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Resumo
INTRODUÇÃO
A dislexia é uma condição particular de aprendizagem de causa neurobiológica, isto é, uma condição genética e hereditária que pode levar a uma deficiência no componente fonológico da linguagem. Um dos impactos mais significativos para indivíduos com esse transtorno é a dificuldade enfrentada para decifrar códigos escritos e sinais gráficos. Esses costumam apresentar baixa fluência para identificar palavras e até mesmo para soletrá-las, leitura lenta e troca ou omissão de letras. O que prejudica a habilidade de ler e escrever de maneira fluida, criando obstáculos no processo de aprendizado.
Este artigo, é fundamentado em políticas públicas educacionais e no uso de tecnologias para superar as restrições de alunos com necessidades especiais e busca debater com base na literatura científica disponível, a forma como tais disciplinas fomentam a inclusão desses alunos e a qualidade do aprendizado na graduação.
O Brasil possui cerca de 4% de indivíduos disléxicos e que a maioria dessas pessoas ainda não recebe o suporte educacional adequado para atender às suas necessidades. Segundo os pesquisadores, “a grande parte deste grupo está sem diagnóstico e é negligenciada no atendimento de suas necessidades educacionais especiais”.
Quando criança, eu era chamado de burro. Era chamado de preguiçoso. E isso apenas por alguns dos meus professores. Imaginem os nomes que as crianças no pátio da escola acrescentavam à lista. Mesmo agora, que sou adulto, ainda não leio muito bem. Minha letra é abominável e tenho dificuldade em lembrar desde nomes e datas a percursos e a grafia de algumas palavras. Ainda assim, hoje sou psicólogo, autor, professor de faculdade, marido, pai. Não, não sou burro ou preguiçoso. Tenho dislexia (Frank, 2003, p. 11).
Portanto, a maior barreira enfrentada pelo indivíduo com dislexia é a emocional e para que a superação ocorra, é imprescindível que ela seja melhor entendida, até mesmo pelos próprios estudantes, que não se encontram, não sabem gerir sua frustração e desafios, e enfrentam isso por anos.
Neste estudo, enfatizamos a necessidade de estabelecer uma política educacional que atenda às necessidades particulares dos estudantes com dislexia e que suporte a reformulação das práticas pedagógicas nas instituições de ensino.
Em sua obra “A vida secreta da criança com dislexia”, o psicólogo Frank (2003), também disléxico, discute os altos e baixos da compreensão de uma pessoa com dislexia, bem como seus sintomas, cicatrizes e sentimentos que não podem ser “invisíveis”. Ele também argumenta que a definição do transtorno “dislexia” é arbitrária à luz da análise do processo de escrita.
DE QUE MANEIRA A TECNOLOGIA PODE AUXILIAR ESTUDANTES COM DISLEXIA?
A dislexia é um transtorno específico de aprendizagem que afeta principalmente as habilidades de leitura, escrita e ortografia, sem comprometer a inteligência global do indivíduo, devido a esse fato, estudantes com dislexia frequentemente enfrentam desafios para acompanhar o ritmo das atividades escolares, o que pode resultar em frustrações e defasagens no processo de aprendizagem. Nesse contexto, a tecnologia surge como uma ferramenta estratégica e inclusiva, capaz de proporcionar suporte individualizado e promover o desenvolvimento das competências desses estudantes, a partir de uma ampla gama de recursos de hardware e software para computadores, além de diversos dispositivos portáteis com realidade virtual, desenvolvidos especificamente para facilitar a vida dos grupos com dislexia.
Neste estudo, propomos a reflexão sobre a necessidade de estabelecer uma política educacional que atenda às necessidades particulares dos estudantes com dislexia e que suporte a reformulação das práticas pedagógicas nas instituições de ensino. Tal política deve contemplar não apenas a oferta de materiais didáticos adaptados, mas também a capacitação continuada de professores, de modo a incluir o uso crítico e criativo das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC) em sala de aula.
