Sapateira automatizada na indústria 4.0 acessível para portadores de deficiência visual

AUTOMATED SHOE RACK IN INDUSTRY 4.O ACCESSIBLE FOR THE VISUALLY IMPAIRED

ZAPATERO AUTOMATIZADO EN LA INDUSTRIA 4.O ACCESIBLE PARA PERSONAS CON DISCAPACIDAD VISUAL

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/7039D8

DOI

doi.org/10.63391/7039D8

silva, João Angelo Bosco da. Sapateira automatizada na indústria 4.0 acessível para portadores de deficiência visual. International Integralize Scientific. v 5, n 51, Setembro/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

Este projeto tem como objetivo o desenvolvimento de uma sapateira automatizada, pensada para facilitar a organização de calçados por pessoas com deficiência visual. A iniciativa nasceu da percepção dos obstáculos que esse público enfrenta em atividades cotidianas, como identificar e acessar corretamente os sapatos desejados. Levando em conta que os principais sentidos utilizados por pessoas com deficiência visual são o tato e a audição, o sistema foi pensado para explorar essas capacidades, incorporando também a tecnologia de comandos por voz como forma adicional de interação. Para viabilizar o funcionamento da sapateira, será utilizado um microcontrolador Arduino, que atuará em conjunto com um módulo de reconhecimento de voz e uma placa de gravação de áudio, permitindo o acionamento das gavetas e a reprodução de mensagens de orientação. Além disso, botões com marcação em Braille estarão disponíveis como alternativa tátil, permitindo ao usuário identificar e acessar os calçados com mais autonomia. Com este projeto, pretende-se atender uma necessidade genuína das pessoas com deficiência visual: Manter seus pertences organizados com mais praticidade, otimizando e aumentando sua independência. A expectativa é que essa solução contribua significativamente para a melhoria da qualidade de vida dos seus usuários.
Palavras-chave
acessibilidade; deficiência visual; indústria 4.0; inclusão.

Summary

This project aims to develop an automated shoe rack, designed to facilitate the organization of shoes by people with visual impairments. The initiative was born from the perception of the obstacles that this public faces in daily activities, such as correctly identifying and accessing the desired shoes. Taking into account that the main senses used by people with visual impairment are touch and hearing, the system was designed to explore these capabilities, also incorporating voice command technology as an additional form of interaction. To enable the operation of the shoe rack, an Arduino microcontroller will be used, which will act in conjunction with a voice recognition module and an audio recording board, allowing the activation of the drawers and the reproduction of guidance messages. In addition, buttons with Braille marking will be available as a tactile alternative, allowing the user to identify and access the shoes with more autonomy. With this project, it is intended to meet a genuine need of people with visual impairment: Keep your belongings organized with more practicality, optimizing the beat and increasing your independence. The expectation is that this solution will contribute significantly to improving the quality of life of users.
Keywords
accessibility; visual impairment; industry 4.0; inclusion.

Resumen

La propuesta de este proyecto tiene como objetivo desarrollar un zapatero automatizado para ayudar en la organización de las tareas de una persona con discapacidad visual, para este proyecto se eligió un organizador de zapatos. Dado que la vida de una persona con discapacidad se basa en dos sentidos, el tacto, como el braille, y el oído, el proyecto tiene la posibilidad de utilizar estos dos sentidos más el comando de voz, que activará los cajones. Para ello, se utilizará un microcontrolador arduino junto con un módulo de reconocimiento de voz para reconocimiento, disparo y una placa de grabación para reproducción de voz. Además de los botones, con indicación en braille, utilizados como guía para indicar los cajones con sus zapatos adecuados, es posible grabar y reproducir. El proyecto pretende dar solución a una de las necesidades de las personas con discapacidad visual, en cuanto a la relación de organización y ahorro de tiempo, logrando lo esperado, la mejora en la calidad de vida de estas personas.
Palavras-clave
accesibilidad; discapacidad visual; industria 4.0; inclusión.

