A mediação da leitura no processo de inclusão de alunos TEA: Parceria entre família e professor.

READING MEDIATION IN THE PROCESS OF INCLUSION OF STUDENTS WITH ASD: PARTNERSHIP BETWEEN FAMILY AND TEACHER

MEDIACIÓN LECTORA EN EL PROCESO DE INCLUSIÓN DEL ALUMNADO CON TEA: ASOCIACIÓN ENTRE FAMILIA Y DOCENTE

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/E39FE4

DOI

doi.org/10.63391/E39FE4

Junior, Ivan de Souza. A mediação da leitura no processo de inclusão de alunos TEA: Parceria entre família e professor.. International Integralize Scientific. v 5, n 51, Setembro/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

Este artigo científico de revisão na literatura tem como objetivo problematizar a relevância da mediação da leitura no processo de inclusão escolar de alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), com ênfase na parceria entre família e professores, a um entendimento que a mediação em parceria possa ter um papel singular na construção do conhecimento e da identidade desse alunado. A leitura é aqui é entendida como prática cultural e pedagógica capaz de promover não apenas o desenvolvimento cognitivo, mas também a socialização e a ampliação da comunicação mediante isso a um entendimento destacado nesse estudo sobre a importância da leitura para o aluno TEA, assim como seus benefícios. Com base em no acervo literário o trabalho analisa práticas, metodologias e estratégias que podem ser utilizadas de forma conjunta entre escola e família, garantindo o protagonismo do estudante e fortalecendo o processo inclusivo, ao final dessa pesquisa entende-se que a parceria entre família e escola é cabal para o sucesso da inclusão do aluno TEA no universo da leitura.
Palavras-chave
inclusão; leitura; transtorno do espectro autista; família; professor.

Summary

This scientific literature review article aims to problematize the relevance of reading mediation in the school inclusion process for students with Autism Spectrum Disorder (ASD), with an emphasis on the partnership between families and teachers. It also aims to understand that mediation in partnership can play a unique role in the construction of knowledge and identity for these students. Reading is understood here as a cultural and pedagogical practice capable of promoting not only cognitive development but also socialization and expanded communication. This study highlights the importance of reading for students with ASD, as well as its benefits. Based on the literature, the work analyzes practices, methodologies, and strategies that can be used jointly between school and family, ensuring student empowerment and strengthening the inclusive process. At the end of this research, it is understood that the partnership between family and school is essential for the successful inclusion of ASD students in the world of reading.
Keywords
inclusion; reading; autism spectrum disorder; family; teacher.

Resumen

Este artículo de revisión de literatura científica busca problematizar la relevancia de la mediación lectora en el proceso de inclusión escolar de estudiantes con Trastorno del Espectro Autista (TEA), con énfasis en la colaboración entre familias y docentes. Asimismo, busca comprender que la mediación en colaboración puede desempeñar un papel fundamental en la construcción del conocimiento y la identidad de estos estudiantes. La lectura se entiende aquí como una práctica cultural y pedagógica capaz de promover no solo el desarrollo cognitivo, sino también la socialización y la expansión de la comunicación. Este estudio destaca la importancia de la lectura para estudiantes con TEA, así como sus beneficios. Con base en la literatura, el trabajo analiza prácticas, metodologías y estrategias que pueden utilizarse conjuntamente entre la escuela y la familia, garantizando el empoderamiento del estudiante y fortaleciendo el proceso inclusivo. Al final de esta investigación, se entiende que la colaboración entre la familia y la escuela es esencial para la inclusión exitosa de estudiantes con TEA en el mundo de la lectura.
Palavras-clave
inclusión; lectura; trastorno; del espectro autista; familia; docente.

