Autor
URL do Artigo
DOI
Resumo
INTRODUÇÃO
A neurociência, campo interdisciplinar que estuda o sistema nervoso e suas funções, tem se destacado no cenário educacional, oferecendo novas perspectivas para aprimorar o processo de ensino-aprendizagem (Gutierres, 2024).
A compreensão de como o cérebro aprende, processa informações e se desenvolve é fundamental para que educadores possam adaptar metodologias e estratégias pedagógicas às necessidades cognitivas dos estudantes (de Oliveira, 2022).
Dessa forma, a integração dos conhecimentos neurocientíficos na formação docente pode contribuir para capacitar professores para aplicar novos saberes em suas práticas diárias (Amaral e Guerra, 2022).
No contexto da formação docente de nível superior, a inclusão da neurociência tem sido essencial para a modernização dos currículos e para a preparação de profissionais aptos a lidar com a diversidade de estilos de aprendizagem e desafios cognitivos em sala de aula, especialmente, considerando que os princípios neurocientíficos pode otimizar o engajamento dos alunos, promover a retenção de informações e desenvolver habilidades socioemocionais, contribuindo para uma educação mais eficaz e inclusiva (Ferreira, 2023).
Nesse panorama, surgem os questionamentos: como a neurociência pode ser aplicada na formação docente? Como o professor, peça fundamental na concretização do ambiente educacional, está lidando com a complexidade dos novos saberes necessários para aprimorar o processo de ensino? (Beltrão, 2024).
A resposta a essa indagação reside, em parte, na necessidade de integrar novos conhecimentos e abordagens que otimizem a prática pedagógica, tornando-a mais eficaz e alinhada às necessidades do século XXI (de Souza et al., 2024).
REVISÃO DE LITERATURA
O CÉREBRO E A APRENDIZAGEM
A compreensão do funcionamento cerebral é cada vez mais valorizada na formação docente, pois fornece bases científicas para aprimorar as práticas pedagógicas (Silva, Sávio e Araújo, 2023).
Considerando que a percepção humana do mundo se dá por meio de sistemas sensoriais e da memória, que atuam em conjunto para interpretar estímulos, e que a capacidade de aprender se liga à forma de como o cérebro codifica e recupera informações, a neurociência vem apresentando estratégias, que fortalecem a retenção de informações por meio da ativação de circuitos neurais responsáveis pela memória de longo prazo (Costa, 2023).
Chaves (2023) esclarecem que a plasticidade cerebral é um elemento essencial nesse processo, pois o cérebro adulto permanece moldável e experiências de aprendizagem podem reorganizar sinapses e fortalecer conexões através do reforço repetido. Além disso, emoções exercem papel significativo demonstrando que ambientes afetivamente positivos melhoram a motivação e consolidam a memória emocional, favorecendo o conteúdo aprendido.
Portanto, a memória, entendida como o conjunto de processos, que incluem a codificação, o armazenamento, a recuperação de informações e a percepção, entendida como o filtro inicial das experiências, são pilares para práticas pedagógicas eficazes. Integrados aos princípios neurocientíficos, tais como promoção da plasticidade, gestão emocional e ativação sensorial estratégica, podem proporcionar ambientes adaptados às necessidades cognitivas dos estudantes, potencializando a aprendizagem de forma adequada ao funcionamento cerebral (Mourão Júnior e Faria, 2015).
A NEUROPLASTICIDADE E A APRENDIZAGEM
A neuroplasticidade, capacidade do cérebro de se adaptar e mudar ao longo da vida, sugere que a aprendizagem não é um processo estático, mas sim um fenômeno dinâmico que envolve a formação de novas conexões neurais, em resposta às experiências de aprendizado, funcionando como base de como aprendemos e nos recuperamos de danos cerebrais. Isso implica que os educadores precisam ter ciência de que suas práticas pedagógicas podem moldar a estrutura cerebral dos alunos, influenciando não apenas o conteúdo que aprendem, mas também como aprendem (Diáz, 2011).
