Lacunas da formação docente inicial, na era digital

GAPS IN INITIAL TEACHER TRAINING IN THE DIGITAL AGE

BRECHAS EM LA FORMACIÓN INICIAL DOCENTE EM LA ERA DIGITAL

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/FF1A27

DOI

doi.org/10.63391/FF1A27

Silva, Sebastião da . Lacunas da formação docente inicial, na era digital. International Integralize Scientific. v 5, n 49, Julho/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

A escolha deste tema justifica-se pela urgência de repensar a formação inicial docente frente aos desafios impostos pelas tecnologias digitais no contexto educacional contemporâneo. Embora as Diretrizes Curriculares Nacionais e a BNCC, enfatizem a importância do domínio das competências digitais pelos futuros professores, observa-se um descompasso entre o discurso normativo e a prática formativa efetiva nas instituições de ensino superior, como já indicado por (Gatti e Barreto, 2009) e reforçado por (Nóvoa, 2009), ao tratarem da distância entre os modelos prescritos e as vivências práticas no cotidiano formativo. A relevância da pesquisa reside, portanto, na necessidade de identificar e compreender as principais lacunas existentes na preparação docente para o uso das novas tecnologias, a fim de contribuir com propostas de melhoria que aproximem a formação inicial das demandas reais da sala de aula. A formação de professores que saibam não apenas utilizar, mas integrar criticamente as tecnologias em suas práticas pedagógicas é essencial para garantir uma educação de qualidade, inclusiva e alinhada ao século XXI.
Palavras-chave
formação inicial; tecnologias; inovação e metodologias.

Summary

The choice of this theme is justified by the urgent need to rethink initial teacher education in the face of the challenges posed by digital technologies in the contemporary educational context. Although the National Curriculum Guidelines and the BNCC emphasize the importance of mastering digital competencies by future teachers, there is a clear gap between normative discourse and actual training practices in higher education institutions, as already pointed out by Gatti and Barreto (2009) and reinforced by Nóvoa (2009), when addressing the distance between prescribed models and practical experiences in everyday training. The relevance of this research lies, therefore, in the need to identify and understand the main gaps in teacher preparation for the use of new technologies, in order to contribute with improvement proposals that bring initial training closer to the real demands of the classroom. Training teachers who not only know how to use but also critically integrate technologies into their pedagogical practices is essential to ensure a quality, inclusive, and 21st-century-aligned education.
Keywords
initial teacher education; technologies; innovation and methodologies.

Resumen

La elección de este tema se justifica por la urgencia de repensar la formación inicial del profesorado frente a los desafíos impuestos por las tecnologías digitales en el contexto educativo contemporáneo. Aunque las Directrices Curriculares Nacionales y la Base Nacional Común Curricular (BNCC) enfatizan la importancia del dominio de las competencias digitales por parte de los futuros docentes, se observa un desajuste entre el discurso normativo y la práctica formativa efectiva en las instituciones de educación superior, como ya lo señalaron Gatti y Barreto (2009) y lo reforzó Nóvoa (2009), al abordar la distância entre los modelos prescritos y las experiencias prácticas en el día a día de la formación docente. La relevancia de esta investigación radica, por tanto, en la necesidad de identificar y comprender las principales brechas existentes en la preparación docente para el uso de las nuevas tecnologías, con el fin de contribuir con propuestas de mejora que acerquen la formación inicial a las demandas reales del aula. La formación de docentes que no solo sepan utilizar, sino también integrar críticamente las tecnologías en sus prácticas pedagógicas, es esencial para garantizar una educación de calidad, inclusiva y alineada con el siglo XXI.
Palavras-clave
formación inicial; tecnologías; innovación y metodologías.

INTRODUÇÃO

A formação inicial docente enfrenta o desafio de preparar os futuros professores para o uso eficaz das novas tecnologias na educação, sendo que a ausência de uma abordagem adequada pode gerar lacunas significativas. Justifica-se, portanto, a realização desta pesquisa pela relevância em identificar e analisar tais lacunas na formação inicial, com o objetivo de contribuir para a construção de currículos e práticas pedagógicas mais alinhadas às demandas do século XXI. O estudo busca compreender como a formação inicial se relaciona com a inserção das tecnologias na prática docente e de que forma essa relação impacta a qualidade do ensino e da aprendizagem.

A incorporação das tecnologias na educação configura-se como um imperativo, e a formação docente assume papel fundamental para garantir que essa integração ocorra de maneira eficaz e ética. A ausência de preparação adequada pode resultar em uma utilização superficial e pouco reflexiva das tecnologias, comprometendo a qualidade do ensino e da aprendizagem dos estudantes. O professor contemporâneo não é apenas um transmissor de conteúdos, mas um mediador e facilitador da aprendizagem. Nesse contexto, as tecnologias oferecem ferramentas que possibilitam a construção desse novo papel, desde que o docente esteja preparado para utilizá-las de forma crítica e criativa. A formação inicial, portanto, deve contemplar essa nova realidade.

