As possibilidades de melhoria no processo de inclusão nas instituições de ensino regulares

HOW TO DEVELOP THE INCLUSION PROCESS IN REGULAR SCHOOLS

CÓMO DESARROLLAR EL PROCESO DE INCLUSIÓN EN LAS ESCUELAS REGULARES

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/E8C6AE

DOI

doi.org/10.63391/E8C6AE

Ramos, Bruno Schwabenland . As possibilidades de melhoria no processo de inclusão nas instituições de ensino regulares. International Integralize Scientific. v 5, n 51, Setembro/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

O referido artigo relata como ocorrem as estratégias de inclusão nas escolas denominadas regulares. Com o intuito de demonstrar como se refere a um trabalho fundamental para alunos dotados de alguma limitação. A metodologia usada para a escolha do presente tema foi à pesquisa de cunho bibliográfico. A fundamentação denotou a necessidade de transformar o processo de inclusão nas escolas regulares, e a relevância em melhorar a recepção dos alunos dotados de alguma limitação no ambiente escolar. Sempre com a meta de contribuir a fim de que haja uma possibilidade real de haver uma transformação de qualidade nas escolas regulares, aceitando alunos com deficiência mais comprometedora. Na conclusão do presente artigo, foi possível visualizar barreiras como falta de estrutura, planejamento e até de profissionais capacitados, como limitantes para que alunos com deficiência estejam devidamente inseridos nas instituições de ensino regular, amparados por um suporte de qualidade e que atenda aos seus requisitos.
Palavras-chave
processo; inclusão; escolas; formação.

Summary

This article describes how inclusion strategies are implemented in so-called regular schools. It aims to demonstrate how this refers to a fundamental task for students with disabilities. The methodology used to select this topic was bibliographic research. The rationale highlighted the need to transform the inclusion process in regular schools and the importance of improving the reception of students with disabilities in the school environment. The goal is always to contribute to a real possibility of achieving a quality transformation in regular schools, accepting students with more serious disabilities. In the conclusion of this article, it was possible to identify barriers such as lack of structure, planning, and even trained professionals as limiting the proper integration of students with disabilities into regular educational institutions, supported by quality support that meets their requirements.
Keywords
process; inclusion; schools; training.

Resumen

Este artículo describe cómo se implementan las estrategias de inclusión en las llamadas escuelas regulares. Su objetivo es demostrar cómo esto se refiere a una tarea fundamental para los estudiantes con discapacidad. La metodología utilizada para seleccionar este tema fue la investigación bibliográfica. La justificación destacó la necesidad de transformar el proceso de inclusión en las escuelas regulares y la importancia de mejorar la recepción de los estudiantes con discapacidad en el entorno escolar. El objetivo es siempre contribuir a una posibilidad real de lograr una transformación de calidad en las escuelas regulares, aceptando a estudiantes con discapacidades más graves. En la conclusión de este artículo, fue posible identificar barreras como la falta de estructura, planificación e incluso profesionales capacitados que limitan la adecuada integración de los estudiantes con discapacidad en las instituciones educativas regulares, con el apoyo de un apoyo de calidad que satisfaga sus necesidades.
Palavras-clave
proceso; inclusión; escuelas; formación.

INTRODUÇÃO

O referido artigo relata como ocorrem as estratégias de inclusão nas escolas denominadas regulares, as possibilidades e os respectivos planos de ação que são colocados em prática, destinados a promover uma inclusão proficiente, que seja capaz de atender as necessidades mínimas dos educandos que possuem alguma deficiência e que necessitam de um amparo maior. 

Com o intuito de demonstrar como se refere a um trabalho fundamental para alunos dotados de alguma limitação, as escolas brasileiras mesmo que de uma maneira muito gradual, vem adotando novas concepções de ensino, bem como um olhar muito mais humanístico, que vise desencadear um verdadeiro viés de evolução no atendimento a educandos considerados como atípicos. 

A metodologia usada para a escolha do presente tema foi à pesquisa de cunho bibliográfico, tendo sido realizadas diversas consultas em publicações que relatam sobre o mesmo tema, e que possuem grande nível de importância, pelo fato de a sociedade de uma maneira geral, estar se mobilizando a fim de beneficiar o processo de inclusão de modo mais holístico. 

