Abordagem da leishmaniose tegumentar americana em Laranjal do Jari/Amapá: Uma análise por faixa etária de 2009 a 2015

APPROACH TO AMERICAN TEGUMENTARY LEISHMANIASIS IN LARANJAL DO JARI / AMAPA: AN ANALYSIS BY AGE GROUP FROM 2009 TO 2015

APROXIMACIÓN A LA LEISHMANIASIS TEGUMENTARIA AMERICANA EN LARANJAL DO JARI / AMAPA: UN ANÁLISIS POR GRUPO DE EDAD DE 2009 A 2015

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/F66A06

DOI

doi.org/10.63391/F66A06

Rodrigues, Mario Cardoso. Abordagem da leishmaniose tegumentar americana em Laranjal do Jari/Amapá: Uma análise por faixa etária de 2009 a 2015. International Integralize Scientific. v 5, n 51, Setembro/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

A leishmaniose tegumentar americana é uma enfermidade que historicamente afeta a saúde da população, com impacto em 88 países e com aproximadamente 400 milhões de pessoas sob risco de contaminação. As variações, que envolvem as diferentes espécies de leishmania e seus vetores, resulta em manifestações clínicas diversas, distinguindo a leishmaniose tegumentar do velho mundo da leishmaniose tegumentar americana, que é nativa do continente americano e já era conhecida na era pré-colombiana, antes da colonização europeia. Nas Américas a doença e endêmica em 24 países abrangendo desde o sul dos estados unidos até o norte da argentina excetuado o Uruguai e o Chile. No Brasil, apesar das iniciativas de controle, a leishmaniose continua a ser um problema de saúde pública, com níveis de incidência variadas conforme a região, e apresentando um aumento gradual do número de casos positivos desde 1984. A doença é registrada em todos os estados, porém as regiões norte e nordeste respondem por um total de 39% dos casos registrados. O estado do Amapá, localizado ao norte da bacia amazônica, apresentou uma alta taxa de casos de leishmaniose, com 413 casos notificados em 2003, representando 77 casos por 100 mil habitantes. A taxa de cura clínica no estado, a mais baixa do país, foi de apenas 12%. Em 2006 registrou-se um surto o que elevou o registro do número de casos para 967 até novembro deste ano. Em 2007 o número de casos diminuiu ficando em 786 casos, onde notou-se uma significativa predominância entre indivíduos em idade laboral. No contexto de laranjal do Jari, entre 2009 e 2015, torna-se essencial abordar a relação por faixa etária dos casos identificados, com o intuito de entender melhor o perfil epidemiológico da leishmaniose na região. Essa análise pode fornecer insights para a distribuição da doença em diferentes grupos etários, contribuído para estratégias mais eficientes de combate e controle da doença.
Palavras-chave
leishmaniose; região Amazônica; Amapá.

Summary

American tegumentary leishmaniasis is a disease that has historically affected the health of the population, with an impact on 88 countries and with approximately 400 million people at risk of contamination. The variations, which involve the different species of leishmania and their vectors, result in different clinical manifestations, distinguishing Old World tegumentary leishmaniasis from American tegumentary leishmaniasis, which is native to the American continent and was already known in the pre-Columbian era, before European colonization. In the Americas, the disease is endemic in 24 countries, ranging from the southern United States to the northern part of Argentina, with the exception of Uruguay and Chile. In Brazil, despite control initiatives, leishmaniasis continues to be a public health problem, with incidence levels varying according to the region, and showing a gradual increase in the number of positive cases since 1984. The disease is recorded in all states, but the northern and northeastern regions account for a total of 39% of recorded cases. The state of Amapá, located in the northern Amazon basin, had a high rate of leishmaniasis cases, with 413 cases reported in 2003, representing 77 cases per 100,000 inhabitants. The clinical cure rate in the state, the lowest in the country, was only 12%. In 2006, an outbreak was recorded, which increased the number of cases to 967 by November of this year. In 2007, the number of cases decreased to 786 cases, where a significant predominance was noted among individuals of working age. In the context of Laranjal do Jari, between 2009 and 2015, it is essential to address the relationship by age group of the cases identified, in order to better understand the epidemiological profile of leishmaniasis in the region. This analysis can provide insights into the distribution of the disease in different age groups, contributing to more efficient strategies for combating and controlling the disease.
Keywords
leishmaniasis; Amazon region; Amapá.

