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Resumo
INTRODUÇÃO
O ambiente escolar é o local em que crianças e adolescentes passam grande parte do tempo e onde suas habilidades, dificuldades cognitivas e comportamentais na maioria das vezes se manifestam de maneira mais evidente, de modo que a instituição poderá atuar como uma parceira essencial no diagnóstico e encaminhamento para o tratamento adequado.
Esta parceria interdisciplinar é de suma importância para o desenvolvimento de estratégias eficazes de intervenção, que levem em conta não apenas as necessidades no ambiente escolar, mas também questões de saúde mental e neurológica dos alunos.
Muitas vezes, distúrbios neurológicos, como TDAH, dislexia, transtornos do espectro autista (TEA), entre outros, não são percebidos de maneira clara pelos pais ou responsáveis.
Entretanto é na escola que os professores e outros profissionais, como orientador educacional e coordenadores estão em posição privilegiada para observar sinais de alerta e dificuldades de aprendizagem que podem indicar a presença de tais distúrbios.
De fato, é imprescindível que a comunidade escolar esteja capacitada para colaborar de maneira ativa nesse processo de diagnóstico, atuando como um canal de comunicação entre a família e os profissionais de saúde.
A integração entre a equipe escolar e os profissionais especializados favorece o desenvolvimento de abordagens personalizadas, que podem transformar a experiência educacional dessas crianças e adolescentes, além da possibilidade de garantir um apoio mais eficaz em todas as fases do desenvolvimento a partir da educação infantil até o ensino médio.
A relevância da atuação conjunta entre o ambiente escolar e profissionais de saúde no diagnóstico de distúrbios neurológicos, abordando não apenas a o conteúdo teórico, mas inclui as práticas aplicadas que podem ser implementadas nesse espaço de aprendizado e saberes, a fim de promover o desenvolvimento integral dos alunos.
Além disso, ressalta-se a urgência de fortalecer essa parceria como uma forma de garantir que todos os alunos tenham acesso a uma educação inclusiva e que respeitem suas singularidades.
O presente trabalhou apresentou como objetivo geral relatar os principais distúrbios neurológicos em crianças e adolescentes no período escolar. E como objetivos específicos descrever as possíveis causas dos distúrbios neurológicos mais comuns apresentados na sala de aula, elucidar a relevância da ciência na identificação de distúrbios neurológicos em crianças e adolescentes e apresentar o papel do educador com alunos com dificuldade de aprendizado.
Justifica-se pela necessidade de apontar a importância da escola no diagnóstico de distúrbios neurológicos, em crianças e adolescentes, em parceria com médicos, psicólogos, psicopedagogos e fonoaudiólogos na educação infantil, ensino fundamental e ensino médio.
O reconhecimento precoce de distúrbios neurológicos em crianças e adolescentes é extremamente importante para o desenvolvimento social e no bem-estar emocional de crianças e adolescentes, garantindo o sucesso na aprendizagem e no bem-estar emocional.
DESENVOLVIMENTO COMUM NA APRENDIZAGEM E AS DIFICULDADES FRENTE AOS DISTÚRBIOS NEUROLÓGICOS
A habilidade de ler e escrever estão associadas a capacidade do indivíduo decodificar as informações relacionadas a escrita e ao som de palavras, em todo o processo ocorre em diversas partes do cérebro, iniciando na área parito-occipital, onde na região occipital, o córtex visual primário é responsável por processar símbolos gráficos e as áreas do lobo parietal são responsáveis pelas questões vísuo-espaciais da grafia. (Zorbi, 2005).
As atividades cerebrais em indivíduos ausente de distúrbios, ocorrem durante a leitura de pseudoplavras ( grafemas pronunciáveis porém sem sentido), nas seguintes regiões: região frontal inferior esquerda; região parietotemporal, envolvendo os giros angular, supramarginal e a porção posterior de giro temporal superior; e regiões occipitotemporais, envolvendo porções mensais e inferiores do giro temporal e giro occipital. (Schirmer, 2004).
Nos processos em qual as dificuldades de aprendizagem se apresentam, é possível notar alterações no desenvolvimento da leitura, escrita e raciocínio lógico- matemático, e estar associada as alterações da linguagem oral. É importante ressaltar que é comum confundir dificuldade de aprendizagem com distúrbios neurológicos, os quais se destacam por disfunções neuronais, enquanto que a dificuldade muitas vezes tem associação com fatores externos como psicológicos, socioculturais e socioeconômicos. (Santos, 1999).
DIFICULDADES DE APRENDIZADO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA SALA DE AULA
A identificação das dificuldades de aprendizagem de crianças e de adolescentes é necessária para que mediações pedagógicas eficazes sejam aplicadas, conhecer as características da criança, compreender suas dificuldades, identificar suas potencialidades, de modo a prover a essas crianças a capacidade de compreender o mundo ao seu redor, com o processamento de conceitos, percepções e com capacidade de expressar todo seu potencial diante da comunidade em que vive. (Medina, 2010).
