Autor
URL do Artigo
DOI
Resumo
INTRODUÇÃO
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um distúrbio no desenvolvimento neurológico, podendo ser precocemente diagnosticado, e tem como principais características o comprometimento de habilidades sociais e de comunicação, incluindo estereotipias. Alguns estudos apontam que crianças com TEA tendem a ter dificuldades nas habilidades motoras, como: equilíbrio postural, coordenação motora e tônus muscular, capacidade reduzida de manter a estabilidade postural, o que se pode verificar na prática dos atendimentos com esse público (Silva et al., 2021).
Autores como Soares et al. (2019) apontam para a importância que os primeiros anos de vida da criança para observar seu desenvolvimento motor que está interligado ao processo de aprendizagem, onde a criança adquire habilidades relevantes para a execução de atividades de vida diária, capacidade de coordenar e controlar seus movimentos de forma eficaz. Podendo ocorrer movimentos incoordenados ou até mesmo a falta de algumas habilidades, não correspondendo ao esperado a sua faixa etária, podem implicar um atraso significativo no seu desenvolvimento global.
A Realidade Virtual (RV) tem sido um recurso utilizado em diferentes áreas da reabilitação física e/ou intelectual. Este recurso proporciona ambientes seguros e confortáveis, utilizado como estímulo educacional, impulsionando habilidades sócio-interativas para pessoas com TEA, melhorando sua qualidade de vida. Esta ferramenta tem mostrado eficácia na simulação do cotidiano, redução de sintomatologias como a hiperatividade e desatenção, e não apresenta efeitos colaterais, até o momento (Canejo, Barros e Santana, 2022).
Na reabilitação com a RV tem sido comumente utilizada em intervenções de treino de equilíbrio, fortalecimento, alongamento através da movimentação e melhora na amplitude de movimentos. Usuários submetidos a esse tipo de intervenção têm demonstrado maior interesse e adesão ao tratamento, mostrando-se como prazeroso e mudando a rotina de intervenções mais tradicionais. Indivíduos com desordens neuromotoras têm apresentado ganhos significativos no seu desempenho ocupacional, função motora grossa, equilíbrio, atividades diárias, assim como maior motivação (Sigolo et al, 2020).
A etnografia é um método de pesquisa antropológico que visa a pesquisa de campo das relações socias, de um determinado grupo cultural. Sua base de pesquisa é de uma observação participante deste grupo, através de livros, registros, percursos terrestres (Ferraz, 2019). Contudo, este artigo utiliza dos pressupostos teóricos da etnografia virtual, permitindo lançar o olhar para novos arranjos no ambiente virtual, as interações, trocas e possíveis conflitos, explorando-o como campo de pesquisa, analisando dados, destaca-se este ambiente como papel importante de práticas sociais e performances dos atores sociais, permitindo ao pesquisador aproximar-se dos interlocutores em ambientes virtuais (Pereira e Mendes, 2020).
Autoras como Ferraz (2019) afirmam que, assim como a etnografia tradicional, a virtual permite observar o campo, documentar, registrar e passar a formular questionamentos para análise da intervenção. Pois é no exercício de observação participativa que os dados são coletados e, posteriormente, pensando em hipóteses a partir da análise dos dados, impulsionando possíveis novos questionamentos e/ou percursos metodológicos.
Desta maneira é possível compartilhar e fundamentar, a experiência de intervenções com uso da RV em crianças com TEA no treino de aquisição e/ou melhoramento de habilidades motoras, diminuição da ansiedade, atenção, espera e generalização.
REFERENCIAL TEÓRICO
Para esse estudo se faz necessário compreender os pressupostos teóricos que o envolvem, trazendo uma articulação teórica e prática que envolvem crianças com diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA) e o uso terapêutico do recurso da Realidade Virtual (RV).
TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA – TEA
Em termos de critério de diagnóstico, as habilidades e/ou capacidades motoras não são consideradas para o TEA. No entanto, na prática e em pesquisas atuais, é possível identificar que devido às alterações sensório-motoras, as habilidades sociais e comunicativas podem ser prejudicadas, assim, as alterações motoras podem aparecer de forma mais sutil a mais restritivas, destaque para coordenação motora grossa e fina, resistência muscular e na aquisição de marcos do desenvolvimento motores da primeira infância (Lopes, Souza e Victor, 2022).
Atividade física e exercícios têm sido práticas que mostram resultados significativos no desenvolvimento global de crianças com TEA. Autores como Pereira e Freitas (2021) listam diferentes artigos publicados que remetem a essa temática. Estudos que comprovam a eficácia “na aquisição e aprimoramento de habilidades e capacidades físicas e motoras, de função executiva e psicossociais e diminuição de comportamentos disfuncionais” (p. 04).
Ainda sobre os artigos encontrados revelaram benefícios de moderados a grandes não apenas nas habilidades motoras, mas na aptidão física, habilidades sociais, melhoras comportamentais em diferentes faixas etárias, assim como na autorregulação também (Pereira e Freitas, 2021).
Diante do encontrado na literatura, a partir do ano de 2020 “exercício e movimento” passou a ser considerado prática com evidência para crianças, jovens e adultos autistas pelo Frank Porter Graham Child Development Institute, da Universidade da Carolina do Norte. O órgão é responsável por fazer um levantamento e classificação rigorosos de intervenções a cada cinco anos, revelando as que possuem evidências científicas no tratamento de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (Pereira e Freitas, 2021, pp. 04-05).
Pesquisas em diferentes áreas, como na educação física, psicomotricidade, terapia ocupacional, apresentam resultados substancial, como os citados anteriormente, promovem a divulgação de práticas de movimento e exercícios, com orientação profissional, ajudam a compreender o quanto é importante ater-se ao desenvolvimento motor de pessoas com TEA (Pereira e Freitas, 2021). Dentro do Espectro, as alterações psicomotoras afetam a noção de espaço, por não compreender seu próprio corpo e as suas funções, interferindo em falhas no desenvolvimento do esquema corporal, base do desenvolvimento motor, incluindo o cognitivo e social. Outras características comuns em crianças com TEA, além das citadas ao longo deste artigo, são comportamentos, interesses e atividades restritas, resistência a mudanças, movimentos estereotipados e problemas posturais, como caminhar na ponta dos pés (Silva et al, 2021).
Atuar tendo a visão do TEA de uma maneira integral, o desenvolvimento não se faz em partes separadas, mas sim interligadas. Desta maneira o desenvolvimento motor não deve ser visto sem considerar a possibilidade de alterações sensoriais. As autoras citadas anteriormente, chamam a atenção também para as alterações a estímulos sensoriais, sejam respostas aumentadas ou diminuídas (hiper ou hiper-reatividade), incluem, também, alterações no processamento, modulação e integração sensorial. Tais alterações interferem diretamente no equilíbrio postural, devido a redução da estabilidade, entendendo que esse é um processo complexo, além das questões motoras, envolvem a integração de sistemas como: vestibular, proprioceptivo e visual (Silva et al, 2021).
Verifica-se a importância de estar atento ao desenvolvimento global das crianças com TEA, segundo os autores Lopes, Souza e Victor (2022), tendo em vista que o desenvolvimento da linguagem se faz no intercâmbio com o ambiente, assim como pela exploração e manipulação de objetos, imitação (repetição das ações), domínio corporal e controle do seu esquema, incluindo as relações com o ambiente. Há pesquisas que encontraram anormalidades neuroanatômicas no cerebelo de pessoas com TEA, tanto em nível estrutural quanto celular, o indicam anormalidades neurológicas que:
prejudicam a execução de tarefas motoras e movimentos, como a hipotonia (diminuição do tônus reduzindo a força muscular) e apraxia (prejuízo na desenvoltura de movimentos hábeis, mesmo possuindo habilidade física e desejo para execução), as quais afetam diretamente as habilidades do indivíduo para utilização das suas mãos para realizar habilidades de preensão e utilização de instrumentos de escrita (Lopes, Souza e Victor, 2022, p. 27).
