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Resumo
INTRODUÇÃO
O desempenho insatisfatório dos alunos do ensino fundamental em testes externos tem exposto, ao longo dos anos, os desafios constantes no aprendizado de Matemática. No Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB) de 2023, apenas 43,5% dos alunos do 5º ano do Ensino Fundamental alcançaram os níveis esperados de conhecimento em Matemática (Todos Pela Educação, 2025). No teste internacional Programme for International Student Assessment (PISA) de 2022, a pontuação média do Brasil em Matemática foi de 372 pontos, bem abaixo da média de 472 pontos da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD) (OECD, 2022). Tais resultados demonstram que muitos alunos enfrentam dificuldades tanto para assimilar os conceitos matemáticos quanto para aplicar os processos necessários, impactando negativamente seu progresso.
Entender as dificuldades de aprendizado em matemática requer uma análise ampla, que leve em conta não só as capacidades cognitivas de cada um, mas também os elementos didáticos, metodológicos, culturais e estruturais que fazem parte do processo de ensino. Dentre esses elementos, o currículo se destaca, pois organiza os temas, estabelece as metas de aprendizado e direciona o trabalho dos professores. Assim, é fundamental ponderar sobre como as decisões curriculares afetam o ensino de matemática e de que forma essas escolhas podem, de forma intencional ou não, contribuir para o insucesso escolar.
Diante desse cenário, este artigo visa realizar uma análise da literatura existente sobre as dificuldades de aprendizado em matemática no ensino fundamental, com foco nas relações entre currículo escolar, prática pedagógica e o desempenho dos alunos.
O objetivo é, a partir de uma visão crítica, examinar como a estrutura curricular, tanto nos documentos oficiais quanto na aplicação em sala de aula, pode influenciar o processo de ensino e aprendizado da matemática.
Para isso, a metodologia utilizada é a revisão bibliográfica, fundamentada em autores que abordam a educação matemática, as teorias do currículo e os estudos sobre aprendizado escolar. Com isso, busca-se fornecer bases teóricas para compreender a complexidade do problema e indicar novas direções para futuras pesquisas.
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
Um dos maiores desafios nas pesquisas sobre educação reside nas persistentes dificuldades em aprender matemática. A internalização dos temas exige diversos processos mentais complexos, como a lógica, a memória operacional e a capacidade de representar ideias de forma simbólica e visual. Devido à natureza abstrata da matemática e ao uso de uma linguagem simbólica, a matéria se apresenta como um grande entrave no percurso escolar dos estudantes. Essas dificuldades se intensificam em cenários de ensino que não fomentam o avanço gradual e metódico dessas habilidades, o que torna o aprendizado ainda mais complicado para grande parte dos alunos.
Os estudos atuais propõem uma distinção essencial entre três noções frequentemente usadas como sinônimos: as dificuldades de aprendizado, os distúrbios específicos de aprendizado e o insucesso escolar. As dificuldades em aprender matemática são vistas como barreiras momentâneas ou situacionais que resultam da interação entre o estudante, os conteúdos e o ambiente de estudo. Tais dificuldades podem ser influenciadas por aspectos didáticos, curriculares, socioemocionais ou cognitivos, e podem ser superadas com intervenções pedagógicas adequadas (Silva, 2025).
Por outro lado, os distúrbios específicos de aprendizado, como a discalculia, têm causa neurológica e se manifestam por carências contínuas em habilidades matemáticas fundamentais, como entender quantidades, fazer contas simples ou manipular símbolos numéricos, sem depender do ensino recebido. A discalculia é reconhecida como uma condição do desenvolvimento neurológico e requer avaliação especializada e estratégias educacionais específicas para o tratamento (Mesquita et al., 2018).
Já o insucesso escolar é um problema mais amplo e geral, resultado do acúmulo de obstáculos não superados ao longo da escolarização, que levam a um baixo desempenho, reprovações e até abandono da escola. Trata-se de uma consequência com várias causas, que envolve tanto as características individuais dos estudantes quanto às condições da escola, a qualidade da formação dos professores, as políticas públicas e as práticas de ensino adotadas. O insucesso escolar em matemática, portanto, não pode ser atribuído apenas a limitações dos alunos, mas deve ser analisado de forma crítica, considerando os problemas do sistema educacional (Lira; Silva Neto, 2024).
Estudos recentes sobre cognição mostram que a dificuldade em matemática não se resume à falta de talento natural, mas à maneira como o conhecimento matemático é construído e aplicado. Desde cedo, as crianças desenvolvem formas próprias de entender quantidades, contagens e números no dia a dia. Passar esse conhecimento prático para a linguagem formal da matemática escolar exige uma boa intervenção, o que nem sempre acontece (Araújo; Santos, 2025).
Uma das principais razões para os alunos terem dificuldades é o jeito tradicional de ensinar, que foca em decorar regras, sem levar à compreensão dos conceitos. Isso pode causar medo da matemática, levando à falta de interesse, motivação e à ideia de que a matéria é difícil, o que afeta a confiança dos alunos e o quanto eles se dedicam ao aprendizado. (Campos, 2022).