A Dislexia é considerada uma disfunção que afeta a capacidade de ler, escrever e soletrar, que por consequência leva crianças ao declínio no aprendizado. Pouco educadores são conhecedores do problema, o que os leva a crer, que o resultado do baixo desempenho escolar é resultado na falha da alfabetização, o que ocasiona discriminação e dificulta ações para que o problema seja solucionado (Silva, 2018).
Entre uma das causas, é possível pressupor que no campo genético, é possível encontrar um familiar com dificuldades de aprendizado na leitura e escrita. (Coelho, 2012).
A Disgrafia é o distúrbio na escrita que é identificado por uma leve desordem motora, em que a criança apresenta letras com movimentos diferentes das consideradas corretas, grafia confusa e comumente conhecida como letra feia, decorrente da dificuldade de lembrar a grafia da letra (Souza, 2022).
Essas alterações na letra só são possíveis identificar, quando o nível intelectual, não corresponde a grafia ou quando há dificuldades ao ler. Também é possível perceber outras alterações como dificuldades no aprendizado em matemática, dificuldades motoras ou até dificuldades de organização. (Estanislau,2014).
Surge também um outro fato, que a criança ao escrever lentamente a letra, torna-se ilegível e aglomerada sendo identifica como disosrtografia. Vale salientar que tal distúrbio não está relacionada com a integridade cognitiva, mas associada ao déficit intelectual, pode-se concluir de modo geral, que a disgrafia é comum em crianças de no período de alfabetização. (Costa, 2011, Fernández, 2010).
A Disortografia é identificada como uma mudança no padrão da escrita, dificultando o aprendizado ortográfico, gramático e em redações, mesmo sabendo que a perturbação de aprendizado faz parte do processo evolutivo da criança. (Dominguêz, 2019).
Estudantes que iniciam a fase escolar com tais dificuldades, é provável que cheguem ao ensino fundamental com baixa compreensão da ortografia, o que causará resultado insatisfatório em seu progresso escolar. A avaliação da escrita não é vista como determinante, porém sem a aplicação de tais padrões de escrita, poderão ocasionar perda de assimilação de conhecimentos, causando prejuízo nas áreas do conhecimento. (Fernandes, 2022).
Raramente a disortografia não está ligada a dislexia, porém destacam-se alguns fatores que predispõem o aluno a apresentar tais dificuldades, como despreparo de educadores, imatura e ineficácia de planos de produção de textos, fatores emocionais e psicológicos. (Coelho, 2012).
A dislalia é identificada pela dificuldade na fala, devido a alterações e traumas no aparelho fonador (língua, lábios, palato e dentes), apresentando como resultado uma fala infantilizada (Souza, 2022)., onde ocorre a troca de fonemas, como observado nos exemplos a seguir: omei (tomei); boneta (boneca), mánica (máquina); atelântico (atlântico). p por b; f por v; t por d; r por l; f por s; j por z; x por s;
Nesses, deixa-se a língua entre os dentes ao pronunciar os fonemas [s] e [z], em palavras como sol, peça, azedo, asa, exame, apresentando como resultado palavras mal pronunciadas (Bueno, 2018). A dislalia funcional é comum em filhos caçulas, pois esses não precisam fazer muito esforço para serem compreendidos, conservando hábitos de fala infantil, outros que podem apresentar a dislalia, são filhos de estrangeiros, que no ambiente familiar se utilizam da fala original dos responsáveis, sendo estimulados a falar dois idiomas diferentes, e por resultado apresentam dois fonemas diferenciados ao mesmo (Souza, 2022).
Também é possível identificar alguns processos de comprometimento da fala, iniciando através da respiração, sinapses neuronais, articulação oral, na produção escrita, e é refletida através do comprometimento da fala, com a ocorrência de palavras erradas com a isenção ou alteração de palavras, ocasionando prejuízo na escrita. (Bueno, 2018).
A Discalculia é um distúrbio de aprendizado que se caracteriza pela dificuldade e/ou incapacidade de compreender cálculos da matemática (Coelho, 2012). Muito alunos apresentam dificuldades em interpretar a descrição do problema, e outros levam mais tempo para reconhecer as operações matemáticas, essas dificuldades comumente, são consideradas como desatenção, desinteresse ou até mesmo preguiça, mas trata-se de uma dificuldade real de aprendizado da estruturação das regras da matemática (Bernardi, 2011).
Existem três distinções de dificuldade de aprendizagem: fisio-neurológica, psicológica e cognitiva, tratando-se de áreas distintas da ciência. (Kosc, 1987). O cientista Ladislav Kosc, considerado o pai da discalculia, classificou-a em seis subtipos:
Discalculia verbal: dificuldades em nomear quantidades matemáticas, números, termos e símbolos;
Discalculia practognóstica: dificuldades para enumerar, comparar, manipular objetos reais ou em imagens;
Discalculia léxica: dificuldades na leitura de símbolos matemáticos;
Discalculia gráfica: dificuldades na escrita de símbolos matemáticos;
Discalculia ideognóstica: dificuldades em fazer operações mentais e na compreensão de conceitos matemáticos;
Discalculia operacional: dificuldade na execução de operações e cálculos numéricos.