Essas tecnologias emergentes, estão revolucionando a forma como interagimos com o conhecimento, com ênfase na mobilidade, interatividade e conectividade em rede, ao passo que tanto a digitalização quanto a comunicação em rede, com ênfase na tecnologia móvel, consolidam uma nova modalidade de aprendizagem conhecida como mobile learning (aprendizagem móvel). A aprendizagem móvel explora o potencial educativo de dispositivos como smartphones, tablets, notebooks e reprodutores de mídia digital, ao possibilitar o acesso à conteúdos personalizados e em tempo real, oferecendo caminhos alternativos para o desenvolvimento da leitura e escrita.
Nesse viés, é possível destacar alguns exemplos de aplicativos que colaboram no progresso dessas habilidades. A priori, o programa de reconhecimento de voz possibilita a conversão da fala em texto, permitindo que o estudante dite e interaja com o computador de forma mais fluida, sendo particularmente útil para tarefas como a redação de e-mails, elaboração de resumos e outras formas de produção escrita.
Os softwares de conversão de texto para voz, permitem que as crianças compreendam o conteúdo escrito fornecido, revisem ou confirmem suas próprias atividades. Complementarmente, o utilitário de mapeamento mental possui o objetivo de permitir que os disléxicos organizem seus trabalhos de forma mais ágil e eficiente.
Há, ainda, programas de digitalização e canetas de leitura manual, que permitem e scanear e ouvir textos impressos de livros e outros documentos. Corretores ortográficos desenvolvidos especialmente para a dislexia oferecem sugestões e correções automáticas que consideram os padrões de erro comuns entre esses estudantes. Em paralelo, as canetas inteligentes, além de escreverem manualmente, digitalizam o conteúdo e o transferem para dispositivos como computadores, tablets ou smartphones, otimizando a edição e o compartilhamento posterior. Essas canetas existem em diferentes modelos, cada um com características específicas que atendem a distintas preferências e necessidades.
Ademais, dispositivos móveis, como tablets e smartphones, juntamente com uma gama de aplicativos educativos, também oferecem recursos valiosos. Esses dispositivos podem auxiliar na gestão do tempo, na organização de tarefas e na comunicação, além de se integrarem com outras tecnologias assistivas, como as canetas inteligentes mencionadas.
Já no campo do ensino digital, programas de aprendizagem com suporte computacional foram desenvolvidos especificamente para estudantes com dislexia, com o objetivo de promover o desenvolvimento de habilidades de leitura, escrita, digitação e noções numéricas. Muitos desses programas incorporam elementos interativos, jogos e atividades lúdicas, tornando o processo mais atrativo e eficaz.
A Microsoft, por exemplo, disponibilizou em 2019 um conjunto de funcionalidades no navegador Microsoft Edge voltadas a pessoas com dificuldades de aprendizagem. Dentre os recursos, destacam-se: alteração de fonte e espaçamento entre letras para facilitar a leitura; separação silábica automatizada para promover a percepção fonológica; linha de foco, que destaca uma linha do texto por vez, favorecendo a concentração; categorização gramatical por cores, que auxilia na identificação de classes de palavras; e o dicionário de imagens, que associa palavras a figuras, ampliando a compreensão semântica.
Outras ferramentas também têm se destacado, como o jogo educativo Domlexia, gratuito e interativo, que promove o desenvolvimento da consciência fonológica por meio de desafios lúdicos. A tipografia OpenDyslexic, também gratuita, foi desenvolvida com traços diferenciados para reduzir a confusão entre letras e facilitar a leitura. A extensão WebHelp Dyslexia, disponível para o navegador Google Chrome, permite a personalização de páginas web, possibilitando ajustes em fonte, cores e espaçamento, o que torna a leitura digital mais acessível.