Também é importante como as provas de matemática são feitas, já que isso afeta o interesse dos alunos e o desenvolvimento do entendimento dos conceitos; quando só há questões de múltipla escolha, o que importa é decorar fórmulas em vez de entender e resolver problemas em situações diferentes, o que aumenta o medo da matemática e a ideia de que errar é um fracasso; por outro lado, provas com perguntas abertas e espaço para explicar o raciocínio ajudam o aluno a pensar sobre o que aprendeu, identificar erros e melhorar, o que aumenta a confiança e a capacidade de aprender sozinho (Aust et al., 2024).
Além disso, a forma como o tempo é dividido nas aulas, a separação dos assuntos, o uso errado dos livros e a falta de diferentes formas de ensinar contribuem para que as dificuldades se tornem permanentes. Muitas vezes, os alunos aprendem coisas mais complicadas sem entender o básico, como as contas, o valor dos números ou as frações, o que atrapalha o aprendizado da matéria.
É importante entender que a dificuldade em aprender matemática não é só culpa dos alunos, mas de um sistema de ensino que nem sempre ajuda a construir o conhecimento de forma correta. Para superar essas dificuldades, é preciso analisar o currículo, a formação dos professores e como as aulas são dadas na escola.
Com base na literatura analisada, é possível sistematizar os principais fatores que contribuem para as dificuldades de aprendizagem em matemática no quadro a seguir.
Quadro 1- síntese: Fatores Associados às Dificuldades de Aprendizagem em Matemática

Fonte: Elaboração do autor, com base em, Silva (2025), Mesquita et al (2018), Campos (2022), (AUST et al., 2024).
O CURRÍCULO E O ENSINO DE MATEMÁTICA
Para entender as dificuldades de aprendizado em matemática, precisamos ir além dos aspectos cognitivos e de ensino, analisando criticamente o próprio currículo escolar. Este não é apenas uma lista de tópicos ou habilidades, mas sim um produto histórico, cultural e político que molda o que, como e por que ensinamos. Como disse Sacristán (2000), o currículo reflete as intenções e práticas educativas organizadas para facilitar o aprendizado, sofrendo influência de fatores sociais, econômicos e ideológicos.
É fundamental considerar a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, Lei nº 9.394/1996), que define as bases legais da educação no Brasil. A LDB exige que os currículos garantam uma formação básica essencial para a cidadania, respeitando a diversidade regional, cultural e social dos alunos. Além disso, orienta que os currículos sejam adaptados às realidades locais e valorize a formação dos professores para um ensino de qualidade. A LDB reforça a importância de um currículo de matemática que vá além da mera repetição de conteúdos, incentivando a contextualização, o pensamento crítico e o desenvolvimento integral do aluno.
Na área da Educação Matemática, o currículo tem um papel crucial na forma como o conhecimento é estruturado e apresentado aos alunos. Frequentemente, a matemática escolar é organizada de forma linear e progressiva, presumindo que todos os alunos aprendem no mesmo ritmo e que as dificuldades podem ser resolvidas simplesmente repetindo exercícios. Essa abordagem, que muitas vezes foca na memorização de fórmulas e procedimentos, acaba deixando de lado a compreensão dos conceitos, a resolução de problemas e a conexão com situações relevantes para os alunos (Carneiro, 2022).
Além disso, é importante reconhecer a diferença entre o currículo oficial (o que está nos documentos), o currículo aplicado (o que o professor realmente ensina em sala) e o currículo aprendido (o que o aluno realmente entende e absorve). Essa diferença entre os níveis do currículo pode causar falhas no processo de ensino e aprendizagem, dificultando o alcance dos objetivos educacionais, especialmente na matemática (Neves; Ferreira, 2015).
Em muitas situações, a forma como o currículo é organizado nas escolas do Brasil parece bastante dividida e sem conexão. A maneira como os assuntos são separados em partes isoladas, quase sempre distantes do dia a dia dos estudantes, acaba criando um ensino que não faz muito sentido e não tem relevância. Além disso, a preocupação em alcançar bons resultados em provas como o SAEB e o PISA pode fazer com que os professores foquem mais em atingir números do que em ajudar os alunos a desenvolver um raciocínio matemático original e com senso crítico.
A maneira tradicional de organizar o currículo também é questionada por como os temas de matemática são colocados em ordem de importância e ensinados. Assuntos como frações, por exemplo, que precisam de um bom entendimento da teoria, são geralmente abordados de forma rápida e superficial, sem levar em conta as diversas formas de mostrar e entender esse conceito. Quando os alunos não conseguem explorar diferentes jeitos de representar e entender as frações, o aprendizado fica incompleto e fácil de esquecer.
Por isso, é muito importante analisar o currículo com atenção para entender como ele pode estar ajudando a manter as dificuldades em matemática. Essa análise deve vir junto com o reconhecimento do trabalho dos professores, a atenção ao que os alunos têm a dizer e a adaptação das atividades de ensino, para garantir um aprendizado mais humano, que inclua todos e que faça sentido. Resolver os problemas de aprendizado não depende só do aluno, mas de uma mudança consciente no currículo e na forma como a escola ensina.