INTRODUÇÃO

Com a evolução da tecnologia na engenharia elétrica de automação industrial, ampliou as possibilidades de criação de produtos voltados para os portadores de necessidades visuais. Pois, tem-se novos e sofisticados dispositivos de controle, supervisão e monitoramento local e remoto através de bluetooth, Wi-Fi, rádio frequência e por satélite. Pode-se ser acionado por celular, joystick, PC…

A automação é a substituição do trabalho humano por máquinas. Automação é o controle de processos automáticos. Automático significa que existe um mecanismo automático que executa a ação necessária em um determinado momento ou depende de determinadas condições. Algumas pessoas confundem controle automático com automação porque o controle automático ocorre com pouca intervenção humana por parte de um operador. O controlo automático é um nível de automação, existindo também outros controlos automáticos como alarme e bloqueio, incêndio e detecção de incêndio (Ribeiro 2003, p. 9).

Devido a necessidade de diminuir os esforços do trabalho braçal do homem, e assim, poder dedicar mais tempo a família, lazer, artes e outros entretenimentos, surgiram a necessidade de mecanizar os trabalhos. Existem registros de 3500 a.C., de processos que utilizavam esses métodos de mecanização. Atualmente, a automação que visa substituir o trabalho humano, se dá através de tecnologias microprocessadas e microcontroladas conhecidas também como microcontroladores e controladores lógicos programáveis (CLP).

Deu-se início a automação industrial no século XVIII com a criação da máquina a vapor e com a revolução industrial, pois, para que tenha automação industrial é necessária indústria. O desenvolvimento da indústria na Europa e Estados Unidos foi impulsionado devido a muitas inovações como a substituição do ferro pelo aço e a descoberta de novas fontes de energia. 

A princípio, o conceito da indústria já estivesse bastante consolidado no início do século XX, os processos fabris de automação ainda eram bastante rudimentares. Devido a aumento da produção em larga escala, maior qualidade, lucro etc. Como resultado deu-se início a era da revolução industrial. Devido aos conceitos de produção em escala a linha de montagem em 1909 foi idealizada por Henry Ford (1863- 1947) da GM, idealizou algo que ele chamou linha de montagem que certamente foi o ponto inicial para o grande desenvolvimento industrial que revolucionou a época. A GM, em meados daquele século, já produzia automóveis em larga escala em linhas de produção com máquinas automatizadas por relés, neste meio tempo que surgirá a morte de Henry Ford.

Por fim em 1968, surgiu o primeiro controlador lógico programável que tinha como objetivo substituir os relés, que eram dispositivos eletromecânicos que tornavam a programação das máquinas bastante complexa, alto consumo de energia, pequena vida útil dos relés, além de problemas estruturais de cabeamento. Em suma a empresa (Bed Ford Association), em Bed Ford USA, foi responsável de desenvolver esse novo tipo de controlador denominado de MODICON (Modular Digital Controller), tornando o sistema muito mais eficiente, flexível e econômico.

JUSTIFICATIVA

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), existem aproximadamente 39 milhões de pessoas com deficiência visual em todo o mundo. Segundo a OMS, mais 246 milhões de pessoas sofrem de perda de visão moderada ou grave, 90% das quais vivem em países em desenvolvimento. A agência estima que 19 milhões de crianças com menos de 15 anos têm problemas de visão. Destes, 12 milhões de pessoas sofrem de doenças que são facilmente diagnosticadas e corrigidas. O grupo afirma que cerca de 1,5 milhão de menores sofrem da chamada cegueira irreversível e nunca mais poderão ver. Segundo a OMS, dois terços destas crianças morrerão dentro de dois anos após perderem a visão.   

A questão da escolha do organizador de calçados foi desenvolvida porque que nos dias de hoje o cego está cada vez mais inserido nas atividades normais de pessoas comuns, como trabalhos, reuniões, cargos importantes etc., e com isso o cego também tem se preocupado com suas vestimentas, por isso eles precisam de uma organização minuciosa, para que não haja confusão.  Por não possuírem a visão, esse trabalho acaba sendo um pouco complexo, para pessoas que já nasceram cegas isso é uma atividade que acabam acostumando-se, porém, pessoas que ficam cegas ao longo da vida isso é uma dificuldade para se adaptar.

