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Resumo
INTRODUÇÃO
Como último artigo da série dos artigos que examinam amplamente os diversos meios e mecanismos através dos quais percebem-se o tempo no cotidiano. Esta investigação contribui no desdobramento da tese proposta, que investigará como percepções distorcidas do tempo afetam o dia-a-dia dos pequenos e médios empreendedores brasileiros.
Para entender os temas centrais propostos na tese, é indispensável esclarecer como o empresário no Brasil nota como o tempo progride em seus aspectos moral, físico e sensorial, além de como ele processa essas percepções diariamente. É importante observar como elas se influenciam, interdependem e podem distorcer a percepção geral do tempo.
Além do entendimento necessário da concepção de como o tempo é percebido em suas variáveis fisiológica, sensorial e moral é vital entender-se como as interações e influências destas são capazes de reduzir ou expandir a esta percepção do tempo de modo geral, distorcendo-o na configuração como é percebido por este público-alvo, portanto é crucial esquadrinhar de modo abstrato o tema de, como aspira este artigo, uma vez que no decurso do amplificação da tese é proposta a pesquisa de campo para validar ou refutar tal problemática.
Primeiramente, é mister se pontuar o significado do termo distorção, no dicionário (Oxford Languages, 2025), tem-se que é a: “alteração da forma ou de outras características estruturais; deformação.”. Dentro do tema abordado, a característica estrutural do tempo é aquela como o ser humano o conhece no dia a dia, ou seja, em suas medições usuais: horas, minutos, segundos, dias, semanas, meses, anos…
O presente artigo busca escrutinar dentro do método de revisão da bibliografia científica como é percebido o tempo nos aspectos moral, fisiológico e sensorial, podem se influenciarem, interagirem e interdepende umas das outras e como elas podem (ou não) distorcer a forma como o público-alvo pesquisado, notam o tempo, sem invadir a pesquisa de campo pretendida na construção da tese.
AFINAL DE CONTAS: O QUE É O TEMPO?
Primeiramente, é necessário discutir a consciência que se tem do tempo através das lentes da física, filosofia, psicologia e astronomia.
Dentro da área da física, Albert Einstein (apud Rocha, C., 2010) diz que “a diferença entre passado, presente e futuro é apenas uma persistente ilusão”. Ao trazer esta ideia sobre o tempo Einstein o faz com base científica, dentro de seus estudos da teoria da relatividade e do conceito do espaço-tempo.
Em sua teoria da relatividade Einstein demonstra que o tempo não é absoluto, mas sim relativo, ou seja, a passagem do tempo depende da velocidade do observador e da força da gravidade que o afeta.
O espaço-tempo, propõe que o espaço e o tempo estão entrelaçados, formando uma entidade única, o espaço-tempo. Este conceito desafia a ideia de que o tempo é um fluxo separado do espaço.
Filosoficamente, Goldschmidt (1963), descreve que para avaliar um sistema filosófico existem dois métodos. O dogmático, que prevê que os dogmas são verdades, ou seja, um método totalmente filosófico e empírico. E o genético, que considera os dogmas como efeitos a serem descritos de maneira etiológica (causas de um fenômeno), ou seja, um método científico. Assim, na avaliação de um sistema filosófico, Goldschmidt (1963) sugere que, para interpretar um sistema filosófico, o método dogmático corresponde ao tempo lógico, enquanto o método genético corresponde ao tempo histórico.
Tempo lógico, em resumo é um aperfeiçoamento das ideias em um sistema filosófico, não como uma sequência cronológica, mas como uma estrutura lógica de desenvolvimento, ou seja, como as idéias se entrelaçam e articulam sem levar em conta a ordenação em que foram produzidas.
Já o tempo histórico refere-se a exata sequência cronológica dos fatos e eventos ocorridos. Psicologicamente, na história, Cimino & Foschi (2004) explicam que:
O problema do tempo na psicologia teve início como um problema de medir a duração de um processo psíquico. Tradicionalmente – mas com exceções significativas – o ato mental era considerado desprovido de dimensão temporal e, portanto, como não poderia ser submetido a nenhum tipo de medição e consequente tratamento matemático, a psicologia não poderia se tornar uma ciência da natureza em pé de igualdade com outras disciplinas científicas (Cimino, G., Foschi, R. 2004, p. 729 – tradução independente).
Dentro de seu cérebro, um ser humano comum, processa aproximadamente 400 bilhões de bits de informação no intervalo de 1 (um) segundo. Porém, tem ciência, ou são percebidos o processamento de pouco mais de 2 mil (Newberg, 2010). Dentro desta consciência, Bernard, Witt & Frota (2020), propõe uma equação para mensurar a percepção do tempo, baseada em energia consumida versus fluidez temporal: “Ou seja, quanto mais energia é consumida em dado momento, menor é a sensação de fluidez temporal. E quanto menor o gasto energético, maior a fluidez temporal” (Bernard, A. Witt, N.G.D.P.M., & Frota, A.F.M.D., 2020 – p. 75).
