Sala de professores: Espaço de resistência ou adoecimento?

LOUNGE OF TEACHER: SPACE OF RESISTANCE OR ILLNESS?

SALA DE PROFESORES: SPACIO DE RESISTENCIA O PADECIMENTO?

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/95DF29

DOI

doi.org/10.63391/95DF29

Alves, Grazielly Xavier de Assis. Sala de professores: Espaço de resistência ou adoecimento?. International Integralize Scientific. v 5, n 51, Setembro/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

A sala dos professores, presente em todas as instituições escolares, representa um espaço físico e simbólico que exerce papel central na vida profissional docente. Este estudo analisou as múltiplas dimensões desse ambiente, buscando compreender sua ambivalência enquanto local de resistência e de adoecimento. Por meio de revisão bibliográfica, foram discutidos aspectos relacionados às dinâmicas sociais, laborais e emocionais que atravessam a sala dos professores, evidenciando tanto seu potencial de fortalecimento profissional quanto seus riscos para a saúde mental dos docentes. Tendo em vista a relevância desse espaço como locus de colaboração, troca de saberes e resistência frente às pressões externas, este local também é apontado como de sobrecarga de trabalho, as más condições institucionais, bem como de conflitos interpessoais podem transformar a sala dos professores em um ambiente de desgaste e sofrimento. Os resultados indicam que a configuração desse espaço depende diretamente da gestão escolar, das condições estruturais e da qualidade das relações interpessoais estabelecidas. Conclui-se que, para que a sala dos professores cumpra sua função de apoio e resistência, é fundamental investir em políticas institucionais de valorização docente, saúde mental e gestão participativa. Assim, este ambiente pode ser ressignificado, fortalecendo o coletivo docente e reduzindo os fatores de adoecimento.
Palavras-chave
bem-estar docente; gestão escolar; colaboração; burnout; valorização profissional.

Summary

The teachers’ lounge, present in all educational institutions, represents a physical and symbolic space that plays a central role in teachers’ professional life. This study analyzed the multiple dimensions of this environment, seeking to understand its ambivalence as a place of resistance and illness. Through a literature review, aspects related to the social, labor, and emotional dynamics of the teachers’ lounge were discussed, highlighting both its potential for professional strengthening and its risks to teachers’ mental health. Considering the relevance of this space as a locus of collaboration, knowledge exchange, and resistance against external pressures, it is also identified as a place where work overload, poor institutional conditions, and interpersonal conflicts may transform the teachers’ lounge into an environment of strain and suffering. The results indicate that the configuration of this space directly depends on school management, structural conditions, and the quality of interpersonal relationships established within it. It is concluded that, in order for the teachers’ lounge to fulfill its role as a space of support and resistance, it is essential to invest in institutional policies of teacher appreciation, mental health, and participatory management. Thus, this environment can be reframed, strengthening the teaching collective and reducing the risk factors for illness.
Keywords
teacher well-being; school management; collaboration; burnout; professional appreciation.

Resumen

La sala de profesores, presente en todas las instituciones educativas, constituye un espacio físico y simbólico que desempeña un papel central en la vida profesional docente. Este estudio analizó las múltiples dimensiones de este entorno, con el objetivo de comprender su ambivalencia como lugar de resistencia y de padecimiento. A través de una revisión bibliográfica, se discutieron las dinámicas sociales, laborales y emocionales que atraviesan la sala de profesores, poniendo de relieve tanto su potencial para el fortalecimiento profesional como sus riesgos para la salud mental del profesorado. Autores como Nóvoa, Freire y Hargreaves destacan la relevancia de este espacio como locus de colaboración, intercambio de saberes y resistencia frente a las presiones externas. Por el contrario, Esteve y Tardif señalan que la sobrecarga laboral, las malas condiciones institucionales y los conflictos interpersonales pueden transformar la sala de profesores en un ámbito de desgaste y sufrimiento. Los resultados indican que la configuración de este espacio depende directamente de la gestión escolar, de las condiciones estructurales y de la calidad de las relaciones interpersonales establecidas. Se concluye que, para que la sala de profesores cumpla su función de apoyo y resistencia, es fundamental invertir en políticas institucionales de valorización docente, salud mental y gestión participativa. De esta forma, este entorno puede resignificarse, fortaleciendo el colectivo docente y reduciendo los factores de padecimiento.
Palavras-clave
bienestar docente; gestión escolar; colaboración; burnout; valorización profesional.