A inserção das tecnologias na educação apresenta desafios, como a necessidade de adaptar os currículos, desenvolver habilidades específicas e lidar com a desigualdade digital. Contudo, também oferece oportunidades significativas, como a personalização da aprendizagem, a ampliação do acesso ao conhecimento e o fortalecimento da colaboração entre professores e estudantes. Observa-se, entretanto, que a formação inicial docente frequentemente não aborda de forma satisfatória as questões relacionadas às tecnologias, o que pode resultar na carência de conhecimentos e habilidades por parte dos futuros professores.

Nesse sentido, a presente pesquisa busca identificar as principais lacunas existentes na formação inicial, incluindo a ausência de conhecimentos acerca do uso de ferramentas tecnológicas, a falta de reflexão sobre ética e cidadania digital e a insuficiente compreensão das implicações das tecnologias nos processos de aprendizagem. Tais lacunas podem impactar diretamente a prática docente, ocasionando desde a utilização inadequada das tecnologias até a dificuldade de adaptação dos conteúdos curriculares, a falta de engajamento discente e a ausência de suporte para a resolução de problemas técnicos. O presente artigo tem como objetivo contribuir para a melhoria da formação inicial docente, identificando as lacunas e propondo medidas para superá-las. Espera-se que os resultados possam subsidiar a elaboração de currículos mais adequados, a implementação de práticas pedagógicas inovadoras e o fortalecimento de ações de formação continuada.

A sociedade contemporânea vivencia transformações intensas decorrentes das grandes revoluções tecnológicas, que impactaram desde a agricultura até a indústria. O advento da internet, dos aparelhos celulares e dos computadores portáteis gerou amplos debates nos âmbitos político e social. Recentemente, por exemplo, o governo brasileiro determinou a proibição do uso de celulares em escolas públicas, decisão que suscitou discussões sobre o real motivo dessa medida. O questionamento central que emerge é se o conflito está nos dispositivos tecnológicos em si ou na formação inicial dos docentes, que muitas vezes não conseguem integrar as novas tecnologias em metodologias ainda baseadas em modelos tradicionais.

A situação descrita ilustra o dilema vivido pela educação brasileira: de um lado, docentes que resistem à inovação e permanecem ancorados em práticas do século XX; de outro, estudantes imersos em uma sociedade do século XXI, onde a tecnologia avança rapidamente. Esse descompasso pode resultar em evasão escolar, baixa aprendizagem, perda de entusiasmo e desmotivação tanto de professores quanto de alunos.

Como discutem Wunsch (2018), a prática docente relacionada ao uso das tecnologias pode ser compreendida em duas vertentes: uma de caráter técnico, que mantém a educação tradicional, e outra que busca transformar o processo de ensino-aprendizagem em um esforço coletivo, envolvendo todos os atores do contexto educacional.

Nas últimas décadas, o cenário educacional tem sido marcado por transformações profundas impulsionadas pela digitalização crescente da sociedade. As Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDICs) assumiram papel central nos processos de ensino e aprendizagem, exigindo mudanças significativas na atuação docente. Nesse contexto, evidencia-se a necessidade de uma formação inicial que prepare os futuros professores para integrar criticamente e de forma criativa os recursos tecnológicos no cotidiano escolar.

Estudos de Moran (2015) e Selwyn (2011), reforçam que a inserção das tecnologias na educação não ocorre de forma automática, mas depende da mediação intencional e planejada do professor, que deve estar apto a selecionar, adaptar e aplicar ferramentas de modo pedagógico. No entanto, diversas pesquisas demonstram que as instituições formadoras ainda não conseguem atender plenamente a essa demanda, o que gera lacunas na formação docente, especialmente no uso efetivo das TDICs em sala de aula.

Autores como Lévy (1999) e Santaella (2003), destacam que as tecnologias digitais não apenas oferecem ferramentas técnicas, mas também transformam as práticas escolares, reorganizando o modo de ensinar e aprender e exigindo novas posturas dos professores. Contudo, como aponta Selwyn (2011), essas tecnologias são atravessadas por relações de poder e interesses institucionais, o que torna essencial a adoção de princípios éticos, inclusivos e críticos no uso pedagógico.

Assim, compreender a relação entre educação e tecnologia exige uma abordagem crítica e contextualizada Selwyn (2011) e Pretto (2011), que supere visões meramente tecnicistas e valorize a intencionalidade pedagógica. Como sintetiza Pretto (2011), o desafio contemporâneo não é apenas introduzir tecnologias nas escolas, mas construir uma educação alinhada aos modos de pensar, aprender e viver na cultura digital.