Desta forma a fórmula de cálculo proposta por Bernard, Witt & Frota (2020) é a IP/m = E ÷ Δt, onde tem-se: IP/m (valor de instantes psicológicos por minuto), E (Energia consumida) e Δt (Variação de tempo) onde concluem resumidamente que:
A dimensão do que denominamos ser um instante pode variar de acordo com a atividade praticada. Cada instante percebido tem tempos diferentes, conforme a velocidade dos ciclos perceptivos requisitados por nosso sistema nervoso em cada ocasião (Bernard, A. Witt, N.G.D.P.M., & Frota, A.F.M.D., 2020 – p. 77).
Já astronomicamente falando, Neto (2006) o chama o tempo de sideral, que nada mais é o tempo de rotação do planeta Terra, ou seja, a duração de um dia, e têm exatamente 23:56:04 (vinte e três horas, cinquenta e seis minutos e quatro segundos), motivo pelo qual existe no calendário gregoriano um ano bissexto, que é um ano com um dia a mais em fevereiro para compensar esta perda de 00:03:56 (três minutos e cinquenta e seis segundos) em nossos relógios.
Desta forma conceitua-se o tempo das seguintes formas:
Não obstante, este último, o astronômico, é o tempo na estrutura que em se conhece e se vive no cotidiano humano, ou em outras palavras, o que dá aos relógios o que medir.
O conceito astronômico do tempo é o mais adequado nos termos da tese almejada e nos três artigos anteriores da série, porque é a estrutura de tempo da quantificação deste em que vivem os humanos, ou seja, o movimento rotacional do planeta Terra ou o tempo sideral.
PERCEPÇÕES TEMPORAIS: INTERFERÊNCIAS, INFLUÊNCIAS E INTERAÇÕES
O propósito de análise da tese é analisar como seu público-alvo compreende a passagem do tempo e o modo que as possíveis distorções o abalam. É importante perceber e notar que, diariamente, esses empreendedores dividem-se em várias funções para lograr êxito na solução de suas atividades cotidianas (Santos, et al, 2023).
No artigo inicial da série, O Fisiotempo, discutiu-se como as condições únicas no cenário brasileiro complicam ainda mais a atividade empreendedora no país.
Inicialmente tratou-se no primeiro artigo da série de percepções temporais fisiológicas, O Fisiotempo, desta forma, passa-se a analisar sua influência e interação.
Em estudo realizado por Metzner & Fischer (2001), referente a fadiga e a capacidade de trabalho, demonstrou por exemplo, que a discrepância nos padrões regulares do sono aumenta a percepção da fadiga. Alguém que está física e/ou mentalmente fadigado inclina-se a perceber o tempo demorar a passar. Falcão (2009, apud Valeri, 2024), explica este fato dizendo que “o conceito de percepção temporal é a interação de fatores biopsicossociais históricos e culturais”.
Pode-se concluir no caso da percepção temporal fisiológica, que a fadiga causada pela falta de sono, é capaz de interferir, influenciar e interagir com outras percepções, uma vez que fadigado o ser humano tende a notar o tempo de modo mais lento.
Com relação à percepção temporal sensorial, destaca-se o efeito da distração de conversação – senso de socialização – com relação a percepção temporal moral – moralidade coletiva (de trânsito) – proteção do motorista ao pedestre e ao ciclista.
Schmitz, et al (2021), chamam este fato de direção distraída e a classificam como risco emergente, uma vez que a conduta (usar o celular, ainda que no viva-voz) analisado altera a atenção, concentração e a percepção do condutor, aumentando o risco de acidentes, em especial com pedestres e ciclistas, que poderiam ser evitados.
Desta forma, arremata-se que uma alteração na percepção temporal sensorial, ainda que pequena, como a comunicação, que é um tipo de senso de socialização, pode interferir diretamente a percepção temporal moral na questão da moralidade coletiva, que no caso do trânsito é perceber os riscos e ameaças a tempo de impedi-las e preservar a integridade física de todos os envolvidos no ecossistema viário.
Já com relação à percepção temporal moral, exemplifica-se o efeito da exploração dos valores morais de jovens sobre o consumo de bebidas alcoólicas que estão relacionadas à percepção temporal sensorial, em seu senso de lazer.
Em análise efetuada por Telles (2012), verifica-se que a indústria de bebidas alcoólicas estuda quais os valores morais mais latentes nos jovens para que possa influenciar o incremento de vendas. Para tal, em pesquisas de mercado, se constatou que o valor principal que influencia a compra neste público são as festas e as amizades. Silva (2002), destaca que estas propagandas seguem um padrão de conhecimento geral, do qual para a garantia da diversão em uma festa, deve-se ter bebidas alcoólicas.