A BNCC E A APRENDIZAGEM MATEMÁTICA
Aprovada em 2017 para a Educação Infantil e o Ensino Fundamental, e em 2018 para o Ensino Médio, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) representa um ponto de referência essencial no cenário educacional do Brasil. Este documento orientador nacional estabelece os direitos de aprendizado e desenvolvimento que devem ser garantidos a todos os alunos durante a Educação Básica. Na disciplina de Matemática, a BNCC sugere uma organização baseada em temas e habilidades, que devem orientar o planejamento e a prática de ensino nas escolas (Santos; Bianchini, 2021).
A ideia da BNCC é conectar o ensino de matemática à resolução de problemas, ao pensamento lógico, à argumentação e ao uso de diversas formas de linguagem matemática. Nesse sentido, o documento visa superar a tradição de um ensino apenas técnico e focado no conteúdo, propondo uma abordagem que valorize a compreensão e a aplicação dos conceitos. Entre as áreas de estudo sugeridas na disciplina de matemática, destacam-se: Números, Álgebra, Geometria, Grandezas e Medidas, e Probabilidade e Estatística.
Apesar das orientações propostas pela BNCC, a aplicação do currículo na prática escolar ainda enfrenta desafios importantes. Muitos professores, que enfrentam condições de trabalho difíceis, formação continuada inadequada e falta de materiais didáticos apropriados, têm dificuldade em aplicar plenamente os princípios do documento. Assim, o impacto real da BNCC depende diretamente de como ela é adotada e implementada pelas redes de ensino, escolas e profissionais da educação. Para que ela realmente ajude a superar as dificuldades de aprendizado em Matemática, é essencial que as políticas públicas assegurem condições reais para sua aplicação (Carneiro, 2022).
Portanto, a análise da BNCC, especialmente no contexto das dificuldades de aprendizado em Matemática, mostra que a simples existência de diretrizes curriculares não é suficiente para gerar mudanças importantes no ensino. Para que seus princípios se tornem realidade de forma eficaz, é fundamental que sua implementação seja apoiada por ações integradas, que conectem o currículo à formação de professores, às práticas de ensino e aos métodos de avaliação, de forma contínua e alinhada com a realidade educacional.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Os obstáculos no aprendizado da matemática, principalmente nos anos iniciais, mostram ser um problema complexo, que abrange aspectos mentais, de ensino, de métodos e do plano de estudos. A pesquisa que fizemos para este estudo deixou claro que não se pode culpar somente os alunos por essas dificuldades, sendo preciso entender as formas de ensinar, a situação das escolas e, acima de tudo, as regras do currículo que organizam o ensino da matéria.
Ao olharmos com atenção para o currículo escolar, principalmente para a forma como se escolhe, organiza e passa o conhecimento matemático, percebemos que ainda se usa um jeito de ensinar dividido em partes e cheio de conteúdo, que não presta atenção no que os alunos realmente precisam. Mesmo com a criação da BNCC, que busca dar mais importância às capacidades e habilidades importantes, ainda há problemas em colocá-la em prática, especialmente nas escolas públicas. Esses problemas têm a ver com a formação dos professores, com a adaptação dos materiais de estudo e com a estrutura das escolas.
Sendo assim, para acabar com as dificuldades no aprendizado da matemática, é preciso mudar o currículo de verdade, indo além de só indicar o que ensinar e buscando dar um significado maior para o ensino da matemática. Para que isso aconteça, é preciso melhorar a formação dos professores, ouvindo o que os alunos têm a dizer e criando formas de ensinar que ajudem a construir um conhecimento importante e que dê mais liberdade para os alunos.
Para concluir, este estudo ajuda a entender melhor esse assunto e aponta direções para novas pesquisas mais focadas, principalmente sobre temas considerados difíceis, como o ensino de frações.
Com base nas discussões apresentadas, é possível indicar algumas direções para futuras investigações no campo da Educação Matemática. Estudos empíricos realizados em diferentes contextos escolares podem contribuir para compreender de que forma fatores como a infraestrutura das escolas, a formação dos professores e as práticas de avaliação impactam diretamente as dificuldades de aprendizagem em matemática. Paralelamente, análises sobre a aplicação real da BNCC, com ênfase em temas cruciais como frações e números racionais são abordados, podem expor as diferenças entre o plano curricular e o que realmente acontece em sala de aula.
Ademais, pesquisas sobre o efeito de programas de formação continuada focados em métodos ativos e avaliação contínua são importantes, assim como avaliações detalhadas dos livros e materiais usados nas escolas. Estes estudos podem fornecer informações valiosas para aprimorar as práticas de ensino e os currículos, auxiliando na diminuição do fracasso escolar em matemática e incentivando um aprendizado mais relevante, independente e conectado com a realidade dos alunos.
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