Vale ressaltar que a discalculia pode estar presente na realidade de estudantes com alto perfil de inteligência, mostrando-se capazes em muitas áreas do conhecimento. Porém, a criança discalcúlica poderá apresentar capacidade em habilidades cognitivas, mas também identificar déficit na entrega de resultados em um ou mais cálculos matemáticos. (Bernardi, 2011).
O TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade), é considerada um distúrbio neurológico crônico, que afeta desde a infância até a fase adulta, porém os desafios encontrados frente as características do déficit de atenção e hiperatividade estão presentes na infância e adolescência. (Couto, 2010). Na década de 1970, foi possível diagnosticar os primeiros casos, no hemisfério Norte, porém em 1992 a Organização Mundial da Saúde (OMS), reconhece como transtorno através do Classificação Estatística Internacional de Doenças CID-10. (Reed, 2025).
O TDAH traz sérios prejuízos no desenvolvimento escolar, pois o aluno apresenta dispersão, inquietude, impulsividade em alguns momentos seguido de comportamento agressivo, devido à falta de concentração e impulsividade, gerando atraso no aprendizado, e trazendo com resposta baixo rendimento escolar, (Chaves, 2021). Aproximadamente 60% dos casos de TDAH seguirão para a vida adulta, no entanto com sintomas mais brandos, tornando-se menos evidentes. (Zorzi,2005).
O transtorno do espectro autista (TEA) é identificado através de reações sensoriais atípicas, bem como a relação do indivíduo com o ambiente social em que vive. (Nunes, 2014).
Em 1952 a Associação Americana de Pediatria, utilizou pela primeira vez a descrição autismo relacionando com sinais e sintomas da esquizofrenia, no entanto em 1980, o autismo foi infantil foi totalmente desvencilhado da esquizofrenia. (Gaiato, 2018).
Esses sinais são apoiados através dos critérios identificados pelo Manual de Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais 5ª edição (DSM-5), em que se pode notar hipo ou hiper-reatividade de aspectos sensoriais do contexto ambiental. (Zorzi, 2005).
A incidência do autismo está presente em sua maioria em indivíduos do gênero masculino, e não se sabe ao certo as causas de sua origem. (Vieira, Baldin, 2017).
Alguns aspectos apresentados no TEA, são baixa interação social, dificuldade de comunicação, falta de interesse por coisas, como por exemplo brinquedos ou jogos de interesse de outras pessoas; movimentos com repetição e déficit de raciocínio. A equipe médica preconiza que o tratamento deve ser iniciado nos primeiros anos de vida, o que favorecerá um ganho da capacidade intelectual e redução dos impactos na vida adulta do portador de TEA. (Gaiato, 2018).
O PAPEL DO EDUCADOR NA DIFICULDADE DE APRENDIZADO
A educação inclusiva se inicia no século XVI, através de profissionais da saúde e educação, que acreditavam que todos podiam aprender, pois nesse período a educação era um privilégio para poucos, em que se consideravam alguns indivíduos como desprovidos da capacidade de aprender, sendo esses acolhidos pelos seus próprios protetores. (Mendes, 2006).
O papel da escola é preponderante para corrigir o hiato entre a educação inclusa e as mudanças sociais, devendo não apenas seguir leis e diretrizes para um plano de ação, mas seguir princípios, que deverão nortear valores, metas e propósitos, diminuindo assim as desigualdades. (Dadalto, 2012).
O acolhimento de alunos com necessidades especiais de aprendizado, só será possível com o apoio de uma equipe multidisciplinar, composta por educadores, pedagogos, médicos, psicólogos, porém essas ações devem ser seguidas medidas graduais, juntamente com políticas públicas, econômicas, e tecnológicas e reformulação do sistema escolar. (Kafrouni, 2001).
A atualização profissional progressiva de professores e educadores, é importante para melhorar o acolhimento de alunos com dificuldades de aprendizado, e apresentar um perfil contínuo e orgânico na trajetória pedagógica. (Machado, 2000).
A adoção de novos métodos de aprendizado e o domínio do componente curricular, o professor terá maiores chances de oferecer suporte a seus alunos, diminuindo assim as lacunas de aprendizado na educação inclusiva. (Diamenti, 2016).
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A proposta do presente trabalho foi identificar os distúrbios mais comuns apresentados em sala de aula, bem como o grande desafio da comunidade escolar, em buscar metodologias pedagógicas, para auxiliar alunos com dificuldades de aprendizado na educação inclusiva.
A capacitação contínua de professores é primordial para a melhoria das práticas de ensino, o que as torna mais eficazes e alinhadas às necessidades dos alunos, fortalece as habilidades cognitivas e socioemocionais, tais como empatia, comunicação, essenciais para o ambiente escolar. A formação contínua pode aumentar a confiança, credibilidade e promover o desenvolvimento pessoal e profissional de alunos na educação inclusiva.
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