A música como linguagem educativa: Contribuições para o desenvolvimento integral na educação infantil

MUSIC AS AN EDUCATIONAL LANGUAGE: CONTRIBUTIONS TO HOLISTIC DEVELOPMENT IN EARLY CHILDHOOD EDUCATION

LA MÚSICA COMO LENGUAJE EDUCATIVO: APORTES AL DESARROLLO INTEGRAL EN LA EDUCACIÓN INFANTIL

Autor

URL do Artigo

https://iiscientific.com/artigos/9BF8DD

DOI

doi.org/10.63391/9BF8DD

Morais, Márcio Dantas . A música como linguagem educativa: Contribuições para o desenvolvimento integral na educação infantil. International Integralize Scientific. v 5, n 48, Junho/2025 ISSN/3085-654X

Resumo

Este artigo analisa a música como ferramenta pedagógica essencial na Educação Infantil, explorando seus impactos no desenvolvimento cognitivo, socioafetivo e cultural. Fundamentado em referenciais teóricos como Vygotsky (2012) e Gardner (2011), e em documentos normativos brasileiros (BNCC, 2017; DCNEI, 2009), o estudo demonstra que a musicalização, quando integrada intencionalmente ao currículo, potencializa a criatividade, a linguagem e as habilidades sociais. A pesquisa identifica desafios na implementação prática, como a necessidade de formação docente qualificada e abordagens interdisciplinares, propondo estratégias para superá-los. Conclui-se que a música deve ser reconhecida como linguagem fundamental para uma educação infantil integral, recomendando sua valorização nas políticas educacionais.
Palavras-chave
educação musical; desenvolvimento infantil; práticas pedagógicas; BNCC; interdisciplinaridade.

Summary

This article examines music as an essential pedagogical tool in Early Childhood Education, analyzing its impacts on cognitive, socio-affective, and cultural development. Grounded in theoretical frameworks such as Vygotsky (2012) and Gardner (2011), and Brazilian normative documents (BNCC, 2017; DCNEI, 2009), the study demonstrates that music education, when intentionally integrated into the curriculum, enhances creativity, language, and social skills. The research identifies practical implementation challenges, including the need for qualified teacher training and interdisciplinary approaches, proposing strategies to address them. It concludes that music should be recognized as a fundamental language for holistic early childhood education, recommending its prioritization in educational policies.
Keywords
music education; child development; teaching practices; BNCC; interdisciplinarity.

Resumen

Este artículo analiza la música como herramienta pedagógica esencial en la Educación Infantil, explorando sus impactos en el desarrollo cognitivo, socioafectivo y cultural. Basado en referenciales teóricos como Vygotsky (2012) y Gardner (2011), y en documentos normativos brasileños (BNCC, 2017; DCNEI, 2009), el estudio demuestra que la musicalización, cuando se integra intencionalmente al currículo, potencia la creatividad, el lenguaje y las habilidades sociales. La investigación identifica desafíos en la implementación práctica, como la necesidad de formación docente calificada y enfoques interdisciplinarios, proponiendo estrategias para superarlos. Se concluye que la música debe ser reconocida como lenguaje fundamental para una educación infantil integral, recomendando su valorización en las políticas educativas.
Palavras-clave
educación musical; desarrollo infantil; prácticas pedagógicas; BNCC; interdisciplinariedad.

INTRODUÇÃO 

A música, enquanto linguagem universal e expressão cultural, desempenha um papel fundamental no desenvolvimento integral da criança, atuando como um poderoso mediador pedagógico na Educação Infantil. Desde a promulgação da Lei nº 12.796/2013, que tornou obrigatória a matrícula escolar a partir dos quatro anos de idade, as instituições de ensino têm sido desafiadas a repensar suas práticas, incorporando metodologias que aliem efetividade pedagógica ao engajamento lúdico. Nesse contexto, a música emerge não apenas como recurso didático complementar, mas como eixo estruturante do processo de aprendizagem, capaz de potencializar dimensões cognitivas, sócio afetivas e motoras.  

A relevância da musicalização na primeira infância é respaldada por marcos legais como a Base Nacional Comum Curricular (BNCC, 2017), que integra a música como direito de aprendizagem em todos os campos de experiência, e pelas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (DCNEI, 2009), que a destacam como ferramenta de interação e expressão. Além disso, estudos contemporâneos nas áreas de neurociência (Kraus, 2018) e psicologia do desenvolvimento (Ilari, 2021), comprovam seus impactos no fortalecimento de conexões neurais, no desenvolvimento linguístico e na regulação emocional.  