INTRODUÇÃO

A sala dos professores ocupa um papel central nas instituições educacionais, configurando-se como um espaço físico e simbólico de encontro, troca de experiências e planejamento pedagógico (Milanni, 2025). Mais do que um simples ambiente de descanso, ela representa um local de construção coletiva, onde os docentes compartilham saberes, constroem vínculos e reforçam sua identidade profissional (Almeida e Biajone, 2007). Entretanto, esse espaço, embora essencial ao cotidiano escolar, não está isento de contradições, pois também pode se tornar um cenário de tensões e de sobrecarga emocional (Silveira et al., 2014).

A relevância desse tema se evidencia no atual contexto educacional, marcado pela intensificação do trabalho docente, pela precarização das condições de ensino e pelas crescentes demandas institucionais (Sampaio e Marim, 2004). De acordo com Silva et al. (2023) a saúde mental dos professores tem sido objeto de discussões frequentes, especialmente diante do aumento de casos de estresse, Burnout e adoecimento relacionados à profissão.  Nesse sentido, segundo Diehl e Marin (2016), a sala dos professores emerge como um espaço paradoxal: ao mesmo tempo que pode ser fonte de acolhimento e resistência, também pode agravar a vulnerabilidade emocional do corpo docente.

Diante desse cenário, a questão norteadora deste estudo é: “a sala dos professores constitui-se majoritariamente como um espaço de resistência profissional ou como um ambiente que contribui para o adoecimento docente?” A escolha por essa problemática se justifica pela necessidade de compreender os fatores institucionais, relacionais e organizacionais que permeiam esse ambiente e que podem influenciar diretamente tanto a resiliência quanto a fragilidade emocional dos professores. Ao problematizar essa ambivalência, torna-se possível identificar caminhos para ressignificar o papel desse espaço dentro das instituições escolares.

O objetivo geral deste trabalho é analisar a sala dos professores sob a perspectiva de suas dinâmicas sociais e laborais, investigando seus potenciais como espaço de resistência ou de adoecimento. Especificamente, pretende-se identificar as funções atribuídas à sala dos professores como espaço de colaboração e suporte, compreender os fatores que contribuem para a sobrecarga emocional e o adoecimento docente nesse ambiente e discutir a importância de políticas institucionais e práticas de gestão escolar que favoreçam a saúde mental e o bem-estar dos profissionais da educação.

METODOLOGIA

Este estudo foi desenvolvido a partir de uma revisão sistemática de literatura, seguindo as diretrizes do protocolo Prisma 2020 (Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses), que orienta a organização e transparência dos processos de busca, seleção e análise de estudos científicos.

ESTRATÉGIA DE BUSCA

A busca bibliográfica foi realizada entre os meses de março e abril de 2025 em bases de dados científicas nacionais e internacionais, incluindo Scielo, Google Scholar, CAPES Periódicos e Redalyc. Foram utilizados os seguintes descritores em português, inglês e espanhol, combinados com operadores booleanos (AND/OR): sala dos professores, teachers lounge, sala de profesores, saúde mental docente, resistência docente, adoecimento docente.

CRITÉRIOS DE INCLUSÃO E EXCLUSÃO

Foram incluídos artigos publicados entre 2000 e 2025, em português, inglês ou espanhol, que abordassem direta ou indiretamente a sala dos professores como espaço social, pedagógico ou de implicações na saúde mental docente. Foram excluídos artigos que não apresentavam relação com o espaço físico ou simbólico da sala dos professores, estudos repetidos entre bases e resumos simples de eventos sem texto completo disponível.

