Autor
URL do Artigo
DOI
Resumo
INTRODUÇÃO
Ao iniciar os estudos sobre as mudanças na educação brasileira, a BNCC tem pautado novas prioridades pedagógicas, dentre elas, conhecer a si mesmo.
Assim como o desenvolvimento cognitivo, o saber lidar com as dificuldades internas e externas deverão ser aprendizagens essenciais no cotidiano escolar. O estudo desse tema objetiva esclarecer como essas competências serão trabalhadas em sala, como será a aceitação e os possíveis resultados alcançados.
A metodologia aplicada no decorrer do estudo será através de leituras, fundamentação teórica em documentos oficiais e análise do que já foi publicado a cerca desse assunto.
A BNCC é um documento que nasceu para regular a Educação Básica do Brasil, tem como intuito determinar aprendizagens, desenvolvimentos e habilidades. Cita quais as diretrizes que as instituições educacionais do país devam considerar para pautar um currículo unificado para toda a Educação Básica: Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio.
Assim sendo, a BNCC objetiva que os jovens devam se desenvolver emocionalmente e de forma integral na sua essência como pessoas. Para que os objetivos sejam alcançados, os coordenadores pedagógicos e educadores deverão embasar o planejamento anual e planos diários contemplado nas competências socioemocionais da BNCC.
DESENVOLVIMENTO
A BNCC pauta-se nas aptidões socioemocionais sugeridas e trabalhadas pela Casel (Collaborative for Academic). A Casel é uma instituição sem fins lucrativos, norte americana, localizada em Chicago, que objetiva desenvolver as habilidades socioemocionais dos educandos da Educação Básica.
A Casel aponta 5 competências socioemocionais a serem trabalhadas com crianças e jovens que integram a Educação Básica. Destacaremos em seguida: Autoconsciência – Busca fazer com que os educandos se conheçam profundamente, identificando seus pontos fortes e suas limitações, e que busquem sempre manter uma visão positivista focada para o crescimento pessoal e intelectual.
Autogestão – É o gerenciamento que todos devemos ter sobre o nosso estresse, controlar impulsos e definir metas para si mesmas.
Consciência social – Devem trabalhar a empatia, ação de se colocar no lugar do outro e respeitar a pluralidade.
Aptidões de relacionamento – Ações de ouvir o outro com empatia, se expressar com clareza, saber colaborar com os colegas, resistir e responder de maneira adequada a conflitos escolares.
Tomada de decisão assertiva – Envolve as escolhas e as interações que seguem normas, padrões éticos e morais desenvolvidos socialmente e ainda as medidas de segurança gerais.
A BNCC acredita que estas competências sugeridas pela CASEL devem ser contempladas em cada uma das 10 competências gerais, para enfim criar-se um currículo unificado para a Educação Infantil, para a Educação Básica
Será exposto agora as competências propostas pela BNCC que deverão guiar a Educação Básica Brasileira:
Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social, cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar para a formação de uma sociedade igualitária, democrática e irrestrita.
Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular, sanar e criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conhecimentos das diferentes áreas.
Valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, e também participar de práticas diversificadas da produção artístico-cultural.
Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, sonora e digital –, bem como conhecimentos das linguagens artística, matemática e científica, para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos e produzir sentidos que levem ao entendimento mútuo.
Entender e fazer uso das tecnologias digitais de informação e comunicação de forma avaliativa, significativa, reflexiva e moral nas diversas práticas sociais, para se comunicar, acessar e disseminar informações, construir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva.
Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e apropriar-se de informações e experiências que lhe possibilitem entender as relações próprias do mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade.
Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta.
Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, compreendendo-se na diversidade humana e reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas.
Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza.
Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários.
A grande questão é: Como, de fato, trabalhar essas competências tendo como base as 10 competências da BNCC no espaço escolar.
COMO TRABALHAR AS COMPETÊNCIAS SOCIOEMOCIONAIS NO CAMPO EDUCACIONAL?
Se faz necessário que os educadores tenham atitudes que favoreçam o processo de fortalecimento das capacidades socioeconômicas. Atitudes como:
Voluntário e recíproco: Apresentar objetivos claros e concretos aos discentes e espera com isso que eles respondam de modo recíproco.
Significado: Explicar de forma clara o tema trabalhado e consequências, observando, se os educandos compreenderam e se à dúvidas.