Diante desse cenário, é essencial que a formação docente proporcione aos educadores conhecimentos sólidos sobre os mecanismos de reorganização cerebral diante de novas experiências (de Carvalho, 2010). Segundo esta autora, para que possam aplicar tais saberes de forma efetiva, os docentes precisam compreender como fatores como atenção, emoção e repetição modulam a criação e o fortalecimento das conexões neurais, além de identificar as distintas áreas cerebrais envolvidas nos variados processos de aprendizagem. Ainda segundo ela, essa compreensão é decisiva para o planejamento de estratégias pedagógicas que respeitem a diversidade neurocognitiva dos estudantes e potencializem o processo de ensino-aprendizagem.
Além disso, importante será desenvolver estratégias pedagógicas baseadas na neuroplasticidade, levando em conta as diferenças individuais no ritmo e estilo de aprendizagem dos estudantes, sendo imprescindível promover a metacognição e a autorregulação, ensinando os estudantes a refletir sobre o próprio processo de aprendizagem, a identificar suas dificuldades e a desenvolver estratégias para superá-las, sendo essencial para que se tornem aprendizes autônomos, protagonistas no processo de ensino-aprendizagem (Gutierrez, 2024).
A neurociência sugere que cada pessoa possui um perfil único de aprendizagem, influenciado por fatores como genética, ambiente, experiências anteriores e a formação docente deve preparar os educadores para reconhecer e atender a essa diversidade, utilizando abordagens diferenciadas que atendam às necessidades de todos os alunos (de Souza e Alves, 2017).
Nesse particular, a teoria das inteligências múltiplas de Gardner propõe que os educadores devem identificar as diferentes formas de inteligência em seus estudantes e adaptar suas estratégias de ensino para maximizar o potencial de cada um. Isso pode incluir a utilização de recursos visuais, auditivos e cinestésicos, bem como a incorporação de atividades que estimulem diferentes áreas do cérebro (Guimarães Júnior et al., 2024).
Com efeito, Howard Gardner destacou as inteligências múltiplas em inteligência lógico-matemática, linguística, interpessoal, intrapessoal, corporal, espacial, musical, naturalista e a existencial, destacando que cada estudante aprende de uma forma, isto é, uns aprendem facilmente ouvindo, outros experimentando, outros lendo, outros assistindo, ouvindo música, enfim, aprendem fazendo (da Silva, 2018).
Assim, partindo da consideração de que cada estudante é único, detentor de cultura própria que será trabalhada de forma personalizada e autônoma nas instituições de ensino superior, defende-se a aplicação da neurociência para fortalecer a autonomia, a formação técnica, científica e geral do indivíduo, de modo a capacitá-lo a manusear novas tecnologias, a estimular atuações críticas, colaborativas, reflexivas, criativas, e sustentáveis, voltadas, sobretudo, na identificação e resolução de problemas complexos (Terçariol, Vercelli e Lasakoswitsch, 2024).
Nesse contexto, podem ser citadas cinco ações docentes efetivas baseadas na neuroplasticidade, descritas a seguir.
A utilização de Estratégias de Ensino Multissensoriais tais como visual, auditivo, tátil, cinestésico, por meio de utilização de recursos que envolvam múltiplos sentidos, combinando explicações verbais com recursos visuais como gráficos, mapas mentais e vídeos, atividades práticas e manipulativas, música, sons e ritmos para facilitar a memorização, promovendo, ainda, experiências táteis e cinestésicas durante as aulas, de forma a ativar diferentes redes neurais simultaneamente, fortalecendo as conexões sinápticas e facilitando a consolidação da memória (Almohalha, 2024).
A Aprendizagem Ativa e Participativa, através de metodologias que insiram o aluno como protagonista do seu aprendizado. A participação ativa estimula a neuroplasticidade de forma mais eficiente do que o aprendizado passivo, promovendo a formação de novas sinapses. Debates e discussões em grupo, resolução de problemas colaborativos, projetos práticos e investigativos; seminários apresentados pelos estudantes e promoção de Jogos educativos e simulações devem ser estimulados como práticas docentes (Ferreira2, 2023).