INTRODUÇÃO

O processo de inclusão escolar de alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um mecanismo complexo que exige uma reflexão ampla sobre práticas pedagógicas e recursos didáticos que favoreçam a aprendizagem. Entre tais práticas, a leitura assume um papel estratégico, pois promove o desenvolvimento da linguagem, a imaginação, a criatividade e o acesso à cultura escrita. Entretanto, para que o processo de inclusão seja efetivo, não basta a intervenção pedagógica do professor; é necessário que haja um trabalho colaborativo com a família, fortalecendo os vínculos entre escola, estudante. Este artigo pretende discutir a mediação da leitura como prática inclusiva, destacando as possibilidades de parceria entre professores e familiares no processo de desenvolvimento de alunos com TEA. Surge então uma indagação, de que forma a mediação da leitura, articulada entre professores e famílias, pode favorecer a inclusão escolar e social de alunos com TEA?

A escolha deste tema decorre da crescente demanda por práticas educativas que ajudem a promover a inclusão efetiva de alunos com TEA, um público que apresenta especificidades de aprendizagem que desafiam o sistema educacional. A leitura, como prática de linguagem, pode ser um caminho para superar barreiras comunicativas, promover interação social e favorecer a autonomia do aluno. Ao mesmo tempo, entende-se que a escola sozinha não consegue atender a todas as necessidades do estudante, sendo indispensável a participação da família. Essa perspectiva colaborativa reforça a necessidade de compreender a leitura como prática de mediação inclusiva, sustentada por uma rede de apoio e corresponsabilidade. O grande objetivo desse estudo é analisar a mediação da leitura como estratégia de inclusão de alunos com TEA, ressaltando a importância da parceria escola e família

Sendo assim pode-se cogitar algumas hipóteses algumas situações tais como mediação da leitura favorece a aquisição de habilidades cognitivas, sociais e comunicativas em alunos com TEA, a parceria entre família e professores fortalece o processo inclusivo e amplia os resultados da aprendizagem, estratégias de leitura mediada podem reduzir barreiras de aprendizagem, ampliar repertórios linguísticos e promover maior engajamento escolar e social.

METODOLOGIA

Este estudo consiste em uma revisão literária bibliográfica de caráter qualitativo. Foram selecionados artigos científicos, livros, dissertações e teses publicados a partir de 1984 até 2024, disponíveis em bases de dados como SciELO, Google Acadêmico e Periódicos CAPES. Os descritores utilizados para a pesquisa foram: Transtorno do Espectro Autista, inclusão escolar, mediação da leitura e família e professor. Os critérios de inclusão consideraram publicações que abordassem práticas inclusivas e estratégias de leitura aplicadas a estudantes com TEA. O processo desse trabalho científico analisou seguiu a metodologia de busca literária com algumas temáticas, permitindo organizar os resultados em três eixos principais: (1) a leitura como ferramenta de inclusão; (2) a mediação docente e familiar; (3) as contribuições das práticas colaborativas.

RESULTADOS ESPERADOS

Espera-se que a pesquisa evidencie a leitura como instrumento de mediação capaz de contribuir para o desenvolvimento da linguagem, da autonomia e da socialização de alunos com TEA. Espera-se ainda que os dados reforcem a importância da cooperação entre professores e familiares, apontando caminhos para superar os desafios que ainda persistem na inclusão escolar. Os resultados previstos indicam que a mediação da leitura pode transformar práticas pedagógicas, tornando-as mais humanizadas e centradas no aluno.

FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

A fundamentação teórica desta pesquisa se debruça em diferentes perspectivas que convergem para a importância da leitura como instrumento de inclusão. A leitura, compreendida como prática social, possibilita a inserção do aluno em contextos de interação, desenvolvendo não apenas habilidades linguísticas, mas também cognitivas e socioemocionais. A leitura como maneira de incluir tem caráter transformado Freire (2014) fala dessa libertação que amplia de forma significativa a visão de mundo, a leitura proporciona a imaginação, criação de conceitos e signos que que moldam valores e ajudam a construir a identidade, a leitura tem esse dom de ajudar na construção do eu e sua lugar no mundo. 