Tendo em vista o cenário apresentado na análise de Telles (2012), verifica-se a interação indireta que os valores morais, que são parte integrante da percepção temporal moral, produzirão na percepção temporal sensorial, uma vez que a afetação dos mesmos pela influência de propagandas tem efeito consequente no senso de socialização/lazer – festas com amigos – afetando por conseguinte a decisão moral de ingerir bebida alcoólica para potencializar este senso de socialização/lazer, parte integrante da percepção moral sensorial.
METODOLOGIA
Adotou-se como metodologia a revisão bibliográfica, aplicando de ferramentas de pesquisa e colheita de dados qualitativos e quantitativos. Espera-se que os resultados proporcionem uma compreensão aprofundada dos conjuntos de elementos que induzem como percebe-se o tempo, bem como suas consequências na gestão e no dinamismo das operações dentro das organizações.
Realizaram-se procuras em bibliografias dentro de análises, estudos, artigos, e demais fontes acadêmicas, sobre o tema “tempo e a filosofia” e desdobramentos como “influência do sono no julgamento moral”. Como retrato das buscas, utilizaram-se procuras em bases on-line através do Google Scholar, mediante o recurso de “busca geral”, as verificações de bases correlatas ao objeto estudado foram restringidas, no entanto, várias dessas bases foram utilizadas para o presente estudo: Scielo, DOI, isso gerou uma lista concreta de 13 (treze) referências bibliográficas, incluindo artigos em revistas científicas universitárias e livros físicos ou eletrônicos.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A construção (ou desconstrução) real (astrofísica) ou psico-filosófica da percepção do tempo geral é uma convergência de fatores muito únicos a cada ser humano.
O entendimento do tempo em si, trata-se de uma construção multifacetada por várias partes do conhecimento, como por exemplo a física, filosofia, psicologia e astronomia. Ao compreender as diferenças entre estas, assim como outras ciências, expande-se a análise tradicional da gestão temporal para além da mera contagem cronológica.
Este trabalho busca examinar de formas introdutórias e mediante a análise em revisão bibliográficas como determinados fatos e fatores podem interferir, influenciar e interagir na forma de como percebe-se o tempo nos aspectos observados como as fisiológicas, sensoriais e morais, constata-se por exemplo que elementos como fadiga, estímulos sensoriais e valores morais internalizados não atuam isoladamente.
Analisando as influências, interações e interdependências entre as percepções temporais, delineou-se uma base teórica que evidencia o quanto a experiência subjetiva do tempo pode ser distorcida de maneira substancial e, muitas vezes, inconsciente.
Desta forma, imbui-se que estas influências, interações e interdependências operam de forma integrada e dinâmica, produzindo efeitos sinérgicos sobre a percepção do tempo.
A percepção temporal fisiológica, por exemplo, sofre interferência direta de fatores como privação de sono e cansaço extremo, afetando a sensação de lentidão temporal.
Na percepção temporal sensorial, verifica-se que a mesma pode ser desviada por estímulos cotidianos como a comunicação, que trata-se de um senso de socialização – inclusive em contextos de risco, como no trânsito – influenciando decisões morais.
Já a percepção temporal moral, moldada, dentre outros fatores, por valores culturais, econômicas e sociais, se apresenta capaz de influenciar estímulos que formam a percepção temporal sensorial, como no caso da associação entre consumo de álcool e pertencimento grupal – que é um senso de socialização.
Especificamente no contexto do pequeno e médio empreendedor brasileiro, estas distorções podem repercutir não somente na produtividade e na organização do tempo deste público que pretende-se estudar e pesquisar na construção da tese futura, mas também em sua tomada de decisões, no julgamento ético e na capacidade de reagir a estímulos críticos do ambiente.
A sobreposição de demandas profissionais e pessoais, somada à complexidade estrutural da realidade socioeconômica do Brasil, torna este grupo particularmente vulnerável às distorções temporais, reforçando a importância de abordagens integradas de análise.
A contribuição deste artigo, bem como na tese e pesquisa pretendidas, portanto, reside na proposição de um modelo analítico preliminar que reconhece a natureza complexa e interdependente das percepções temporais, lançando fundamentos teóricos para investigações futuras de caráter empírico.
Embora o presente trabalho se restrinja à análise teórica e bibliográfica, ele se articula com os objetivos maiores da tese em desenvolvimento, a qual se propõe a realizar uma pesquisa de campo com o intuito de validar ou refutar as hipóteses aqui levantadas.
Conclui-se, que o entendimento da experiência temporal demanda uma abordagem holística e multidisciplinar, que integre aspectos objetivos e subjetivos do tempo, com vistas a oferecer subsídios profundos para a construção de estratégias de gestão do tempo mais sensíveis, eficazes e alinhadas à realidade vivida pelos empresários brasileiros, em especial os de pequeno e médio porte.
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