A influência das tecnologias digitais no processo de aprendizagem na educação infantil

THE INFLUENCE OF DIGITAL TECHNOLOGIES ON THE LEARNING PROCESS IN EARLY CHILDHOOD EDUCATION

LA INFLUENCIA DE LAS TECNOLOGÍAS DIGITALES EN EL PROCESO DE APRENDIZAJE EN LA EDUCACIÓN INFANTIL

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/6FC525

DOI

doi.org/10.63391/6FC525

Santos , Sueli Aparecida Caruzo dos . A influência das tecnologias digitais no processo de aprendizagem na educação infantil. International Integralize Scientific. v 5, n 48, Junho/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

O presente artigo tem como objetivo analisar a influência das tecnologias digitais no processo de aprendizagem na Educação Infantil. Considerando o crescente uso de recursos tecnológicos no cotidiano das crianças, busca-se compreender de que maneira esses instrumentos impactam o desenvolvimento cognitivo, social e emocional na primeira infância. Através de uma abordagem qualitativa e de revisão bibliográfica, foram investigadas produções acadêmicas que discutem o uso de ferramentas digitais como mediadoras no processo de ensino-aprendizagem. Os resultados indicam que, quando bem integradas ao planejamento pedagógico, as tecnologias digitais podem contribuir para o engajamento dos alunos, a personalização das atividades e o estímulo à criatividade. No entanto, também foram identificados desafios, como a necessidade de formação docente e o risco de uso excessivo ou inadequado desses recursos. Conclui-se que o uso consciente e orientado das tecnologias pode fortalecer práticas educativas mais interativas e significativas na Educação Infantil.
Palavras-chave
educação infantil; tecnologias digitais; aprendizagem; desenvolvimento infantil; inovação pedagógica.

Summary

This article aims to analyze the influence of digital technologies on the learning process in Early Childhood Education. Considering the increasing presence of technological resources in children’s daily lives, the study seeks to understand how these tools impact cognitive, social, and emotional development in early childhood. Through a qualitative approach and bibliographic review, academic publications discussing the use of digital tools as mediators in the teaching-learning process were examined. The findings indicate that when properly integrated into pedagogical planning, digital technologies can enhance student engagement, personalize activities, and stimulate creativity. However, challenges were also identified, such as the need for teacher training and the risks of excessive or inappropriate use of these tools. It is concluded that conscious and guided use of technology can strengthen more interactive and meaningful educational practices in Early Childhood Education.
Keywords
early childhood education; digital technologies; learning; child development; pedagogical innovation.

Resumen

Este artículo tiene como objetivo analizar la influencia de las tecnologías digitales en el proceso de aprendizaje en Educación Infantil. Considerando el creciente uso de recursos tecnológicos en la vida diaria de los niños, buscamos comprender cómo estos instrumentos impactan en el desarrollo cognitivo, social y emocional en la primera infancia. A través de un enfoque cualitativo y revisión bibliográfica, se investigaron producciones académicas que discuten el uso de herramientas digitales como mediadoras en el proceso de enseñanza-aprendizaje. Los resultados indican que, cuando se integran bien en la planificación pedagógica, las tecnologías digitales pueden contribuir a la participación de los estudiantes, la personalización de las actividades y la estimulación de la creatividad. Sin embargo, también se identificaron desafíos, como la necesidad de capacitación docente y el riesgo de un uso excesivo o inadecuado de estos recursos. Se concluye que el uso consciente y guiado de las tecnologías puede fortalecer prácticas educativas más interactivas y significativas en la Educación Infantil.
Palavras-clave
educación infantil; tecnologías digitales; aprendiendo; desarrollo infantil; innovación pedagógica.

INTRODUÇÃO

O avanço das tecnologias digitais têm provocado profundas transformações em diversos aspectos da sociedade contemporânea, e a educação não ficou à margem dessas mudanças. Na Educação Infantil, etapa fundamental para o desenvolvimento integral das crianças, o uso de recursos digitais tem se tornado cada vez mais presente, tanto nos ambientes escolares quanto fora deles. Tablets, computadores, aplicativos educativos e jogos interativos passaram a integrar o cotidiano das crianças desde os primeiros anos de vida, influenciando não apenas suas formas de brincar, mas também de aprender e interagir com o mundo ao seu redor.

Diante desse cenário, é essencial refletir sobre como essas tecnologias impactam o processo de aprendizagem na infância. A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) reconhece a importância de integrar diferentes linguagens, incluindo as digitais, ao currículo da Educação Infantil, desde que de maneira planejada, crítica e intencional. Assim, surge a necessidade de compreender se e como o uso das tecnologias pode favorecer o desenvolvimento cognitivo, emocional e social das crianças, respeitando sua fase de desenvolvimento e o papel ativo que desempenham na construção do conhecimento.