Diversos autores destacam que os alunos com TEA apresentam características singulares no processo de aprendizagem, especialmente relacionadas à linguagem e à comunicação. Por isso, a mediação da leitura deve ser adaptada, utilizando recursos visuais, livros acessíveis, histórias sociais e tecnologias digitais. Dias; Henrique (2018) discorre sobre a importância de matérias adaptados como forma de otimizar o processo da leitura

 Outro aspecto importante refere-se à formação do professor que precisa estar preparado para adotar estratégias diferenciadas, essa questão da formação está para além da graduação, há uma necessidade de pesquisa, a pesquisa continuada, Freire (2014) ressalta que não tem como desvincular a teoria da prática, num mundo de mudanças dinâmicas em velocidade a formação continuada é primordial para o entendimento do que está acontecendo na educação contemporânea. 

Além da importância de se pesquisar, a construção do saber do aluno TEA como protagonista perpassa pela participação da família, que desempenha papel crucial ao reforçar em casa e em conjunto com a escola as práticas pedagógicas vivenciadas pelo aluno com transtorno espectro autista, segundo a pesquisa de Paro (2000) torna-se evidente a participação efetiva da família traz benefícios significativos no processo de ensino aprendizagem do aluno TEA, a leitura mediada pela família num trabalho em conjunto a proposta pedagógica do discente segundo Rodrigues (2022) pode mediar a inclusão ao universo da leitura e sua gama de benefícios advindos dela.

Dessa forma, compreende-se que a mediação da leitura se configura como prática pedagógica potente, desde que acompanhada por uma rede de apoio sólida, nesta proposta é fundamental que a família participe de forma ativa da vida estudantil do aluno com TEA, podemos pontuar aqui reunião pedagógica, elaboração do PPP, comunhão na proposta pedagógica do professor e o acompanhamento de perto das atividades, além do auxílio na contribuição pedagógico didático para construção de conhecimento do aluno.

Sendo assim a leitura com auxílio da mediação pôr essa parceria família e professor torna-se uma ferramenta inclusão de alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no ambiente escolar que é desafiador e que exige práticas pedagógicas inovadoras e colaborativas como a desta proposta de parceria. Nesse processo de busca pelo saber, a leitura tem papel central, pois promove o desenvolvimento da linguagem, da imaginação e da interação social. Para que esse trabalho seja eficaz, a parceria entre família e professores é essencial, uma vez que ambos compartilham responsabilidades no processo de ensino-aprendizagem na pesquisa de Cunha (2020) ele deixa claro a relevância do núcleo familiar no sucesso do processo ensino aprendizagem.

Ainda Cunha (2020), falando sobre a parceria família e professor, essa parceria tem um papel construtor no contexto socialização da criança, e a participação da família de forma ativa nas práticas escolares fortalece o desenvolvimento integral do aluno. Assim, quando a escola estabelece uma relação colaborativa com os familiares, a leitura deixa de ser apenas um exercício escolar e passa a ser também uma prática social estimulada no cotidiano da criança, Junior (2024) contribui com o pensamento de que não é só estar, mas participar e se desenvolver.

Além disso, os professores necessitam do apoio das famílias para conhecer melhor as especificidades de cada estudante com TEA. De acordo com Balbino (2021), a mediação pedagógica deve considerar as singularidades do aluno autista, construindo estratégias que dialoguem com sua realidade e potencialidades, não enfatizando o TEA, sim a pessoa. 

Dessa forma, o envolvimento da família possibilita ao professor planejar atividades de leitura mais assertivas, adaptadas ao nível de compreensão e aos interesses do aluno mediante a isso torna-se fundamental a parceria entre professor e família para a inclusão pela leitura do aluno TEA.

Outro aspecto relevante é a continuidade do processo de mediação da leitura em casa, para Silva (2023) quando a leitura é estimulada também no ambiente familiar, o aluno autista amplia suas oportunidades de aprendizagem e fortalece vínculos afetivos e comunicativos. Isso demonstra que a família não deve ser apenas espectadora, mas coautora do processo inclusivo, a ajuda no processo de aprendizagem em casa pode dar-se pela colaboração na proposta didático pedagógica do professor com foco na mediação de tal proposta em conjunto com o docente em favor discente.

