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Resumo
INTRODUÇÃO
A saúde bucal da gestante tem sido amplamente reconhecida como um fator determinante para o bem-estar materno-infantil, sobretudo diante das alterações fisiológicas decorrentes da gestação, que podem aumentar a susceptibilidade a patologias bucais como gengivite e periodontite (Brasil. Ministério da Saúde, 2022b). A literatura especializada ressalta que complicações bucais durante a gravidez podem estar associadas a desfechos adversos, como parto prematuro e baixo peso ao nascer (Conselho Federal de Odontologia, 2021). Assim, o atendimento odontológico pré-natal foi incorporado como diretriz fundamental na política nacional de saúde, sendo recomendado pelo Ministério da Saúde que gestantes realizem acompanhamento odontológico periódico em todos os trimestres gestacionais.
Apesar dos esforços institucionais e dos avanços promovidos por programas como o Brasil Sorridente, a procura por serviços odontológicos durante a gestação ainda é considerada insuficiente. Dados recentes apontam que, embora o acesso tenha crescido significativamente nos últimos anos, o índice de gestantes que efetivamente realizam consultas odontológicas de rotina permanece aquém do ideal (Brasil. Ministério da Saúde, 2022b). Entre as principais barreiras estão o desconhecimento quanto à segurança dos procedimentos odontológicos durante a gravidez e o temor de possíveis riscos ao feto.
Neste contexto, emerge a problemática central: a gestante pode procurar o cirurgião-dentista no período de gestação sem receio devido ao estado gravídico? A presente pesquisa tem por objetivo incentivar a busca pelo atendimento odontológico, bem como enfatizar a importância dos cuidados em saúde bucal durante a gestação, destacando as práticas e materiais adequados que garantem a segurança e a saúde integral da mulher nesse período crítico. Delimita-se o estudo ao âmbito das diretrizes e práticas do atendimento odontológico à gestante, buscando fundamentar a confiança das mulheres na atuação do profissional e no respaldo das recomendações técnicas da Odontologia contemporânea.
SAÚDE BUCAL NA GESTAÇÃO: IMPORTÂNCIA E PECULIARIDADES
A saúde bucal durante a gestação representa um componente fundamental para a promoção da saúde integral da gestante e do neonato. Estudos científicos apontam que alterações fisiológicas e hormonais inerentes ao período gestacional podem predispor as mulheres a patologias bucais, especialmente à gengivite e à periodontite, com potenciais repercussões sistêmicas (Crosp, 2023). A presença de inflamações periodontais não controladas está associada ao aumento do risco de partos prematuros e nascimento de bebês com baixo peso, demonstrando a relevância do acompanhamento odontológico periódico neste período (Conselho Federal de Odontologia, 2023).
As peculiaridades do ambiente bucal na gravidez advêm, sobretudo, das intensas oscilações hormonais que ocasionam maior vascularização e permeabilidade dos tecidos gengivais, favorecendo processos inflamatórios e o sangramento gengival (Cro-DF, 2023). Além disso, enjoos, vômitos frequentes e alterações nos hábitos alimentares aumentam não só o risco da erosão ácida, mas também da formação de cáries, sendo necessárias ações educativas junto às gestantes para minimizar tais riscos.
O pré-natal odontológico, fomentado por órgãos como o Ministério da Saúde e o Conselho Federal de Odontologia, constitui parte essencial do acompanhamento multiprofissional à mulher grávida (Cfo, 2023; Brasil. Ministério da Saúde, 2022b). Recomenda-se que as gestantes busquem avaliação odontológica ainda no início da gravidez, bem como mantenham visitas regulares ao longo de todo o processo gestacional (CroSP, 2023). Tais práticas visam não apenas ao tratamento das condições já instaladas, mas também à promoção de hábitos saudáveis, à orientação nutricional e à desmistificação dos temores acerca da segurança das intervenções odontológicas neste período.
Adicionalmente, a literatura destaca a importância de um trabalho conjunto entre equipes de odontologia e obstetrícia na elaboração de protocolos específicos, assegurando, assim, uma abordagem humanizada e baseada em evidências (Cro-DF, 2023). A adoção de rotinas preventivas e o fornecimento de informações claras fortalecem o vínculo da gestante com os serviços de saúde bucal, reduzindo os fatores de risco associados à gestação e contribuindo para a saúde plena materno-infantil (CroSP, 2023).
