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Resumo
INTRODUÇÃO
A dimensão afetiva nas trajetórias docentes tem conquistado protagonismo na literatura educacional contemporânea, evidenciando que as memórias afetivas vivenciadas por professores em sua formação e atuação exercem papel significativo na construção de práticas pedagógicas colaborativas. Segundo Teixeira et al. (2023), ao relatar memórias de formação em cursos de Pedagogia, os estudantes destacam como experiências marcantes, positivas ou dolorosas, influenciam profundamente suas percepções sobre ensinar e colaborar com colegas
Ferreira (2020), ao analisar memórias de professores rurais iniciantes, identifica que a narrativa da escolarização inicial e dos primeiros anos de docência molda decisões pedagógicas e afeta relações colaborativas na comunidade escolar . Nesse contexto, as memórias funcionam como referência identitária que influencia a construção coletiva de saberes e atitudes no exercício docente.
Também no ensino fundamental, Calil (2005) investigou como a afetividade se manifesta no cotidiano da sala de aula de professoras das séries iniciais, apontando que os sentimentos vividos, tanto positivos quanto negativos, repercutem diretamente na disposição para colaborar com os demais professores e familiares frente às práticas educacionais
Estudo etnográfico conduzido por Rodrigues e Silva (2021) analisou as memórias de formação de professoras que atuaram em ambientes rurais de Mato Grosso do Sul, demonstrando como os vínculos afetivos construídos ao longo da carreira docente fomentam modos colaborativos de atuação e comprometimento com a comunidade educativa
Já Bechir (2018) contribui com uma revisão bibliográfica robusta sobre a relevância das memórias de aprendizagem desde a infância até a vida adulta docente, indicando que narrativas autobiográficas e afetivas são fundamentais como ponto de partida para promover práticas pedagógicas reflexivas e colaborativas em diferentes contextos escolares
Diante desses estudos, justifica-se a necessidade de aprofundar a revisão da literatura sobre como memórias afetivas fomentam práticas colaborativas no exercício da docência, especialmente no Ensino Fundamental e Médio, com vistas a embasar pedagogias mais conectadas à história pessoal do professor e às relações que construiu ao longo de sua trajetória.
DESENVOLVIMENTO
AS MEMÓRIAS AFETIVAS NO CAMPO EDUCACIONAL
A construção da identidade docente não ocorre de maneira linear ou isolada, mas se forma em meio a experiências vividas, significadas e rememoradas ao longo do tempo. As memórias afetivas, nesse processo, ocupam lugar central. Elas representam fragmentos de vivências emocionais que permanecem no imaginário do sujeito e que, ao serem revisitadas, influenciam diretamente sua atuação profissional. Segundo Nóvoa (1995), a constituição do professor se dá por meio de uma multiplicidade de experiências formativas, muitas das quais permanecem armazenadas na memória como referências afetivas e profissionais.
A literatura recente vem destacando como essas memórias não apenas contribuem para a formação da identidade docente, mas também promovem uma predisposição à colaboração entre educadores. No estudo de Souza Rodrigues e Silva (2023), a trajetória de uma professora no interior de Mato Grosso do Sul é reconstruída a partir de suas lembranças de formação inicial e práticas pedagógicas no início da carreira. Os autores demonstram como essas lembranças, carregadas de afetividade, influenciaram positivamente sua postura colaborativa e sua abertura ao diálogo com outros profissionais da escola.
Essa análise encontra eco na teoria de Maurice Halbwachs (1950), que ao discutir o conceito de memória coletiva, defende que nossas lembranças são socialmente construídas e compartilhadas, especialmente em contextos de pertença como o escolar. Dessa forma, as memórias dos professores não são apenas registros individuais, mas parte de uma narrativa coletiva da escola e da profissão docente. Elas configuram um repertório simbólico que guia práticas, atitudes e decisões pedagógicas.
Complementando essa perspectiva, Vasconcelos e Mota (2023), propõem a metodologia da “Colcha de Retalhos” como um dispositivo (auto)biográfico potente para que professores compartilhem suas memórias pessoais e profissionais. A metáfora da colcha indica a união de fragmentos como pedaços de lembranças costurados por afetos que, quando narrados e socializados, favorecem a reflexão crítica, o reconhecimento do outro e o fortalecimento de vínculos de pertencimento profissional.
