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Resumo
INTRODUÇÃO
A inclusão de alunos surdos na educação básica tem sido um desafio constante no Brasil, especialmente nas escolas públicas, mesmo após o país ter assumido o compromisso de garantir o acesso de alunos com deficiência a uma educação de qualidade, com a promulgação de legislações como o Decreto n.º 5.626/2005, que regulamenta o uso da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) nas instituições de ensino, como também através da Lei Brasileira de Inclusão Lei n.º 13.146/2015.
O uso de aplicativos educacionais surge como uma ferramenta promissora para facilitar a aprendizagem e a comunicação desses estudantes. No entanto, sua implementação enfrenta desafios como a falta de infraestrutura tecnológica, a capacitação inadequada dos professores e a ausência de políticas públicas eficazes.
Diante do exposto, questiona-se: como os aplicativos educacionais podem contribuir para a inclusão de alunos surdos nas escolas públicas, e quais são os principais desafios para sua implementação eficaz no contexto educacional?
O estudo em questão justifica-se em sua relevância e atualidade pela necessidade de evidenciar os principais desafios enfrentados na educação de alunos surdos e identificar estratégias que promovam uma acessibilidade efetiva, garantindo que o ensino seja inclusivo e de qualidade. Ao abordar essa temática, a pesquisa contribui para o avanço das práticas pedagógicas, fornecendo subsídios teóricos e metodológicos para docentes no desenvolvimento de um ensino que respeite as particularidades linguísticas e culturais da comunidade surda.
A fim de responder à questão levantada foi delineado como objetivo geral discutir à luz de teóricos o uso de aplicativos educacionais como ferramenta de inclusão de alunos surdos nas escolas públicas, identificando seus benefícios no processo de ensino-aprendizagem e os principais desafios para sua implementação eficaz no contexto educacional.
Para atingir o objetivo proposto acerca do tema, a metodologia escolhida para a realização deste trabalho foi uma pesquisa bibliográfica de autores que discutem a relação do tema abordado, como Quadros; Karnopp (2004), Kenski (2012), Prensky (2010), entre outros, que nortearam nosso estudo. Segundo Marconi e Lakatos (2011), a pesquisa bibliográfica, ou fontes secundárias, abrange toda a bibliografia já tornada pública em relação ao tema de estudo.
A pesquisa está organizada da seguinte forma: capítulo 1 dispõe acerca da Introdução que explica o porquê da escolha do tema e os objetivos a serem alcançados, seguido do capítulo 2 que procura fazer um breve histórico sobre alguns dos aplicativos educacionais utilizados como ferramenta de inclusão. No capítulo 3 dispõe sobre as dificuldades encontradas na implementação dos aplicativos no ambiente educacional. E por fim, no 4 capítulo, apresentamos as conclusões acerca do tema abordado, seguido das referências.
APLICATIVOS EDUCACIONAIS COMO FERRAMENTA DE INCLUSÃO
Como mencionado anteriormente, a inclusão de alunos surdos no sistema educacional brasileiro é respaldada por legislações e políticas que visam assegurar o acesso equitativo à educação. Ressalta-se aqui a Lei n.º 13.146/2015, que estabelece diretrizes para garantir a plena participação de pessoas com deficiência na sociedade, incluindo o direito à educação em ambientes inclusivos.
No que diz respeito à Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, instituída em 2008, ela reforça o compromisso com a inclusão de alunos com deficiência nas escolas regulares. Essa política integra a educação especial à proposta pedagógica das escolas comuns, promovendo o atendimento às necessidades específicas dos alunos por meio de serviços como o Atendimento Educacional Especializado (AEE).
Embora essas legislações não mencionam explicitamente o uso de aplicativos educacionais, elas reconhecem a importância das tecnologias assistivas na promoção da acessibilidade e inclusão. Segundo Santos; Campos (2013, p. 98), “as tecnologias digitais têm contribuído para minimizar barreiras linguísticas e potencializar o desenvolvimento cognitivo e social dos estudantes surdos, especialmente quando projetadas para apoiar o bilinguismo”.