Resumen

La leishmaniasis cutánea americana es una enfermedad que históricamente ha afectado la salud de la población, impactando a 88 países y con aproximadamente 400 millones de personas en riesgo de contaminación. Las variaciones, que involucran a las diferentes especies de leishmania y sus vectores, dan lugar a manifestaciones clínicas diferentes, diferenciando la leishmaniasis cutánea del Viejo Mundo de la leishmaniasis cutánea americana, que es originaria del continente americano y ya era conocida en la época precolombina, antes de la colonización europea. En las Américas, la enfermedad es endémica en 24 países, desde el sur de Estados Unidos hasta el norte de Argentina, con excepción de Uruguay y Chile. En Brasil, a pesar de las iniciativas de control, la leishmaniasis continúa siendo un problema de salud pública, con niveles de incidencia variables según la región y mostrando un aumento gradual del número de casos positivos desde 1984. La enfermedad se registra en todos los estados, pero las regiones norte y nordeste concentran un total de 39% de los casos registrados. El estado de Amapá, situado al norte de la cuenca amazónica, presentó una alta tasa de casos de leishmaniasis, con 413 casos notificados en 2003, lo que representa 77 casos por cada 100.000 habitantes. La tasa de curación clínica en el estado, la más baja del país, fue de sólo el 12%. En 2006 se registró un brote que elevó el número de casos a 967 en noviembre de ese año. En 2007 el número de casos disminuyó a 786 casos, observándose un predominio significativo entre individuos en edad laboral. En el contexto de Laranjal do Jari, entre 2009 y 2015, se hace esencial abordar la relación por grupo etario de los casos identificados, a fin de comprender mejor el perfil epidemiológico de la leishmaniasis en la región. Este análisis puede proporcionar información sobre la distribución de la enfermedad en diferentes grupos de edad, contribuyendo a desarrollar estrategias más eficientes para combatirla y controlarla.
Palavras-clave
leishmaniasis; región Amazónica; Amapá.

INTRODUÇÃO 

A leishmaniose é inegavelmente uma das doenças mais antigas que afetam o ser humano. Registros de casos de leishmaniose cutânea remontam ao primeiro século d.C. na Ásia Central. As lesões apresentadas recebiam denominações de acordo com a região em que ocorriam, como ferida de Balhk, em alusão a cidade afegã, botão de Alepo em referência a Síria ou botão de Baghdad referindo-se ao Iraque. Esta enfermidade era conhecida pelos itinerantes como botão do oriente. A leishmaniose é uma doença zoonótica com ampla disseminação em nosso território, e tem como agente causador o protozoário do gênero Leishmania, transmitido pela picada da fêmea do flebotomíneos infectados causando lesões na pele e mucosas, com ciclo evolutivo que se da principalmente entre o mosquito transmissor e o hospedeiro vertebrado (Cimerman, 2002). 

Leishmaniose Tegumentar Americana é uma infecção não contagiosa, com feridas que podem cronificar por meses, curar espontaneamente, ou evoluir para uma necrose culminando na úlcera leishmaniotica. Por outro lado, alternativamente a resposta, a lesão pode não necrosar evoluindo para a forma verrucosa e papilomatosa. Esse estado de higidez representa um grave problema no âmbito da saúde pública devido a sua alta incidência, ampla distribuição demográfica e a capacidade de deixar sequelas desfigurantes, destrutivas e incapacitantes. Trata-se de patologia endêmica com predominância em áreas dos trópicos e subtropicais. No Brasil, a leishmaniose tem mostrado um crescimento geográfico preocupante, com casos notificados em todos os estados, embora com maior incidência na região norte (Neves et al., 2003). 