Diante desse levantamento, este artigo tem como objetivo principal chamar a atenção de profissionais, pais e/ou cuidadores, para identificar as possíveis falhas no desenvolvimento motor de crianças dentro do espectro autista, possibilitando um trabalho de intervenção associando o recurso da RV voltado a esses desequilíbrios motores e que interferem nas respostas das intervenções planejadas, avaliando e trabalhando o desenvolvimento global.
REALIDADE VIRTUAL (RV)
O uso terapêutico da realidade virtual (RV), teve seu início no Brasil na década de 90, movimentada pelos diferentes avanços tecnológicos e por pesquisas exitosas no exterior. Os jogos digitais vêm mostrando sua eficácia, sendo utilizada no que diz respeito na avaliação e tratamento de crianças, adultos e idosos, com diferentes comprometimentos físicos, motores, e associados a aspectos e características neurológicas. A grande potência dessa ferramenta na área infanto-juvenil, se dá pelo fator motivacional e lúdico, contribuindo para maior adesão e aceitação do acompanhamento desse público (Soares et al, 2019).
É um recurso que diz respeito a uma interface entre equipamento e usuário, no qual é possível interagir com o ambiente virtual. Essa interação pode ser realizada através de sensores de movimento com o/ou sem uso de controle e extensores, assim como plataforma com sensores de pressão e até mesmo óculos e/ou capacetes eletrônicos, voltados para o entretenimento (Soares et al, 2019). O usuário interage em tempo real, vivenciando situações ligadas ao dia a dia, possibilitando treinamentos na aquisição de respostas adequadas (Mauro e Mauro, 2021). E acredita-se que as habilidades adquiridas no ambiente virtual são generalizadas para os contextos reais.
A RV gera ambientes interativos por computador e os pacientes podem vivenciar repetidamente situações problemáticas simuladas e serem treinados nas respostas adequadas, de acordo com o transtorno específico. Na RV os pacientes sabem que o ambiente de computador não é real, mas suas mentes e seus corpos se comportam como se fossem, portanto, os pacientes enfrentam muito mais facilmente situações delicadas e estressantes (Mauro e Mauro, 2021, p. 07).
Autores como Aguiar et al. (2021) nos traz estudos ao longo dos anos de 2010 a 2020 sobre diferentes visões e utilizações da RV: como recurso de projeção de imagens tridimensionais através de acessórios como óculos e luvas; ambiente com simulação do real, onde o usuário interage presencialmente com o ambiente; ou ambiente multissensorial simultâneos com a sensação de imersão no meio virtual.
Ademais, Soares et al (2019) são autores de referência para o meio acadêmico com boas evidências científicas no treino de déficits motores. Dessa forma, pode-se concluir que o ambiente virtual é um espaço para reagir a simulações multidimensionais em tempo real, dando a sensação de estar em uma nova realidade. O virtual pode ser acessado de maneira imersiva ou não imersiva. Imersivo é quando o usuário está completamente no ambiente virtual, sem nenhuma brecha com o real; já no não imersivo ou semi imersivo há sempre um contato com o ambiente real (Menezes e Freitas, 2022).
O virtual proporciona novos construtos teóricos e práticos, nas palavras das autoras Oliveira, Santos e Rocha (2020):
[…] o ambiente virtual é um espaço que produz bons resultados entre a interação dos seres humanos com os objetos, ocorrendo construção de novos conhecimentos e aprendizagem, com ênfase nos perfis multissensoriais com simulação de ambiente real e com navegação tridimensional, ou seja, permite a relação do sujeito com o meio, pois sua projeção dá aos usuários a ilusão de estar dentro de um ambiente virtual gerado pelo computador (p. 143).
Através da RV se tem acesso há ambientes e exercícios que estimulam diferentes e inúmeras habilidades, interferindo positivamente na melhor qualidade de vida, seja em atividades da vida diária, seja no contexto social, considerando que qualquer transtorno ou atraso na coordenação motora tem impacto direto nessas áreas em qualquer fase do desenvolvimento da criança, incluindo repercussão no cognitivo (Oliveira, Santos e Rocha, 2020).
