Ritos e rituais de punição da didática, na prática docente, convergentes com as lacunas da formação inicial

RITES AND RITUALS OF PUNISHMENT IN TEACHING PRACTICE THAT CONVERGE WITH THE GAPS IN INITIAL TRAINING

RITOS Y RITUALES DE CASTIGO EN LA PRÁCTICE DOCENTE QUE CONVERGEN CON LAS LAGUNAS EN LA FORMACIÓN INICIAL

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/AC629A

DOI

doi.org/10.63391/AC629A

Silva, Sebastião da . Ritos e rituais de punição da didática, na prática docente, convergentes com as lacunas da formação inicial. International Integralize Scientific. v 5, n 48, Junho/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

O Artigo “Ritos e Rituais de Punição da Didática na prática docente; convergentes com as lacunas da formação inicial, discute como a escola, através de práticas pedagógicas, criam ritos e rituais que, em vez de promover a aprendizagem e o desenvolvimento, se tornam mecanismos de deficiência e controle. Esses ritos podem incluir atividades repetitivas, normas e avaliações que, em vez de estimular a curiosidade e a autonomia, geram ansiedade e resistência nos alunos. Nossa análise será um questionamento, do objeto de estudo da didática que é o ensino aprendizagem, como sendo ritos e rituais escondendo no seu bojo um aparato de punições, que perduram dezenas de anos. Os ritos e rituais exercem uma simbologia mágica sobre todos, transmitindo um sentimento mental de intocável. Causando uma dominação em todos os aspectos existencial.
Palavras-chave
didática; punição; ritos e rituais; avaliação.

Summary

The article rites and rituals of Davidic punishment in teaching practice convergent with the gaps in initial training discusses how the school, through pedagogical practices, creates rites and rituals that, instead of promoting learning and development, become mechanisms of deficiency and control. These rites can include repetitive activities, norms and assessments that, instead of stimulating curiosity and autonomy, generate anxiety and resistance in students. Our analysis will be a questioning of the object of study of didactics, which is teaching-learning, as being rites and rituals hiding within them an apparatus of punishments that last for decades. The rites and rituals exert magical symbolism over everyone, transmitting the mental feeling of untouchability, causing domination in all existential aspects.
Keywords
didactics; punishment; rites and rituals; evaluation.

Resumen

El artículo «Ritos y rituales de castigo en la didáctica de la práctica docente, en consonancia con las deficiencias en la formación inicial», analiza cómo la escuela, a través de sus prácticas pedagógicas, crea ritos y rituales que, en lugar de promover el aprendizaje y el desarrollo, se convierten en mecanismos de deficiencia y control. Estos ritos pueden incluir actividades, normas y evaluaciones repetitivas que, en lugar de estimular la curiosidad y la autonomía, generan ansiedad y resistencia en el alumnado. Nuestro análisis cuestionará el objeto de estudio de la didáctica, es decir, la enseñanza-aprendizaje, como ritos y rituales que esconden un sistema de castigos que perdura durante décadas. Los reyes virtuales ejercen una simbología mágica sobre todos, transmitiendo la sensación mental de intocabilidad y causando dominio en todos los aspectos existenciales.
Palavras-clave
didáctica; castigo; ritos y rituales; evaluación.

INTRODUÇÃO

Depois de décadas dentro de uma unidade escolar, nos deparamos com tantas realidades desafiadoras. Depois que observamos o conjunto de ações no interior da unidade Escolar, vamos nos apaixonando pela missão de educar.

Tudo depende da visão de ser humano que temos no coração, esse ser entrelaçado de sonhos e desejos, vivendo uma simbiose universal, marcada por tantos símbolos, traduzidos em ritos e rituais. Esse tema me apaixona, já que o mesmo perpassa por todas as esferas da sociedade. Todavia, concentramos nossa pesquisa científica na investigação dos comportamentos gerados pelos ritos e rituais na prática docente. Comportamentos esses que são condicionados por ritos e rituais da sociedade envolvente. Os Ritos e Rituais pregam uma sociedade composta de um sistema coercitivo de regras, sobretudo de regras penais e religiosas, com uma divisão interna entre o sagrado e o profano (Damatta IN: Gennep, 1997, p. 16).

Assim, para Durkheim, as sociedades tribais possuíam uma organização que supunha também uma classificação de dois termos distintos que os homens concebem, o que é real ou ideal (Durkheim, 1996, p. 19). Nessa perspectiva do imaginário percebe-se que o ser humano está em busca de ser, ou seja; nunca está realizado plenamente nesta vida terrena, sempre infeliz, até se consumar na maior tristeza: a morte. Portanto, esse ser necessita de ritos e rituais que produzem nele a sensação de que as realidades injustas dessa vida têm um sentido e um fim vitorioso, aqui entra o símbolo da cruz. A simbiose da mesma que foi uma punição se tornando vitória depois de três dias.