CONTEXTO EPIDEMIOLÓGICO

A Leishmaniose Tegumentar Americana (LTA), é uma zoonose de relevante interesse epidemiológico, especialmente nas regiões tropicais e subtropicais da américa latina, com destaque para o Brasil onde sua incidência e expressiva. Laranjal do Jari, localizada no estado do Amapá, apresenta um cenário peculiar no que diz respeito a saúde pública onde o controle de vetores e essencial para entender a persistência da LTA, sendo que essa doença não só impacta a saúde individual, mas também compromete o bem estar social e econômico da comunidade inteira. 

Os aspectos sociais e culturais desempenham um papel fundamental na compreensão da Leishmaniose Tegumentar Americana na região de Laranjal do Jari, onde diferentes faixas etárias podem apresentar variações significativas no impacto da doença e nas práticas de prevenção e tratamento. O reconhecimento da relação entre as variáveis sociais, ambientais e laborais é fundamental para implementar estratégias eficazes de atenuação. Entre 2009 e 2015, o município foi uma região de monitoramento intenso, com flutuações nos casos ligados no comportamento de deslocamento de população e alterações em ecossistemas, como desmatamento e urbanização descontrolada. 

Nestes anos, o SINAM forneceu relatos essenciais que permitiram aos gestores de saúde uma resposta adaptativa a situação. Além da iniciativa de controle de vetor, é vital que as campanhas de conscientização em saúde abordem também os determinantes sociais que são frequentemente negligenciados. As condições de moradias e os serviços de saúde disponíveis são fatores que devem ser levados em consideração ao se construir um plano abrangente de atuação. Dessa forma a interação entre áreas diversas como saúde, educação e habitação devem ser priorizada para que os esforços intersetoriais possam resultar em uma redução efetiva do número de casos da doença, assegurando a sustentabilidade das ações a longo prazo, e promovendo um ambiente mais seguro para a população local. 

Práticas impróprias aliadas ao manejo inadequado nas áreas urbanas e rurais, contribui para a manutenção da circulação do agente etiológico, a Leishmania brasiliense que está relacionada com o desenvolvimento de lesões mucocutâneas. O estudo do perfil epidemiológico revela também que a LTA afeta desigualmente faixas etárias distintas, com uma maior incidência em adolescentes e adultos jovens, implicando na necessidade de estratégias de vigilância e controle que envolva educação e saúde e participação comunitária. Assim, a compressão do contexto epidemiológico de Leishmaniose Tegumentar Americana em Laranjal do Jari é fundamental para a elaboração de políticas públicas eficazes que visem a mitigação da doença e a melhoria nas condições de saúde da população local.

OBJETIVO DO ESTUDO  

GERAL

Relatar incidência de casos de Leishmaniose Tegumentar Americana (LTA) em Laranjal do Jari, no estado do Amapá distribuídos por faixa etária, entre 2009 a 2015. Durante esse intervalo, foram observados registros de casos da doença, considerando a prevalência em diferentes grupos etários. A análise busca identificar padrões de incidência e a possível relação de fatores socioambientais, contribuindo para a compreensão da dinâmica epidemiológica da LTA na região. A coleta de dados permitirá ver um panorama detalhado, visando o encaminhamento para ações de saúde pública e para a prevenção eficaz da doença.

ESPECÍFICO

Correlacionar os indicadores epidemiológicos da Leishmaniose Tegumentar Americana (LTA), registrados pela Superintendência de Vigilância Sanitária do Amapá (SVS/Ap), por faixa etária, com informações disponíveis na literatura. Relatar a ocorrência de LTA, em Laranjal do Jari no estado do Amapá distribuído por faixa etária no período de 2009 a 2015. Nesse período serão analisados os registros da doença, focando os diferentes grupos etários. Pretende-se identificar a faixa mais atingida pela infecção.