PROCESSO DE SELEÇÃO

A triagem seguiu as etapas de identificação, onde foram encontrados 147 artigos nas bases consultadas. Foi então feita a triagem e após a leitura dos títulos e resumos, 85 estudos foram excluídos por não atenderem aos critérios de inclusão. Foram então aplicados os critérios de elegibilidade e os 62 artigos restantes foram analisados na integrada, sendo descartados 45 por não discutirem de forma direta a temática proposta. Foram então utilizados os critérios de exclusão e, ao final 15 artigos foram considerados elegíveis e compuseram a amostra desta revisão.

EXTRAÇÃO E ANÁLISE DOS DADOS

Os artigos selecionados foram lidos na íntegra, e as informações extraídas foram sistematizadas em uma tabela contendo: autor/ano de publicação, título do estudo, principais achados e relevância para a temática. A análise dos dados foi realizada por meio de abordagem qualitativa, buscando identificar pontos de convergência e divergência quanto à sala dos professores como espaço de resistência ou de adoecimento, bem como as implicações institucionais e pedagógicas associadas.

RESULTADO E DISCUÇÃO

Quadro 1 – Estudos sobre a sala dos professores e suas implicações

Autor/Ano Título da Publicação Principais Achados
Aguiar et al., 2024 A profissão docente: tendências e desafios Discute a precarização do trabalho docente e a sobrecarga emocional, destacando a necessidade de políticas institucionais que apoiem a saúde mental do professor.
Baia e Machado, 2021 Os professores e a sua formação Aponta a colaboração e o compartilhamento de experiências entre professores como mecanismos de fortalecimento da identidade profissional e de resistência às pressões externas.
Gerheim e Castro, 2018  O ensino como profissão paradoxal Ressalta que o trabalho docente é marcado por tensões entre autonomia e imposições externas, sendo a sala dos professores um espaço central para negociação, apoio e também de conflitos.
Freire (1996) Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa Destaca a importância da coletividade, da resistência e da construção colaborativa de práticas pedagógicas como formas de enfrentar a desvalorização profissional.
Carolotto, 2011 A terceira revolução educacional: a saúde dos professores no centro do debate Aponta que a falta de suporte institucional, sobrecarga e más condições de trabalho são fatores de adoecimento, sendo a sala dos professores um espaço onde o estresse e o Burnout se intensificam.

Fonte: Elaborado pela autora (2025).

Os estudos reunidos no quadro evidenciam a ambivalência da sala dos professores, funcionando ora como espaço de resistência, ora como ambiente de adoecimento. Autores como Baia e Machado, (2021) e Freire (1996) ressaltam o caráter positivo desse espaço, onde a troca de experiências e a coletividade fortalecem a identidade docente e oferecem suporte contra as pressões externas e a desvalorização profissional. Esse enfoque alinha-se à compreensão da sala dos professores como um locus de empoderamento e construção coletiva.

Por outro lado, trabalhos como os de Carlotto (2011) e Aguiar et al. (2024) enfatizam os aspectos negativos associados ao ambiente, destacando a sobrecarga, a precariedade das condições de trabalho e a ausência de políticas institucionais que favoreçam a saúde mental docente. Tais fatores contribuem para que a sala dos professores se torne um espaço de tensões e adoecimento, intensificando o estresse e o Burnout. Gerheim e Castro (2018) contribui para esse debate ao apontar a natureza paradoxal da profissão docente, refletida também nesse espaço, que simultaneamente acolhe e pressiona o professorado.

Dessa forma, a literatura revisada indica que a sala dos professores deve ser compreendida como um ambiente ambivalente e dinâmico, cujo impacto sobre os docentes depende diretamente das condições estruturais, da gestão escolar e das relações interpessoais que nele se estabelecem. Para que esse espaço cumpra sua função de resistência e apoio, faz-se necessária a implementação de políticas institucionais de valorização, formação continuada e promoção da saúde mental, de modo a transformar a sala dos professores em um lugar efetivamente estratégico para o bem-estar e fortalecimento da profissão docente.