Ritos e rituais podem servir, de modo positivo, para a afirmação da identidade de um grupo, como acontece com os rituais indígenas, preservados como marca identitária. Mas também podem mascarar as relações sociais, ratificar, reiterar, reafirmar práticas de dominação, de autoritarismo presentes na sociedade como um todo. No espaço escolar, que é parte de uma sociedade e de sua cultura, os ritos e rituais estão presentes, expressos de diferentes formas, nem sempre claramente percebidas ou reconhecidas. 

Na escola, ritos e rituais podem assumir um duplo sentido: propiciar um ambiente de exercício de liberdade e de democracia, ou a imposição de ideias, mostrando como natural tanto o domínio dos superiores (diretor, professor) quanto a obediência dos subordinados (alunos, funcionários). Assim, os ritos e rituais da escola podem ser considerados negativos, quando eles impedem que o aluno pense por si próprio e limitam sua fala quando ela é contrária ao que está estabelecido como certo, quando não permitem que o aluno opine, critique. Mas podem ser positivos quando criam uma alternativa para que os alunos possam aprender a perceber, interpretar e criticar o mundo.

Os ritos, segundo (Terrin, 2004), correspondem à ação que se desenvolve diariamente na vida dos seres humanos constituindo verdadeiro ordenador descritivo da experiência de sentido existencial. É possível compreender que os ritos se assemelham aos jogos por estabelecerem regras, porém o rito é mais do que um jogo, pois suas regras têm significados múltiplos e simbólicos. Esses significados múltiplos e simbólicos estão presentes no espaço cujo significativo está para os sujeitos que interagem dentro de uma determinada realidade, de um determinado espaço físico, como por exemplo, o espaço escolar. O rito é a ação que dá sentido à interação, estabelecendo diálogo entre os espaços e as experiências humanas. 

O ritual, por sua vez, é a reunião de práticas e ações vivenciadas e compreendidas a partir de sua localização, tanto em suas dimensões espaciais quanto temporais, traduzindo-se em expressões simbólicas da vida social (Vilhena, 2005). Percebe-se que um ritual é um conjunto de gestos, palavras, formalidades, geralmente repletas de valor simbólico, assim como, manifestam-se principalmente nas religiões, nas tradições familiares ou da comunidade, estando intimamente ligados ao conceito de ritos. 

Alguns autores (Goffman, 1980; Gennep, 2013 e Mclaren, 1991), fazem referência a vários ritos e rituais de punições presentes nas escolas: 1 – O diagnóstico escolar como ritual que segrega e estigmatiza: normais e deficientes, aptos e inaptos, adiantados e atrasados, fortes e fracos, etc.; 2 – O planejamento curricular, como ritual de massificação, que ignora a diversidade, as diferenças e utiliza um processo de homogeneização dos alunos; 3 – A relação professor-aluno, como ritual de domesticação, por colocar o professor no centro, com o controle do processo de ensino e aprendizagem através da avaliação; 4 – A avaliação do rendimento escolar, como ritual de seletividade, que identifica os estudantes competentes para excluir os demais. Enquanto esses ritos e rituais se reproduzem, as questões de aprendizagem se avolumam, crescem os índices de reprovação, e os professores continuam sendo responsabilizados pelo fracasso da aprendizagem dos alunos.

Considerando a teoria Goffmaniana de estigma (Goffman, 1980), que afirma que indivíduos estigmatizados no lócus escolar são inabilitados para uma existência social plena. Questionamos os Ritos e Rituais que a gestão escolar e professores praticam quando lidam com alunos diagnosticados segundo os ritos e rituais tidos como desviantes. A decisão é: encaminhar para o conselho tutelar. Jamais repensam os ritos e rituais adotados a séculos na educação.

Nossa análise será um questionamento, do objeto de estudo da didática que é o ensino aprendizagem, como sendo ritos e rituais escondendo no seu bojo um aparato de punições, que perduram dezenas de anos. Os ritos e rituais exercem uma simbologia mágica sobre todos, transmitindo um sentimento mental intocável. Causando uma dominação em todos os aspectos existencial. Os ritos são como leis, possuem elementos históricos, além de buscar um objeto específico. Já o ritual é a aplicação desta lei. Todavia, os ritos e rituais proporcionam uma mobilização e mudança no indivíduo, como um todo desde sua cognição, até seu comportamento social. Segundo (Mclaren, 1991, P. 70), que afirma a dicotomia entre o que fazemos, como executamos e o significado da ação, segundo a mesma pesquisadora os rituais são parte do cotidiano incluindo atividades seculares. 