Este artigo tem como objetivo analisar a influência das tecnologias digitais no processo de aprendizagem na Educação Infantil, destacando os benefícios, desafios e implicações pedagógicas envolvidas. Para isso, será realizada uma revisão de literatura com base em estudos atuais sobre a temática, buscando compreender de que forma esses recursos podem ser utilizados de forma significativa e educativa no contexto da primeira infância.

Nas últimas décadas, as tecnologias digitais transformaram profundamente todos os aspectos da sociedade, desde a economia até as relações pessoais e, de maneira significativa, o campo educacional. A Revolução Digital, caracterizada pela introdução e popularização da internet, computadores pessoais, dispositivos móveis e tecnologias interativas, trouxe novas formas de comunicação, acesso à informação e construção de conhecimento.A sociedade contemporânea está cada vez mais imersa em um ambiente digital, onde as ferramentas tecnológicas são utilizadas em praticamente todos os setores. No âmbito da educação, essas inovações digitais não apenas reconfiguraram os métodos de ensino e aprendizagem, mas também ampliaram as possibilidades pedagógicas, permitindo a construção de ambientes de aprendizagem mais dinâmicos e colaborativos.

A tecnologia digital, por meio de recursos como tablets, computadores, lousas interativas, aplicativos e plataformas de ensino online, passou a fazer parte do cotidiano das crianças desde muito cedo. Esse contato precoce com as ferramentas digitais tem gerado um novo perfil de aluno, que, muitas vezes, já é capaz de interagir com dispositivos tecnológicos antes mesmo de saber ler e escrever. Além disso, a tecnologia oferece novos meios de comunicação, enriquecendo a aprendizagem ao possibilitar a exploração de conteúdos multimídia, jogos interativos, vídeos educativos e recursos de realidade aumentada e virtual.

O avanço das tecnologias digitais também implica em desafios. A cada nova inovação, surgem questões sobre o equilíbrio entre o uso dessas ferramentas e o desenvolvimento saudável das crianças, a necessidade de formação contínua para os educadores e os impactos da exclusão digital, que ainda afeta uma parcela significativa da população mundial. Por isso, é fundamental que o uso das tecnologias na educação seja orientado de forma consciente, de modo a promover uma aprendizagem significativa e integral, respeitando as etapas do desenvolvimento infantil.

Portanto, o presente momento da sociedade contemporânea exige uma reflexão crítica sobre o papel das tecnologias digitais na educação infantil. Como essas ferramentas podem ser utilizadas de forma eficaz e responsável para potencializar a aprendizagem, sem perder de vista o desenvolvimento integral e humano da criança? Esse é o desafio que se coloca diante de educadores, gestores, pais e todos aqueles envolvidos no processo educativo. No estudo realizado por Ramos e Silva (2023), intitulado “O impacto das tecnologias digitais na formação inicial de professores sobre as suas práticas pedagógicas”, os autores investigam como a formação inicial de professores influencia a integração das tecnologias digitais em suas práticas pedagógicas. Embora o foco principal seja a formação docente, o estudo aborda aspectos relevantes sobre o uso das tecnologias digitais na educação (Ramos; Silva, 2023).

Os resultados indicam que a formação inicial dos professores desempenha um papel crucial na preparação para o uso efetivo das tecnologias digitais em sala de aula. No entanto, os autores destacam que, apesar da presença crescente das tecnologias digitais no cotidiano escolar, muitos professores ainda enfrentam desafios para incorporá-las de maneira significativa em suas práticas pedagógicas. Isso se deve, em parte, à falta de formação específica e contínua nessa área (Ramos; Silva, 2023).

Portanto, o estudo de Ramos e Silva (2023), reforçam a importância de uma formação docente que contemple o uso pedagógico das tecnologias digitais, visando à melhoria das práticas educativas e ao desenvolvimento de habilidades que atendam às demandas da sociedade contemporânea (Ramos; Silva, 2023).

Megan Gath (2024), pesquisadora da Universidade de Canterbury, tem se dedicado ao estudo dos impactos do uso de tecnologias digitais na infância. Em uma pesquisa publicada na Frontiers in Developmental Psychology em 2024, Gath e sua colega Cara Swit investigaram os riscos associados ao uso de mídias digitais por crianças pequenas na Nova Zelândia. Os resultados indicaram que aproximadamente um quarto das crianças com até 8 anos já havia experienciado algum tipo de dano online, como conteúdos que as preocuparam ou incomodaram. 