A escolha do tema se justifica, para demonstrar o quanto as escolas brasileiras vêm construindo relações mais harmoniosas, para que os alunos considerados como atípicos, possam permanecer em seus ambientes, respectivamente, com o diferencial de serem absolutamente participativos.

A fundamentação denotou a necessidade de conhecer de modo mais afundo o que representa um trabalho de incluir alunos, ou seja, de favorecer e ao mesmo tempo transformar o processo de inclusão nas escolas regulares, e a relevância em melhorar a recepção dos alunos dotados de alguma limitação no ambiente escolar. 

Merecendo destaque os esforços que se encontram sendo idealizados pelos profissionais da educação, com amplo destaque para os modelos de gestão que se encontram sendo adotados, sempre com a meta de contribuir a fim de que haja uma possibilidade real de haver uma transformação de qualidade nas escolas regulares, aceitando alunos com deficiência mais comprometedora. 

Na conclusão do presente artigo, o enfoque se voltou para a qualidade do processo de inclusão, como o mesmo vem sendo delineada de maneira estratégia e com planejamento, com efeito, foi possível visualizar barreiras como falta de estrutura, planejamento e até de profissionais capacitados, como limitantes para que alunos com deficiência estejam devidamente inseridos nas instituições de ensino regular, amparados por um suporte de qualidade e que atenda aos seus requisitos.

DESENVOLVIMENTO

As instituições de ensino frequentemente são estigmatizadas pela sociedade por não oferecerem suporte adequado para a inserção dos educandos atípicos. Muitas vezes, são acusadas de negligenciar questões sociais importantes, como o acolhimento, um problema grave e que precisa ser debatida com maior seriedade pela sociedade como um todo.

É preciso compreender, que cada vez mais pessoas que apresentam alguma deficiência, dependentes de um maior amparo, a fim de que possa ser considerado como alinhado as suas necessidades, um componente que já deveria estar à disposição de todo esse alunado.

De acordo com Border (1997), vital que escolas regulares se articulem com a sociedade, demonstrando que pessoas atípicas não estão à margem, mas sim, que fazem parte do tecido social. No entanto, para isso, é necessário criar condições reais que permitam a esses indivíduos viverem com dignidade e participação plena.

Contudo, essa articulação se mostra como muito complexa, pois, grande parte da comunidade escolar, simplesmente não apresenta a menor preocupação em compreender o que é desenvolvido pelas escolas brasileiras, sobretudo, as públicas, uma atuação que possa ser considerado como mais proficiente, que promova uma transformação benéfica aos alunos que desejam serem articulados e inclusos na sociedade.

A contribuição efetiva das escolas regulares na inclusão depende de diversos fatores, entre eles, o planejamento pedagógico e a estrutura física e humana disponíveis, e claro, de um planejamento que verdadeiramente enriqueça a atuação do estudante que apresenta alguma deficiência (Monari, 2011, p. 44). 

A ausência desses elementos torna as atividades inclusivas amplamente superficiais, quando não inviável, e por essa razão, podem ser considerados como vulnerabilidades que necessitam serem superadas no ambiente educacional.

Além disso, é importante considerar que as APAES, apesar de especializadas, não têm capacidade de atender toda a demanda. Muitas pessoas com deficiências leves ou moderadas podem e devem conviver com os demais alunos em escolas regulares, desde que haja uma avaliação criteriosa de suas vulnerabilidades e potencialidades (Monari, 2011).

Das diversas barreiras que as escolas vivenciam, a fim de que possam contribuir de uma maneira mais intensa com a inclusão, vem a ser sua limitação quanto à concepção de ensino, uma vez que, está sempre voltada para uma mesma metodologia pedagógica, que muda de maneira completa quando ingressa um educando com alguma deficiência.

O que significa dizer, que trabalhar com públicos distintos, ocupando um mesmo espaço, significa mais do que um desafio, e sim, desenvolver uma nova identidade cultural as escolas regulares, algo que necessita de um período de tempo considerável, a fim de que possa ser colocado em prática.