O Feedback Construtivo e Imediato, o retorno específico, oportuno e orientado para o crescimento reforça as conexões neurais corretas e ajuda a corrigir padrões inadequados de pensamento. Nesse caso, a formação docente deve incentivar a utilização de avaliações formativas frequentes, comentários específicos sobre o desempenho contendo orientações para melhoria, bem como apontando o reconhecimento dos progressos alcançados e promovendo autoavaliação orientada (Malta et al., 2025).
A criação de Ambientes Educacionais desafiadores e seguros, estabelecendo um equilíbrio entre desafio cognitivo e segurança emocional, pois o cérebro precisa de desafios para se desenvolver, mas o estresse excessivo pode inibir a neuroplasticidade (Costa et al., 2024). Segundo esses autores, na prática, fomenta-se a proposição de tarefas ligeiramente acima do nível atual dos alunos, em um ambiente acolhedor e livre de julgamentos, de forma a encorajar a experimentação e aceitar erros como parte do aprendizado. Estabelecer metas claras e alcançáveis, promovendo a autoconfiança e a autoestima
A Utilização de Repetição Espaçada e Variada, por meio de revisão de conteúdos em intervalos crescentes tal como no dia seguinte, uma vez por semana ou antes das avaliações, e com variações na apresentação (Macedo, Feltes e Farias, 2018). De acordo com estes autores, a repetição espaçada fortalece as conexões sinápticas, enquanto a variação na forma de apresentar o mesmo conteúdo evita a automatização e mantém o cérebro engajado. Conectar novos aprendizados com conhecimentos prévios, usar analogias e metáforas variadas aplicar conceitos em contextos diferentes podem ser boas estratégias docentes
A tecnologia também deve ser utilizada de forma estratégica. As ferramentas digitais podem ser poderosas aliadas para estimular a neuroplasticidade, oferecendo recursos interativos, personalizados e adaptativos que se ajustam às necessidades de cada discente, tais como aplicativos educativos adaptativos, realidade virtual e aumentada para experiências imersivas, plataformas de aprendizagem personalizada, jogos educativos digitais e ferramentas de colaboração online (Santos e Meroto, 2024).
Não menos importante é a promoção da saúde mental e do bem-estar, sendo certo que o estresse, a ansiedade e a falta de sono podem prejudicar a neuroplasticidade e o aprendizado, sendo fundamental que os professores sejam capazes de identificar e lidar com esses fatores, de modo a criar um ambiente de aprendizagem que promova o bem-estar emocional dos estudantes (Chaves, 2023).
Para tanto, necessário integrar o desenvolvimento de habilidades socioemocionais ao currículo acadêmico, reconhecendo que as emoções influenciam diretamente a neuroplasticidade e a capacidade de aprendizagem, fomentando técnicas de regulação emocional, promovendo a empatia e as habilidades sociais, desenvolvendo a resiliência, a perseverança, a autoestima e autoconfiança (Abed, 2016).
Enfim, a formação docente deve incluir conhecimentos sobre como as emoções influenciam a aprendizagem, demonstrando a importância da criação de ambientes de aprendizagem afetivos que não apenas informam, mas também inspiram e motivam os estudantes (Santana e Cardoso, 2024).
Em suma, a neuroplasticidade pode contribuir com a formação docente ao capacitar os professores a criar ambientes de aprendizagem mais eficazes, personalizados e inclusivos, que estimulem o desenvolvimento cognitivo e emocional dos alunos, por meio da aplicação de práticas pedagógicas baseadas em evidências, situação que requer uma mudança de paradigma na educação, primando pela valorização da experimentação, da colaboração e da reflexão, reconhecendo o papel ativo do , na construção do seu próprio conhecimento (Silvany, Araújo e Santos, 2024).
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A integração da neurociência na formação docente de nível superior é uma necessidade premente para a melhoria da educação, na medida em que a compreensão de como o cérebro aprende, podem colaborar para que os educadores desenvolvam práticas pedagógicas eficazes e adaptadas às necessidades dos estudantes. Ao aprofundar o conhecimento sobre neuroplasticidade, o papel das emoções na aprendizagem, a diversidade de estilos de aprendizagem e a aplicação de práticas baseadas em evidências, os educadores podem transformar o ambiente de sala de aula.