Além disso, crianças com dificuldades comportamentais e maior número de dispositivos pessoais estavam mais suscetíveis a esses danos. Experiências de danos online foram associadas negativamente à autoestima infantil e positivamente a sintomas depressivos, destacando a importância de considerar o impacto das mídias digitais no bem-estar e na saúde mental das crianças em um mundo saturado por mídias. Em outro estudo, Gath, McNeill e Gillon (2024), observaram que crianças de 2 a 5 anos com maior tempo de exposição às telas apresentaram menor desempenho em habilidades de linguagem e menor proximidade com os pais. Além disso, o aumento do tempo de tela foi associado a sintomas de ansiedade, depressão e isolamento social. 

Esses achados sugerem que o uso excessivo de tecnologias digitais pode afetar negativamente o desenvolvimento infantil e a preparação escolar. Portanto, os estudos de Megan Gath enfatizam a necessidade de uma abordagem equilibrada e supervisionada no uso de tecnologias digitais por crianças pequenas, considerando os potenciais riscos para o desenvolvimento emocional e social.

REVISÃO DA LITERATURA

A inserção das tecnologias digitais no contexto educacional tem sido objeto de diversos estudos, especialmente diante das transformações que afetam as formas de ensinar e aprender na contemporaneidade. Na Educação Infantil, essas mudanças exigem atenção redobrada, dado que envolvem sujeitos em processo inicial de desenvolvimento e socialização. Autores como Kenski (2012) e Moran (2013), destacam que a tecnologia, quando utilizada de forma crítica e intencional, pode enriquecer as práticas pedagógicas, promovendo ambientes mais dinâmicos, interativos e condizentes com a realidade digital vivida pelas crianças fora da escola.

Segundo Papert (1980), precursor da ideia de construção do conhecimento por meio das tecnologias, o uso de recursos digitais pode estimular a criatividade, a autonomia e o pensamento lógico das crianças. Essa perspectiva está alinhada com os princípios da aprendizagem significativa, defendidos por Ausubel (2003), nos quais o aluno se torna sujeito ativo na construção do saber. No entanto, a simples presença das tecnologias na sala de aula não garante a melhoria do processo de aprendizagem. É fundamental que os educadores sejam formados para utilizá-las de maneira pedagógica, considerando as especificidades da infância.

Além disso, Vigotski (1998), enfatiza o papel da mediação no processo de aprendizagem, reforçando que as tecnologias devem ser ferramentas que potencializam as interações entre crianças, educadores e o ambiente. Nessa perspectiva sociocultural, o uso das tecnologias digitais deve ser planejado com base em objetivos claros e alinhado às necessidades e interesses dos alunos, garantindo que os recursos sirvam ao desenvolvimento integral da criança.

Estudos contemporâneos, como os de Almeida e Valente (2019), apontam que a integração das tecnologias no currículo da Educação Infantil pode ampliar as formas de expressão, favorecer a aprendizagem colaborativa e apoiar a inclusão. No entanto, também alertam para os riscos de uma introdução precoce ou sem critérios, como a dependência excessiva de dispositivos, a redução do tempo dedicado às interações sociais presenciais e o empobrecimento das experiências sensoriais.

Portanto, a literatura evidencia que as tecnologias digitais têm potencial para contribuir positivamente com o processo de aprendizagem na Educação Infantil, desde que seu uso esteja fundamentado em práticas pedagógicas intencionais, reflexivas e comprometidas com o desenvolvimento integral da criança.

POLÍTICAS PÚBLICAS E TECNOLOGIAS DIGITAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A incorporação das tecnologias digitais na Educação Infantil também deve ser compreendida à luz das políticas públicas educacionais que orientam a prática docente e o uso de recursos tecnológicos nas instituições escolares. No Brasil, documentos oficiais como a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e o Marco Legal da Primeira Infância reconhecem a importância das experiências digitais no cotidiano das crianças, desde que estas estejam inseridas em contextos pedagógicos planejados, mediados e significativos.

A BNCC (2017), em especial, prevê o uso das tecnologias como parte das práticas curriculares da Educação Infantil, reforçando a necessidade de que as crianças tenham contato com diferentes linguagens e formas de expressão, incluindo as digitais. No entanto, ela também destaca que esse contato deve respeitar as especificidades do desenvolvimento infantil, com atividades que promovam a ludicidade, a interação e a aprendizagem ativa. Assim, a tecnologia não deve substituir as brincadeiras e experiências concretas, mas sim complementar o processo de aprendizagem.

Além da BNCC, programas federais como o ProInfo Integrado (Programa Nacional de Tecnologia Educacional), implementado pelo MEC, buscaram desde os anos 2000 promover o acesso a equipamentos e a formação docente para o uso das tecnologias nas escolas públicas. Entretanto, muitos estudos (como os de Pretto, 2014, e Silva, 2018), apontam que as ações governamentais frequentemente não contemplam a Educação Infantil de forma adequada, concentrando-se no Ensino Fundamental e Médio, o que gera lacunas no investimento, na formação continuada de professores e na adequação dos recursos às crianças pequenas.