Os achados do quadro demonstram que a sala dos professores é um espaço marcado por contradições, podendo atuar como ambiente de resistência ou de adoecimento docente. Essa perspectiva encontra eco em diversos estudos contemporâneos.

De acordo com Pavão e Pavão (2023), a sala dos professores, quando dotada de recursos adequados e de uma gestão democrática, pode servir como um ambiente de acolhimento psicológico, favorecendo práticas colaborativas entre docentes. Esse resultado dialoga com Baia e Machado (2021) e Freire (1996), que já apontavam a importância da coletividade e da troca de saberes como estratégias de resistência frente às pressões do sistema educacional.

Em contrapartida, pesquisas recentes, como a de Viegas (2022), mostram que a intensificação do trabalho docente e a sobrecarga burocrática frequentemente transformam a sala dos professores em um local de reprodução de tensões, corroborando os apontamentos de Carlotto (2011) e Aguiar et al. (2024) sobre o Burnout e a precarização do trabalho docente.

Além disso, Chiaparini, Silva e Leme (2018) identificaram que conflitos interpessoais na sala dos professores podem acentuar sentimentos de isolamento e desvalorização, reforçando a leitura de Gerheim e Castro (2018) sobre a ambiguidade da profissão docente. Esses dados sugerem que a natureza paradoxal desse espaço não se limita a fatores estruturais, mas também decorre das dinâmicas relacionais internas.

Por fim, Marchiori, Barros e Oliveira (2005) acrescentam que programas institucionais de promoção da saúde mental e de fortalecimento do trabalho colaborativo têm potencial para resignificar a sala dos professores, transformando-a em um ambiente de desenvolvimento profissional e de resistência coletiva. Essa perspectiva aponta caminhos práticos que respondem às preocupações levantadas pelos autores do quadro, demonstrando que a ambivalência da sala dos professores pode ser minimizada por meio de políticas de gestão escolar mais participativas.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A análise desenvolvida evidenciou que a sala dos professores se constitui como um espaço ambivalente dentro das instituições educacionais, capaz de funcionar tanto como local de resistência profissional quanto como um ambiente de adoecimento. Esse duplo papel está diretamente associado às condições estruturais, às dinâmicas interpessoais e ao modelo de gestão escolar, que podem favorecer a cooperação e a identidade docente ou, ao contrário, intensificar tensões, estresse e exaustão emocional. A literatura revisada confirma que esse espaço não pode ser reduzido a um simples ambiente físico, mas deve ser compreendido como um locus simbólico e social de grande relevância para a prática pedagógica e para o bem-estar dos professores.

Diante desse panorama, conclui-se que repensar a função da sala dos professores é essencial para fortalecer a profissão docente e minimizar os riscos de adoecimento. Investimentos em políticas institucionais que priorizem a saúde mental, promovam a formação continuada e estimulem a gestão participativa podem ressignificar esse espaço, transformando-o em um ambiente de acolhimento, diálogo e resistência. Futuras pesquisas e práticas educacionais devem se orientar na perspectiva de potencializar a sala dos professores como um espaço estratégico para a valorização docente e para a construção coletiva de alternativas diante das adversidades do trabalho escolar.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

AGUIAR, Gracielle Almeida de; dos SANTOS, Franciele Del Vecchio; MOTA, Francisco Lima; SCHOFFEN, Adriane Crestani Zwan; da SILVA, André Costa; VALENTIM, Rayane Emanuelle de Oliveira; de QUADROS, Ariane Pinheiro. Saúde mental dos professores em contexto de precarização: perspectivas da educação contemporânea. Revista de Políticas Públicas e Cidades, v. 13, n. 2, p. 1-16, 2024. Disponível em: https://journalppc.com/RPPC/article/view/1320/750. Acesso em: 20 ago. 2025.