Portanto, os aplicativos educacionais têm o potencial de ampliar o acesso ao conhecimento e promover a inclusão, ao oferecer recursos adaptados às necessidades dos alunos surdos, como tradução para a Língua Brasileira de Sinais (Libras) e materiais visuais interativos, contribuindo para a construção de um ambiente educacional mais inclusivo e equitativo.
Atualmente, diversos aplicativos educacionais têm sido desenvolvidos para auxiliar na aprendizagem e na comunicação de alunos surdos, com, por exemplo, o Vlibras, resultado de uma parceria entre o Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGISP), por meio da Secretaria de Governo Digital (SGD), o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), por meio da Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SNDPD), e a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), através do Laboratório de Aplicações de Vídeo Digital (LAVID).
O aplicativo encontra-se disponível em diversos formatos, como extensões para navegadores, aplicativos para dispositivos móveis, e versões para desktop e servidores. Entre os principais benefícios do VLibras, destacam-se: acessibilidade universal, pois o software facilita a tradução de conteúdo online, permitindo que pessoas surdas compreendam informações de sites, aplicativos e documentos digitais.
Lançado em 2012, pela ProDeaf Tecnologia, o ProDelf utiliza tecnologia de reconhecimento de voz e texto para traduzir conteúdo para Libras em tempo real, facilitando a comunicação entre pessoas ouvintes e surdas, traduzindo textos e áudios da Língua Portuguesa para a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Segundo Quadros; Karnopp (2004, p. 123) “a introdução de tecnologias que traduzem diretamente para Libras representa um avanço significativo na promoção da acessibilidade linguística, permitindo a inclusão em ambientes antes inacessíveis para surdos”.
O aplicativo, além de apresentar um avatar tridimensional que realiza os sinais correspondentes, facilitando a interação com pessoas surdas, apresenta uma série de benefícios para a comunicação e o aprendizado, tais como a inclusão social, pois ao permitir a tradução imediata para Libras. O aplicativo permite a personalização de sinais e oferece uma base de dados rica e constantemente atualizada.
Desenvolvido em 2012 por Ronaldo Tenório; Carlos Wanderlan e Thadeu Luz, o Hand Talk utiliza inteligência artificial para traduzir conteúdos digitais para Libras por meio de um avatar 3D chamado Hugo. Nele, o avatar realiza os sinais correspondentes ao texto ou áudio inserido, proporcionando uma experiência de interação prática e acessível. Encontra-se disponível para dispositivos móveis e plataformas de web. O aplicativo também tem sido adotado em empresas, órgãos públicos e eventos para garantir a comunicação acessível.
Aplicativos que integram jogos em Libras também têm se destacado, considerando que, com abordagens lúdicas, esses recursos facilitam o ensino de Libras, contribuindo para a comunicação, o bilinguismo e a valorização da cultura surda. De acordo com Quadros Karnopp (2004, p. 112), “a gamificação no ensino de Libras possibilita a interação de crianças, jovens e adultos com a língua, de forma interativa e motivadora, ampliando as possibilidades de aprendizado”. Portanto, os jogos educativos são reconhecidos como estratégias eficazes para promover a aprendizagem ativa.
No Brasil, conforme estudos de teóricos como Kenski (2012), uma série de aplicativos utiliza os jogos como recursos para o ensino de Libras, inclusive o Hand Talk. Outro aplicativo é o Libra Games, desenvolvido para diferentes públicos, incluindo crianças, jovens e adultos, oferecendo um conteúdo diversificado que abrange desde sinais básicos até expressões mais complexas da língua de sinais. Nele, seus usuários podem, mediante quiz, desafios, jogos de memória, explorarem vocabulários, expressões e sinais do cotidiano da linguagem em Libras.
Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), financiando a criação das versões digitais gratuitas para Android, iOS, Windows e Mac, foi a ferramenta chamada de Librário. Composto por pares de cartas que associam palavras em português aos seus respectivos sinais em Libras, acompanhados de imagens ilustrativas, é possível brincar através do jogo da Memória e o jogo do Saci, uma variação do tradicional jogo do mico.
Seu vocabulário é composto de 81 palavras que estão divididas em três categorias, sendo: geral, arte e verbos educativos. Cada carta apresenta um vídeo educativo demonstrando o sinal correspondente, auxiliando na correta execução dos gestos. O aplicativo tem sido utilizado não somente em instituições de ensino, mas em museus, proporcionando nas oficinas e eventos a inclusão social e a empatia entre surdos e ouvintes.
Mediante o exposto, a tecnologia tem se mostrado um recurso essencial para ampliar o acesso à comunicação, estimular o aprendizado e fortalecer a interação entre surdos e ouvintes no ambiente escolar. Os aplicativos mencionados exemplificam como o uso de recursos digitais pode tornar o ensino de Libras mais dinâmico e acessível, contribuindo significativamente para a construção de uma educação mais inclusiva.
Muito embora, apresente relevância, sua implementação nas escolas públicas enfrenta diversos desafios, como a falta de infraestrutura tecnológica, a necessidade de formação adequada para os docentes e a resistência à adoção de novas metodologias educacionais, dificultando assim o aproveitamento desses recursos.
Dessa forma, o próximo capítulo abordará os principais desafios enfrentados para a efetiva implementação dos aplicativos educacionais no contexto da educação pública, analisando suas limitações e apontando caminhos para superá-las.
DESAFIOS DA IMPLEMENTAÇÃO DO APLICATIVOS EDUCACIONAIS NAS ESCOLAS PÚBLICAS
Uma das principais barreiras enfrentadas é a falta de infraestrutura e recursos tecnológicos, considerando que muitas escolas públicas no Brasil, segundo Vicente; Julião, Cyrne (2021), ainda enfrentam limitações significativas. Citam os autores que a ausência de computadores, acesso à internet de qualidade e outros recursos tecnológicos essenciais dificultam a integração eficaz de aplicativos educacionais no ambiente escolar. Essa carência compromete a implementação de soluções digitais que poderiam enriquecer o processo educativo e promover a inclusão digital dos alunos.
Outro desafio significativo é a falta de formação adequada dos professores para utilizar aplicativos educacionais. Como apontado por Almeida (2000), a capacitação docente é um fator crucial para que as tecnologias sejam incorporadas com eficácia ao processo pedagógico. No entanto, muitos professores das escolas públicas ainda não receberam formação suficiente sobre como integrar as ferramentas tecnológicas de maneira eficaz em suas práticas. O desconhecimento das funcionalidades dos aplicativos e a falta de preparo para lidar com as novas demandas tecnológicas são barreiras importantes para a implementação bem-sucedida dessas ferramentas.
De acordo com Ferreira; Moreira; Volsi (2020, p. 30):
As tecnologias assistivas são instrumentos essenciais na promoção da educação inclusiva, pois possibilitam que os estudantes com deficiência tenham acesso ao currículo escolar em condições de igualdade com seus pares. A integração dessas tecnologias no ambiente escolar requer uma formação específica dos professores, que devem ser capacitados para utilizá-las de forma eficaz, garantindo que todos os alunos possam desenvolver suas capacidades.
Autores como Almeida; Valente (2012) esclarecem que as políticas educacionais também representam um papel fundamental na promoção da inclusão. Consideram os autores que políticas públicas competentes devem proporcionar o suporte necessário para a formação continuada dos professores, bem como a adaptação curricular e a disponibilização de recursos pedagógicos e tecnológicos.
É preciso também ressaltar que a resistência à mudança também é um fator que impede a plena implementação dos aplicativos educacionais. Prensky (2010) explica que essa resistência pode ser conferida, em parte, a uma geração de educadores que não cresceu na cultura digital, sentindo-se assim despreparada para lidar com novas tecnologias. Ressaltando assim a importância da capacitação desses profissionais.