Foram criadas várias tecnologias de voz para ajudar estudantes disléxicos, tornando a leitura e compreensão de textos mais fáceis como o Speechify, que transforma textos em áudio com vozes realistas e personalizáveis; o Kurzweil 3000, um software educacional que oferece leitura em voz alta, apoio à escrita e recursos de estudo; e o Microsoft Learning Tools, integrado ao Edge e ao OneNote, com funcionalidades que promovem a leitura acessível por meio de realce de palavras, leitura em voz alta e ajustes visuais. O dispositivo Lup é outro exemplo inovador: trata-se de um leitor portátil que, por meio de inteligência artificial, converte qualquer texto impresso em áudio em poucos segundos. Por fim, destaca-se o Dragon NaturallySpeaking, um programa de reconhecimento de voz que permite ao usuário operar o computador por comandos orais e produzir textos com fluidez, sendo extremamente útil para estudantes com dificuldades na escrita convencional.
A escola selecionada para a pesquisa possui um total de 720 alunos, dos quais 4 têm laudo de dislexia. Ajustar o currículo, as metodologias e as avaliações é um processo essencial para assegurar que estudantes com necessidades educacionais especiais possam acessar integralmente o currículo escolar e desenvolver suas habilidades, essa unidade conta com o apoio de profissionais Especializados em Orientação Educacional, direcionado aos alunos público alvo da Educação Especial e formação oferecida pelo Coordenador Pedagógico, por entender que o direito desses estudantes precisa ser atendido .
O presente artigo foi desenvolvido a partir da abordagem pesquisa com participação dos professores do ensino médio e técnico em uma das unidades das Escolas Técnicas Estaduais (ETEC) que pertencentes ao Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza. Assim, foi disponibilizado um questionário para obtenção dos resultados, os professores responderam em seu horário livre e trouxeram alguns questionamentos. A partir das informações obtidas por meio do questionário de pesquisa, podemos examinar as respostas dos docentes acerca do uso de tecnologias em sala de aula para alunos disléxicos. E compreender se a incorporação dessas tecnologias no contexto educacional tem o potencial de revolucionar a experiência de aprendizado dos estudantes com dislexia, tornando-a mais acessível e eficiente.
A primeira pergunta realizada foi: “Você recebeu treinamento para usar a tecnologia como ferramenta de autoaprendizagem?”
De acordo com o estudo, 37% dos professores que receberam o treinamento se sentiam preparados para usar a tecnologia como ferramenta de autoaprendizagem, 40% ainda não receberam treinamento ou capacitação e 23% não tiveram tempo suficiente para preparar as atividades.
Você se sente capacitado para utilizar a tecnologia como ferramenta de autoaprendizagem?
A pesquisa apontou que 37% dos professores que participaram da pesquisa sente capacitado para utilizar a tecnologia como apoio ferramenta de autoaprendizagem,42% responderam que sim se sentem capacitados, enquanto 58% responderam que não.
Um ponto pertinente é que os professores relataram falta de tempo de planejamento para preparar as aulas. O que representa uma grande falha, pois nesse cenário, o planejamento é crucial e extremamente importante para proporcionar um trabalho de maior qualidade, já que o aluno com dislexia não apresenta comprometimento intelectual, mas sim dificuldades no processo de aprendizagem, e, portanto, o uso de recursos e alternativas específicas para essa demanda, que levem em consideração as necessidades únicas de cada aluno com déficit de aprendizagem, é fundamental.
Como resultado, a pesquisa apontou que ainda há um longo caminho pela frente no que se diz respeito a capacitação dos educadores, pois eles ainda não se mostram confiantes para apresentar essas tecnologias e ensinar alunos com dificuldades de leitura e escrita a utiliza-las, apesar de reconhecerem que as tecnologias assistivas quando utilizadas como recursos metodológicos podem potencializar e oportunizar um melhor aprendizado, além de favorecer a permanência de educandos com dislexia não só no ambiente escolar como em todos os níveis de ensino.