O Plano Nacional de Educação (PNE), vigente até 2024, também destaca metas relacionadas à inclusão digital e à valorização da inovação pedagógica, embora nem sempre trate a Educação Infantil com a mesma ênfase atribuída às demais etapas da educação básica. Nesse sentido, iniciativas locais (como projetos municipais e estaduais) vêm tentando suprir essas lacunas, com propostas de formação docente e aquisição de tecnologias adequadas ao uso com crianças pequenas.

Por fim, é importante mencionar que a ausência de regulamentações específicas sobre o uso das tecnologias digitais com crianças pequenas pode gerar práticas desiguais entre redes de ensino, muitas vezes sem respaldo pedagógico claro. Autores como Britto (2020) e Costa (2021), defendem que é preciso desenvolver políticas públicas mais consistentes, que garantam tanto o acesso equitativo à tecnologia quanto a qualificação de sua aplicação nos contextos da primeira infância.

METODOLOGIA

Este artigo caracteriza-se como uma pesquisa qualitativa de cunho bibliográfico, tendo como principal objetivo analisar, a partir de estudos teóricos e pesquisas já publicadas, a influência das tecnologias digitais no processo de aprendizagem na Educação Infantil. A abordagem bibliográfica consiste na análise de obras publicadas, como artigos científicos, livros, teses, dissertações e documentos oficiais que tratam da relação entre tecnologias digitais e práticas pedagógicas voltadas para crianças de 0 a 6 anos. 

As fontes foram selecionadas por meio de buscas em bases de dados acadêmicas como Google Acadêmico, SciELO, ERIC, CAPES Periódicos, entre outras. Foram considerados textos publicados principalmente nos últimos dez anos, priorizando-se autores que discutem o uso de recursos digitais, metodologias inovadoras, desenvolvimento infantil, e as diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) no contexto da Educação Infantil.A análise dos materiais seguiu uma abordagem crítica e interpretativa, buscando identificar convergências, divergências e lacunas nas abordagens sobre o tema. O estudo também se fundamenta em documentos normativos e orientadores da prática pedagógica, como as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A presente pesquisa teve como objetivo analisar a influência das tecnologias digitais no processo de aprendizagem na Educação Infantil, considerando as práticas pedagógicas, as percepções dos profissionais da educação e o papel das políticas públicas nesse contexto. Os dados obtidos evidenciam que, quando utilizadas de forma planejada, mediada e alinhada às necessidades do desenvolvimento infantil, as tecnologias digitais podem representar um recurso valioso para a ampliação das experiências de aprendizagem, favorecendo a criatividade, a interação e o engajamento das crianças.

Observou-se que o uso das tecnologias digitais não substitui as vivências concretas e as interações presenciais, mas pode potencializá-las, desde que haja intencionalidade pedagógica. A formação contínua dos docentes e o suporte institucional foram apontados como fatores determinantes para o uso adequado e crítico desses recursos. No entanto, também se identificaram desafios significativos, como a ausência de infraestrutura adequada em algumas instituições, a falta de políticas públicas específicas para a Educação Infantil e a necessidade de critérios mais claros para orientar o uso de tecnologias com crianças pequenas.

As políticas públicas existentes, como a BNCC e o Marco Legal da Primeira Infância, embora reconheçam a importância das tecnologias, ainda carecem de diretrizes práticas mais específicas para a etapa da Educação Infantil. Isso resulta em práticas escolares muitas vezes baseadas na tentativa e erro ou na reprodução de modelos voltados para outras faixas etárias.

Dessa forma, conclui-se que as tecnologias digitais, quando compreendidas como ferramentas pedagógicas e não como fins em si mesmas, podem contribuir de maneira significativa para a qualidade da Educação Infantil. Para isso, é essencial que políticas públicas mais estruturadas sejam implementadas, que haja investimentos em formação docente e infraestrutura, e que se mantenha o foco na criança como sujeito ativo, criativo e em constante desenvolvimento.

Como sugestão para futuras pesquisas, propõe-se a investigação do impacto de ferramentas digitais específicas (como jogos educacionais, aplicativos interativos e plataformas de aprendizagem) em diferentes dimensões do desenvolvimento infantil, bem como a ampliação dos estudos para contextos diversos, incluindo escolas rurais, instituições privadas e comunidades indígenas.

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Santos , Sueli Aparecida Caruzo dos . A influência das tecnologias digitais no processo de aprendizagem na educação infantil.International Integralize Scientific. v 5, n 48, Junho/2025 ISSN/3085-654X

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Disponível em: https://academic.oup.com/cid/article/67/7/1208/6141108.
Acesso em: 2024-09-03.

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n. 48
A influência das tecnologias digitais no processo de aprendizagem na educação infantil

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