METODOLOGIA

A pesquisa proposta foi conduzida utilizando um método analítico descritivo, com base em dados fornecidos pela Superintendência de Vigilância Sanitária do Amapá (SVS/Ap), configurando-se como um estudo retrospectivo baseados na quantidade de casos diagnosticados em Laranjal do Jari, segmentados pela faixa etária nos anos de 2009 a 2015

RESULTADOS 

Durante o intervalo de tempo estudado, 2009 a 2015, foi constatado que, de um total de 952 pacientes atendidos nas unidades de saúde responsáveis pela coleta e realização dos testes para LTA, 565 indivíduos pertenciam ao grupo economicamente ativo, apresentando idades entre 21 e 50 anos. Os que se apresentaram na faixa de 0 a 20 anos somaram um total de 321 indivíduos, na amostragem. Enquanto aqueles que se apresentam com mais de 60 anos, somaram apenas 66 casos positivos para LTA no estudo em questão. (Tabela 1).

Tabela 1 – Número de casos da infecção por LTA  por idade em L. do Jari no período de 2009/2015. 

IDADE PERÍODO 2009 /2015
0———–10 75
11———-20 246
21———-30 254
31———40 198
41———50 113
51——–60 39
61——–70 19
71——–80 08
81——–90 00
91——–100 00
Total 952

    Fonte: SVS 2009/2015 

Número de casos da infecção por LTA  por idade em L. do Jari no período de 2009/2015.

Fonte: Elaboração do autor com base em pesquisas (2025).

Ao correlacionar o número de casos positivos para Leishmaniose Tegumentar Americana nos pacientes analisados. Observou-se uma incidência maior de casos positivos no grupo labora mais ativo, totalizando 565 casos entre as idades de 21 a 50 anos correspondendo a 59,4% da amostragem. Os pacientes na faixa entre 0 e 20 anos, acorreram com 321 casos perfazendo 33,7% do total. Já o grupo acima dos 50 anos registrou apenas 66 casos, o que equivale a 6,84% do estudo. Evidencia-se assim a tendência na faixa etária com maior fator ocupacional entre os casos reportados. (Tabela 2)                                    

Tabela 2 – Percentual de casos da infecção por LTA  por idade em L. do Jari no período de 2009/2015

IDADE PERÍODO 2009 /2015 %
0———–10 75 7,9
11———-20 246 25,8
21———-30 254 26,7
31———40 198 20,8
41———50 113 11,9
51——–60 39 4,1
61——–70 19 2,0
71——–80 08 0,84
81——–90 00 00
91——–100 00 00
Total 952 100

    Fonte: SVS 2009/2015.

Figura 2 – Percentual de casos da infecção por LTA  por idade em L. do Jari no período de 2009/2015

Fonte: Elaboração do autor com base em pesquisas (2025).

 

DISCUSSÃO

A Leishmaniose Tegumentar Americana no Brasil (LTA), carece de dados confiáveis e muito provavelmente está subestimada. Embora diversas estimativas tenham sido realizadas, vários estudos brasileiros evidenciam a presença da LTA em todo território nacional, revelando coeficientes de incidência variados (Basano & Camargo, 2004). De acordo o estudo envolvendo 952 indivíduos atendidos nas unidades de saúde responsáveis por realizar pesquisa para LTA em Laranjal do Jari, 59,4% dos que apresentaram resultados positivos, encontravam-se na faixa etária economicamente ativa (21 a 50 anos), refletindo características epidemiológicas observadas por Name et al (2005). 

O diagnóstico mais prevalente foi realizado por Pesquisa Direta de Leishmania (PDL) que identificou 87,84% dos casos em contraste com a intradermorreação de Montenegro que detectou 15,5%. Conforme a literatura a PDL demonstra maior sensibilidade para a forma cutânea da doença. Nos últimos 20 anos a LTA tem evidenciado um crescimento significativo tanto em termo de magnitude quanto de expansão geográfica, com surtos nas regiões sul, sudeste, centro oeste, nordeste e mais recentemente na região norte (área amazônica). Isto se dá devido ao intenso processo de colonização, o que se reflete nos dados do estudo ao considerar a diversidade etária e ocupacional dos indivíduos afetados, que incluem agricultores, garimpeiros, estudantes, donas de casa, transportadores, pedreiros. O padrão epidemiológico observado e característico da construção de estradas, instalação de empresas mineradoras, expansão da fronteira agropecuária e a exploração desordenada de madeiras na floresta (Brasil,2000). 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

As conclusões sobre a abordagem da Leishmaniose Tegumentar Americana, em Laranjal do Jari /Amapá, revelam a importância de estratégias para o controle e prevenção da doença, deixando claro a necessidade de ações integradas entre a saúde pública, educação e o fundamental engajamento da comunidade local. 