Transcendência: Seria a ideia de transcendência dos conteúdos, fazer com que os alunos consigam pensar além, “fora da caixinha”.
Competência: Fazer o discente perceber sua capacidade, sentir-se qualificado a aprender, se desenvolver e alcançar sucesso em qualquer que seja o projeto.
Ajustamento do comportamento: Desenvolver seu autocontrole frente a situações adversas e possivelmente estressantes. O educador em seu diálogo deve enfatizar que as discussões devem ser resolvidas por intermédio do diálogo.
Compartilhar: O docente deve estimular o convívio colaborativo dentro do ambiente escolar, proporcionando atividades em grupo que envolvam apoio e resolução de problemas pelo diálogo.
Subjetividade e discernimento psicológicos: As diferenças e individualidades devem ser valorizadas pelo professor mediante metodologia adequada, assim, os alunos entenderão que devem respeitar o outro como ele é, em sua individualidade.
Preparação e busca por meta: Deve ser oferecido apoio aos alunos e auxiliar seus planejamentos, para que estas tarefas sejam cumpridas com êxito.
Busca pelo moderno e atual: A escola deve estimular estes a buscarem sempre conhecer mais e buscarem novas descoberta.
Entendimento da flexibilidade: Deve ser apresentado aos estudantes caminhos novos, estratégias e recursos distintos para resolver uma mesma tarefa ou problema.
Sensação de propriedade: É dever do professor fazer com que o educando sinta que pertence àquele espaço. Isso é primordial e auxilia no criar laços de amizade e participe de grupos de amigos.
Conexão: Deve criar vínculos entre alunos e educador, gerando confiança, credibilidade e afeto.
Estas são atitudes e práticas, que se busca trabalhar as aptidões sociais e emocionais da BNCC de maneira assertiva.
Como já enfatizado antes as competências da BNCC são baseadas na Casel que vem pensando e desenvolvendo modos de fazer com que crianças e adolescentes construam sua inteligência emocional e saibam conviver harmonicamente em sociedade.
O resultado que se pretende atingir, e fazer com que os educandos possam ampliar o modo de perceber a si mesmas e ao outro, valorizar sua identidade, respeitar os outros e reconhecer as diferenças que nos constituem como seres humanos.
Ou seja, a BNCC, destaca a importância e a necessidade de que os estudantes sejam capazes de:
Respeitar e expressar sentimentos e emoções, atuando com progressiva autonomia emocional;
Atuar em grupo e demonstrar interesse em construir novas relações, demonstrando empatia e solidarizando-se com os outros;
Conhecer e respeitar regras de convívio social, manifestando respeito pelo outro.
Além disso, entre as competências da nova base curricular, é estabelecido que os educadores ofereçam a aos estudantes oportunidades de:
Conhecer-se, apreciar-se e cuidar da sua saúde física e emocional, reconhecendo suas emoções e a dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas e com a pressão do grupo;
Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais.
Assim como seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de origem, etnia, gênero, orientação sexual, idade, habilidade/necessidade, convicção religiosa ou de qualquer outra natureza, reconhecendo-se como parte de uma coletividade com a qual deve se comprometer;
Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões com base nos conhecimentos construídos na escola, segundo princípios éticos democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários.
Assim, percebe-se que as aptidões sociais e emocionais estarão sempre presentes nas competências da BNCC. Elas são complementares aos processos de aprendizagem já conhecidos e até mesmo podem elevar seus benefícios.
Vale salientar que toda a proposta da Base neste aspecto é pautada por eixos estruturantes das práticas pedagógicas, que são nada menos que as interações e as brincadeiras.
Ações que permitirão as crianças a construírem e vivenciarem possibilidades de aprendizagens, desenvolvimento e socialização.
O acesso à educação contribui para o fortalecimento de indivíduos éticos que promovem a cidadania, o respeito, além de desenvolver outras características, como: Autoconfiança, perfil inovador, senso crítico e espírito empreendedor. É essencial para formarmos seres humanos que consigam compreender o todo ao invés das partes, saibam resolver conflitos, tenham criatividade para se reinventar diante de crises e conseguir superá-las e que busquem construir uma sociedade mais justa.
O que leva também a crer que melhorias de convivência poderão ser concretizadas, como a diminuição do bullying. Assim como uma facilidade maior de adeptos as regras de coletividade. Tudo isso resulta em estudantes mais confiantes, mais criativos e mais engajados. O que leva a positivos ciclos de troca de experiência entre a escola e seus alunos.
