CIUDADANÍA, ACCESO A LA JUSTICIA Y GOBERNANZA DE LA SEGURIDAD PÚBLICA EN EL PODER JUDICIAL: DESAFÍOS E PERSPECTIVAS NA MODERNIDAD LÍQUIDA
DOI:
https://doi.org/10.63391/6bvgtv08Palabras clave:
Ciudadanía, justicia, modernidad líquida, gobernanzaResumen
El presente artículo analiza la relación intrínseca e indisociable entre el derecho fundamental de acceso a la justicia y la imperatividad de una seguridad institucional sólida, especializada y estratégica en el ámbito del Poder Judicial brasileño. La investigación parte de la premisa de que el acceso a la justicia trasciende la dimensión meramente procesal, configurándose como una garantía de integridad sistémica. Utilizando como marco teórico las "olas renovadoras" de Mauro Cappelletti y Bryant Garth, el estudio fundamenta la existencia de una "cuarta ola": la seguridad institucional como presupuesto material de la ciudadanía. Bajo la lente sociológica de la "modernidad líquida" de Zygmunt Bauman y de la "sociedad del riesgo" de Ulrich Beck, se examina cómo el miedo difuso y la judicialización de la inseguridad imponen al Poder Judicial la necesidad de una gobernanza proactiva, materializada por la Policía Judicial (Resoluciones n.º 291/2019 y n.º 344/2020 del CNJ). Se concluye que la protección institucional no constituye un privilegio corporativo, sino un instrumento de preservación de la función jurisdiccional y de la independencia judicial frente a las amenazas de la contemporaneidad.
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