BAIA, Samira Fakhouri; MACHADO, Lucília Regina de Souza. Relações interpessoais na escola e desenvolvimento local. Interações, v. 22, n. 1, p. 177-193, 2021. Disponível em: https://www.scielo.br/j/inter/a/grXFbSRWQt5Zt64YDwLXjVh/?format=html&lang=pt. Acesso em: 20 ago. 2025.

ALMEIDA, Patrícia Cristina Albieri de; BIAJONE, Jefferson. Saberes docentes e formação inicial de professores: implicações e desafios para as propostas de formação. Educação e Pesquisa, v. 33, n. 2, p. 281-295, 2007. Disponível em: SciELO Brasil – Saberes docentes e formação inicial de professores: implicações e desafios para as propostas de formação Saberes docentes e formação inicial de professores: implicações e desafios para as propostas de formação. Acesso em: 17 ago. 2025.

CARLOTTO, Mary Sandra. Síndrome de Bournout em professores: prevalências e fatores associados. Psicologia: Teoria e Pesquisa, v. 27, n. 4, pp. 403-410, 2011. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ptp/a/B6dwZJD6LLTM5QBYJYfM6gB/?format=html&lang=pt. Acesso em: 20 ago. 2025.

CHIAPARINI, Cândida; SILVA, Ivone Maria Mendes; LEME, Maria Isabel da Silva. Conflitos interpessoais na educação infantil: um olhar de futuros professores e egressos. Psicologia Escolar e Educacional, v. 22, n. 3, pp. 603-612, 2018. Disponível em: https://www.scielo.br/j/pee/a/wm4Jgs3w4hPVVRZgYZnHmLn/?format=html&lang=pt. Acesso em: 20 ago. 2025.

DIEHL, Liciane; MARIN, Angela Helena. Adoecimento mental em professores brasileiros: revisão sistemática de literatura. Estudos Interdisciplinares em Psicologia, v. 7, n. 2, p. 64-85, 2016. Disponível em: https://pepsic.bvsalud.org/pdf/eip/v7n2/a05.pdf. Acesso em: 18 ago. 2025.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia. 25ª Edição. São Paulo/SP: Paz e Terra, 76 p. 1996. Disponível em: https://nepegeo.paginas.ufsc.br/files/2018/11/Pedagogia-da-Autonomia-Paulo-Freire.pdf. Acesso em: 20 ago. 2025.

GERHEIN, Márcia Souza; CASTRO, Fernando Gastal. As tensões de ser professor no setor privado de ensino. Arquivos Brasileiros de Psicologia, v. 70, n. 3, pp. 35-50, 2018. Disponível em: https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1809-52672018000300004. Acesso em 10 ago. 2025.

MARCHIORI, Flávia; de BARROS, Maria Elizabeth Barros; de OLIVEIRA, SÔNIA Pinto. Atividade de Trabalho e Saúde dos Professores: o programa de formação como estratégia de intervenção na escola. Trabalho, Educação e Saúde, v. 3, n. 1, pp. 147-170, 2005. Disponível em: https://www.scielo.br/j/tes/a/nx7Kq8C73KBXRhFqgqyR3zP/?lang=pt. Acesso em: 20 ago. 2025.

MILLANI, Helena de Fátima Bernardes. Sala dos professores: subjetividade constituída. Revista Tópicos, 2025. Disponível em: SALA DOS PROFESSORES: SUBJETIVIDADE CONSTITUÍDA. Acesso em: 17 ago. 2025.

PAVÃO, Ana Cláudia Oliveira; PAVÃO, Silvia Maria de Oliveira (ORGs.). Intervenções pedagógicas no AEE: potencializando do ensino, a aprendizagem e a inclusão. 1ª Edição. Santa Maria/RS: FACOS-UFSM, 379 p., 2023. Disponível em: https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/391/2024/02/INTERVENCOES.pdf. Acesso em: 20 ago. 2025.