É responsabilidade do professor fornecer ao aluno as ferramentas necessárias para a construção do conhecimento e para garantir o acesso a ele. Para que haja uma inclusão efetiva, os professores precisam de formação, ou seja, devem conhecer os recursos disponíveis para criar uma sala de aula que atenda às necessidades individuais de cada aluno. Incluir significa proporcionar ao aluno a oportunidade de construir conhecimento com seus colegas de classe, do seu jeito, em um ambiente educacional com professores capacitados que asseguram sua atuação pedagógica.
Assim, este artigo abordará a capacitação dos docentes para as adaptações e uso de tecnologia específica para alunos disléxicos, a reflexão sobre a prática pedagógica e a relevância da formação continuada dos profissionais da educação, a fim de que os alunos atinjam as metas estabelecidas e melhorem seu desempenho acadêmico.
O ensino tem como objetivo atender às demandas dos estudantes do século XXI, reconhecendo a importância das tecnologias. Da mesma forma, acredita-se que, para que o valor pedagógico seja reconhecido, o foco inicial deve ser a capacitação dos docentes. Segundo Costa (2001), esses profissionais “passam a ser confrontados com exigências do ponto de vista metodológico que se afastam cada vez mais daquilo que tradicionalmente lhes era exigido”. Assim, o caminho a ser seguido é o da formação continuada, ou seja, uma reavaliação da forma de pensar e agir na educação.
Costa (2001) continua: Numa época em que é tão saliente a força das imagens e tão poderosos os meios de acesso à informação, de comunicação e de interação entre os indivíduos, deixa de fazer sentido que o processo educativo continue a assentar fundamentalmente na organização, simplificação e transmissão dos conteúdos pelo professor e pelos manuais em que seu trabalho habitualmente se apoia. (Costa, 2001, p. 121)
Reconhecendo a necessidade de integrar a tecnologia em sala de aula, entende-se que o docente, como gestor do ambiente, deve apropriar-se dessa tecnologia e adaptá-la às suas 23 práticas pedagógicas, tanto para otimizar o processo de ensino-aprendizagem quanto para avaliar a construção do conhecimento. Conforme mencionado por Kenski (2007):
Na ação do professor na sala de aula e no uso que ele faz dos suportes tecnológicos que se encontram à sua disposição, são novamente definidas as relações entre o conhecimento a ser ensinado, o poder do professor e a forma de exploração das tecnologias disponíveis para garantir melhor a aprendizagem dos alunos. (Kenski, 2007, p.19)
Ramos (2009), em seu estudo intitulado “A Formação de Professores para o uso das Tecnologias”, enfatiza a importância de os professores em formação receberem, durante a graduação, orientações sobre o uso das tecnologias. Além disso, é fundamental que esses profissionais utilizem esses recursos como parte de sua experiência, recebendo informações sobre metodologias que os ajudem a entender e fundamentar essa prática pedagógica.
É importante ressaltar que o Brasil tem passado por mudanças significativas na área da educação no que diz respeito à inclusão de alunos com necessidades especiais, como a dislexia, a fim de igualar as oportunidades e atender à diversidade. Mas, para que as políticas públicas sejam realmente implementadas, é preciso incluir ações propositivas na capacitação de profissionais e educadores com foco na inclusão.
Nesse contexto, o processo de superação dos obstáculos à inserção e permanência de estudantes é fundamentado na integração, de modo que o aluno se sinta parte do ambiente acadêmico. Isso abrange, por um lado, as dimensões acadêmicas, em função das novas demandas de estudo, e, por outro, a dimensão social, relacionada às interações com professores, colegas e familiares; a dimensão pessoal, que diz respeito ao autoconhecimento e à carreira desejada pelo estudante; além da dimensão institucional, na qual a instituição de ensino superior deve promover a integração do aluno com deficiência. Compreender o perfil do aluno universitário com deficiência contribui positivamente para o processo de integração e para intervenções bem-sucedidas (Zampar, 2013).