Contudo, como ressalta Capelari (2012), as instituições de ensino tradicionais ainda demonstram grandes limitações estruturais, formativas e atitudinais para acolher esse público. Em muitos casos, apenas estudantes com deficiências físicas ou cognitivas leves são aceitos, revelando que a inclusão, na prática, não é prioridade.

Sem falar na falta de capacitação dos educadores, algo grave e que não poderia ocorrer, uma vez que, não detém os conhecimentos que se fazem necessários para atender aos educandos que possuem alguma deficiência, e que por esse motivo, apresentam algumas peculiaridades.

Esse despreparo dos docentes, representa um erro crasso por parte dos gestores escolares do país, pois, esses deveriam estimular os educadores a buscarem novos conhecimentos, a fim de atenderem os educandos com necessidades especiais de uma maneira mais efetiva.

Esse cenário evidencia que as escolas tradicionais não foram idealizadas para receber alunos com deficiência, e por isso enfrentam tantas dificuldades quando precisam fazê-lo. O descaso institucional reflete um problema social maior: a exclusão ainda presente na sociedade brasileira (Capelari, 2012).

Inclusão significa mais que simplesmente integrar uma pessoa com deficiência em outro ambiente, cujo qual a mesma não se encontra acostumada a permanecer, como sendo participantes efetivas e sim, de criar condições, a fim de que a mesma se adapte da melhor maneira possível em todos os lugares em que a mesma esteja, e acima de tudo, que a mesma possa ser participativa.

Como explica Santos (2012), a inclusão deve ser acompanhada de mudanças significativas na estrutura escolar e envolvimento da comunidade. Não se trata apenas de integrar fisicamente o aluno com deficiência, mas de oferecer um ambiente verdadeiramente acolhedor, inclusivo e promotor de desenvolvimento.

Hoje, diversas instituições de ensino aceitam apenas alunos com deficiências mais leves, o que evidencia a necessidade de promover-se uma reflexão sobre os direitos que todos os educandos possuem, independentemente do nível de limitação que possuem.

Segundo Ulisses (2011), o crescente número de ações judiciais movidas por famílias que buscam o direito de seus filhos estudarem em escolas regulares demonstra que a sociedade já reconhece esse direito, mas as escolas ainda não estão prontas para exercê-lo de forma adequada.

Lutando por um direito que já é assegurado por lei, mas, ainda se encontra absolutamente distante de poder ser considerado como aplicável, com isso, diversos educandos deixam de receber o auxílio que realmente necessitam.

Sempre partindo do pressuposto, de que os estudantes que possuem alguma deficiência, apresentam margem para desenvolvimento, todavia, a fim de que haja condições de ocorrer, fundamental é que haja um estímulo de qualidade, uma oferta alicerçada em recursos e um bom planejamento.

O resultado dessa impreparação é o improviso: quando obrigadas a incluir, muitas escolas não possuem estrutura física, recursos pedagógicos ou profissionais capacitados para garantir uma aprendizagem significativa. Isso leva à estagnação do desenvolvimento cognitivo e social do estudante com deficiência.

Como destaca Zenaide (2000), a ausência de espaços especializados dentro das escolas regulares dificulta a adoção de práticas pedagógicas adaptadas. A convivência de estudantes com e sem deficiência, sem o devido suporte, pode comprometer a qualidade do ensino de ambos os grupos.

Esses espaços especializados, necessitam estar em sintonia com cada um dos educandos, ou seja, que beneficie a construção de um modelo de autonomia, e que não iniba a participação do alunado, uma questão absolutamente peremptória.

Além disso, a capacitação dos professores é basilar. A maioria dos docentes não recebe formação específica para lidar com as necessidades educacionais especiais, o que compromete a qualidade do atendimento oferecido (Relvas, 2011). 

A falta de profissionais com formação adequada também leva as famílias, quando têm recursos, a buscar alternativas como escolas particulares ou atendimento domiciliar, que em alguns casos, são bem vistas pelos próprios alunos com necessidades especiais, o que também representa uma condição a ser observada.