OBJETIVOS

O objetivo deste projeto será desenvolver um mobiliário organizador de calçados automatizado, que através de dois sentidos: Tato e audição, possibilitam a identificação e organização dos seus calçados, assim como é mostrado na figura 04. O tato faz parte da vida do cego, onde ele realiza as principais atividades, seja para sentir a temperatura, a textura de algo, o próprio braile entre outras coisas. Adiciona-se a audição, pois neste projeto o cego poderá, com o auxílio da sua própria voz gravar onde guardou seus pertences, e ainda com a voz dar um comando para que o gaveteiro mostre onde ele os guardou, fazendo assim com que o cego tenha mais confiança para poder guardar e recuperá-los, sem medo de errar ou misturar os calçados, tornando-se assim uma prática saudável, sem desconforto, e de grande auxílio para o seu dia a dia. 

Para sua realização, será utilizado uma estrutura de madeira com acrílico, e gavetas dispostas na vertical, com movimentos de abertura semelhantes ao de portão de garagem basculante, com ângulo de abertura de aproximadamente 30° para ter maior facilidade na hora de guardar e retirar os pertences, evitando a queda do calçado retirado. A sapateira também será composta por circuitos de reconhecimento e comandos de voz, e um circuito para gravação e reprodução da voz, fornecendo assim, à pessoa com deficiência visual, maior comodidade e menor tempo para encontrar seus pertences. 

DESENVOLVIMENTO

Automação equivale a medição real do que está acontecendo no momento, e permitir reação imediata. Portanto, diferentes tipos de equipamentos são utilizados para realizar a automação. Historicamente, o primeiro termo utilizado foi controle automático de processos. Equipamentos com capacidade de medir, transferir, comparar e intervir em processos foram utilizados para atingir o produto desejado com pouca ou nenhuma ajuda humana, ou seja, sob controle automático ou automatizado.

Com o aumento da complexidade dos sistemas de automação só se tornaram possíveis por causa dos recentes e grandes avanços na eletrônica. A eletrônica microprocessada é um dos grandes responsáveis pelo sucesso da automação, permitindo a construção dos CLP’s (Controladores Lógicos Programáveis) muito utilizados na indústria em geral.

No contexto da automação industrial, é fundamental compreender que essa área reúne diferentes especialidades técnicas, exigindo uma integração eficaz entre elas. De acordo com Rosário (2005), a automação depende de três pilares tecnológicos: a eletrônica, que cuida do hardware; a mecânica, que lida com os componentes físicos e estruturais; e a informática, voltada para o desenvolvimento dos sistemas de controle e software. Por isso, a execução de projetos nessa área requer uma equipe multidisciplinar bem coordenada ou profissionais com formação abrangente, capazes de integrar esses conhecimentos em soluções completas e funcionais.

Neste projeto será utilizado o módulo de reconhecimento de voz V3 (figura 01), uma ferramenta compacta e de fácil manuseio, projetada para executar diferentes funções por meio de comandos de voz. Ele tem a capacidade de reconhecer até 80 comandos distintos, organizados em grupos, sendo possível ativar até sete comandos por vez. Cada comando pode ter até cerca de 1,5 segundo de duração, o que corresponde, geralmente, a uma ou duas palavras. O módulo oferece dois modos de operação: por meio da porta serial ou utilizando os pinos de entrada e saída. Em condições ideais, o reconhecimento de voz pode atingir uma precisão de até 99%, o que o torna uma solução eficiente para projetos que exigem controle por voz.

Figura 01 – Esquema eletrônico do módulo reconhecedor de voz

Fonte: Liatec.

O esquema do opto acoplador da figura 02 mostra um funcionamento simples e prático. A entrada de sinal vem da placa de opto acopladores (4N25), que será mostrado na sequência. Quando o sinal é recebido ele chega na base do transistor que chaveia, fazendo com os 12 V, passem pela bobina do relé, comutando-o, os contatos NF do relé estão ligados também nos 12 V, para que não haja uma diferença de potencial, mantendo assim o motor parado, quando o relé é comutado seus contatos mudam de posição, e o NF para o NA que será aterrado, fazendo com que haja D.D.P. e o motor gire. Na mesma linha do GND, como mostrado na imagem acima, há um F.C., (fim de curso) que serve para limitar a abertura e o fechamento das gavetas, ou seja, ao abrir quando atinge seu máximo o fim de curso interrompe a terra, fazendo com que não haja a DDP, e o motor pare na sua posição correta, de modo semelhante ao fechar. Esse esquema se repete para todas as outras gavetas, tendo cada motor sua Ponte H (figura 03) para acionamento.