A inclusão do estudante com deficiência no ensino superior vai muito além de facilitar o seu ingresso por meio de políticas de reservas de vagas. A universidade deve criar condições para que o estudante seja integrado ao ambiente universitário de modo a promover não apenas sucesso acadêmico, mas também o desenvolvimento psicossocial do estudante. Isto envolve mudanças e/ou adaptações em variados aspectos por parte da comunidade universitária, como adaptação de materiais, acessibilidade física, capacitação de docentes, servidores e demais estudantes quanto ao conhecimento sobre as deficiências, entre outros (Zampar, 2013 apud Fernandes; Almeida, 2007: 154).
Uma série de desafios e oportunidades significativos surgem quando estudantes com deficiência são incluídos no ensino. Um dos principais desafios é a falta de infraestrutura adequada, como acessibilidade física nas escolas e disponibilidade de recursos tecnológicos adaptados. A resistência cultural e institucional também surge como uma barreira, pois muitas universidades ainda não estão totalmente equipadas para promover um ambiente inclusivo. A inclusão desses estudantes pode enriquecer o ambiente acadêmico, fomentando a diversidade e novas perspectivas. As universidades que investem em acessibilidade e apoio adequado para estudantes PCDs podem se tornar líderes em educação inclusiva, com vantagens competitivas em relação as demais universidades que ainda não possuem este mesmo propósito de inclusão. Assim elas poderão atrair uma gama mais ampla de estudantes e colaboradores. Além disso, a presença de estudantes com deficiência pode estimular inovações educacionais e tecnológicas que beneficiem todo o corpo docente.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Ainda há um longo caminho a ser percorrido para garantir a inclusão efetiva de estudantes com dislexia no sistema educacional brasileiro. Apesar dos avanços tecnológicos e do surgimento de ferramentas capazes de facilitar o processo de ensino-aprendizagem, observa-se que essas inovações ainda são escassas e não estão amplamente disponíveis em todas as instituições de ensino superior.
A pesquisa aqui apresentada revelou tanto a falta de capacitação docente quanto a carência de materiais e estudos sobre o tema, o que reforça a necessidade de maior investimento em formação continuada e produção acadêmica na área. A tecnologia assistiva se mostra uma estratégia eficaz para minimizar os impactos das dificuldades de leitura e escrita, proporcionando aos estudantes com dislexia maior autonomia, agilidade na execução de tarefas e, sobretudo, confiança em seu processo de aprendizagem. Crianças e jovens que utilizam esses recursos apresentam progressos significativos, o que demonstra o potencial transformador dessas ferramentas quando bem aplicadas.
Assim, é imprescindível que políticas públicas educacionais sejam desenvolvidas e reformuladas, tanto em instituições públicas quanto privadas, assegurando o direito à acessibilidade, à igualdade de oportunidades e à oferta de um ensino de qualidade, conforme garantido pela Constituição Federal. Promover uma educação verdadeiramente inclusiva é não apenas um dever legal, mas um compromisso ético com a diversidade e a equidade no ambiente acadêmico.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
COSTA, Fernando (2011). Digital e Currículo no início do Século XXI. In P. Dias & A. Osório (Eds.). Aprendizagem (In)Formal na Web Social. Centro de Competência, Universidade do Minho. pp. 119-142
ESTANISLAU, G. M.; BRESSAN, R. A. (Org). Saúde Mental na escola: o que os educadores devem saber. In: SEABRA, A. G.; DIAS, N. M.; ESTANISLAU, G. M.; TREVISAN, B. T. Transtorno de aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2014.
FRANK, Robert. A vida secreta da criança com dislexia. 1. ed. São Paulo: M. Books do Brasil, 2003.
KENSKI. Vani Moreira. Educação e tecnologias o novo ritmo da informação. Papirus, 2012.
RAMOS, D. K. A formação de professores para o uso das tecnologias: um mosaico de concepções e emoções. Novas Tecnologias na Educação, v. 7, n. 1, 2009.
ZAMPAR, Josilene Aparecida Sartori . O estudante com deficiência no ensino superior. VIII Encontro da Associação Brasileira de Pesquisadores em Educação Especial , págs. 151-9, 2013.
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