Portanto, a formação docente contínua deve ser um processo dinâmico e em constante evolução, incorporando as descobertas da neurociência para promover um ensino transformador e inovador, capaz preparar os alunos para os desafios do século XXI. A educação do futuro requer educadores que estejam preparados para entender e aplicar esses conhecimentos em suas práticas diárias e a neurociência é uma ferramenta prática que pode enriquecer a experiência de ensino e aprendizagem.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ABED, Anita Lilian Zuppo. O desenvolvimento das habilidades socioemocionais como caminho para a aprendizagem e o sucesso escolar de alunos da educação básica. Construção Psicopedagógica. v. 24, n. 25, 2016. Retirado de: O desenvolvimento das habilidades socioemocionais como caminho para a aprendizagem e o sucesso escolar de alunos da educação básica. Acesso em: 25 jun. 2025.
ALMOHALHA, Lucieny (Org.). Vigilância do desenvolvimento infantil típico e neurodiverso: conceituação e processos inclusivos. 1ª Edição. Guarujá/SP : Editora Científica Digital. 374 p., 2024. Retirado de: downloads.editoracientifica.com.br/books/978-65-5360-532-9.pdf. Acesso em: 25 jun. 2025.
AMARAL, Ana Luiza Neiva; GUERRA, Leonor Bezerra. Neuroscient and education: looking out for the future of learning. Brasília: SESI/DN, 270 p., 2022. Retirado de: Neurociência e educação: Olhando para o futuro da aprendizagem – Portal da Indústria – CNI. Acesso em: 20 jul 2025.
BELTRÃO, Monique Ferreira Monteiro. Análise sobre a neurociência aplicada na escola, espaço de conhecimento, de pesquisa e de aprendizagem: desafios e perspectivas em tempos escolares e algumas possibilidades. Construção Psicopedagógica. v. 34, n. 35, 2024. Retirado de: ANÁLISE SOBRE A NEUROCIÊNCIA APLICADA NA ESCOLA, ESPAÇO DE CONHECIMENTO, DE PESQUISA E DE APRENDIZAGEM. DESAFIOS E PERSPECTIVAS EM TEMPOS ESCOLARES. ALGUMAS POSSIBILIDADES. Acesso em: 24 jul. 2025.
CARVALHO, Fernanda Antônio Hammes de. Neurociências e educação: uma articulação necessária na formação docente. Debate. v. 8, n. 3, 2010. Retirado de: SciELO Brasil – Neurociências e educação: uma articulação necessária na formação docente Neurociências e educação: uma articulação necessária na formação docente. Acesso em: 24 jul. 2025.
CHAVES, José Mário. Neuroplasticidade, memória e aprendizagem: uma relação atemporal. Revista Psicopedagogia. v. 40, n. 21, p. 66-75, 2023. Retirado de: Neuroplasticidade, memória e aprendizagem: Uma relação atemporal. Acesso em: 24 jul. 2025.
COSTA, Raquel Lima Silva. Neurociência e aprendizagem. Revista Brasileira de Educação. v. 28, 2023. Retirado de: SciELO Brasil – Neurociência e aprendizagem Neurociência e aprendizagem. Acesso em: 24 jul. 2025.
COSTA, Poliana Silva; PEREIRA, Wagner Ferreira; NASCIMENTO, José Wilson Serrão; da SILVA, Isabella Lobato Guedelha; CUNHA, Diana Cássia do Carmo; XAVIER, Maria Cristina Rodrigues Silva; NEGRÃO, Cleonice Rodrigues; COSTA, José Francisco da Silva. A neurociência e as metodologias dinâmicas para alunos com déficit cognitivo. Journal of Media Critiques Multidisciplinar. v. 10, n. 26, p. 1-26, 2024. Retirado de: 044+JMC.pdf. Acesso em: 25 jul. 2025.
DIÁZ, Felix. O processo de aprendizagem e seus transtornos. 1ª Edição. Salbador/BA : EDUFBA, 369 p., 2011. Retirado de: repositorio.ufba.br/bitstream/ri/5190/1/O processo de aprendizagem-repositorio2.pdf. Acesso em: 24 jul 2025.