Ao reconhecer o papel das memórias afetivas na constituição do ser docente, amplia-se a compreensão sobre os fatores que influenciam a prática pedagógica e a cultura colaborativa na escola. Como observa Josso (2010), é ao narrarmos nossas histórias que atribuímos sentido à nossa trajetória e nos posicionamos de forma mais consciente no mundo. Nesse sentido, as memórias afetivas deixam de ser apenas lembranças passadas para se transformarem em ferramentas formativas e políticas, capazes de fomentar práticas pedagógicas mais integradoras, críticas e solidárias.
NARRATIVAS DOCENTES E A CONSTRUÇÃO DE PRÁTICAS COLABORATIVAS
As narrativas docentes vêm ganhando centralidade nas pesquisas sobre formação de professores e práticas colaborativas, não apenas como testemunhos individuais, mas como instrumentos de reconstrução do saber pedagógico, da cultura escolar e da ação coletiva. A narração, nesse contexto, configura-se como uma prática reflexiva e formativa que permite ao professor atribuir sentido às suas vivências e, ao mesmo tempo, colocá-las em diálogo com os pares e com o contexto institucional.
Souza e Silva (2023), observam que o compartilhamento de memórias docentes em grupos de formação promove o reconhecimento de trajetórias semelhantes, gerando identificação entre os participantes e fortalecendo o planejamento colaborativo. Esse processo de escuta e fala coletiva permite a articulação entre saberes individuais e saberes compartilhados, facilitando a construção de práticas pedagógicas mais coerentes com as realidades e desafios da escola.
Arantes, Morais e Coimbra (2022), destacam o uso da narrativa crítica como metodologia de reconfiguração das práticas docentes. Ao relatar suas vivências, as professoras participantes foram capazes de reconhecer padrões, repensar condutas e ressignificar experiências à luz de novos olhares. Essa abordagem evidencia a potência formativa da narração quando usada de modo intencional e crítico, com vistas à transformação da prática educativa e à valorização do saber docente.
Nesse mesmo sentido, Paiva e Ferreira (2021), propõem o uso da escrita narrativa por meio de “mônadas” escolares, pequenas unidades de sentido que articulam lembranças, afetos e saberes construídos no cotidiano da escola. Essas mônadas funcionam como sementes de um currículo narrativo colaborativo, onde as experiências dos sujeitos da escola: professores, alunos e comunidade, são entrelaçadas na construção de sentidos e propostas pedagógicas.
A utilização da escrita de si e da escuta coletiva como práticas regulares no ambiente escolar permite a constituição de um espaço pedagógico mais democrático, afetivo e criativo. Conforme apontam Nóvoa e Finger (2010), a escuta das histórias de vida e de trabalho dos docentes contribui para a valorização da experiência e para o fortalecimento da identidade profissional. Nessa lógica, a narrativa deixa de ser apenas relato e torna-se método, um caminho epistemológico para pensar e transformar a prática.
INFLUÊNCIA DAS EXPERIÊNCIAS AFETIVAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA: DIÁLOGOS COM O ENSINO MÉDIO E FUNDAMENTAL
A influência das memórias afetivas na prática pedagógica tem sido objeto de crescente interesse na pesquisa educacional, sobretudo em relação aos níveis de Ensino Fundamental e Médio, onde as interações sociais e as experiências formativas impactam diretamente a constituição da identidade profissional do docente e a qualidade das relações pedagógicas. A literatura indica que as lembranças afetivas não são apenas registros passados, mas elementos vivos que moldam atitudes, decisões e práticas cotidianas no ambiente escolar.
O estudo de Souza Rodrigues e Silva (2023), demonstra que memórias de experiências vivenciadas durante a formação inicial e o exercício profissional, sejam elas positivas ou negativas, influenciam profundamente a postura do professor em sala de aula. Essas memórias afetam não apenas o modo como o docente se posiciona diante dos alunos, mas também sua empatia, abertura ao diálogo e capacidade de colaboração com colegas. Os autores destacam que o reconhecimento dessas memórias em ambientes formativos contribui para a reflexão crítica e para a construção de práticas pedagógicas mais intencionais e inclusivas.
Complementando essa perspectiva, Farias e Almeida (2023), evidenciam que relatos autobiográficos de professoras aposentadas, elaborados por meio da metodologia “Colcha de Retalhos”, revelam trajetórias afetivas marcadas por desafios, conquistas e aprendizagens que servem de base para práticas pedagógicas conscientes e colaborativas. A retomada dessas memórias oferece não apenas um olhar valorativo sobre a carreira docente, mas também um recurso para inspirar ações pedagógicas pautadas na empatia, no cuidado e na cooperação.