REVISÃO DE PROTOCOLOS E CUIDADOS ODONTOLÓGICOS PARA GESTANTES
A aplicação de protocolos específicos no cuidado odontológico à gestante constitui diretriz fundamental para assegurar a saúde materno-infantil. No Brasil, o Ministério da Saúde, por meio de suas cartilhas e recomendações, estabelece que todas as gestantes devem ter acesso garantido ao atendimento odontológico na Atenção Primária à Saúde (Brasil. Ministério da Saúde, 2022b). O acompanhamento odontológico no pré- natal integra o rol de cuidados essenciais, baseando-se na prevenção, no diagnóstico precoce e no tratamento seguro das necessidades bucais durante a gravidez.
Os protocolos nacionais recomendam uma avaliação odontológica preferencialmente ainda no primeiro trimestre gestacional, com orientações detalhadas quanto à higienização bucal diária, uso de escova e creme dental fluoretado e monitoramento de eventuais alterações gengivais (Brasil. Ministério da Saúde, 2022c). Consultas periódicas são fundamentais para a detecção e manejo de patologias como a gengivite gravídica e a cárie dental, prevalentes em decorrência das alterações hormonais e dos hábitos alimentares característicos do período gestacional (Santos; Beserra; Tognetti, 2023).
A literatura recente reafirma a segurança dos principais procedimentos odontológicos durante a gestação, inclusive o uso criterioso de anestésicos locais e a realização de radiografias, desde que com proteção adequada e rigorosa avaliação da indicação clínica (Brasil. Ministério da Saúde, 2022c; Brasil. Ministério da Saúde, 2022a). A abordagem clínica orienta a preferência pelo segundo trimestre para tratamentos de maior complexidade, visando reduzir desconfortos para a gestante e minimizar possíveis riscos ao concepto.
Entre os principais cuidados destacados, incluem-se a adoção de técnicas de profilaxia, remoção de focos infecciosos, educação em saúde bucal e incentivo à manutenção de hábitos saudáveis (Ideiasus, 2023). A atuação multiprofissional se mostra relevante na elaboração de protocolos que englobem, além do tratamento odontológico, ações educativas sobre os efeitos das alterações hormonais, nutrição e a importância da amamentação para a saúde oral do recém-nascido (Ideiasus, 2023).
Compete ainda ao cirurgião-dentista esclarecer as gestantes quanto à inexistência de evidências robustas que relacionem o tratamento odontológico seguro com desfechos adversos para o feto, superando barreiras culturais e temores infundados (Santos; Beserra; Tognetti, 2023). Adicionalmente, o acolhimento humanizado e o respeito à individualidade de cada gestante contribuem para o fortalecimento do vínculo com o serviço de saúde e para a adesão às práticas recomendadas, colaborando decisivamente na redução dos riscos de complicações bucais e sistêmicas.
Dessa forma, a implementação rigorosa dos protocolos odontológicos para gestantes configura medida respaldada cientificamente, integrando prevenção, educação em saúde e tratamento seguro, sempre em consonância com diretrizes atualizadas e respaldo institucional, conforme ressaltado por recentes experiências e pesquisas nacionais (Brasil. Ministério da Saúde, 2022c; Ideiasus, 2023; Santos; Beserra; Tognetti, 2023).
METODOLOGIA
O desenvolvimento deste artigo fundamenta-se na realização de uma revisão integrativa de literatura, metodologia amplamente utilizada em pesquisas em saúde coletiva e odontologia, por possibilitar a análise crítica e síntese do conhecimento disponível sobre o atendimento odontológico à gestante no contexto brasileiro (Santiago; Silveira, 2024). Inicialmente, foram estabelecidos critérios de inclusão e exclusão para a seleção dos estudos, priorizando artigos publicados em português, com acesso ao texto completo, e que abordaram direta e explicitamente questões relacionadas à saúde bucal de gestantes ou à prática do pré-natal odontológico no Brasil, entre os anos de 2020 e 2024 (Magalhães; Carrer; Júnior, 2023).