Para que esse processo de abertura e fechamento das gavetas funcionem, antes é preciso o uso de opto acopladores, para que proteja o Arduino, contra ruídos, sobrecargas, entre outras avarias elétricas.

Figura 02 – Esquema opto acoplador (4N25)

Fonte: Elaborado pelo autor (2025).

Para que possa abrir e fechar as gavetas serão usados motores de corrente contínua, com alimentação de 12V CC. Para este projeto utilizou-se uma ponte H (figura 03) como drive de potência que faz o acionamento e reversão de motores, para isso utilizou-se um circuito que possui relés e transistores, pois, através de um sinal de pequena intensidade vindo do microcontrolador que comuta os relés da ponte H, desta maneira consegue se acionar cargas com potência maior como o motor que faz o acionamento das gavetas.

Figura 03 – Ponte H.

Fonte: Elaborado pelo autor (2025).

O 4N25 nada mais é do que um LED e um transistor ligados em paralelo, e encapsulados. Quando um comando de voz é reconhecido e o Arduino manda um sinal para o opto acoplador, que tem sua entrada no pino 1 do 4N25, e o pino 2 é ligado no ponto terra justamente por se tratar de um diodo, do outro lado do 4N25 está o transistor, que funciona como uma chave quando o LED é acionado. Essa chave de transistor funciona na função pull up, ou seja, quando o transistor comutar ele envia nível lógico 1 para sua saída, esse sinal na saída é enviado para a placa de relé (ponte h) que faz o acionamento dos motores.  Observa-se que que quando uma gaveta está abrindo é necessário o aviso sonoro, e o com a ajuda do 4N25 é possível acionar o buzzer, onde na saída do opto acoplador ao invés de ir para a placa ponte H, vai direto para o buzzer.

Figura 04 – Construção do projeto

Fonte: Elaborado pelo autor (2025).

Assim como alfabeto normal, com letras normais, o Braille também é uma sequência de códigos, que utilizada para a comunicação.

O sistema de escrita em relevo conhecido pelo nome de Braille é constituído por 63 sinais formados por pontos a partir do conjunto matricial (123456). Este conjunto de 6 pontos chama-se, por isso, sinal fundamental. O espaço por ele ocupado, ou por qualquer outro sinal, denomina-se cela braille ou célula braille e, quando vazio, é também considerado por alguns especialistas como um sinal, passando assim o sistema a ser composto com 64 sinais. 2. Para facilmente se identificarem e se estabelecer exatamente a sua posição relativa, os pontos são numerados de cima para baixo e da esquerda para a direita. Os três pontos que formam a coluna ou fila vertical esquerda, , têm os números 1, 2, 3; aos que compõem a coluna ou fila vertical direita, cabem os números 4, 5, 6. Os números dos pontos dos sinais braille escrevem-se consecutivamente, com o sinal de número apenas antes do primeiro ponto de cada cela. (Grafia Braille para a língua Portuguesa, 2006, p. 17).

Sendo assim chegou-se aos seguintes símbolos alfanuméricos brasileiros.

Figura 05 – Alfabeto em braille

Fonte: Grafia braille para a língua portuguesa.

 

Figura 06 – Letras com diacríticos.

Fonte: Grafia braille para a língua portuguesa.

Segundo o artigo Grafia Braille para a Língua Portuguesa (2006), o sistema numérico os caracteres da 1ª série, precedidos do sinal # (3456), representam os algarismos de um a zero. Quando um número é formado por dois ou mais algarismos, só o primeiro é precedido deste sinal.

Conforme mostra na figura abaixo, as combinações de números.

Figura 07 – Combinações de números

Fonte: Grafia braille para a língua portuguesa.

O sistema Braille possui 63 símbolos, neste artigo é colocado o que será utilizado (figura 09).

Figura 08 – Layout das vistas do projeto

Fonte: Elaborado pelo autor (2025).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O projeto montado da sapateira para o deficiente visual, apresentou resultados satisfatórios e cumpriu as metas para organizar e identificar os calçados. E a montagem estão demonstradas nas figuras 09, 10 e 11.

Figura 09 – Botões do protótipo para reprodução e gravação de áudio

Fonte: Elaborado pelo autor (2025).

Figura 10 – Protótipo do organizador de calçados para cegos

Fonte: Elaborado pelo autor (2025).