O uso da RV associado aos princípios da terapia comportamental, promove uma generalização comportamental. Pode-se utilizar de forma gradual e prolongada, dado um ambiente, que possa trabalhar antecedentes de comportamentos problemas, ou até mesmo o treino e/ou aquisição de habilidades motoras e/ou cognitivas, reduzindo a ansiedade. Desta forma, é aceito para alguns tipos de comportamentos, podendo ser capaz de proporcionar mudanças cognitivas significativas e comportamentais, o ambiente pode controlar situações e estímulos que simulam momentos do cotidiano e provocam o lidar com suas emoções (Matheus et al, 2022).
Autores como Dantas et al (2022) trazem diferentes estudos de intervenções terapêuticas com crianças com TEA, tendo como referência a atividade física como base, que trabalham além das habilidades motoras, incluem os comportamentos inadequados e as estereotipias, assim como desenvolvimento cognitivo. Desta maneira, pensando no aspecto de possíveis dificuldades de socialização, esta prática também contribui para a saúde psicossocial, reduzindo comportamentos de isolamento social, prevenindo possíveis transtornos mentais tais como: “depressão, nervosismo, ansiedade, retração, timidez, falta de contato visual e falta de interesse nas atividades diárias” (p. 02).
Tendo em vista diferentes experiências e estudos exitosos utilizando a RV associado ao acompanhamento de crianças com TEA, é promissor ampliar o panorama de possibilidades de recortes do vasto quadro de sintomatologias existente no TEA. O método etnográfico pode ser utilizado para pesquisas qualitativas de experiências já em andamento fundamentado nos pressupostos teóricos de maneira adequada e científica.
METODOLOGIA
A técnica da observação participante, utilizada até os dias de hoje, herança da etnografia clássica, como referência a pesquisas de campo, tem sido utilizada pela etnografia virtual referindo o campo, agora, virtual. O pesquisador busca pela interação e as relações estabelecidas entre indivíduos, e essas tem ocorrido de maneira virtual, devendo compreender, adaptar e explorar as diversas possibilidades voltadas para o campo virtual (Pereira e Mendez, 2020).
Autoras como Cesarino (2021) ressaltam e enfatizam quanto a ideia base da etnografia não apenas como um método de pesquisa, ou uma descrição, além de coletar dados de um contexto ou um grupo social, e compartilhar em trabalhos acadêmicos, mas apontar a eficácia social das intervenções, das práticas vivenciadas e estudadas de uma forma analítica. O ambiente virtual não deve ser visto sobre uma ótica de logaritmos, contudo, entendendo que, através da RV, os usuários interagem, modificam, alteram, esse meio, de uma forma única e imprevisível, podendo repercutir novas formas e condutas no real, no social.
O método permite um olhar denso, atento a um fato, uma comunidade, sobre as relações estabelecidas e indivíduos, especificamente para este artigo, é propor um olhar atendo a crianças com TEA e o treino de habilidades motoras em uso da RV. Autoras como Aguiar (2019) é “adensar o olhar é ver nas pormenoridades, é buscar descrever, compreender a motivação, a intencionalidade da ação e das relações estabelecidas” (p. 118). O pesquisador deve se debruçar sobre o ambiente que se propõe pesquisar. Para isso é preciso estipular manejos, registros, processos, significações e todos os aspectos do tipo de intervenção vivenciada.
No ambiente virtual, a análise etnográfica mantém o princípio das práticas analíticas, considerando os dados coletados como representação de um público pesquisado, incumbido de princípios e valores. A entrada no meio virtual já implica dados preliminares, baseado no princípio da observação de uma comunidade, a comunidade dos jogos na RV, essa tecnologia permite os registros de desempenho, recortes, em arquivos digitais, que podem ser analisados de acordo com a articulação da prática, do público, suas relações, considerando o diagnóstico específico (Ferraz, 2019).