A busca das publicações foi realizada em bases de dados nacionais e internacionais, tais como SciELO, LILACS, BVS e PubMed, utilizando descritores controlados: “atendimento odontológico”, “gestante”, “pré-natal odontológico” e “saúde bucal”, associados por operadores booleanos para um levantamento sistematizado. Os artigos identificados passaram por leitura criteriosa dos títulos e resumos, seguida da leitura integral daqueles que atenderam aos critérios estabelecidos. Projetos institucionais, relatórios do Ministério da Saúde e manuais de boas práticas também foram considerados, visando compor um painel abrangente de evidências (Santos, 2024).
A abordagem metodológica deste trabalho é predominantemente qualitativa e descritiva, buscando não apenas quantificar a produção científica, mas, sobretudo, compreender os principais desafios e avanços quanto ao acesso e à adesão das gestantes ao atendimento odontológico, bem como as estratégias de enfrentamento propostas pelos profissionais. Foram valorizados estudos com relatos de experiência, análises de políticas públicas e pesquisas originais que evidenciassem práticas bem-sucedidas ou barreiras ainda enfrentadas no contexto dos serviços públicos de saúde (Chamorra; Coronel, 2024).
Os instrumentos de coleta dos dados se limitaram à análise documental dos textos selecionados, respeitando-se a fidedignidade das informações e observando critérios de qualidade metodológica. Os dados foram organizados em uma matriz temática, possibilitando a identificação das principais categorias e eixos estruturantes do atendimento odontológico à gestante, como ações educativas, técnicas assistenciais, articulação multiprofissional e indicadores de acesso. Para a análise dos resultados dos artigos selecionados, foi utilizada a técnica de análise de conteúdo, conforme Bardin (2021), que permite extrair sentidos, padrões e interpretações relevantes para o objeto de estudo.
A investigação, ao pautar-se em rigor metodológico e transparência, busca garantir a validade e a confiabilidade dos achados, além de corroborar com o aprimoramento dos protocolos clínicos e políticas públicas voltadas à saúde bucal da gestante. Ressalta-se, por fim, que este estudo respeitou os parâmetros éticos referentes ao uso de fontes secundárias e se mantém alinhado às normativas nacionais para produção científica.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Os resultados da revisão integrativa apontam progressos consideráveis na adesão de gestantes ao pré-natal odontológico no Brasil entre 2020 e 2024, embora persistam desafios relevantes para garantir o acesso universal e qualificado a esse atendimento. Dados recentes do Ministério da Saúde indicam que, enquanto em 2020 apenas 19% das gestantes brasileiras realizavam atendimento odontológico durante a gestação, esse índice alcançou 51% em 2022 (Brasil. Ministério da Saúde, 2022b; Oliveira et al., 2023). Esse avanço deve-se, sobretudo, à ampliação das ações do programa Brasil Sorridente e ao fortalecimento da Política Nacional de Saúde Bucal, com investimento superior a R$ 47 milhões exclusivamente destinados ao pré-natal odontológico no período (Brasil. Ministério da Saúde, 2022b).
A literatura científica corrobora que o acompanhamento odontológico na gestação contribui não apenas para a prevenção e controle de doenças bucais, como gengivite e cárie, mas também reduz riscos de complicações obstétricas associadas à doença periodontal, a exemplo de parto prematuro e baixo peso ao nascer (Magalhães; Carrer; Júnior, 2023; Oliveira et al., 2023; Unifoa, 2023). Ademais, a integração entre o pré-natal odontológico e as equipes de saúde multiprofissional demonstrou propiciar maior adesão das gestantes aos cuidados gerais de saúde, potencializando o alcance dos indicadores materno-infantis positivos (Santiago; Silveira, 2024).
Apesar dos ganhos, a equidade do acesso ainda representa o maior desafio do cenário nacional. Estudos destacam que há consideráveis disparidades entre regiões e municípios, especialmente em áreas rurais e periferias urbanas, onde a cobertura e a oferta de especialistas permanecem aquém do necessário (Oliveira et al., 2023; Silva Junior; Saraiva; Matos, 2023). Ademais, fatores como desconhecimento acerca da segurança dos procedimentos odontológicos durante a gestação, temores infundados e insuficiente sensibilização das equipes de saúde agravam as barreiras, refletindo ainda em uma vinculação insuficiente de gestantes ao serviço (Silva Junior; Saraiva; Matos, 2023; Magalhães; Carrer; Júnior, 2023).