No âmbito da problematização do fracasso escolar, Ricardo de Farias Júnior e Feldmann (2019), analisam memórias docentes que abordam experiências de insucesso e dificuldades vivenciadas por alunos. Os autores destacam que a reflexão sobre essas memórias ajuda os professores a reconstruírem suas práticas com foco na empatia, na compreensão das singularidades dos estudantes e na promoção de estratégias pedagógicas colaborativas e inclusivas. Assim, memórias afetivas relacionadas a frustrações profissionais são ressignificadas como oportunidades de crescimento e aprimoramento da ação educativa.
A importância dessas memórias para o ensino fundamental e médio reside na capacidade de fomentar um ambiente escolar mais humano e solidário, onde as experiências pessoais do professor dialogam com as demandas institucionais e as necessidades dos alunos. Segundo Cunha e Almeida (2022), a construção afetiva da identidade docente é um processo contínuo que influencia diretamente o engajamento do professor em práticas pedagógicas que valorizam a diversidade, a escuta ativa e o trabalho colaborativo. Vale ressaltar que o ambiente acadêmico na educação brasileira pode ser caracterizado por uma maior homogeneidade cultural e socioeconômica, com uma predominância de estudantes e professores oriundos do mesmo contexto social e geográfico (Sousa, 2025).
As memórias afetivas contribuem para a construção de uma cultura escolar baseada na confiança e no reconhecimento mútuo entre os profissionais da educação. A literatura destaca que esse ambiente favorece a troca de saberes, a coparticipação nas decisões pedagógicas e o fortalecimento da gestão democrática da escola (Vasconcelos e Mota, 2023).
METODOLOGIA
Este estudo caracteriza-se como uma pesquisa qualitativa de natureza bibliográfica, com o objetivo de investigar e compreender as contribuições das memórias afetivas na construção de práticas colaborativas no exercício da docência, especialmente no contexto do Ensino Fundamental e Médio. A abordagem adotada visa à análise crítica e interpretativa das produções teóricas já existentes sobre o tema, considerando que, conforme Gil (2017), a pesquisa bibliográfica possibilita o aprofundamento de uma temática por meio da análise de materiais já publicados, como livros, artigos científicos, dissertações e documentos acadêmicos.
De acordo com Gil (2017), a revisão da literatura é um procedimento essencial para identificar, examinar e sistematizar o conhecimento acumulado em determinada área, sendo especialmente útil quando se pretende mapear as contribuições teóricas e empíricas já consolidadas, bem como detectar lacunas e potencialidades ainda pouco exploradas. Nesse sentido, a pesquisa concentrou-se em identificar autores e estudos que abordam os vínculos entre memória docente, afetividade e práticas pedagógicas colaborativas, especialmente por meio de narrativas de formação, experiências autobiográficas e relatos de práticas escolares.
A metodologia também se fundamenta nas orientações de Lakatos e Marconi (2021), que ressaltam que a pesquisa bibliográfica deve seguir critérios de relevância, atualidade, coerência temática e rigor científico. Para tanto, o levantamento dos dados foi realizado por meio de bases acadêmicas como Scielo, Google Scholar, Periódicos CAPES e Repositórios Institucionais. Foram selecionados materiais publicados preferencialmente entre 2015 e 2024, que apresentassem interface com os temas da memória docente, afetividade, colaboração no ambiente escolar e formação de professores.
O corpus documental foi analisado com base em leitura exploratória, seguida de leitura seletiva e, por fim, leitura interpretativa, conforme propõem os procedimentos da análise bibliográfica estabelecidos por Gil (2017). O critério para seleção final dos textos considerou a pertinência ao objeto de estudo, a consistência teórica e a contribuição para a compreensão da relação entre experiências afetivas e práticas colaborativas no contexto educacional.
Assim, a metodologia adotada assegura uma base teórica sólida para a construção do referencial analítico, permitindo reflexões aprofundadas sobre os sentidos e implicações das memórias afetivas na atuação docente contemporânea.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
A análise da literatura evidencia que as memórias afetivas desempenham um papel essencial na construção da identidade docente e na promoção de práticas pedagógicas colaborativas, especialmente nos contextos do Ensino Fundamental e Médio. Os estudos revisados indicam que as experiências emocionais vividas pelos professores ao longo de sua formação e trajetória profissional não são meras recordações passivas, mas atuam como agentes ativos na constituição das atitudes, escolhas e posturas em sala de aula (Teixeira et al., 2023; Souza Rodrigues e Silva, 2023).