A parceria também favorece a quebra de barreiras sociais. Silva (2023) destaca que a mediação da leitura constitui uma ferramenta de inclusão ao possibilitar que o aluno com TEA participe ativamente da vida escolar, interagindo com colegas e professores em atividades coletivas, assim como ampliando sua visão de mundo.

Nesse sentido, a leitura, quando mediada conjuntamente, se torna um caminho para o desenvolvimento da autonomia e para a inserção plena do aluno no contexto escolar, assim como formar a sua personalidade e autonomia, Freire (2014) aborda essa situação quando destaca que a educação concebe um caráter transformador.

Por fim, é importante ressaltar que a inclusão pela leitura não é responsabilidade exclusiva da escola. Conforme Brasil (1988), a efetivação da educação inclusiva requer o engajamento de todos os atores envolvidos no processo educacional, destacamos aqui o professor e a família, que exerce papel central no acompanhamento e na continuidade das práticas iniciadas no espaço escolar.

Portanto, a parceria entre professores e família se mostra indispensável além de não poder ser postergada para que a mediação da leitura se configure como instrumento de inclusão ativa e eficaz. Quando ambas as partes atuam em conjunto nessa mediação, cria-se um ambiente favorável à aprendizagem, acolhedor e acessível e motivador, construindo um caminho para o desenvolvimento integral e a inclusão do aluno com TEA.

Ainda nesse viés de mediação e parceria nos deparamos com Vygotsky (1984), quando ele e estuda os processos superiores e sua formação ele coloca em ênfase dois conceitos importantes para o aluno TEA e sua inclusão, o primeiro é o papel do mediador, como proposto nesse artigo a família e o professor tem relevância nessa questão o autor destaca que o mediador pode levar o aluno a outro nível de aprendizado um nível mais avançado e dessa forma proporcionar um crescimento pessoal pela leitura. Nesse contexto Rodrigues (2022) exorta sobre a mediação da leitura como ferramenta de inclusão, logo então nesse contexto de inclusão pela leitura e mediação mais uma vez é exposto a importância da família em parceria com o professor para o sucesso do processo ensino aprendizagem com o viés de inclusão

Um outro conceito seria a socialização, tendo em vista que segundo Vygotsky (1984) o aluno se desenvolve em grupo essa parceria entre docente e família tem que buscar mecanismo para que tais situações ocorram em casa e no colégio para formação desse aluno, tal conceito na instituição escola requer um olhar apurado do professor quanto sua proposta didática, sendo o trabalho em grupo com foca na troca de informações pela dialética mediado pelo decente uma estratégia a se pensar para o desenvolvimento do aluno, além desse aluno está incluso na mesma proposta que os demais da classe, 

Assim como em casa no núcleo familiar e seus constituintes exercer com os demais membros da família trocas de informações naquilo que é a proposta do docente, essa concepção de aprendizagem em grupo pode ajudar o aluno a assimilar o que lhe é apresentado, reforçando laços familiares e corroborando com a proposta pedagógica do professor.

A discussão dos resultados encontrados nas fontes bibliográficas revela que a leitura não deve ser encarada apenas como atividade escolar, mas como prática social capaz de ampliar a inclusão para além do simples estar, mas o transformar o participar. No caso dos alunos com TEA, a leitura mediada possibilita novas formas de comunicação e interação, estimulando o desenvolvimento global. 

Além disso, as pesquisas apontam que a participação da família não pode se restringir ao acompanhamento escolar formal, mas deve incluir atividades de leitura em casa, momentos de contação de histórias e o incentivo ao acesso a materiais adaptados. A proposta de mediação em parceria de professores e familiares em conjunto, tende a cria-se um ambiente inclusivo mais consistente, onde o aluno se sente apoiado, valorizado e motivado.