A inclusão, portanto, depende de uma mudança estrutural profunda e principalmente de uma mentalidade menos tacanha, mais abrangente, que contemple as necessidades mais agudas dos discentes com deficiência, e que possuem idade escolar.

Como pontua Fenatti (2010), a reestruturação do trabalho pedagógico e a formação continuada dos profissionais são passos indispensáveis para garantir a socialização e o desenvolvimento de estudantes com deficiência.

Além disso, como argumenta Gastão (2010), a demanda por professores especializados é crescente, e sua presença nas escolas regulares poderia contribuir para a disseminação de práticas inclusivas entre os demais docentes. Isso ajudaria na criação de um ambiente mais propício ao aprendizado para todos.

Apesar da obrigatoriedade legal de inclusão, muitas escolas não conseguem cumprir esse papel de forma eficaz. A falta de recursos, planejamento e padronização dos atendimentos faz com que a inclusão aconteça de maneira fragmentada e ineficiente (Linhares, 2001).

É fundamental, portanto, que exista uma nomenclatura clara de quais tipos de deficiência podem ser atendidos pelas escolas regulares, não como forma de exclusão, mas como reconhecimento das limitações reais dessas instituições e da necessidade de adaptação (Rubinstain, 2009).

Paulon (2009) defende a criação de um plano de ação claro e estratégico que permita às escolas regulares se prepararem para receber alunos com deficiência, incluindo tempo para planejamento, capacitação de professores e investimento em infraestrutura. 

A construção de salas de recursos multifuncionais e a presença de professores especializados são caminhos concretos para uma inclusão mais qualificada, e que fazem a diferença na realidade desse alunado (Sormani, 2014).

A atuação dos educadores com formação específica em educação especial, inseridos no ambiente da escola regular, possibilita trocas de experiências pedagógicas e contribui para a construção de um projeto de inclusão mais sólido (Tamanaha, 2006).

Para um profissional ser considerado como especialista, ou seja, que detém todo ou grande parte do conhecimento necessário para atender há um educando que possui alguma deficiência, o mesmo se depara em um ambiente complexo e com poucas possibilidades de agregar os valores que se fazem necessário para o trato diário com o aluno a ser incluso.

Inclusive, na falta de condições mínimas para que os docentes tenham a possibilidade de colocar em prática todos os conhecimentos e saberes que possuem, provavelmente o mesmo não conseguira alcançar resultados muito positivos ou seja, trata-se de muito mais uma perda de tempo e do potencial que o docente possui.

Assim como existe relevância na idealização de um plano de ação, que seja capaz de promover uma maior proximidade com relação à comunidade escolar, e não somente por parte dos pais ou familiares do aluno que necessita ser incluso de uma maneira mais proficiente.

Outro ponto importante é a participação da comunidade escolar na inclusão de pessoas com deficiência. A ausência desse envolvimento nas escolas atualmente é um entrave para a socialização dos alunos com deficiência e que necessitam de suporte, como ressalta Benevenuto (2012).

A comunidade escolar continua sendo uma grande lacuna no desenvolvimento das instituições de ensino, e isso há muitos anos, não somente nas escolas inclusivas ou regulares, mas, em toda a educação nacional.

E sem a participação da comunidade escolar, a escola acaba sofrendo com os mais diversos tipos de problemas, principalmente de representatividade, fator basilar, para que qualquer mudança positiva possa ocorrer, a fim de beneficiar a um público maior e mais complexo.

Diferente das escolas especiais, onde há um senso de coletividade mais forte, as escolas tradicionais ainda precisam avançar muito nesse aspecto, até pela falta de informação atrelada aos profissionais quer atuam na mesma ainda possuem, ou seja, trata-se de um trabalho absolutamente gradual.

Ser aluno atípico em uma escola voltada a atender alunos que não possuem nenhuma deficiência, representa mais do que um desafio, é uma tentativa que esses discentes possuem de viverem uma vida um pouco mais próxima da normalidade, tendo a chance de conviver com pessoas da mesma faixa etária que a sua, o que contribui amplamente para sua socialização.