Ainda proporciona e facilita a coleta de dados da execução, além do feedback imediato, armazena o progresso do usuário, as atividades realizadas e desempenho daquele usuário em cada intervenção, dando incentivo a superar e melhorar a sua performasse gradativamente, lidando com a frustração e resolução de problemas, incluindo seu desempenho motor (Carneo e Stocco, 2023).
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Diante do exposto neste artigo, fica evidente a importância de estar atento ao desenvolvimento motor das crianças com TEA. E por meio dos resultados observados do método etnográfico com a utilização da RV, faz-se necessário analisar e trabalhar de forma mais efetiva, dado sua importância no quadro geral do desenvolvimento infantil. Na prática fica claro o quanto o treino das habilidades motoras, interferem de forma positiva em todos os demais programas desenvolvidos para cada criança individualmente, diminuindo comportamentos inadequados, dando maior motivação, atenção e diminuindo a ansiedade.
Para além do treino das habilidades motoras, a RV também estimula a criatividade das crianças, levando para o mundo real a ludicidade vivenciada no ambiente virtual, através de personagens diversos, servindo como um reforçador positivo para as horas de terapia, tendo a possibilidade de incluir pais e/ou responsáveis na utilização, trabalhando em conjunto com a criança.
Na prática, a RV ajuda a manter o registro dos esforços da criança, sendo possível criar um avatar para cada criança e ficar registrado os recordes de desempenho de cada uma delas, ajudando a manter o registro de suas habilidades e o seu progresso gradativo.
os benefícios de uma prática regular de exercícios físicos ultrapassam o físico. É capaz de promover mudanças na saúde integral do indivíduo (físico, mental e social). E nas pessoas com TEA não é diferente. Porém, é necessário destacar que muitas pessoas com o transtorno apresentam atrasos em sua situação motora, sendo necessárias avaliações e intervenções específicas” (Pereira e Freitas, 2021, p. 10).
Experiências exitosas devem ser compartilhadas, ampliando o panorama de intervenções baseadas em evidências científicas, pensando em uma atuação multiprofissional com troca de conhecimento, aprofundamento teórico, em diferentes contextos, visando não somente as deficiências, mas as potencialidades de cada criança, considerando todos os contextos do diagnóstico de TEA.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
AGUIAR, B.; Gomes, M.; LINS, A.; Muniz, M. T. UTILIZAÇÃO DA REALIDADE VIRTUAL PARA O ENSINO EM SAÚDE. REIN – REVISTA EDUCAÇÃO INCLUSIVA, Campina Grande, Brasil., v. 5, n. 1, 2021. Disponível em: https://revista.uepb.edu.br/REIN/article/view/325. Acesso em: 9 abr. 2025.
AGUIAR, J. G. A Pesquisa Etnográfica Online em Tempos de Cultura da Convergência. Revista Observatório, Palmas, v. 5, n. 6, out. – dez. 2019, pp. 109-131. DOI:http://dx.doi.org/10.20873/uft.2447-4266.2019v5n6p109.
CANEJO, S. P. S.; Barros, M. M.; Santana, J. A. R. Impactos da Realidade Virtual no Transtorno do Espectro do Autismo. In: SIMECSAÚDE – Simpósio Internacional Multidisciplinar de Estudos Científicos em Saúde. Instituto Enfservic. 2022; 1(1):22.
CARNEO, N. S.; Stocco, T. D. Realidade virtual como recurso terapêutico na reabilitação ortopédica e traumatológica. Archives of Health Sciences – Aheah of Print. 2023. ISSN 2318-3691. DOI: 10.17696/2318-3691.30.1.2023.167.
CESARINO, L. Antropologia digital não é etnografia: explicação cibernética e transdisciplinaridade. CIVITAS – Revista de Ciências Sociais Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais: Civitas 21 (2): 304-315, maio-ago. 2021 e-ISSN: 1984-7289 ISSN-L: 1519-6089. http://dx.doi.org/10.15448/1984-7289.2021.2.39872
DANTAS, R. P. N. C. et al Prescrição de exercício físico e de atividades cognitivas para sujeitos com transtorno do espectro de autismo: Uma revisão de escopo acerca dos principais métodos. Research, Society and Development, v. 11, n. 13, e498111334389, 2022. ISSN 2525-3409. http://dx.doi.org/10.33448/rsd-v11i13.34389.