Os relatos de memórias, sejam elas positivas ou marcadas por dificuldades, funcionam como referência identitária que influencia diretamente a predisposição para o diálogo e a cooperação entre docentes. Ferreira (2020) e Calil (2005) destacam que essas vivências emocionais moldam não apenas as decisões pedagógicas individuais, mas também fomentam a construção coletiva do conhecimento, fortalecendo o trabalho em equipe e a participação da comunidade escolar. Nesse sentido, as memórias afetivas configuram-se como um importante vetor para a construção de uma cultura escolar colaborativa, que valoriza a escuta, o reconhecimento mútuo e a corresponsabilidade.
Além disso, a teoria da memória coletiva de Halbwachs (1950) dialoga com as práticas escolares ao revelar que as memórias compartilhadas sustentam repertórios simbólicos comuns que orientam a ação pedagógica. Vasconcelos e Mota (2023), por meio da metodologia “Colcha de Retalhos”, evidenciam como a socialização dessas narrativas autobiográficas promove reflexões críticas e o fortalecimento dos vínculos profissionais, essenciais para a cooperação e a inovação pedagógica. Essa abordagem biográfica não apenas acolhe as dimensões emocionais, mas também as transforma em instrumentos para a construção de ambientes educativos mais humanos e democráticos.
A influência das memórias afetivas na prática pedagógica é particularmente significativa no Ensino Fundamental e Médio, níveis nos quais a complexidade das relações interpessoais e as demandas sociais exigem sensibilidade e capacidade colaborativa por parte dos docentes (Souza Rodrigues e Silva, 2023; Farias e Almeida, 2023). A retomada de trajetórias afetivas, inclusive aquelas marcadas por desafios como o fracasso escolar, permite que os professores desenvolvam posturas pedagógicas mais empáticas, inclusivas e abertas ao diálogo (Ricardo de Farias Júnior e Feldmann, 2019). Assim, a reflexão crítica sobre as próprias memórias emerge como estratégia de ressignificação e aprimoramento profissional, contribuindo para práticas educativas mais conscientes e socialmente engajadas.
Finalmente, a construção afetiva da identidade docente, alimentada pelas memórias afetivas, fortalece o engajamento em práticas colaborativas que valorizam a diversidade e a escuta ativa, configurando um ambiente escolar baseado na confiança e no reconhecimento mútuo (Cunha e Almeida, 2022; Vasconcelos e Mota, 2023). A articulação dessas memórias com os processos formativos e institucionais é, portanto, fundamental para o desenvolvimento de uma cultura escolar democrática, capaz de promover o bem-estar coletivo e a qualidade educativa.
Os dados teóricos indicam que as memórias afetivas são um recurso valioso para a formação continuada e a prática docente, que ao serem compartilhadas e problematizadas colaborativamente, potencializam a construção de práticas pedagógicas inovadoras, solidárias e comprometidas com a inclusão e a justiça social na escola pública.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A presente revisão bibliográfica evidenciou que as memórias afetivas ocupam papel central na constituição da identidade profissional do docente e na construção de práticas pedagógicas colaborativas, sobretudo nos contextos do Ensino Fundamental e Médio. As experiências emocionais vividas e rememoradas pelos professores influenciam não apenas suas posturas individuais em sala de aula, mas também fomentam o diálogo, a empatia e o trabalho coletivo entre pares, elementos essenciais para a promoção de uma cultura escolar democrática e inclusiva. A integração das memórias pessoais com as narrativas coletivas da escola configura um repertório simbólico que orienta a ação pedagógica, fortalecendo vínculos profissionais e favorecendo a corresponsabilidade na construção do Projeto Político-Pedagógico.
A reflexão crítica sobre as memórias afetivas, inclusive aquelas marcadas por desafios como o fracasso escolar, emerge como uma estratégia potente para a construção de práticas pedagógicas mais sensíveis, inclusivas e socialmente comprometidas. Assim, o reconhecimento e a valorização dessas memórias devem ser incorporados nas políticas de formação continuada e nos processos institucionais, garantindo que o exercício docente seja cada vez mais pautado na cooperação, no respeito à diversidade e no fortalecimento da comunidade educativa.
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