Por fim, é necessário reforçar que o professor que trabalha com alunos atípicos exerce um papel muito mais amplo do que o de simples transmissor de conteúdo: ele é um facilitador do desenvolvimento humano, cognitivo e social de seus estudantes considerados atípicos (Eustáquio, 2010).

No entanto, seria absolutamente fundamental que esses profissionais contassem com um apoio maior, uma vez que, promover um plano de ação que faça a diferença na realidade de pessoas que não contam com grande visibilidade na sociedade, representa um fator fundamental.

Se a meta da escola nacional é se tornar inclusiva, é fundamental que redes de apoio passem a existir, e que se desenvolvesse uma real possibilidade de inserir os educandos com necessidades especiais no seio da sociedade de uma maneira muito mais cógnita e construtivista.

O ideal, seria que as instituições de ensino já estivessem devidamente planejadas quanto às necessidades e possibilidades de promoverem uma inclusão de qualidade, que independentemente da deficiência, ou de deficiências que os alunos possuem, uma vez que, pode também haver educandos com deficiências múltiplas, os mesmos viessem a receber um atendimento de qualidade.

Uma vertente que apenas um pequeno percentual das escolas brasileiras de classificação regular podem e realizam da maneira que poderiam, eis um componente que ainda necessita ser trabalhado em uma escala maior, promover um trabalho voltado principalmente para a capacitação dos educadores, que muitas vezes, manifestam o desejo de realizarem atividades que visem elencar o que os estudantes considerados como atípicos realmente necessitam.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Foi citado ao longo da presente escrita, que educandos atípicos ainda não tem espaço nas escolas voltadas a educandos comuns, salvo algumas raras exceções, que não apresentam tantas complexidades em sua formação, e que podem acompanhar o mesmo ritmo dos demais alunos.

Sendo que existem muitos alunos que podem ser considerados como atípicos, e que apresentam todas as condições para serem inseridas em uma escola regular, mas, que não recebem essa oportunidade, o que além de representar um erro crasso, é algo que vai contra os direitos das pessoas consideradas como atípicas, uma realidade que necessita mudar de panorama.

Na realidade, as escolas regulares ao mesmo tempo em que sofrem com os mais diversos tipos de problemas estruturais, também não realizam muitos esforços para assegurar que as pessoas com deficiência façam parte dessa modalidade educacional e que a mesma possa ser chamada de inclusiva não apenas por uma questão de nomenclatura e sim, pela atuação em prol da causa inclusiva.

Sem essa qualificação profissional, não há como um processo de inclusão ser considerado satisfatório, pelo fato de que deve fazer com que esses indivíduos tenham a possibilidade de se desenvolverem no ponto de vista educacional, cultural e pedagógico desses profissionais.

A inclusão é um processo que depende de toda a sociedade para que possa funcionar, e claro, que isso também tem a ver com as escolas regulares, e o poder de socialização que as mesmas possuem, que representa uma das principais buscas por parte dos educandos que possuem algum tipo de deficiência.

As escolas regulares ainda necessitam promover um grande número de melhorias, a fim de que possam ser capazes de promoverem uma transformação de qualidade aos alunos com deficiência, a fim de que os mesmos possam ser trabalhados de uma maneira mais positivista e construtivista.

Assim como deve haver um preparo maior por parte dos profissionais que são os responsáveis por desenvolverem e que se encontram a frente do processo, promovendo uma inclusão que possa ser considerada como mais qualificada e elenque as necessidades de todo o alunado.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BENEVENUTO, E, S. P. A Criança Portadora de Necessidades Especiais na Escola Especial: São Paulo: 2012.

BORDER, R. V. F. O papel da escola na inclusão social do Indivíduo Portador de Surdocegueira. A integração de pessoas com deficiência: Uma contribuição para uma reflexão sobre o tema- São Paulo, 1997. editora Memnon.

CAPELARI, C. B. O que as Crianças Portadoras de Deficiências Múltiplas Necessitam. Um estudo de caso. 2012.

EUSTÁQUIO, R. U. A Transformação da Escola Inclusiva no Brasil: São Paulo: Fontes, 2010.