Figura 11 – Protótipo de organizador de calçados para deficientes visuais em 3D

Fonte: Elaborado pelo autor (2025).

Neste projeto pode-se pautar diversos tópicos de discussões sobre empreendedorismo, onde o projeto poderia ser levado até essas pessoas que possuem deficiências visuais visando concretizar melhorias na qualidade de vida de todas essas pessoas. 

Também pode-se viabilizar o projeto economicamente para o mercado, ampliando as fronteiras de inovações voltadas para pessoas com necessidades especiais, esta ideia consiste em fazer com que o projeto seja reduzido, e compactado para que venha a se tornar um eletrodoméstico onde o consumidor final poderá ter em sua residência e assim escolher o calçado que tanto tem a vontade de usar. 

Assim ficaria muito fácil e rápido para qualquer deficiente escolher como se calçar para sair, assim não perderá muito tempo com sua escolha, apenas pronunciará o calçado que queira e depois ele já é disposto em uma prateleira para a pessoa apenas pegar, seja ele algo mais casual, ou mais social. Isso certamente abrirá as fronteiras para ampliação dos negócios em tecnologias voltadas para pessoas deficientes visuais e outras pessoas com necessidades especiais. E através do comando de voz poderá fazer a vida do deficiente inclusiva e independente, e agregando valor a produção de tecnologia e empreendedorismo a favor de todos.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BIRCH, Beverley. Louise Braille personagens que mudaram o mundo os grandes humanistas. Rio de Janeiro: Globo, 1990.  p.64.

BARROS, Juliana Silva Lima; TELES, Ariel Salles; MEIRELES, Marinelma Costa et al. Tecnologias da informação e comunicação na Base Nacional Curricular Comum para o Ensino Fundamental: concepção dos professores de São José de Ribamar, Brasil. Research, Society and Development, v. 9, n. 7, 2020. Disponível em: https://solaris.ufnt.edu.br/server/api/core/bitstreams/665aae29-a094-4477-9281-8cc072008868/content. Acesso em: 15 de abril de 2025.

CERQUEIRA, Jonir Bechara. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Grafia Braille para a Língua Portuguesa. Secretaria de Educação Especial. Brasília: SEESP, 2024.

Conforme a ABNT NBR 9050:2004 a um padrão para Letras e números – Dimensionamento (p. 24). História do Sistema braile. Disponível em: http://www.escoladecegositu.com.br/louis_braille.asp. Acesso em: 13 de março de 2024.

ÂNGULO, José Miguel Gil. Instituto Benjamin Constant Disponível em: www.ibc.gov.br. Acesso em: 10 de março de 2024. 

ÂNGULO, José Miguel Gil. Máquina Perkins: definição, elementos e operação. Disponível em: http://agrega.educacion.es/repositorio/22052014/28/es_2014052212_9151631/la_mquina_perkins_definicin_elementos_y_funcionamiento.html. Acesso em: 15 de março de 2024.

RIBEIRO, Marcos Antônio. Fundamento da Automação. Automação: Conceitos, 1.ed.  2003. P. 01.

RIBEIRO, Marcos Antônio. Fundamento da Automação. Salvador: Tek Treinamento& Consultoria Ltda, 2003.

ROSÁRIO, João Maurício. Princípios de Mecatrônica. São Paulo: Editora Pearson
Prentice Hall, 2005.

SILVA, Anderson Gomes da. Reconhecimento de voz para palavras isoladas. 2009. Trabalho de Graduação (Bacharelado em Engenharia da Computação) – Centro de Informática, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2009. Disponível em: http://docplayer.com.br/19253965-Reconhecimento-de-voz-para-palavras-isoladas.html. Acesso em: 14 de março de 2025.

silva, João Angelo Bosco da. Sapateira automatizada na indústria 4.0 acessível para portadores de deficiência visual.International Integralize Scientific. v 5, n 51, Setembro/2025 ISSN/3085-654X

Referencias

Vivian Caroline Coraucci.
BAILEY, C. J.; LEE, J. H.
Management of chlamydial infections: A comprehensive review.
Clinical infectious diseases.
v. 67
n. 7
p. 1208-1216,
2021.
Disponível em: https://academic.oup.com/cid/article/67/7/1208/6141108.
Acesso em: 2024-09-03.

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