Este artigo tem como objetivo analisar a música como instrumento pedagógico essencial na Educação Infantil, explorando suas múltiplas funções como a Mediação cognitiva que é o estímulo à criatividade, linguagem e raciocínio lógico; a Dimensão socioafetiva que é a promoção de cooperação, empatia e autoconhecimento;  e a Inserção cultural que é o acesso a repertórios diversificados e formação de identidade.  

Partindo de uma abordagem teórica fundamentada em Vygotsky (2012), Gardner (2011) e autores contemporâneos, o trabalho discute ainda os desafios para sua efetiva implementação curricular, muitas vezes limitada a atividades fragmentadas. Por fim, defende-se a necessidade de formar educadores capacitados para transformar a música em uma prática pedagógica intencional, alinhada às necessidades da infância no século XXI.   A pesquisa justifica-se pela urgência em consolidar propostas que transcendam o caráter recreativo da música, posicionando-a como estratégia central para uma educação infantil plural, inclusiva e significativa.

A INCLUSÃO DA LINGUAGEM MUSICAL NO CURRÍCULO DA EDUCAÇÃO INFANTIL

A partir de 2013, com a alteração da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, Lei nº 12.796), estabeleceu-se a obrigatoriedade de matrícula escolar para crianças a partir dos quatro anos de idade: “Art. 6º É dever dos pais ou responsáveis efetuar a matrícula das crianças na educação básica a partir dos 4 (quatro) anos de idade (Brasil, 2013, p. 3).”

Essa determinação exigiu que as instituições de ensino adaptassem suas práticas pedagógicas, buscando estratégias mais atrativas e eficazes para o desenvolvimento infantil. Nesse cenário, a música surge como um recurso fundamental, não apenas por tornar o ambiente escolar mais dinâmico, mas também por contribuir significativamente para o desenvolvimento cognitivo, socioafetivo e emocional das crianças. Conforme destacado no Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (RCNEI, 1998, p. 48), a aprendizagem musical envolve vivências, percepções e reflexões que se ampliam progressivamente, favorecendo processos cognitivos mais complexos.

Estudos na área da neurociência e psicologia do desenvolvimento indicam que a relação com a música inicia-se ainda no período gestacional. Pesquisas demonstram que bebês expostos a determinadas melodias no útero materno apresentam reações ao ouvir essas mesmas composições após o nascimento (Mallocchi, 2018; Lima & Fernandes, 2020). Esses achados reforçam a importância da estimulação sonora desde os primeiros anos de vida, ampliando seu potencial como ferramenta educativa.

No contexto brasileiro, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC, 2017), estabelece as diretrizes para a Educação Infantil, integrando a música em todos os campos de experiência:

[…] assegurando-lhes os direitos de conviver, brincar, participar, explorar, expressar-se e conhecer-se, a organização curricular da Educação Infantil na BNCC está estruturada em cinco campos de experiências, nos quais são definidos os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento. Esses campos incorporam as vivências cotidianas das crianças, articulando-as com os saberes culturais e sociais (Brasil, 2017, p. 40).

Os campos de experiência propostos pela BNCC incluem: “O eu, o outro e o nós”; “Corpo, gestos e movimentos”; “Traços, sons, cores e formas”; “Escuta, fala, pensamento e imaginação”; e “Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações”. A música está presente de forma transversal, com ênfase no eixo “Traços, sons, cores e formas”, que abrange todas as faixas etárias — bebês (0 a 1 ano e 6 meses), crianças bem pequenas (1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses) e crianças pequenas (4 a 5 anos e 11 meses). As habilidades desenvolvidas incluem explorar, criar, reconhecer e interagir com diferentes manifestações sonoras.

Essa estrutura alinha-se às Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (DCNEI, 2009), que destacam a importância das interações e brincadeiras como eixos norteadores: “Art. 9º As práticas pedagógicas devem promover experiências que […] IX – incentivem o contato das crianças com diversas expressões artísticas, como música, artes visuais, dança, teatro e literatura (Brasil, 2009, p. 99).