FENATTI, E. A. A Educação na Perspectiva da Inclusão Escolar: a escola comum inclusiva. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial; [Fortaleza]: Universidade Federal do Ceará, 2010.

GASTÃO, E. M. A Criança Portadora de Necessidades Especiais.  5. ed. São Paulo: Atlas, 2010.

LINHARES, E. B. A Limitação na inclusão: Rio de Janeiro: Guanabara, 2001.

MONARI, O. A. Como a Escola Transforma a Vida da Criança Portadora de Necessidades Especiais: São Paulo, 2011.

PAULON, S. M. O Que é Deficiência múltipla. –Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial, 2009.

RELVAS, M. P. Neurociência e transtornos de aprendizagem: Múltiplas eficiências para uma educação inclusiva. 5ed. Rio de Janeiro: Wak Ed, 2011.

RUBINSTAIN, A. G. A Escola Especial Reabilitando os Portadores de Surdo-cegueira: Rio de Janeiro, 2009.

SANTOS, D. C. Potenciais dificuldades e facilidades na educação de alunos com deficiência intelectual. Oliveira dos Educ. Pesqui, São Paulo, v. 38, n. 4, p. 935-948, out./dez. 2012.

SORMANI, A. T. A Escola e o Auxílio Para as Crianças Portadoras de Necessidades Especiais Múltiplas: São Paulo, 2014.

TAMANAHA, A. C. A atividade Lúdica no Autismo Infantil: Distúrbios da Comunicação, São Paulo, 2006.

ULISSES, A. B. A Formação dos Professores na Modalidade de Educação Especial Inclusiva: Rio de Janeiro, 2011.

ZENAIDE, O. A. Plano de Aula da Escola Especial Inclusiva: Ed: Guanabara. Rio de Janeiro. 2000.

Ramos, Bruno Schwabenland . As possibilidades de melhoria no processo de inclusão nas instituições de ensino regulares.International Integralize Scientific. v 5, n 51, Setembro/2025 ISSN/3085-654X

Referencias

Vivian Caroline Coraucci.
BAILEY, C. J.; LEE, J. H.
Management of chlamydial infections: A comprehensive review.
Clinical infectious diseases.
v. 67
n. 7
p. 1208-1216,
2021.
Disponível em: https://academic.oup.com/cid/article/67/7/1208/6141108.
Acesso em: 2024-09-03.

Share this :

Edição

v. 5
n. 51
As possibilidades de melhoria no processo de inclusão nas instituições de ensino regulares

Área do Conhecimento

EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO ENSINO BÁSICO: DESAFIOS E POSSIBILIDADES
Educação inclusiva; ensino básico; diversidade; políticas públicas; metodologias pedagógicas
IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO CONTEXTO DA ALFABETIZAÇÃO
Escola; Ensino Regular; Necessidades Educacionais Especiais.
EDUCAÇÃO INCLUSIVA E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: PERSPECTIVAS E DESAFIOS
Educação Inclusiva, Inteligência Artificial, Tecnologia Assistiva, Aprendizado Personalizado, Políticas Educacionais.
Formação docente para a diversidade: Práticas pedagógicas inclusivas na atualidade
formação docente; diversidade; práticas pedagógicas; inclusão; educação contemporânea.
Plataforma digital de recursos adaptativos: Facilitando o planejamento pedagógico inclusivo para professores da educação básica
educação inclusiva; tecnologia assistiva; recursos digitais; práticas pedagógicas; planejamento.
O piano como ferramenta pedagógica inclusiva: Estratégias de ensino para crianças com necessidades especiais

Últimas Edições

Confira as últimas edições da International Integralize Scientific

feat-jan

Vol.

6

55

Janeiro/2026
feat-dez

Vol.

5

54

Dezembro/2025
feat-nov

Vol.

5

53

Novembro/2025
feat-out

Vol.

5

52

Outubro/2025
Setembro-F

Vol.

5

51

Setembro/2025
Agosto

Vol.

5

50

Agosto/2025
Julho

Vol.

5

49

Julho/2025
junho

Vol.

5

48

Junho/2025