Por mais desafiador que seja o cenário a pesquisa a parceria escola e família tem que ser administrada de forma que o protagonista da aprendizagem o aluno TEA se desenvolva., porém é necessário a criatividade, resiliência, empatia para vencer possíveis obstáculos. Esses aspectos revelam que, embora os avanços sejam significativos, ainda há muito a ser feito no âmbito da educação inclusiva. Políticas públicas de formação continuada e investimentos em recursos pedagógicos acessíveis são caminhos necessários para consolidar a leitura como instrumento de inclusão para alunos com TEA.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A inclusão de alunos com TEA constitui um dos maiores desafios da educação contemporânea, por conta de tudo que está envolvido nessa esfera. A mediação da leitura, quando entendida como prática pedagógica inclusiva, apresenta-se como estratégia fundamental para o desenvolvimento pleno desses estudantes, de maneira que por conta dos dados coletados na literatura torna-se de suma relevância a parceria entre família e professor nesse processo. A leitura, além de favorecer a comunicação e a aprendizagem, promove o respeito às diferenças e a valorização da diversidade, além de contribuir para a formação de valores personalidade e em especial na inclusão de alunos com TEA, tendo em vista as suas particularidades. 

Conclui-se que a parceria entre família e professores é um elemento-chave para que a leitura cumpra seu papel inclusivo, garantindo que o aluno com TEA tenha acesso a oportunidades equitativas de aprendizagem e desenvolvimento, de maneira estratégias metodológicas aqui abordadas e ainda construídas com base na pesquisa é um caminho inevitável rumo ao sucesso da inclusão por mediação em uma parceria família e professor, por mais que essa parceria possa ser difícil e ter barreiras o estudo a criatividade, resiliência são caminhos a ser percorrido nesse processo.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BALBINO, Elisa Maria Santos et al. O Aluno com Transtorno do Espectro Autista e o mediador escolar: um olhar inclusivo. Diversitas Journal, v. 6, n. 1, p. 1593-1605, 2021.

BRASIL, Constituição Federal. Constituição da república federativa do Brasil de 1988. 

CUNHA, Eugênio. Autismo e inclusão: psicopedagogia e práticas educativas na escola e na família. Digitaliza Conteúdo, 2020.

DIAS, Sabrina Alves; HENRIQUE, Keila Endo Neves. Adaptação de materiais e atividades para uma criança com transtorno do espectro do autismo: o trabalho colaborativo no processo educacional. Revista da Associação Brasileira de Atividade Motora Adaptada, v. 19, n. 1, 2018.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. Editora Paz e terra, 2014.

PARO, Vitor Henrique. Qualidade do ensino: a contribuição dos pais. São Paulo: Xamã, 2000.

SOUZA JUNIOR, I. Desafio de uma prática inclusiva na perspectiva pós-critica. Revista ft Educação, Volume 28 – Edição 137/AGO 2024 / 16/08/2024

RODRIGUES, A. C.; SILVA, J. P. Mediação da leitura como estratégia de inclusão escolar de estudantes com TEA. Revista Práxis Educacional, v. 18, n. 2, 2022.
SILVA, C. A.; MARTINS, D. Inclusão escolar e mediação da leitura: o papel da família e do professor. Revista Brasileira de Educação Inclusiva, v. 10, n. 2, 2023.

VYGOTSKY, Lev Semenovich et al. A formação social da mente. São Paulo, v. 3, 1984.

Junior, Ivan de Souza. A mediação da leitura no processo de inclusão de alunos TEA: Parceria entre família e professor..International Integralize Scientific. v 5, n 51, Setembro/2025 ISSN/3085-654X

Referencias

Vivian Caroline Coraucci.
BAILEY, C. J.; LEE, J. H.
Management of chlamydial infections: A comprehensive review.
Clinical infectious diseases.
v. 67
n. 7
p. 1208-1216,
2021.
Disponível em: https://academic.oup.com/cid/article/67/7/1208/6141108.
Acesso em: 2024-09-03.

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A mediação da leitura no processo de inclusão de alunos TEA: Parceria entre família e professor.

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