Uma via de mão dupla que é alimentada constantemente. Tudo em prol de saber trabalhar todo o potencial entre os envolvidos.
É perceptível que a BNCC e suas diretrizes possuem um cuidado maior com a formação integral dos estudantes, além de focar apenas em competências voltadas para o intelectual/cognitivo e o mercado de trabalho.
COMPETÊNCIAS SOCIOEMOCIONAIS COMO PROTEÇÃO À SAÚDE MENTAL
Entender a definição das competências em destaque envolve o aprofundamento dos sentimentos. Desde a antiguidade, as emoções foram estudadas de diferentes perspectivas. Dentre todas essas abordagens, as voltadas para as aptidões sociais e emocionais no contexto educacional são as de interesse nesse escrito por abordarem diretamente as recentes diretrizes propostas pela (BNCC), a proposta de Educação para a sociedade contemporânea e o ensino integral.
Espera-se que no Brasil, até 2020, todas as instituições escolares deverão contemplar o trabalho com o conhecer-se a si em seus currículos. Diante dessa demanda, precisamos pesquisar mais sobre a educação e o controle emocional.
A educação e o conhecimento dos sentimentos referem-se ao processo de entendimento e manejo das emoções, com empatia e solidariedade, pela tomada de decisão responsável. É fundamental a promoção da educação socioemocional nas diferentes situações, na escola e na sociedade, pela efetivação das cinco competências que se segui:
Autoconsciência – conhecer-se a si mesmo, forças e limitações, usando de atitude otimista com foco para o crescimento.
Autogestão – gerenciamento eficaz do estresse, ao autocontrole de impulsos e à definição de metas.
Consciência social – exercício da empatia, respeitando a diversidade.
Habilidades de relacionar-se – ouvir com empatia, falar clara e objetivamente, cooperar, resistir à pressão social, resolver conflitos de modo respeitoso, auxiliando o outro quando necessário.
Decisão responsável – escolhas e interações sociais com observância as normas, cuidados com a segurança e os padrões éticos que a sociedade preconiza.
Há inúmeras pesquisas e práticas voltadas ao trabalho com competências socioemocionais. Além do estudo e publicação do conhecimento, diferentes avaliações de âmbito nacional, contemplam as competências, como o PISA e o ENEM.
Uma das dificuldades que se configura atualmente é investir nas competências cognitivas/acadêmicas e nas socioemocionais. Quanto a essa questão, CASEL (2015) aponta que investir em competências socioemocionais auxilia o educando no desempenho escolar e na manutenção de uma sociedade pró-social. Para que as competências socioemocionais sejam exploradas no contexto escolar do século XXI, elas devem ser o foco da proposta curricular sendo delineada a partir da BNCC.
Nos trabalhos a serem desenvolvidos nas competências socioemocionais, um tema atualmente e que merece ser explorado é o bullying. O termo bullying compreende o conjunto de ações violentas e intencionais contra outra pessoa e que tem como produto danos que envolve a ordem física e à psicológica, deixando “marcas” capazes de ressoar ao longo da vida da pessoa que foi vítima do bullying.
O bullying é uma preocupação, sendo destacadas, pelo MEC. No combate ao bullying, as 5 competências socioemocionais, descritas anteriormente, devem ser trabalhadas: autoconsciência, autogestão, consciência social, habilidades de relacionamento e tomada de decisão responsável.
Marcos Meier e Sandra Garcia (2007), pautados em Feuerstein, enfatizam critérios de intervenção, em acordo com ações apoiadas nas competências socioemocionais, que podem ser transpostos para a escola, a saber:
Objetividade e reciprocidade: O professor deve mostrar objetivos e metas claras e concretas.
Importância: O educador deve expor a definição e implicações com outros conceitos de forma claro e objetivo verificando se a mensagem foi compreendida.
Excelência: O docente deve trabalhar as aprendizagens de modo que transcendam, favorecendo o pensar sobre as implicações da fala e da ação.
Competência: O educador deve favorecer que o ouvinte se sinta apto a aprender, buscando sua motivação e autoestima. Deve oportunizar situações em que o sucesso seja atingido. No entanto, se faz necessário que as aulas, avaliações, linguagens utilizadas estejam em consonância com o nível do estudante para o tema abordado. O conhecimento prévio do aluno é fundamental!