Vamos aprofundar na didática como o motor dos ritos e rituais de punições dentro do espaço escolar, os mesmos exercem um poder mágico, causando a submissão massiva, devido o seu cunho místico, que elimina a pressão social, já que a escola é um ambiente onde a tensão social é explosiva e a diversidade é extrema, pois vivenciamos uma sociedade neurótica depressiva e violenta; entretanto, nesse espaço os ritos e rituais são estratégicas para uma aceitação submissa da realidade injusta de punição.

O diagnóstico escolar na educação básica é um processo de avaliação que busca identificar as dificuldades e os pontos fortes dos alunos, auxiliando na criação de um plano de ensino mais adequado a cada indivíduo. Essa avaliação é realizada por meio de diversos instrumentos, como provas, questionários, observação do desempenho em atividades e interação com a turma. Todavia, o ritual do diagnóstico é aplicado, simplesmente para classificar, excluir, discriminar e o professor fazer suas opções, por aqueles ditos os melhores e o restante são rotulados de fracos, ruins e problemáticos, tornando-se a pedra de tropeço no sapato do professor. O diagnóstico escolar se repete todos os anos, como uma peneira que passa separando os alunos, condenando os fracos ao isolamento.

A avaliação escolar é uma tarefa didática necessária para o trabalho docente, que deve ser acompanhada passo a passo no processo de ensino e aprendizagem. Através da mesma, os resultados vão sendo obtidos no decorrer do trabalho em conjunto entre professores e alunos, a fim de constatar progressos, dificuldades e orientá-los em seus trabalhos para as correções necessárias (Libâneo, 1994).

A avaliação escolar é uma tarefa complexa que não se resume à realização de provas e atribuição de notas, ela cumpre funções pedagógico-didáticas, de diagnóstico e de controle em relação ao rendimento escolar. A função pedagógico-didática refere-se ao papel da avaliação no cumprimento dos objetivos gerais e específicos da educação escolar.

Ao comprovar os resultados do processo de ensino, evidencia ou não o atendimento das finalidades sociais do ensino, de preparação dos alunos para enfrentar as exigências da sociedade e inseri-los ao meio social. Ao mesmo tempo, favorece uma atitude mais responsável do aluno em relação ao estudo, assumindo-o como um dever social. Já a função de diagnóstico permite identificar progressos e dificuldades dos alunos e a atuação do professor que, por sua vez, determinam modificações do processo de ensino para melhor cumprir as exigências dos objetivos. A função do controle se refere aos meios e a frequência das verificações e de qualificação dos resultados escolares, possibilitando o diagnóstico das situações didáticas (Libâneo, 1994). No entanto, a avaliação na prática escolar nas escolas tem sido bastante criticada sobretudo por reduzir-se à sua função de controle, mediante a qual se faz uma classificação quantitativa dos alunos relativa às notas que obtiveram nas provas. O professor não tem conseguido usar os procedimentos de avaliação que, sem dúvida, implicam o levantamento de dados por meio de testes, trabalhos escritos etc.

Em relação aos objetivos, funções e papel da avaliação na melhoria das atividades escolares e educativas, tem-se verificado na prática escolar alguns equívocos (Libâneo, Pág. 198- 1994). O mais comum é tomar a avaliação unicamente como o ato de aplicar provas, atribuir notas e classificar os alunos. O professor reduz a avaliação à cobrança daquilo que o aluno memorizou e usa a nota somente como instrumento de controle. 

Tal ideia é descabida, primeiro porque a atribuição de notas visa apenas o controle formal, com objetivo classificatório e não educativo; segundo porque o que importa é o veredito do professor sobre o grau de adequação e conformidade do aluno ao conteúdo que transmite. Outro equívoco é utilizar a avaliação como recompensa aos bons alunos e punição para os desinteressados, além disso, os professores confiam demais em seu olho clínico, dispensam verificações parciais no decorrer das aulas e aqueles que rejeitam as medidas quantitativas de aprendizagem em favor de dados qualitativos (Libâneo, 1994). 

O entendimento correto da avaliação consiste em considerar a relação mútua entre os aspectos quantitativos e qualitativos. A escola cumpre uma função determinada socialmente, a de introduzir as crianças, jovens e adultos no mundo da cultura e do trabalho, tal objetivo não surge espontaneamente na experiência das crianças, jovens e adultos, mas supõe as perspectivas traçadas pela sociedade e controle por parte do professor. Por outro lado, a relação pedagógica requer a independência entre influências externas e condições internas do aluno, pois nesse contexto o professor deve organizar o ensino objetivando o desenvolvimento autônomo e independente do aluno (Libâneo, 1994).

A RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM

O professor no processo de ensino é o mediador entre o indivíduo em formação e os conhecimentos prévios de um componente curricular. Tem como função planejar, orientar a direção dos conteúdos, visando à assimilação constante pelos alunos e o desenvolvimento de suas capacidades e habilidades. É uma ação conjunta em que o educador é o promotor, que faz questionamentos, propõem problemas, instiga, faz desafios nas atividades e o educando é o receptor ativo e atuante, que através de suas ações responde ao proposto produzindo assim conhecimentos. O papel do professor é levar o aluno a desenvolver sua autonomia de pensamento. 

Entretanto a metodologia de ensino são as formas que o professor organiza as suas atividades de ensino e de seus alunos com a finalidade de atingir objetivos do trabalho docente em relação aos conteúdos específicos que serão aplicados. Os métodos de ensino regulam as formas de interação entre ensino e aprendizagem, professor e os alunos, na qual os resultados obtidos é assimilação consciente de conhecimentos e desenvolvimento das capacidades cognitivas e operativas dos alunos. Segundo (Libâneo, 1994) a escolha e organização dos métodos de ensino devem corresponder à necessária unidade objetivos-conteúdos- métodos e formas de organização do ensino e as condições concretas das situações didáticas. 

Os métodos de ensino dependem das ações imediatas em sala de aula, dos conteúdos específicos, de métodos peculiares de cada disciplina e assimilação, além disso, esses métodos implica o conhecimento das características dos alunos quanto à capacidade de assimilação de conteúdos conforme a idade e o nível de desenvolvimento mental e físico e suas características socioculturais e individuais.

A relação objetivo-conteúdo-método procuram mostrar que essas unidades constituem a linhagem fundamental de compreensão do processo didático: os objetivos, explicitando os propósitos pedagógicos intencionais e planejados de instrução e educação dos alunos, para a participação na vida social; os conteúdos, constituindo a base informativa concreta para alcançar os objetivos e determinar os métodos; os métodos, formando a totalidade dos passos, formas didáticas e meios organizativos do ensino que viabilizam a assimilação dos conteúdos, e assim, o atingimento dos objetivos.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Constatamos, que entre o professor e o aluno está o ensino e a aprendizagem, no entanto, a divisão é provocada na metodologia do professor, suscitando exclusão e evasão escolar, detectamos metodologia que são verdadeiros ritos e rituais de punições, além da repetição da mesma metodologia por décadas, sem perceberem o fracasso na aprendizagem. Diante desses desafios, tradicionais dos ritos e rituais de punições, repensamos as mudanças que são tão urgentes no progresso da educação, sem um docente inovador, nunca teremos uma educação moderna, emancipadora e de esperança.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

DAMATTA, Roberto. A Casa e a rua. 5. ed. Rio de Janeiro: Rocco Digital, 1997.

DURKHEIM, Émile. A divisão do trabalho social. Lisboa: Presença Ltda. 1989.

GENNEP, A. V. Os ritos de passagem. 2. ed., Trad. Mariano Ferreira. Petrópolis: Vozes, 2013.

GOFFMAN, Erving. Estigma: Notas sobre a Manipulação da Identidade deteriorada. Rio de Janeiro: Zahar editores, 1980.

LIBÂNEO , JC Didática. São Paulo: Cortez, 1994 . LIBÂNEO, JC Educação: Pedagogia e Didática – O campo investigativo da pedagogia e da didática no Brasil: esboço histórico e buscas de identidade epistemológica e profissional. In MCLAREN, Peter. Rituais na escola: em direção a uma economia política de símbolos e gestos na educação. Tradução Juracy c. Marques, Ângela M. B. Biaggio. Petrópolis/Rl: Vozes, 1991.

TERRIN, Aldo Natale. O rito: antropologia e fenomenologia da ritualidades. São Paulo: Paulus, 2004.

VILHENA, Maria Ângela. Ritos: expressões e propriedades. São Paulo: Paulinas, 2005.

Silva, Sebastião da . Ritos e rituais de punição da didática, na prática docente, convergentes com as lacunas da formação inicial.International Integralize Scientific. v 5, n 48, Junho/2025 ISSN/3085-654X

Referencias

Vivian Caroline Coraucci.
BAILEY, C. J.; LEE, J. H.
Management of chlamydial infections: A comprehensive review.
Clinical infectious diseases.
v. 67
n. 7
p. 1208-1216,
2021.
Disponível em: https://academic.oup.com/cid/article/67/7/1208/6141108.
Acesso em: 2024-09-03.

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v. 5
n. 48
Ritos e rituais de punição da didática, na prática docente, convergentes com as lacunas da formação inicial

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