Essa perspectiva reforça a necessidade de reformulação curricular, em consonância com os princípios da Base Nacional Comum para a Formação de Professores da Educação Básica (Brasil, 2019), a fim de promover competências digitais, metodologias ativas e práticas pedagógicas inovadoras.

COMPETÊNCIAS DIGITAIS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA

As competências digitais docentes correspondem ao conjunto de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores necessários para que os professores utilizem as tecnologias digitais de forma crítica, criativa e ética em suas práticas pedagógicas. No Brasil, a Base Nacional Comum para a Formação Inicial de Professores da Educação Básica (Brasil, 2019) estabelece tais competências como elementos centrais no perfil de egresso dos cursos de licenciatura. Entretanto, estudos como o de Prado (2020), indicam que essas competências são pouco contempladas de forma sistemática nos currículos das licenciaturas, sendo frequentemente relegadas a disciplinas optativas ou abordadas de maneira superficial.

Segundo Selwyn (2017), o uso significativo das tecnologias na educação requer mais do que mera familiaridade técnica. Envolve a habilidade de selecionar recursos adequados aos objetivos pedagógicos, promover a colaboração entre estudantes, adaptar conteúdos ao contexto digital e refletir criticamente sobre o impacto das tecnologias no processo de ensino e aprendizagem.

Kenski (2012), destaca que muitos professores ainda demonstram insegurança ao incorporar ferramentas digitais em suas aulas, o que evidencia a necessidade de uma formação inicial que proporcione experiências práticas com recursos tecnológicos. A ausência de vivências relacionadas a metodologias ativas, plataformas educacionais e produção de conteúdos digitais durante a graduação contribui para um cenário de improvisação e resistência no uso das TDICs.

Além disso, as competências digitais não se restringem ao domínio de ferramentas tecnológicas, mas incluem também a compreensão das transformações sociais, culturais e cognitivas provocadas por essas tecnologias no ambiente escolar. De acordo com Valente (2014), integrar as tecnologias de forma pedagógica exige que o professor repense sua prática, adotando uma postura mais aberta à experimentação, à mediação e à autoria no processo educativo.

A literatura aponta que o desenvolvimento de competências digitais deve ser compreendido como um processo contínuo e situado. Isso implica que a formação inicial proporcione contextos de aprendizagem nos quais os futuros professores possam experimentar, errar, refletir e aprimorar o uso das tecnologias com intencionalidade pedagógica (Moran, 2015).

O sucesso da integração das tecnologias na prática pedagógica depende não apenas do esforço individual dos professores, mas também de condições institucionais e políticas que assegurem infraestrutura adequada, apoio técnico e formação permanente. Como enfatiza Nóvoa (2009), a valorização da profissão docente requer reconhecimento da complexidade de seus saberes e práticas, dentro das quais as competências digitais ocupam posição estratégica para a construção de uma escola mais conectada, democrática e socialmente relevante.

A formação de professores no Brasil, historicamente, tem sido marcada por tensões entre teoria e prática, além de disputas ideológicas em torno do papel social do docente. Segundo Barreto (2009), os cursos de licenciatura frequentemente apresentam uma estrutura curricular fragmentada, que não favorece a integração entre o conhecimento acadêmico e as experiências pedagógicas vivenciadas nas escolas. Nesse sentido, a formação inicial docente ainda precisa superar desafios estruturais e pedagógicos para preparar efetivamente os professores diante dos contextos complexos e dinâmicos da prática educativa.

A formação inicial docente no Brasil está regulamentada pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB nº 9.394/1996) e pelas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) para os cursos de licenciatura. Esses documentos estabelecem princípios fundamentais para a organização da formação, assegurando uma base comum de competências pedagógicas, didáticas e científicas. Contudo, apesar dessas diretrizes, pesquisas demonstram que os cursos de licenciatura enfrentam dificuldades em articular teoria e prática de maneira consistente.

Libâneo (2012), ressalta que a fragmentação curricular, o distanciamento entre universidade e escola básica e a falta de integração com as demandas concretas da docência comprometem a qualidade da formação. Além disso, observa-se que a inserção das tecnologias digitais como eixo central ainda é incipiente em muitas instituições. Embora a Base Nacional Comum para a Formação de Professores da Educação Básica (Brasil, 2019) enfatize a importância das competências digitais, sua implementação enfrenta entraves estruturais, como a ausência de infraestrutura adequada, a carência de formação continuada para formadores e a resistência a mudanças pedagógicas.

Nesse cenário, a formação inicial docente deve ser compreendida como um processo contínuo e articulado, que valorize a prática pedagógica, estimule o pensamento crítico e prepare o professor para atuar de maneira reflexiva e inovadora diante dos desafios educacionais contemporâneos.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A análise realizada ao longo deste estudo evidenciou que a formação inicial docente, diante das exigências contemporâneas do uso das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDICs), apresenta avanços pontuais, mas ainda enfrenta lacunas significativas que comprometem a efetividade de sua integração nas práticas pedagógicas. Essas lacunas manifestam-se tanto no campo teórico quanto no prático, revelando a necessidade de uma reestruturação curricular e metodológica mais profunda nos cursos de licenciatura.