FERRAZ, C. P. A Etnografia Digital e os Fundamentos da Antropologia para Estudos em Redes On-line. Aurora: revista de arte, mídia e política. São Paulo. V. 12, n. 35, jun. – set., 2019, pp. 46 – 69.
LOPES, A., Souza, M. B.; Victor, E. G. Guia Prático das Principais Alterações Motoras Identificadas em Pessoas com Transtorno do Espectro Autista. Revista Apae Ciência, v. 17, nº. 1 – jan/jun – 2022. DOI: 10.29327/216984.17.1-4.
MATHEUS, I. et al Realidade Virtual para Medo de Dirigir: cognições e senso de autoeficácia. Revista Psicologia, Saúde & Doenças – Sociedade Portuguesa de Psicologia da Saúde V. 23, Nº. 1, 2022 ISSN, pp. 298 – 306. 2182-8407. https://doi.org/10.15309/22psd230128
MAURO, S. S. S.; Mauro, M. Y. C. O Uso da Robótica, Games, Realidade Virtual e Realidade Aumentada no Tratamento de Autismo, Demência, Esquizofrenia e Fobias. CADERNO DE PESQUISA APLICADA, Instituto Superior de Ciências Aplicadas (Limeira – SP) v.1, n.3, ago. – dez. de 2021 –ISSN 2675-1941.
MENEZES, S.; Freitas, A. Realidade Virtual como meio de conscientização da etiqueta higiênica com o foco em crianças com Transtorno do Espectro do Autismo. Revista Thema – Ciências Exatas e da Terra. V. 21, n.2, FURG, Rio Grande – RS, 2022, pp. 507 – 520. DOI: http://dx.doi.org/10.15536/thema.V21.2022.507-520.2132, ISSN: 2177-2894.
OLIVEIRA, J. C.; Santos, C. B.; Rocha, A. N. D. C. O Efeito da Realidade Virtual nos Aspectos Psicomotores de Indivíduos com Transtorno de Espectro Autista: estudo de caso. Temas em Saúde. Volume 20, Número 1 ISSN 2447-2131 João Pessoa, 2020. pp. 140 – 161. DOI: 10.29327/213319.20.1-10
PEREIRA, F. S. E.; Freitas, J. F. F. Atividade Física e Transtorno do Espectro Autista: uma revisão de periódicos brasileiros. Cenas Educacionais, Caetité-Bahia -Brasil, v.4, n.e11933, 2021, p.1-14. e-ISSN: 2595 – 4881.
PEREIRA, S. C. S.; Mendes, S. P. C. Um Debate Sobre o Campo online e a Etnografia virtual. TECCOGS – Revista Digital de Tecnologias Cognitivas, n. 21, jan./jun. 2020, pp. 196 – 212.
SIGOLO, J. R. et al A Realidade Virtual na Reabilitação de Amputados de MMII. in COSTA, D. G. S. e CASTRO, C. (orgs) Intersetorialidade: saberes e práticas sobre a questão da pessoa com deficiência., Vol. 1, São Paulo: FEAPAES, 199 p., 2020.
SILVA, B. T. et al Atuação da Equoterapia Associada a Exercícios Psicomotores em Crianças com TEA. Revista Vitrine Prod. Acad., Curitiba, v. I n. 9, 2021.
SOARES, J. C. C. et al Influência do uso de jogos do Microsoft Kinect® sobre o desempenho motor e funcional de criança com transtorno do desenvolvimento de coordenação. Cad. Bras. Ter. Ocup., São Carlos, v. 27, n. 4, 2019, pp. 710 – 717. ISSN 2526-8910. https://doi.org/10.4322/2526-8910.ctoAO1630.
Área do Conhecimento