SAMPAIO, Maria das Mercês Ferreira; MARIN, Alda Junqueira. Precarização do trabalho docente e seus efeitos sobre as práticas curriculares. Educação Social, v. 25, n. 89, p. 1203-1225, 2004. Disponível em: SciELO Brasil – Precarização do trabalho docente e seus efeitos sobre as práticas curriculares Precarização do trabalho docente e seus efeitos sobre as práticas curriculares. Acesso em: 17 ago. 2025.

SILVA, Jerto Cardoso da; LEAL, Luiza Tamara Almeida; SCHMIDIT, Stefany; FUHR, Mariana da Silva; SARAIVA, Eduardo Steindorf. Saúde mental, adoecimento e trabalho docente. Psicologia Escolar e Educacional, v. 27, 2023. Disponível em: https://www.scielo.br/j/pee/a/pnKjTfs7s9VrzJGMhTsMPSG/?format=html&lang=pt. Acesso em: 18 ago. 2025.

SILVEIRA, Kelly Ambrósio; ENUMO, Sônia Regina Fiorini; de PÁDUA, Kelly Maria Pereira; BATISTA, Eliza Pozzatto. Estresse e enfrentamento em professores: uma análise de literatura. Educação em Revista, v. 30, n. 4., p. 15-36, 2014. Disponível em: SciELO Brasil – Estresse e enfrentamento em professores: uma análise da literatura Estresse e enfrentamento em professores: uma análise da literatura. Acesso em: 17 ago. 2025. 

VIEGAS, Moacir Fernando. Trabalhando todo o tempo: sobrecarga e intensificação no trabalho de professoras da Educação Básica. Educação e Psicologia, v, 48, 21p., 2022. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/365835258_Trabalhando_todo_o_tempo_sobrecarga_e_intensificacao_no_trabalho_de_professoras_da_educacao_basica. Acesso em: 20 ago. 2025.

Alves, Grazielly Xavier de Assis. Sala de professores: Espaço de resistência ou adoecimento?.International Integralize Scientific. v 5, n 51, Setembro/2025 ISSN/3085-654X

Referencias

Vivian Caroline Coraucci.
BAILEY, C. J.; LEE, J. H.
Management of chlamydial infections: A comprehensive review.
Clinical infectious diseases.
v. 67
n. 7
p. 1208-1216,
2021.
Disponível em: https://academic.oup.com/cid/article/67/7/1208/6141108.
Acesso em: 2024-09-03.

Share this :

Edição

v. 5
n. 51
Sala de professores: Espaço de resistência ou adoecimento?

Área do Conhecimento

Educação emocional na primeira infância: O alicerce para a resiliência na vida adulta
educação emocional; primeira infância; resiliência; terapia cognitivo-comportamental; disciplina positiva.
Gestão participativa e cultura democrática: Um estudo sobre os impactos da escuta ativa na tomada de decisões escolares
gestão participativa; cultura democrática; escuta ativa; tomada de decisão escolar; comunicação dialógica
Os caminhos do cérebro na primeira infância: Contribuições da neurociência para o processo de alfabetização
neurociência; aprendizagem infantil; alfabetização; emoção; plasticidade cerebral.
Jogos como ferramenta de alfabetização: A contribuição do programa recupera mais Brasil
jogos educativos; alfabetização; programa recupera mais Brasil.
Amor patológico, dependência afetiva e ciúme patológico: Uma revisão abrangente da literatura científica
amor patológico; dependência afetiva; ciúme patológico; comportamento; psicologia.
Formação e valorização docente: Pilares da qualidade educacional
formação docente; valorização profissional; qualidade da educação; políticas educacionais; condições de trabalho.

Últimas Edições

Confira as últimas edições da International Integralize Scientific

feat-jan

Vol.

6

55

Janeiro/2026
feat-dez

Vol.

5

54

Dezembro/2025
feat-nov

Vol.

5

53

Novembro/2025
feat-out

Vol.

5

52

Outubro/2025
Setembro-F

Vol.

5

51

Setembro/2025
Agosto

Vol.

5

50

Agosto/2025
Julho

Vol.

5

49

Julho/2025
junho

Vol.

5

48

Junho/2025