Embora documentos como a Base Nacional Comum para a Formação Inicial de Professores da Educação Básica (Brasil, 2019) estabeleçam diretrizes para o desenvolvimento de competências digitais, verifica-se um descompasso entre o que está previsto e o que é efetivamente vivenciado nas instituições formadoras. Conforme aponta Libâneo (2012), a formação de professores exige articulação constante entre teoria e prática, aspecto que ainda ocorre de maneira fragmentada e insuficiente.

Os dados analisados indicam que muitos cursos tratam as TDICs como conteúdo periférico, geralmente restrito a disciplinas optativas ou projetos isolados. Kenski (2012), alerta que essa abordagem limita a construção de competências digitais efetivas, uma vez que não garante aos futuros professores vivências práticas que possibilitem compreender e aplicar tais tecnologias de forma integrada ao currículo escolar. Esse distanciamento entre o que se ensina e o que se aplica contribui para que o uso das tecnologias se torne uma exigência formal, e não uma competência incorporada à identidade profissional.

Outro fator crítico identificado refere-se à resistência de parte do corpo docente às inovações tecnológicas. Conforme observa Nóvoa (2009), a consolidação de uma cultura digital nas escolas depende não apenas de infraestrutura e políticas públicas, mas também da capacidade dos professores em apropriar-se das tecnologias e atribuir-lhes sentido pedagógico. No entanto, essa apropriação ainda enfrenta obstáculos, como a insegurança no uso das ferramentas digitais e a manutenção de metodologias centradas na transmissão de conteúdo, típicas do século XX.

A incorporação das TDICs exige, portanto, mais do que domínio técnico. Moran (2015), enfatiza que as tecnologias somente adquirem sentido quando integradas a projetos pedagógicos coerentes com objetivos claros de aprendizagem. Essa realidade implica formar professores capazes de adotar uma postura reflexiva, ética e criativa diante das ferramentas digitais, compreendendo seus impactos culturais, sociais e cognitivos no processo educativo.

Além disso, a integração das tecnologias depende de condições estruturais adequadas e políticas institucionais consistentes. Valente (2014), salienta que não é possível falar em inovação pedagógica se a escola não disponibilizar condições mínimas para sua efetivação. Tais condições incluem acesso a equipamentos, conectividade de qualidade, suporte técnico e programas de formação continuada.

No âmbito institucional, a superação das lacunas exige revisão dos Projetos Pedagógicos de Curso (PPCs), inserção transversal das tecnologias no currículo e adoção de metodologias ativas que favoreçam a autonomia e a colaboração. No nível pedagógico, destaca-se a importância de que os formadores de professores atuem como modelos de práticas inovadoras. Já no nível das políticas públicas, torna-se essencial garantir investimentos contínuos em infraestrutura e em programas de qualificação docente.

As evidências reunidas indicam que, quando orientada por princípios críticos, éticos e inovadores, a formação inicial docente pode transformar as TDICs em aliadas estratégicas para a construção de uma educação mais inclusiva, interativa e alinhada às demandas do século XXI. Para que essa transformação se concretize, entretanto, será necessário romper com práticas formativas tradicionais, adotar a cultura digital como parte integrante da identidade docente e promover uma ação conjunta entre instituições formadoras, gestores, professores e formuladores de políticas educacionais.

Conclui-se, portanto, que a verdadeira inovação pedagógica não reside apenas na disponibilidade de recursos tecnológicos, mas na capacidade de utilizá-los de forma intencional e significativa. Como sintetiza Selwyn (2011), o uso das tecnologias na educação deve ser orientado por uma compreensão clara de seus potenciais e limitações, evitando tanto o tecnicismo ingênuo quanto o ceticismo excessivo.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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WUNSCH, Delmo; FERNANDES JUNIOR, Luiz. Tecnologia na educação: desafios e possibilidades. Revista Educação em Foco, v. 23, n. 2, p. 45-60, 2018.

Silva, Sebastião da . Lacunas da formação docente inicial, na era digital.International Integralize Scientific. v 5, n 49, Julho/2025 ISSN/3085-654X

Referencias

Vivian Caroline Coraucci.
BAILEY, C. J.; LEE, J. H.
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Clinical infectious diseases.
v. 67
n. 7
p. 1208-1216,
2021.
Disponível em: https://academic.oup.com/cid/article/67/7/1208/6141108.
Acesso em: 2024-09-03.

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v. 5
n. 49
Lacunas da formação docente inicial, na era digital

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