, reúnem uma grande capacidade de aprendizagem, no entanto, o educador necessita estar preparado, conhecer a realidade desse educando, saber que não se trata de um estudante que aprende apenas com uma didática comum, e que precisa de um nível de estímulo um pouco diferente dos demais.

De uma maneira geral, as escolas regulares não se encontram preparadas para receberem os estudantes com alguma deficiência, e mais do que isso, existe uma demanda cada vez mais intensa, e principalmente uma quantidade de pessoas que apresentam essa síndrome, e que necessitam de uma articulação de qualidade na escola, para que seu processo de inclusão seja verdadeiramente qualificado e proficiente.

Como o termo adaptação é fundamental para que o aluno atípico seja incluído em uma instituição de ensino, que a mesma possa ser capaz de observar tudo à sua volta e ainda assim, considerar o lugar atrativo, um ambiente harmonioso para a sua permanência.

Assim como existem técnicas que se mostram decisivas, em prol do processo de ensino e aprendizagem dos estudantes autistas é a repetição, algo que facilita a memorização desses educandos, que os lapsos de memórias que esse alunado apresenta, aos poucos vai sendo diluído com uma metodologia de ensino que se adéqua as necessidades e a realidade dos estudantes que apresentam alguma debilidade.

Por mais que haja distinções com relação ao que se pode considerar como um nível maior de proficiência no que representa o arcabouço educacional do processo de inclusão, alunos considerados como atípicos, merecem uma atenção especial e atendimento educacional especializado, e as instituições escolares devem adotar condições para que essa práxis ocorra de maneira efetiva.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ALBORETO I. A educação de estudantes portadores de deficiência intelectual. In: Masini EFS. (Org.). Do sentido. Pelos sentidos… Para o sentido. Niterói: Intertexto: São Paulo, Vozes; 2013.

ANACHE, S. M. Considerações sobre o papel da família na educação dos pacientes em saúde mental: Políticas educativas, Campinas, v.1, n.2, 2008.

BRANDÃO, C. O que é educação. 8º edição, editora brasiliense. 2022.

DESSEN, M. POLONIA, A.  A família e a escola como contextos de desenvolvimento humano. Paidéia, 2007, 17(36), 21-32. 

GARCIA, A. Deficiência intelectual Empírica e Científica: Ed: Guanabara: Rio de Janeiro. 2010.

MAIA, S. R. O Uso do Passaporte da Comunicação no Desenvolvimento de Interação e Comunicação de Pessoas com Deficiência Múltipla Sensorial e Intelectual. São Paulo, Editora Grupo Brasil, 2011.

MARAJOÁ E. F. S. Educação e Alteridade nas Escolas Inclusivas. Deficiências sensoriais, surdocegueira, deficiências múltiplas. São Paulo: Vetor, 2014.

ONAIREVES, H. R. Deficiência Intelectual: Lições práticas. São Paulo, Unicamp, 2011. 

RUDINEI, R. L. Educação a Favor das Necessidades Especiais: Caminhos do Bilingüismo. EDUFF, 2018.

TIBA, I. Adolescentes: Quem Ama Educa! 39ª edição. São Paulo: Integrare, 2010.

Ramos, Bruno Schwabenland . Técnicas educacionais para retirar os alunos com deficiência do isolamento e promover a inclusão.International Integralize Scientific. v 5, n 51, Setembro/2025 ISSN/3085-654X

Referencias

Vivian Caroline Coraucci.
BAILEY, C. J.; LEE, J. H.
Management of chlamydial infections: A comprehensive review.
Clinical infectious diseases.
v. 67
n. 7
p. 1208-1216,
2021.
Disponível em: https://academic.oup.com/cid/article/67/7/1208/6141108.
Acesso em: 2024-09-03.

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Técnicas educacionais para retirar os alunos com deficiência do isolamento e promover a inclusão

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