Essa resistência também pode ser atribuída há uma preocupação de que a tecnologia possa enfraquecer ou substituir o papel do professor, ao invés de ser vista como um recurso complementar ao ensino ou ainda ao fato de que alguns docentes ainda valorizam métodos de ensino mais tradicionais e podem enxergar os aplicativos como uma ameaça à abordagem já consolidada. Partindo dessa problemática, argumenta-se utilizando Freire (2014) que a pedagogia da autonomia requer que os educadores estejam abertos a refletir criticamente sobre sua prática e adaptar suas estratégias de ensino às necessidades individuais dos alunos, assim reconhecer que a integração de tecnologia na sala de aula oferta uma gama de oportunidades e benefícios.
Complementa-se ainda destacando o pensamento de Selwyn (2017), ao afirmar que as tecnologias educacionais têm a competência de oportunizar uma aprendizagem mais ativa e colaborativa, viabilizando então que os alunos acessem uma variedade de recursos e materiais educacionais e participem de experiências de aprendizagem mais envolventes.
Destaca-se também que, quando inseridos no ambiente escolar, esses aplicativos necessitam de suporte técnico e pedagógico contínuo aos professores. Autores como Moran; Masetto; Behrens (2013) destacam a importância de disponibilizar apoio técnico para resolver dúvidas ou quaisquer outros problemas que estejam relacionados ao uso dessa tecnologia. Eles ainda argumentam que oferecer orientação pedagógica para ajudar os docentes a integrarem as suas práticas de ensino tais aplicativos, é sem dúvida fundamental, pois muitos docentes ainda questionam se os aplicativos realmente contribuem para a aprendizagem ou se apenas funcionam como elementos de distração.
Os aplicativos citamos no estudo como o VLibras e o ProDelf, ainda apresentam problemas no ambiente escolar, relacionados a conexão em áreas com infraestrutura deficiente, assim como a capacitação de profissionais para integrar de forma eficiente nas práticas pedagógicas limita o alcance da ferramenta em alguns contextos, sem falar na falta de equipamentos adequados.
Portanto, para garantir que as tecnologias educacionais sejam efetivamente incorporadas ao ensino nas escolas públicas, é necessário um conjunto de ações coordenadas entre governo, escolas e sociedade que incluem políticas públicas que devem garantir financiamento para aquisição de equipamentos, melhoria da infraestrutura física e expansão da conectividade nas escolas, capacitação dos seus docentes.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A educação inclusiva busca assegurar que todos os estudantes, independentemente de suas características individuais, tenham acesso igualitário ao ensino de qualidade. Para os alunos surdos, isso significa ter acesso a uma educação que respeite e utilize a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como principal meio de instrução. A inclusão dos alunos surdos na sala de aula regular, com os devidos apoios, promove a integração social e a troca de experiências, beneficiando todos os alunos.
Nesse contexto, os aplicativos educacionais em Libras são ferramentas inovadoras que têm o poder de transformar o ensino e a aprendizagem da Língua Brasileira de Sinais, promovendo a inclusão e a acessibilidade. Ao integrar tecnologia, interatividade e uma abordagem personalizada, essas ferramentas oferecem aos alunos a oportunidade de aprender Libras de maneira prática, divertida e engajante.
No entanto, o estudo apresentou, através dos teóricos citados, que a falta de infraestrutura e recursos tecnológicos nas escolas públicas brasileiras ainda é um grande desafio para a educação. Sem investimentos adequados, a desigualdade no acesso à tecnologia se perpetua, prejudicando a formação dos estudantes e limitando as possibilidades de inovação pedagógica. O sucesso da integração da tecnologia no ensino depende de um processo colaborativo, no qual todos os agentes educacionais sejam valorizados e preparados para essa transformação digital.
Assim, superar essa barreira exige um esforço coletivo para garantir que todas as escolas tenham condições de oferecer um ensino de qualidade, preparando os alunos de maneira igualitária.
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