FERREIRA, Geolange Carvalho. Neurociências e educação: entre saberes e desafios. Revista de Educação Pública. v. 23, n. 40, 5 p., 2023. Retirado de: Revista Educação Pública – Neurociência e Educação: entre saberes e desafios. Acesso em 24 jul. 2025.
FERREIRA, Andréia Vigginati. Tecnologias e metodologias ativas e participativas como ferramenta de apoio na disciplina informática básica na educação profissional. Revista Eletrônica Multidisciplinar de Educação. v. 2, n. 6, p. 1-13, 2023. Retirado de: TECNOLOGIA E METODOLOGIAS ATIVAS E PARTICIPATIVAS COMO FERRAMENTAS DE APOIO NA DISCIPLI.pdf – Google Drive. Acesso em: 25 jul. 2025.
GUIMARÃES JÚNIOR, José Carlos Magalhães; BEZERRA, José Ronaldo da Silva; FONSECA, Marcos Luis Pereira; PEIXOTO, Roseane Morais; VIEIRA, Fernando Bueno; RODRIGUES, Maria Janete Pereira Costa; INNUZZI, Marusca Wisler. Integração das teorias educativas: aplicações abrangentes das inteligências múltiplas na educação contemporânea. Revista FT. v. 8, 2024. Retirado de: INTEGRAÇÃO DAS TEORIAS EDUCATIVAS: APLICAÇÕES ABRANGENTES DAS INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS NA EDUCAÇÃO CONTEMPORÂNEA – ISSN 1678-0817 Qualis B2. Acesso em: 25 jul. 2025.
GUTIERRES, Laura Beatriz Juliano. Neuroplasticidade e aprendizado ao longo da vida: desmistificando o potencial do cérebro humano. Ciências da Saúde. v. 28., 2024. Retirado de: NEUROPLASTICIDADE E APRENDIZADO AO LONGO DA VIDA: DESMISTIFICANDO O POTENCIAL DO CÉREBRO HUMANO – ISSN 1678-0817 Qualis B2. Acesso em: 21 jul. 2025.
MACEDO, Ana Cristina Pelosi de; FELTES, Heloísa Pedroso de Morais; FARIAS, Emilia Maria Peixoto (Orgs.). Cognição e linguística: explorando território, mapeamentos e percursos. Porto Alegre/RS : EDIPUCRS. 326 p., 2008. Retirado de: Cognição e lingüística: explorando territórios, mapeamentos e percursos – Google Books. Acesso em: 25 jul. 2025.
MALTA, Daniela Paula de Lima Nunes; GONÇALO, Ajassala Aleixo; de AMARO, Giovani Felix; ARAÚJO, Leila Mendes; SILVA, Maria Regina Caixeta; FARIA, Monya Cristina Vieira; BARBOSA, Regiane Cândido da Silva; BENTO, Vitor Rodrigo. Avaliação formativa e feedback construtivo: transformando o olhar sobre o erro. Revista ARACÊ. v. 7, n. 5, p. 25689-25705, 2025. Retirado de: AVALIAÇÃO FORMATIVA E FEEDBACK CONSTRUTIVO: TRANSFORMANDO O OLHAR SOBRE O ERRO | ARACÊ. Acesso em: 25 jul. 2025.
MOURÃO JÚNIOR, Carlos Alberto; FARIA, Nicole Costa. Memória. Psychology/Psicologia, Reflexão e Crítica. v. 28, n. 4, p. 780-788, 2015. Retirado de: SciELO Brasil – Memória Memória. Acesso em: 24 set. 2025.
OLIVEIRA, Maikson Gutavo Soares; NOGUEIRA, Eliana Maria de Souza; VASCO DOS SANTOS, Deyvison Rhuan; LOPES, Yara Vaz; de SOUZA, João Gustavo da Silva Garcia; GUTZEIT, Ennely Mendonça; LOPEZ, Thiago Vaz. Neurociência e educação: um mapeamento sobre influências, conexões e desafios para o ensino-aprendizagem. Research, Society and Development. v. 11, n. 1, 2022. Retirado de: 22458-Article-353551-1-10-20220619.pdf. Acesso em: 24 jul. 2025.