Dessa forma, a proposta vai além da reprodução passiva de canções, envolvendo a experimentação ativa de ritmos, instrumentos e movimentos corporais. Complementarmente, os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN, 2006) ressaltam que a música não deve ser tratada como conteúdo isolado, mas como linguagem integradora, capaz de enriquecer outras áreas do conhecimento e fomentar a criatividade. Antes mesmo de dominarem a linguagem verbal, as crianças comunicam-se por meio de expressões corporais, sonoras e lúdicas, especialmente quando mediadas por adultos ou pares mais experientes (Brasil, 2006).

Em síntese, os documentos normativos brasileiros convergem ao afirmar que a música deve ocupar um espaço intencional no cotidiano escolar, transcendendo seu uso meramente recreativo ou disciplinar. Seu emprego pedagógico favorece a construção de repertórios culturais, o desenvolvimento integral das crianças e a criação de ambientes de aprendizagem mais significativos e prazerosos.

A MÚSICA COMO INSTRUMENTO MEDIADOR NO PROCESSO EDUCATIVO

A música exerce influência significativa no desenvolvimento humano, atuando nas dimensões cognitiva, afetiva e social. Essa perspectiva é reforçada por Howard Gardner (2011), em sua teoria das inteligências múltiplas, ao identificar a inteligência musical como uma capacidade inata que potencializa a aprendizagem e a expressão criativa. Para o autor, a linguagem sonora funciona como um amplificador do conhecimento, estimulando conexões neurais e facilitando a assimilação de novos saberes.

Nessa mesma linha, Vygotsky (2012), argumenta que o desenvolvimento humano não se restringe a aspectos biológicos, mas é profundamente marcado por fatores históricos e culturais. O autor destaca que a música vai além do entretenimento, assumindo um papel pedagógico essencial ao servir como uma “técnica social do sentir”. Essa abordagem ressalta a dualidade da experiência musical: enquanto conecta-se às vivências individuais, também atua como ponte entre o sujeito e seu contexto sociocultural, facilitando a internalização de conceitos e o exercício da imaginação.

Em suas investigações, Vygotsky (2012), diferencia duas modalidades de atividade humana: a reprodutiva, vinculada à memorização, e a criativa, desencadeada pela necessidade de superar desafios. Conforme suas palavras: “A imaginação, alicerce de toda criação, manifesta-se em todas as esferas da vida cultural, possibilitando tanto a produção artística quanto às inovações científicas e tecnológicas” (Vygotsky, 2012, p. 18).

Sob essa ótica histórico-cultural, a criatividade — alimentada pela imaginação — torna-se fundamental para uma educação voltada à formação integral, capacitando os indivíduos a reinterpretarem suas experiências e enfrentar obstáculos. A música, enquanto expressão estética, mobiliza emoções que se processam no córtex cerebral (Vygotsky, 2012), evidenciando as inter-relações entre desenvolvimento cognitivo, linguagem, interação social e aprendizagem musical.

Pesquisas contemporâneas corroboram essa visão. O estudo de Kraus & Chandrasekaran (2017), demonstra que a exposição à música na primeira infância fortalece as redes neurais associadas ao processamento linguístico, melhorando habilidades como leitura, escrita e comunicação. No entanto, como observa Pereira (2019, p. 34), “a inserção da música no currículo escolar ainda enfrenta desafios, muitas vezes sendo relegada a um papel secundário ou reduzida a atividades pontuais”. 

Além dos benefícios cognitivos, a prática musical coletiva promove competências socioemocionais. Conforme Ilari & Keller (2021), ao participar de atividades musicais em grupo, as crianças desenvolvem cooperação, disciplina e empatia, transformando a sala de aula em um espaço mais inclusivo e colaborativo.

A PRÁTICA MUSICAL NO CONTEXTO EDUCACIONAL

A incorporação da música no ambiente escolar redefine as dinâmicas de ensino, conferindo maior liberdade aos alunos e estimulando a criatividade docente. Educar musicalmente implica familiarizar as crianças com a linguagem sonora por meio de vivências orientadas e experimentações práticas.

Gainza (2018), enfatiza que a espontaneidade despertada pela música tem um valor social indiscutível, potencializando a expressividade e a inventividade. Em sua análise: “Cada elemento musical ativa uma dimensão humana específica: o ritmo induz ao movimento corporal, a melodia desperta a afetividade, e a estrutura harmônica contribui para a organização mental” (Gainza, 2018, p. 42).