O estudo em questão foi conduzido com base nos dados fornecidos pela Superintendência de Vigilância Sanitária do Amapá (SVS/AP), abrangendo o período entre 2009 e 2015, resultando nas seguintes conclusões: 

  1. A incidência de LTA foi observada em todas as faixas etárias contempladas na pesquisa, corroborando com os dados existentes na literatura.
  2. A faixa etária economicamente ativa, compreendendo os indivíduos de 21 a 50 anos, apresentou maior número de casos, totalizando quase 60% das ocorrências.
  3. Dentro do grupo economicamente ativo, os indivíduos entre 21 e 30 anos mostram-se mais expostos a LTA. 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BASANO, S.A & CAMARGO, L.M.A. Leishmaniose tegumentar americana: Histórico, epidemiologia e perspectivas de controle. Revista Brasileira de Epidemiologia. Volume 7, Nº 3, 2004.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Atenção Básica. Manual de Controle da Leishmaniose Tegumentar Americana. Brasília: Ministério da Saúde, 2000;

CIMERMAN, Benjamin. Parasitologia Humana e Seus Fundamentos. 2ª ed. São Paulo: Editora Atheneu 2002;

FALQUETO, A.; SESSA, P. A.; VAREJÃO, J. B.; BARROS, G. C.; MOMEN, H. & GRIMALDI Jr., G., 1991. Leishmaniose no Estado do Espírito Santo, Brasil. Outras evidências sobre o papel do cão como reservatório da infecção para os seres humanos. Memórias do Instituto Oswaldo Cruz, 86:499-500

FORATTINI, O. P. Entomologia Médica. 4. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1973;

NEVES, David Pereira. Parasitologia Humana. 10ª ed. São Paulo: Editora Atheneu 2003;

PIRMEZ, C.; COUTINHO, S. G.; MARZOCHI, M. C. A.; NUNES, M. P. & GRIMALDI JR., G., 1988. Leishmaniose tegumentar americana: estudo clínico e imunológico de cães naturalmente infectados com Leishmania braziliensis em área endêmica do Rio de Janeiro, Brasil. American Journal of Tropical Medicine and Hygiene, 38:52-58. 

SABROZA, P. C., 1981. O Domicílio como Fator de Risco na Leishmaniose Tegumentar Americana: Estudo Epidemiológico em Jacarepaguá, Município do Rio de Janeiro. Dissertação de Mestrado, Rio de Janeiro: Escola Nacional de Saúde Pública, Fundação Oswaldo Cruz.  

TALHARI, Sinésio. Leishmaniose no Estado do Amazonas. Aspectos epidemiológicos, clínicos  e terapêuticos. Anais Brasileiro de  Dermatologia , v.63, n. 6, p433-438, 1988.

Rodrigues, Mario Cardoso. Abordagem da leishmaniose tegumentar americana em Laranjal do Jari/Amapá: Uma análise por faixa etária de 2009 a 2015.International Integralize Scientific. v 5, n 51, Setembro/2025 ISSN/3085-654X

Referencias

Vivian Caroline Coraucci.
BAILEY, C. J.; LEE, J. H.
Management of chlamydial infections: A comprehensive review.
Clinical infectious diseases.
v. 67
n. 7
p. 1208-1216,
2021.
Disponível em: https://academic.oup.com/cid/article/67/7/1208/6141108.
Acesso em: 2024-09-03.

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Edição

v. 5
n. 51
Abordagem da leishmaniose tegumentar americana em Laranjal do Jari/Amapá: Uma análise por faixa etária de 2009 a 2015

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