Outro aspecto relevante refere-se à metodologia de registro dos indicadores de desempenho. Mudanças recentes nesses critérios podem ocasionar interpretações superestimadas dos resultados, visto que o simples registro eletrônico de participação no pré-natal odontológico pode não refletir a efetividade e integralidade do enfoque assistencial prestado (Silva Junior; Saraiva; Matos, 2023). Por isso, destaca-se a necessidade de aprimorar a avaliação qualitativa dos atendimentos e de promover educação permanente das equipes, garantindo não somente cobertura, mas também resolutividade e humanização do cuidado (Montagna, 2025).
Os avanços observados no recorte temporal analisado evidenciam o compromisso com a redução de riscos obstétricos e com o fortalecimento da saúde bucal materno-infantil. Entretanto, consolidar políticas sustentáveis e equitativas exige investimento continuado, estratégias intersetoriais e o enfrentamento das desigualdades regionais e socioeconômicas, aspectos apontados por Oliveira et al. (2023) e reforçados nas discussões recentes de políticas públicas odontológicas (Unifoa, 2023; Silva Junior; Saraiva; Matos, 2023).
Por fim, ressalta-se a importância de ampliar ações educativas, desmistificar receios da gestante quanto ao atendimento odontológico e garantir fluxos assistenciais efetivos e acolhedores. Tais medidas são recomendadas tanto pelos estudos revisados como pelas diretrizes institucionais mais atuais (Montagna, 2025), constituindo-se como elementos centrais para uma atenção integral, qualificada e humanizada à mulher e ao neonato.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O atendimento odontológico à gestante consolidou-se, nas últimas décadas, como um eixo fundamental do cuidado multidisciplinar no ciclo gravídico-puerperal, refletindo avanços científicos, institucionais e sociais em direção à saúde integral da mulher e do neonato. Conforme demonstrado ao longo deste artigo, há consenso na literatura de que as alterações fisiológicas típicas da gestação, notadamente o aumento de susceptibilidade à gengivite e à periodontite, impõem riscos que transcendem o âmbito estomatológico, podendo repercutir em desfechos adversos gestacionais, como parto prematuro e baixo peso ao nascer (Santago, 2024). A efetivação do acompanhamento odontológico durante a gestação se revela, assim, estratégica para a prevenção primária de agravos e para a ampliação da qualidade do pré-natal no SUS.
Os resultados aqui apresentados evidenciam um cenário de ampliado reconhecimento institucional, como atestam políticas recentes do Ministério da Saúde, inclusive o Plano Nacional de Garantia do Pré-Natal Odontológico e a Portaria GM/MS nº 960/2023, voltados à universalização do acesso ao serviço e ao incentivo à qualificação das equipes (Brasil. Ministério da Saúde, 2022b; Brasil, 2023). Contudo, não obstante os avanços, persistem desafios no enfrentamento das iniquidades regionais e socioeconômicas que impactam a cobertura e a efetividade do pré-natal odontológico, sobretudo em regiões periféricas e populações vulneráveis (Magalhães; Carrer; Júnior, 2023).
Observa-se que ações educativas qualificadas, desmistificação de receios infundados e o fortalecimento do vínculo humanizado entre profissionais de saúde e gestantes são imperativos para superar barreiras históricas, promover adesão e aprimorar indicadores de saúde materno-infantil. A literatura recomenda, ainda, a intensificação da capacitação continuada dos profissionais, a integração multiprofissional e o aprimoramento dos sistemas de registro e monitoramento, elementos essenciais para consolidar políticas públicas eficazes e sustentáveis (Santiago; Silveira, 2024).
Por fim, conclui-se que o atendimento odontológico à gestante precisa ser visto e implementado como direito fundamental e parte indissociável de um cuidado integral, humanizado e baseado em evidências, demandando esforços intersetoriais e contínua valorização dentro das estratégias de saúde pública brasileiras. Além disso, recomenda- se a pesquisa e o monitoramento sistemático das ações implementadas, garantindo que desafios locais sejam superados e que o avanço observado na última década se reflita em saúde plena a todas as mulheres e crianças brasileiras (Brasil, 2023; Magalhães; Carrer; Júnior, 2023).
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