Regulação e equilíbrio do comportamento: O professor com habilidades específicas deve apoiar o educando a controlar/regular as emoções nas diferentes situações, incluindo as de agitação.
Socializar: O docente dentre suas ações deve reforçar o clima escolar de respeito, valorizando a importância do controle das emoções, da comunicação respeitosa, do balanceamento entre os objetivos/metas pessoais e grupal. Situações de debate e troca de ideias são importantes.
Diferenças psicológicas: O educador deve desenvolver a consciência e a singularidade de cada aluno.
Programa e objetividade: O mestre pode apoiar na identificação de metas e ajudá-lo no planejamento para que essas metas sejam alcançadas. A conversa e as estratégias para análise são primordiais.
Inovando e buscando a complexidade: Suporte com situações desafiadoras e incentivar a sua resolução de modo respeitoso.
Acordo da modificabilidade: Buscar novos caminhos, recursos e estratégias, de forma a apoiar a todos.
Anseio de pertença: O aluno deve identificar as pessoas que se aproximam ou que se identificam com ele, o educador deve lhes auxiliar a se sentirem pertencentes a um grupo.
Edificação do vínculo: O vínculo é fundamental para a ação em grupo.
Um bom exemplo de onde essa mediação poderia desenvolver as competências socioemocionais dos alunos está nas páginas 8 e 9 do Caderno de boas práticas em que é proposto pensar a linguagem e a prática escolar como prática social.
Segue como sugestão o desenvolvimento de um jornal escolar com a participação ativa dos alunos e trabalhasse temas do cotidiano e universo estudantil, importantes para a comunidade escolar.
Em um fazer simples, que não pretende esgotar toda a discussão e o trabalho em competências socioemocionais, durante a produção dessa atividade, os docentes poderiam usar como estratégia uma roda de conversa, verificar as forças e limitações de cada aluno (competência de autoconsciência), mediar a participação com base nessa análise de limite e potencialidade e auxiliá-los nas tomadas de decisão acerca dos temas e/ou textos.
O educador expõe os objetivos propostos da atividade, as tarefas de cada aluno e as metas individuais e do grupo.
Durante a produção do jornal, o educador irá:
a) Incentivar e valorizar a sintonia;
b) Estimular as sugestões da produção escrita;
c) Valorizar a capacidade de cada estudante e do grupo;
d) Avaliar a regulação (ao mediar conflitos);
e) Incentivar, estimular e valorizar o compartilhar (os alunos tenham voz ativa, respeitar os demais) e;
f) Respeitar a individualidade de cada aluno.
Quanto aos temas desafiadores para o conteúdo do jornal, deve-se cria ocasiões para crescer as competências socioemocionais e a participação ativa de todos, com a devida intercessão do mentor experiente, beneficiar a afirmação de conexão e o respeito. Com essa atividade é possível combater o bullying por meio das competências socioemocionais.
Os educadores têm como desafio alinhar as metodologias escolares com os pressupostos apresentados, pertinentes às competências socioemocionais, certos de que a mudança alcançada auxiliará no desempenho acadêmico e cognitivo dos alunos e promoverá um clima escolar mais respeitoso e empático com impactos em toda a vida dos alunos e da sociedade.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Desta vez, o aspecto socioemocional finalmente ganhou o mérito que merecia, mostrando o quão importante é saber educar por completo os estudantes e torná-los bons cidadãos.
A identidade pessoal, a experiência com coletividade e diversas linguagens e a boa comunicação são questões que devem sempre ter ênfase na intencionalidade educativa das atividades da classe.
Por isso, vale recordar novamente a importância de bons planos de aula, produtivas reuniões pedagógicas e inovações educacionais.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018.
CASEL. Is transforming American education through social and emotional learning. Disponível em: https://casel.org FUNDAÇÃO TELEFONICA. Global educational leaders’ program Brasil: questões conceituais e práticas. São Paulo, 2015.Acesso em 25 de abril de 2025
HTTP://basenacionalcomum.mec.gov.br/implementacao/praticas/caderno-de-praticas/aprofundamentos/195-competencias-socioemocionais-como-fator-de-protecao-a-saude-mental-e-ao-bullying acessado em 22/06/22
MEIER, Marcos; GARCIA, Sandra. Mediação da aprendizagem: contribuições de Feuersteim e de Vygotsky. Curitiba: Edição do autor,2007. 7ª edição.
Área do Conhecimento