Essa visão é complementada por Almeida (2020), que ressalta o papel da escola na democratização do acesso à cultura, afirmando que “a instituição escolar deve ser um espaço de ampliação de repertórios, valorizando a diversidade e promovendo experiências significativas” (Almeida, 2020, p. 91). Jeandot (2016), por sua vez, adverte contra abordagens excessivamente técnicas, defendendo que “a educação musical deve priorizar a sensibilidade, formando indivíduos capazes de vivenciar a música de maneira profunda, ainda que não dominem a teoria” (Jeandot, 2016, p. 25).

Pesquisas recentes destacam ainda os impactos da música na autorregulação emocional. Conforme estudos de Hallam (2018), crianças que vivenciam práticas musicais demonstram maior capacidade de expressar sentimentos e compreender a si mesmas. Bréscia (2020), acrescenta que, além dos benefícios afetivos, a música estimula a plasticidade cerebral, melhora o rendimento acadêmico e favorece a integração social.

Martins (2019), explora a relação entre música e desenvolvimento linguístico, demonstrando que a exposição a ritmos e melodias diversificadas aprimora a fala, a audição e a percepção cultural. Ao apresentar manifestações musicais de diferentes origens, a escola possibilita o contato com novas formas de comunicação, enriquecendo o vocabulário e a sensibilidade intercultural dos alunos. Em síntese, a música na educação infantil transcende a mera recreação, consolidando-se como uma ferramenta pedagógica capaz de estimular o desenvolvimento integral (cognitivo, emocional e social); fortalecer vínculos afetivos e memórias positivas associadas à aprendizagem e promover a inclusão e o respeito à diversidade cultural.

CONSIDERAÇÕES FINAIS  

O presente estudo evidenciou o papel fundamental da música como ferramenta pedagógica multidisciplinar na Educação Infantil, transcendendo sua função meramente recreativa para assumir um lugar central no desenvolvimento integral da criança. A análise demonstrou que a musicalização, quando incorporada de forma intencional e sistemática no currículo, atua simultaneamente em três dimensões essenciais: cognitiva, socioafetiva e cultural.  

Os achados corroboram as teorias de Vygotsky (2012) e Gardner (2011), confirmando que a experiência musical potencializa a criatividade, o desenvolvimento linguístico e a capacidade de resolução de problemas. Simultaneamente, como destacam Ilari e Keller (2021), a prática musical coletiva fortalece habilidades sociais cruciais para o século XXI, como cooperação, empatia e trabalho em equipe.  

A revisão dos documentos normativos brasileiros – BNCC (2017), DCNEI (2009) e RCNEI (1998) – revela um avanço significativo no reconhecimento legal da música como direito de aprendizagem. Contudo, persistem desafios práticos para sua implementação efetiva, incluindo a necessidade de formação continuada de professores, a superação de abordagens fragmentadas e a garantia de recursos materiais e espaços adequados.  

Recomenda-se, portanto, a integração da música como eixo transversal no projeto político-pedagógico, a criação de espaços permanentes de formação docente que unam teoria e prática e o desenvolvimento de pesquisas que mensuram os impactos da musicalização a longo prazo.  A música configura-se não como atividade complementar, mas como linguagem essencial para uma educação infantil verdadeiramente inclusiva e transformadora. Seu potencial vai além do desenvolvimento de habilidades específicas, ela cultiva a sensibilidade, a curiosidade e o pensamento crítico, formando indivíduos mais criativos, sociáveis e conscientes de seu papel no mundo. 

Este estudo reforça a urgência de políticas públicas que garantam sua presença qualificada no cotidiano escolar, assegurando a todas as crianças o direito de se desenvolverem por meio dessa poderosa forma de expressão humana. 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Morais, Márcio Dantas . A música como linguagem educativa: Contribuições para o desenvolvimento integral na educação infantil.International Integralize Scientific. v 5, n 48, Junho/2025 ISSN/3085-654X

Referencias

Vivian Caroline Coraucci.
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v. 67
n. 7
p. 1208-1216,
2021.
Disponível em: https://academic.oup.com/cid/article/67/7/1208/6141108.
Acesso em: 2024-09-03.

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v. 5
n. 48
A música como linguagem educativa: Contribuições para o desenvolvimento integral na educação infantil

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