SANTANA, Maria da Conceição Beltrão de; CARDOSO, Luís Miguel Oliveira de Barros. EAD e a importância da afetividade no processo de aprendizagem. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciência e Educação. v. 10, n. 6.p. 3650-3659, 2024. Retirado de: [263]-EAD+E+A+IMPORTÂNCIA+DA+AFETIVIDADE+NO+PROCESSO+DE+APRENDIZAGEM.pdf. Acesso em: 25 jul. 2025.
SANTOS, Silvana Maria Aparecida Viana; MEROTO, Monique Bolonha das Neves (Orgs.). Inovações educacionais: tendências e desafios. 1ª Edição. Cruz Alta : Editora Ilustração. 301 p., 2024. Retirado de: oQwOGWXrlZem.pdf. Acesso em: 25 jul. 2025.
SILVA, Edilene da. Compreendendo o educando como indivíduo em construção. RACE. v. 1, p. 1-25, 2018. Retirado de: 803-Texto do artigo-2650-2694-10-20200531.pdf. Acesso em: 25 jul. 2025.
SILVA, Eronice Rocha; SÁVIO, Jackeline Gomes de Lima; de ARAÚJO, Vitor Sávio. O letramento digital sob a perspectiva da neurociência: contribuições para as práticas de leitura e interpretação textual. 1ª Edição. Goiânia/GO : SCOTT. 368 p., 2023. Retirado de: researchgate.net/profile/Vitor-Savio-De-Araujo-2/publication/380528864_O_LETRAMENTO_DIGITAL_SOB_A_PERSPECTIVA_DA_NEUROCIENCIA_Contribuicoes_para_as_praticas_de_leitura_e_interpretacao_textual/links/6640dfd908aa54017a038093/O-LETRAMENTO-DIGITAL-SOB-A-PERSPECTIVA-DA-NEUROCIENCIA-Contribuicoes-para-as-praticas-de-leitura-e-interpretacao-textual.pdf. Acesso em: 24 jul. 2025.
SILVANY, Marco Antônio Araújo; de ARAÚJO, Milena Maria Sampaio; dos SANTOS, Carina Oliveira. Aplicação da neurociência na prática docente. Revista Caderno Pedagógico. v. 21, n. 3, p. 1-26, 2024. Retirado de: Vista do A aplicação da neurociência na prática docente. Acesso em: 25 jul. 2025.
SOUZA, Anne Madeliny Oliveira Pereira de; ALVES, Ricardo Rilton Nogueira. Revista Psicopedagogia. v. 14, n. 105, 2017. Retirado de: A neurociência na formação dos educadores e sua contribuição no processo de aprendizagem. Acesso em: 24 jul. 2025.
SOUZA, Átila de; APOLINÁRIO E SILVA; Christiany de Moura; GOMES, Edinelma Bispo; CHAGAS, Jéssica da Cruz; da SILVA, José Alexandre; da SILVA, Priscila Mariano; dos SANTOS, Renato Fernandes; de SOUZA, Rozana Santos. Aprendizagem baseada na era de projetos digitais. Revista Caderno Pedagógico. v. 21, n. 4, p. 1-24, 2024. Retirado de: 019+Caderno+P..pdf. Acesso em: 24 jul. 2025.
TERÇARIOL, Adrian Aparecida de Lima; VERCELLI, Lígia de Carvalho Abões; LASAKOSWITSH, Ronaldo. Infâncias, tecnologias e aprendizagem criativa: reflexões, experiências e propostas didáticas. 1ª Edição. São Paulo : Pimenta Cultural, 409 p. Retirado de: pimentacultural.com/wp-content/uploads/2025/02/eBook_infancias-tecnologias.pdf. Acesso em: 25 jul. 2025.
SOUZA, Joelson Carvalho; HICKMANN, Adolfo Antônio; ANSINELLI-LUZ, Araci; HICKMANN, Girlane Moura. A influência das emoções no aprendizado de escolares. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. v. 101, n. 258, p. 382-403, 2020. Retirado de: SciELO Brasil – A influência das emoções no aprendizado de escolares A influência das emoções no aprendizado de escolares. Acesso em: 25 jul. 2025.
Área do Conhecimento